A Frente Brasil Popular tem um plano

São Paulo, 29/5: público presente ao lançamento do Programa Popular de Emergência pede Diretas-Já

São Paulo, 29/5: público presente ao lançamento do Programa Popular de Emergência pede Diretas-Já

Conheça as 76 medidas concebidas para dar sentido a um novo governo, eleito diretamente após o fim do golpe de 2016. Veja nossas primeiras observações

Um documento da Frente Brasil Popular


MAIS:
No vídeo abaixo (a partir do minuto 5:33), breve análise sobre as propostas e a importância do documento da FBP

A Frente Brasil Popular apresenta suas propostas para restabelecer a ordem constitucional democrática, defender a soberania nacional, enfrentar a crise econômica, reverter o desmonte do Estado e salvar as conquistas históricas do povo trabalhador.

A pré-condição das medidas aqui listadas é o fim do governo usurpador, originário do golpe que derrubou a presidenta Dilma Rousseff, com a eleição direta de um novo chefe de Estado e o estabelecimento de um governo oriundo das forças políticas e sociais progressistas e democráticas.

A saída democrática que propomos tem como pressuposto a antecipação das eleições presidenciais para 2017. Esse é primeiro passo para se travar uma ampla e persistente disputa politica capaz de criar uma correlação de forças favorável a oportuna convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte, destinada a refundar o Estado de direito e estabelecer reformas estruturais democráticas.

Este Plano Popular de Emergência representa, portanto, uma alternativa para enfrentar a crise gestada pela agenda antipatriótica, antipopular, antinacional e autoritária dos golpistas.

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Agenda: a USP abre-se aos refugiados

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Na FEA, uma escola conhecida pelo conservadorismo de muitos professores, supresa: um dia de culinária, artes e rodas de debate sinaliza que ” O mundo é um só”

Um convite da FEA Social

Perseguição política, religiosa ou racial. Perseguição por pertencer a uma nacionalidade ou grupo social. Grave e generalizada violação de direitos humanos.

Você conseguiria viver assim?

Omar el Shogre passou por tudo isso. Aos 17 anos teve sua casa invadida pela inteligência síria. O motivo? Era um jovem em um país repleto de manifestações. Foi preso, abusado e torturado por anos. Ao conseguir sua liberdade, iniciou sua busca por refúgio. Passou pela Turquia, Grécia e Alemanha, até obter sucesso na Suécia, onde vive hoje.

Atualmente são mais de 65 milhões de refugiados espalhados pelo mundo. 65 milhões de pessoas que compartilham histórias parecidas com a de Omar, e elas estão mais perto do que você imagina.
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CRISE EM BRASÍLIA — Boulos: é preciso continuar nas ruas

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“Precisamos de eleições gerais, para o povo definir os rumos desse país”, diz ele — que compara decreto de Temer à tentativa de um AI-5

Para líder do MTST, governo abriu um abismo entre seu governo e sociedade; repressão foi brutal e covarde, comandada pelo general Etchegoyen, sobrinho de torturador da ditadura militar. “Não me lembro desde o fim da ditadura militar se isso aconteceu nos últimos 35 anos”, acrescentou. Boulos conclama novas mobilizações: “tem que ter eleições gerais já, para o povo definir os rumos desse país, chamamos todos a ocuparem as ruas”.

 

CRISE EM BRASÍLIA — Ministro do STF rechaça convocação do Exército

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Marco Aurélio Mello se diz surpreendido. Presidente da Câmara também garante: “é excesso, sem dúvida nenhuma”

Ao saber que o presidente Michel Temer autorizou o uso das Forças Armadas contra manifestante, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello disse estarrecido: “Espero que a notícia não seja verdadeira”.

Marco Aurélio relatava seu voto na sessão da plenária do STF. “O chefe do Poder Executivo teria editado decreto autorizando uso das Forças Armadas no Distrito Federal no período de 24 a 31 de maio”, disse preocupado.

A decisão do governo foi anunciada na tarde desta quarta pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann. “Atendendo à solicitação do senhor presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, mas também levando em conta uma manifestação que estava prevista como pacífica”, alegou Jungmann.

No entanto, o presidente do Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não quis assumir a bronca e tirou, rapidamente, o corpo fora: “o caminho que ele [Temer] tomou é uma decisão do governo, não é meu”. Maia explicou mais tarde ter pedido a colaboração da Força Nacional, junto com a Polícia Militar do Distrito Federal, visando “garantir a segurança tanto dos manifestantes como daqueles que trabalham nos Ministérios e no Congresso”.

