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Histórias remetem à tortura; de choques elétricos emitidos por tornozeleiras durante o parto ao trabalho exaustivo com os filhos e o autocuidado. Emprego é inviabilizado, falta o mínimo para a sobrevivência digna. Diante disso, a apatia dos juízes
A interpretação da lei de drogas de 2006, que descriminaliza o usuário, por magistrados, promotores e procuradores – 80% deles brancos. Os julgamentos validados apenas na palavra da PM, que forja flagrantes e escorraça os negros
Relatos de quem vive o proibicionismo na pele: jovens, periféricos, negros, mães – presos por posse mínima de drogas. Por trás da repressão, uma lei de 2006 usada para enquadrá-los como traficantes, e aumentou população carcerária em 254%
Em todo o país, apenas 1% dos internos foram testados. Presídios cortam contato com entidades e familiares. Grupo de risco é alto, mas soltura é negada. Principais vetores da doença, carcerários são privados de proteção ou treinamento adequado
Denunciada por violência abusiva, intervenção em presídios do Pará estende-se por prazo indeterminado. Agora, Força Tarefa ministra formação para agentes penitenciários — na equipe, há até oficial afastado por violar Direitos Humanos
Com a IA e as TICs, reaparece velho fetiche – o da “superação” do labor humano. Inteção é óbvia: esconder uma precarização cada vez mais intensa, para torná-la irreversível. Felizmente, seguem vivos o trabalho, a revolta contra sua exploração e a busca de novos sentidos para ele
Estudo mostra: impostos sobretudo pelos EUA, embargos matam meio milhão de civis por ano, mais do que as vidas perdidas em batalhas. A maioria é de crianças e idosos. Geram dor e sofrimento incalculáveis aos países do Sul
Um diálogo entre psicanálise e marxismo mostra como apetite pela produtividade e o gozo insaciável são complementares. Conformar-se a uma vida sem sentido leva à (auto)exploração. Autonomia requer reinventar o desejo… e o mundo
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