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Está claríssimo: se puder, Bolsonaro atentará contra a democracia. É preciso, nesta etapa, reduzir ao máximo as bases para a tentativa. Isso se faz com uma grande frente em defesa das urnas e com povo enchendo as ruas na data do país ultrajado
O pós-bolsonarismo precisa superar o agronegócio. Isso requer uma reforma agrária de novo tipo: mudar a estrutura fundiária, a base jurídica e o financiamento do campo. Mas assegurar soberania alimentar exige conversão à agroecologia
Alianças ao centro e à direita, necessárias para vencer Bolsonaro, cobrarão seu preço. Mas não há concessão possível no combate às facções criminosas do garimpo e do gado que devastam o bioma – e ameaçam índios, reservas e clima de todo o país
Quase 120 milhões de brasileiros não se alimentam adequadamente. Oferta de produtos como arroz e feijão foi apertada pelas commodities. Auxílios sociais são cruciais, mas também planejamento para ampliar a safra local de alimentos nutritivos
Estratégia de frente ampla contra o descalabro é correta, mas direita “aliada” tentará emparedar Lula. Cabe aos movimentos pautar temas urgentes e sensíveis, do desmatamento zero à defesa da juventude negra, e ampliar horizontes à esquerda
Desmatamento zero. Replantio de florestas, com espécies nativas. Iniciar a transição agroecológica. Investir em energia fotovoltaica e eólica. Num país em que tantas boiadas passaram, recuperação será árida e pedregosa – mas é preciso traçar uma rota
No pós-Bolsonaro, será preciso reconstruir um Brasil em frangalhos. Porém, propagandear a volta a um passado idílico não tem base real. Precisamos romper com erros estruturais que vigoram desde FHC – e responder a um mundo bastante diferente
Guerra tornará comida ainda mais cara, ampliará a sombra da fome e permitirá ao agronegócio especular. Ficará clara a necessidade de transição agroecológica — para um campo livre de agrotóxicos e das leis selvagens de mercado
Debate sobre saúde digital ganha força nos últimos dias do XVII Congresso da Alames. Médicos e pesquisadores discutem pontos essenciais sobre o tema
• Banco de cérebros da USP • Vacinas de mRNA na mira de Trump • Semaglutida e liraglutida produzidas na Fiocruz • E MAIS: jovens e vapes; relatório da Opas sobre cooperação; psicodélicos de bilhões •
No XVIII Congresso da Alames, economista italiana defende: universalizar o acesso à saúde é a questão central de nosso tempo. Na mesma mesa, sanitarista da UFBA reforça que não é possível conciliar esta tarefa com o fortalecimento da medicina de negócios
América Latina poderá superar dependência tecnológica? Debates do terceiro dia do XVIII Congresso da Alames discutem soberania latino-americana na área da Saúde
• Acidentes de moto aumentam • Pela ampliação da licença-paternidade • Infartos podem ser evitados • E MAIS: Agora Tem Especialistas; Naomar de Almeida; rotulagem; publicidade •
Presidente do CNS reflete sobre o papel dos Conselhos de Saúde hoje. Como podem contribuir com políticas para a indústria da saúde e programas como o Agora Tem Especialistas? E de que forma se posicionar diante de ataques que tentam diminuí-los?
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