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A guerra chegou à América do Sul. Mas Forças Armadas brasileiras estão concebidas como extensão do Pentágono. Transformá-las, preparando-as à defesa da soberania e livrando-as do combate ao “inimigo interno”, precisa estar na agenda nacional
Em resposta à guerra de Trump, Conferência Internacional Antifascista e pela Soberania ocorrerá em Porto Alegre, em março. Reunirá partidos, organizações e movimentos para dialogar sobre as estratégias e iniciativas em cada um de nossos países
Com denúncia ao imperialismo, organizações apontam mortes causadas por ataques prévios dos EUA e relembram as colaborações da Venezuela com o brasil durante a pandemia
Ao demonstrar que o extrativismo, a “guerra às drogas” e o alinhamento automático aos EUA não são leis naturais, país desperta a fúria de Trump. Precedente venezuelano mostra os novos mecanismos de coerção no roteiro de Washington – seu desfecho ainda está em disputa
Passividade diante da agressão de Trump custará caro, e não apenas porque a Groenlândia está ameaçada. Continente parece incapaz tanto de defender o direito internacional quanto de atuar como um sujeito autônomo, num tempo de transformações geopolíticas
Ninguém pode mais ignorar que vivemos ameaça sem precedentes. Há dúvidas de que o país precisa se preparar militarmente; e de que esse esforço tem que incluir armamento nuclear? Não podemos vencer uma superpotência; mas devemos ser capazes de dissuadi-la
O ataque dos EUA à América Latina escancara um ponto frágil do país. Desde Rio Branco, nossas Forças Armadas dependem das potências do Ocidente. A guerra chegou. É preciso rever por completo a Política Nacional de Defesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
Análise da nova Estratégia de Segurança Nacional da Casa Branca. Enfraquecidos, EUA renunciam a dirigir instituições globais. Querem controlar o antigo “quintal”. Agressão à Venezuela pode ser só o começo. Brasil precisa estar atento
Por trás das agressões de Trump, que agora cobiça Groenlândia, estão o projeto radical de um mundo unipolar e a importância crescente do Ártico. Mas haverá reações de China, Rússia e talvez da Europa – além de corrida armamentista perigosa. Virão tempos complexos…
Os bilionários tornaram-se cada vez mais fortes, na política e na mídia. Porém, em todo o mundo, vastas maiorias apoiam a redistribuição da riqueza. Como esta vontade é sequestrada? O que ela diz sobre a urgência de novo horizonte político?
Imigração. Vestuário muçulmano. Banheiros unissex. Na estratégia de guerra cultural da ultradireita, agitar fantasmas tornou-se ponto crucial. Por que ele é eficaz, em meio à crise da democracia? Quais os contravenenos?
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