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Da Inglaterra industrial às lutas de Chicago, seguido pela França até às greves no Brasil, reduzir a o tempo de trabalho está no cerne das resistências trabalhistas. O que dizem as pesquisas atuais? Por que o apoio ao fim da escala 6×1 é tão amplo?
Redistribuir tempo é tão civilizatório quanto redistribuir renda. E experiências mostram que seu sucesso depende da participação direta dos trabalhadores no processo. Qual o papel das organizações sindicais para desafiar a narrativa empresarial hegemônica?
Entre comerciários e entregadores, as principais categorias à frente do combate, destaca-se a presença jovem e negra. Superexploração é constante: Chegam a enfrentar 60 horas semanais, sem pagamento extra. Por isso, cravaram duas greves históricas recentes
Em meio às contrarreformas que devastaram dos direitos laborais, sindicatos refugiam-se nas negociações coletivas. Parte delas resulta em ampliação de direitos reais – um refúgio civilizatório, em meio a um país em regressão produtiva
Duas ações concretas inspiraram 500 mil a saírem às ruas contra o genocídio em Gaza: bloqueio dos estivadores aos “navios da morte” e ação solidária de um coletivo de ativistas. Jornada mostrou: uma potente força popular pode emergir fora dos mapas da política tradicional
País registrou sua maior mobilização social dos últimos anos, que levou 500 mil às ruas e greve geral em setores chave. Protestos exigem o reconhecimento do Estado palestino. Símbolo do movimento, portuários bloquearam transporte de armas a Israel
Após a “abolição”, faltou a Coroa assinar a carteira de trabalho. Até hoje, a precarização mostra suas raízes históricas profundas na escravidão. Data pode ser convite para refletir a formação da classe trabalhadora brasileira e seus novos desafios
Agora, o capital não se limita a informalizar. Mesmo as ocupações “com carteira” são precárias: prontidão sem fim, tarefas em casa, trabalho não pago, insegurança constante. Para um contra-ataque, é preciso recalibrar conceitos – e lutas!
O trabalho assalariado não acabou — e ocupa quatro vezes mais jovens que o “empreendedorismo”. Atingidos pelos retrocessos trabalhistas, eles foram esquecidos também por parte esquerda. O VAT mostrou sua força. Mas quem são?
Exame do vendaval provocado por uma pauta inesperada, mas muito sensível e popular. Pressionada, a direita divide-se. Surge uma brecha, em cenário desfavorável. Mas os sindicatos e a esquerda hesitam. Como avançar?
Em seu ataque pouco refinado ao pensamento decolonial, Vladimir Safatle desconsidera uma crítica essencial ao eurocentrismo, ignora pensadores como Aníbal Quijano e Rita Segato e revela conhecer de modo raso o objeto de sua crítica
A nova tecnologia vista pelo prisma da luta de classes. Como ferramentas potencialmente úteis são usadas para destruir empregos e serviços – e concentrar riquezas. Por que o colapso aproxima-se. Será possível salvar algo dos destroços?
Entrevista com o ministro das Comunas – um projeto que a intervenção norte-americana quer destruir. Como se construiu o complexo de autogestão comunitária no país que fornece soluções práticas às necessidades imediatas? Como dialoga com o Estado e lida com as sanções?
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