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Assumir, até 2030, liderança na nova tecnologia. Empregá-la para transformar a economia e as relações sociais. Apostar em códigos abertos, e no comando público. Quebrar monopólios. Exame da estratégia chinesa, a partir de seus documentos
• Smart Sampa em unidade de atendimento de pessoas com HIV • Ultraprocessados menos taxados do que água? • E MAIS: crise climática e ISTs; malária; inteligência artificial e medicamentos; herpes-zóster •
• Lenacapavir é aprovado pela Anvisa • Vacina contra dengue: Brasil foca no Butantan • E MAIS: GPT Health; retrocessos no aborto legal; EUA restringem vacinação infantil; máscaras e covid •
Entre a frustração política e o sequestro de sua indignação, muitos jovens tornam-se território decisivo da disputa pelo poder. Compreender o fenômeno é decisivo para quem luta por transformação social — e pela própria democracia brasileira
Lançada no Brasil obra essencial sobre nova tecnologia. Autora provoca: big techs estão transformando a promessa em pesadelo. Há três colapsos em curso e, pior: uma regressão alienada em nossa forma de tomar contato e interpretar o mundo
• Demografia médica de SP e residências • Hospital do Servidor em SP • Por que jovens buscam terapeutas IA? • E MAIS: PrEP nos territórios; laicidade e gênero; crise no Malawi; hantavirose •
• “OAB dos dentistas” em debate • Guerra civil no Sudão atinge saúde • Fiocruz pede segurança cidadã • E MAIS: Saúde e IA; Manual de surtos; Tylenol nos EUA; Mulheres na saúde •
• Gripe aviária acende novo alerta • PM dificulta vacinação na Maré • Poluição e demência • A ataxia de Friedreich no Piauí • E MAIS: Zika; IA no hospital; Gaza; metanol •
A partir da história de um jovem da Amazônia, Luiz Cláudio Costa, ex-secretário de Educação Superior do Governo Federal, reflete sobre os impactos e as contradições da tecnologia na sociedade em novo livro. A obra mistura ensaio, ficção e filosofia. Concorra a dois exemplares
Ela “fala” porque bilhões falaram antes dela. Ao se deparar com IA, filósofo veria, por trás da “inteligência autônoma”, o trabalho social expropriado. Mas, crítico do ludismo, talvez não a rejeitasse. Toda tecnologia está em disputa permanente – e pode ser apropriada pelo Comum
Pensador argumenta: perda de liderança tecnológica e econômica deixa a nu a pequenez moral do mundo eurocêntrico. Domínio do dólar não durará dez anos. Há, pela primeira vez em séculos, brecha para ordem mundial menos hierárquica
Uma leitura da obra do pensador quilombola substitui a crítica ao colonialismo pela idealização dos saberes ancestrais. Por outro lado, ele nunca quis fundar nova antropologia – e sim, confrontar academicismos. Apontamentos sobre artigo polêmico de Douglas Barros
O conturbado início de 2026 mostra que o Brasil precisa repensar sua posição no mundo. Um caminho é combater a cultura de subordinação interna e construir plataforma pela soberania para gerar autonomia política – e alavancar desenvolvimento nacional
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