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Sobreviventes das chacinas de Capacete, Caarapó, Juma e do genocídio de Haximu relembram histórias que raramente se tornam memória coletiva. Impunidade mantém acesa a ira ruralista contra esses povos – e o modus operandi dos ataques se repete
Estado lidera número de flagrantes. Uma roda-viva alimenta o processo: atraso na demarcação mantém etnias confinadas e sem ocupação. Ruralistas aproveitam-se de mão de obra barata, ajudados pela figura dos “cabeçantes” – os novos “gatos” do trabalho forçado
Há cinco anos, fazendeiros tramavam ataque contra a retomada de terras de Guaranis e Kaiowás em latifúndio no MS. Com seis feridos graves e um agente da saúde morto, só liderança indígena foi condenada – e ruralistas seguem soltos
Ao atender pedido de fazendeiros, Judiciário do Mato Grosso do Sul expõe seis mil indígenas a violência semelhante à de junho de 2016
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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