“O que tiver base legal, o presidente pode tomar decisão com base em sua equipe de segurança”, declarou Maia ao G1, acrescentando: “O decreto, com validade até o dia 31, é um excesso, sem dúvida nenhuma”.

CRISE EM BRASÍLIA — Protestos também no Rio

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Policiais militares revistam as pessoas que passam perto da Alerj

Manifestantes rejeitam pacote imposto pelo governo federal, que elimina direitos e eleva contribuição previdenciária

Servidores públicos cariocas protestaram esta tarde diante da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) contra a aprovação do aumento da contribuição previdenciária do servidor público do estado.

Os manifestantes foram reprimidos pela PM e Força Nacional, com bombas de gás lacrimogênio e tiros de balas de borracha, defendendo-se com pedras e barricadas.

Com 39 votos a favor e 26 contra, o projeto aumenta a alíquota da contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%. A sessão foi presidida pelo deputado Jorge Picciani (PMDB), que recusou todos os pedidos de questão de ordem e apressou a votação.

O projeto aprovado também prevê aumento de 21% para 28% da contribuição dos poderes legislativo, judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas.

CRISE EM BRASÍLIA – Convocado protesto às 19h em SP

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Diversos grupos de juventude na convocatória. Ato é por diretas e contra repressão em Brasília
 
Após avalanche de acontecimentos que tornam o cenário político ainda mais incerto, população ocupa as ruas para se manifestar a favor de eleições diretas
 
Com ponto de encontro no MASP — lugar de concentração inicial já consagrado para várias marchas e protestos — o ato tem seu início marcado para as 19h, nesta quarta-feira 24 de maio, e já conta com 1500 confirmados, em evento no Facebook. A quantidade de confirmados continua crescendo rapidamente, em 100 pessoas a cada cinco minutos, aproximadamente.
 
O chamado foi articulado pelos grupos “Não Fechem Minha Escola”, “Diretas Já”, “Religiosas/os pela Democracia” e “UJS – União da Juventude Socialista”; e pelas personagens públicas e políticas Todd Tomorrow, Sâmia Bonfim, Toninho Vespoli e Warley Alves, até o momento.

CRISE EM BRASÍLIA – Randolfe Rodrigues: “Temer feriu a Constituição”

Deputado da Rede pede convocação imediata do Congresso Nacional para debater ato presidencial

O senador Randolfe Rodrigues (REDE – AP) apresentou, no fim da tarde desta quarta, uma questão de ordem ao plenário do Senado solicitando convocação imediata do Congresso para revocação do decreto de Temer e do general Etchegoyen de mobilizar as Forças Armadas em Brasília. Ele demonstrou como o Planalto está usando sorrateiramente o instituto do Estado de Defesa no decreto inconstitucional.

CRISE EM BRASÍLIA – Decreto legislativo pode anular convocação do Exército

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Apresentado pelo PSOL, texto argumento: “Constituição não autoriza Forças Armadas a reprimir protestos populares

Em meio à crise em Brasília, deputados do PSOL apresentam um decreto legislativo para suspender o decreto de Michel Temer, que autoriza o uso das Forças Armadas em Brasília para reprimir os manifestantes.

O autor do decreto foi o deputado Glauber Braga, do PSOL. O texto é  assinado também por Luíza Erundina, Edmilson Rodrigues, Chico Alencar, Jean Wyllys e Ivan Valente. Mais cedo, esses parlamentares ocuparam a mesa da presidência da Câmara para interromper a sessão.

“Não cabe às Forças Armadas, de acordo com a Constituição de 1988, a função de reprimir manifestações populares. Este Congresso Nacional não pode tolerar uma medida autoritária como essa, que visa ao cerceamento do sagrado direito de manifestação.”, diz a justificativa do decreto.

CRISE EM BRASÍLIA – Temer não quer ser ouvido pela PF

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STF autoriza polícia a interrogar presidente, mas ele alega ter foro privilegiado

A defesa do presidente Temer protocolou há pouco, junto ao STF, pedido para que ele não seja interrogado pela Polícia Federal. O Ministro Luiz Edson Fachin autorizou que a Polícia Federal ouvisse o presidente Michel Temer sobre as investigações da JBS, e a PF ligou para advogados de Temer para marcar a audiência. A defesa de Temer entrou com pedido para que ele não atenda a PF porque o presidente tem fórum privilegiado, e só poderia ser ouvido com autorização do PGR ou do Supremo.