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Como se forjou o projeto de soberania e justiça social do partido de AMLO e Claudia Sheinbaum. Quais suas raízes históricas. Os desafios para superar a dependência e estabelecer o protagonismo popular. E o grande inimigo: EUA e suas corporações
Governo de Claudia Sheinbaum anuncia medidas históricas para reduzir a dependência da Big Pharma na compra de insumos de saúde. Plano prevê investimentos de bilhões na criação de novas fábricas e estímulo à produção de genéricos
Governadora por 6 anos da capital, Claudia Sheinbaum lidera a disputa pela presidência. Forjou-se nas revoltas estudantis. Propõe ampliar a opção pelas maiorias excluídas. Apoiada por López Obrador, está desafiada a ir muito além…
Juntos, os dois países detêm 65% do PIB da América Latina. Com a vitória de Lula, eles se reaproximaram e podem construir outros caminhos de cooperação. Mas governo mexicano precisará enfrentar alguns desafios internos…
Presidente mexicano promoveu avanços notáveis. Embora preserve velhas estruturas de poder, ele nacionalizou reservas de lítio, elevou salários em 20% e deu asilo a Evo e à família de Castillo. Propõe uma diplomacia altiva para a América Latina
Em livro, os bastidores da operação que retirou da Bolívia o presidente do país, deposto por um golpe e ameaçado de morte. Intrigas e suspense conduzem a trama – com a força da geopolítica da generosidade de Alberto Fernández e López Obrador
Reunião entre ultraconservadores mexicanos e do Vox espanhol aponta para uma articulação internacional contra o governo do país. Sob o espantalho de “conter comunismo”, investem para arregimentar empresariado, judiciário e mídia
Nos últimos dez anos, a exportação do óleo venezuelano para os EUA caiu drasticamente. Mas um país passou a ser de longe o principal destino – e perigo à hegemonia do Império: a China, hoje o 8º maior produtor e o 2º que mais consome petróleo no mundo
Passividade diante da agressão de Trump custará caro, e não apenas porque a Groenlândia está ameaçada. Continente parece incapaz tanto de defender o direito internacional quanto de atuar como um sujeito autônomo, num tempo de transformações geopolíticas
Não é só a Enel. Em todo o país, distribuidoras privadas de energia precarizam os serviços, para extrair mais lucro. Exame dos casos sugere: é hora de colocar em pauta a reestatização de um serviço público crucial
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