Menos de 3% das escolas do país — e pouco mais de 1% das unidades de saúde – estão em favelas. Para seus guris, acossados pelo fuzil e pelo caveirão, a questão é sobreviver, não existir. É possível, nesse contexto, falar em liberdade?
Menos de 3% das escolas do país — e pouco mais de 1% das unidades de saúde – estão em favelas. Para seus guris, acossados pelo fuzil e pelo caveirão, a questão é sobreviver, não existir. É possível, nesse contexto, falar em liberdade?