Crônica de viagem a Najie, herança e laboratório político na China. Visitantes deparam-se com relações econômicas e sociais da fase estatista da revolução. O que o coletivismo diz a um país que venceu a pobreza e está superando cinco séculos de domínio eurocêntrico do mundo?
A má alimentação avança através do varejo que impõe ultraprocessados, destrói mercadinhos e tabela o preço nas alturas. Não se trata só de resgatar os mercados municipais, mas ampliar a relação do território com a comida saudável, acessível e barata. Como eles funcionariam?
Ao lado da multiplicidade de países, tantos jogos eletrizantes e estreias de muita luta, há impedimentos. Jogadores retidos, cães-farejadores revistando bagagens, abordagens humilhantes. Crônica da maior festa da terra, com cheiro de preconceito