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Terceira versão do Future-se, tem recuos cosméticos, mas insiste em retirar autonomia das universidades e submetê-las ao mercado. Projeto soma-se à guinada fundamentalista do Capes e compõe vasto retrocesso da era Weintraub
Nem todos, é claro. Mas agora, o hipercapitalismo busca desprestigiar as Humanidades e financiar apenas a ciência que gera lucros. Para fazê-lo, já aceita aliar-se a projetos e personagens grotescos – como Weintraub e o Future-se…
Projeto Outro Futuro, proposto por universidades públicas de SP, propõe ampliar serviços sociais (como hospitais públicos), incentivar doações privadas e estabelecer parcerias com movimentos sociais. Requisito: revogar teto de gastos
Em vídeo estapafúrdio, Weintraub afirma ter liberado 100% dos recursos à Educação. É falso: R$ 2,1 bi ainda estão congelados. Obras já iniciadas, como as da Federal do Sul da Bahia, sofrem com deterioramento; à Capes, faltam R$ 540 milhões
Projeto de sucateamento do ensino superior no Brasil sofreu rejeição em quase 70% das instituições. Não resolve problema no curto ou médio prazo – com situação agravada pelos cortes – e não inova atual modelo de financiamento
Governo afronta autonomia universitária e despreza, nas eleições para reitorias, os candidatos mais votados. Objetivo: impor dirigentes impopulares e muitas vezes desqualificados — desde que abertos a adesão ao Future-se
Plano de Weintraub é subordinar universidade à lógica do mercado e do “inovacionismo”. Mas uma comunidade científica militante e cidadã, diversa e abrangente, pode assumir seu caráter público no rumo do desenvolvimento sustentável
A doutrina inovacionista cria mitos de que o setor privado pode impulsionar universidades e, assim, gerar emprego. Incompatibilidade é evidente: pesquisas devem atender a toda sociedade, e não apenas ao imediatismo do capital
Após cortes de verbas, “solução mágica”. Feito sem consultar Universidades, programa entrega Fundo Soberano do Conhecimento, composto por imóveis e orçamentos públicos, ao mercado financeiro. No fundo, retrato de um capitalismo dependente…
Reitores e docentes denunciam cunho privatista do “Future-se”, que irá desresponsabilizar governo em manter instituições. População também perde: interesse empresarial afetará pesquisa voltada à sociedade e prejudicará áreas estratégicas
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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