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• Cigarros eletrônicos e seu uso entre jovens • Feridos lotam hospitais no Irã • Riscos à ciência da África do Sul • E MAIS: gripe aviária em GO; vacinas de mRNA; coqueluche; aborto legal na Inglaterra •
Com início de ataques do Estado sionista ao Irã, hospitais do país árabe começam a ser destruídos
Cada vez mais acossados pelo exército israelense, palestinos estão sem qualquer provimento para sobreviverem. Nova operação prevê invasão completa do território – e mais crimes de guerra. Trump quer elevar pressão por um plano de limpeza étnica
• Mais ricos emite 26 vezes mais carbono que média global • Fome em Gaza beira o insuportável • Alta em câncer de mama e colo do útero • Fiocruz trabalha em vacina com mRNA • Precarização sanitária na Amazônia • Como um lixão virou aldeia •
Ao atingir a marca de mais de 50 mil palestinos mortos, governo israelense aprova a criação de uma agência para expulsar os habitantes que restaram. Mas nas ruas israelenses, cresce a pressão contra Netanyahu, após a violação do cessar-fogo
• Cirurgias no SUS ainda têm tempo de espera maior que pré-pandemia • Deputado do PL na Comissão de Saúde da Câmara • Conselhos em disputa? • Zolgensma, o remédio mais caro • Hospital oncológico de Gaza destruído por Israel •
Ameaça de deportação do ativista, que aderiu aos atos pró-Palestina, expõe nova onda repressora – que agora caça imigrantes e opositores ao genocídio de Israel. Assim como em 1968, a resistência cresce. Naquela guerra, EUA perderam no “front interno”
“Corríamos sem saber se fugíamos da morte ou íamos em sua direção”. Uma jornalista palestina em Gaza reporta o horror da madrugada de 18/3, quando Israel retomou o genocídio matando mais de 400 pessoas – 174 das quais, crianças
• Corte dos EUA ameaça progresso contra TB • Negacionismo de vacinas em novo patamar • Reconstrução de grande hospital de Gaza • Ultraprocessados e depressão • Agrotóxicos na água • Wolbachia faz 10 anos •
• Queda na expectativa de vida em Gaza • 74% dos países da América Latina expostos a catástrofes climáticas • Ebola em Uganda gera preocupação • Mortes por dengue dobram em SP • Veto de Tarcísio à maconha medicinal • Autismo e gravidez •
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
O recado de Trump está dado há muito: sua política imperialista e neocolonial não tem limites, sua intenção é roubar riquezas naturais e subjugar povos. Mas a trajetória de revoltas da Venezuela, e seu embrião de poder comunal, sugerem que nada está escrito
Após sequestrar Maduro, Trump assume cobiça pelo petróleo. Bombardeios visam os centros da resistência armada e popular — mas a luta não acabou. Episódio indica: é preciso colocar em pauta já, também no Brasil, ruptura das relações de dependência com os EUA
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