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Movimentos em ao menos 20 cidades contestam taxas abusivas do Ifood. Em São José dos Campos, interior de SP, breque dos entregadores durou seis dias, com apoio de restaurantes, e obrigou empresa a negociar com trabalhadores
Abandonados no limbo trabalhista, entregadores agora enfrentam tática “inovadora” da empresa-aplicativo: por meio dos Operadores Logísticos, promovem exploração dobrada; contra quem se mobiliza, houve até casos de ameaças de morte
Situação dos entregadores degrada-se mais. Superexpostos à pandemia, agora recebem ainda menos – e não têm amparo das plataformas, mesmo quando contagiados. Conquistas em outros países podem estimular nova greve
Marcado para 1º/7, protesto cresce e já se espalha por diversos estados. Eles querem melhores pagamentos, transparência e fim de critérios que estimulam trabalho e competição incessantes. Plataformas reagem com censura
Carregam comida, mas não têm a alimentação garantida. Empresas-aplicativos negam seguro em caso de contaminação. A remuneração é miserável e as reivindicações são censuradas. Em 1º de julho, um sinal da força do precariado
Categoria mais exposta – e mal paga – durante a pandemia sequer possui canal de diálogo com empregadores, por maior proteção. Movimento nasce para coletivizar anseio por direitos, contra a discriminação e o racismo cotidianos
Já estão claros os projetos do grande capital para o pós-pandemia. Informalizar tudo; abusar do home office; desarticular a força coletiva dos assalariados; servir-se da multidão desempregada e dos empreendedores que quebrarão
Comércio por aplicativos dispara, assim como o trabalho dos entregadores. Mas 90% afirmam estar recebendo o mesmo – ou até menos – porque empresas aproveitam-se da mão de obra abundante para rebaixar condições de trabalho
Não bastasse os cortes no Censo 2020, Bolsonaro cogita integrar dados de precarização aos de ocupações formais, para simular crescimento no emprego. Sociólogo analisa tática, usada para branquear população no auge das ideias eugenistas no país
Estudo inédito traça perfil dos ciclistas entregadores de aplicativos. Com jornadas que variam de três a 15 horas – chegando a 24 horas nos finais de semana – a renda média por mês não alcança um salário mínimo
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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