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Apontamentos a respeito desse grande feito científico do Brasil. Como poderá enfim controlar a doença no país. Por que o debate sobre estratégias “verticais” e “horizontais” está superado. E a razão para celebrá-la como uma conquista verdadeiramente nacional
Com um milhão de doses prontas para a distribuição, imunizante do Instituto Butantan pode fazer a diferença na saúde pública global
A Furp, farmacêutica pública ligada ao estado de São Paulo, produz 40 medicamentos genéricos para todo o Brasil. Agora, será integrada ao Instituto Butantan
• Judicialização de bombas de insulina • Novas metas de vacinação da OMS • E MAIS: novos equipamentos para o SUS; zika vírus; bancos de leite; saúde na periferia •
• Setor privado registra lucro no primeiro trimestre • Butantan testa vacina contra gripe aviária • E MAIS: anos 20 e desastres ecológicos; vacina para meningite; câncer entre jovens; febre amarela •
O Butantan será ampliado e transformado em um complexo industrial. Esper Kallás, diretor do Instituto, fala sobre projetos e impactos na ciência e na saúde brasileiras
Vacinação está reduzindo casos e mortes, mas ainda é extremamente limitada. Por isso, destaca-se o papel do imunizante produzido pelo Instituto Butantan, a ser incorporado em 2026
• CFM investe contra políticas para pessoas trans • Entidades denunciam falta de consistência na decisão do Conselho • Vacina do Butantan contra chikungunya aprovada • Agrotóxicos na chuva de SP • Saúde no Acampamento Terra Livre •
Produção industrial do centro de pesquisa ganhou novo fôlego com a compra de vacinas contra a dengue pelo Ministério da Saúde e financiamento do BNDES. Agora, instalações estão sendo ampliadas para garantir e expandir produção nacional de fármacos e insumos
• A saída de Nísia do Ministério da Saúde e seu legado • Governo federal impulsiona vacina da dengue. E São Paulo? • Estado concentra metade dos casos da arbovirose • Produção nacional de insulina • Testes “mágicos” vendidos por influencers •
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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