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Perante crise diplomática com EUA, Brasil deve tomar decisões ousadas. Saída pode estar nos BRICS: firmar parcerias de cooperação tecnológica com Índia e China para reduzir a dependência na produção de fármacos – tendo o SUS como motor de desenvolvimento
• Médicos cubanos e sua importância para a ilha • Trânsito e transtornos mentais • Fentanil na Argentina • E MAIS: UBS indígena; Política Nacional de Residência em Saúde; Trump x Big Pharma •
• Banco de cérebros da USP • Vacinas de mRNA na mira de Trump • Semaglutida e liraglutida produzidas na Fiocruz • E MAIS: jovens e vapes; relatório da Opas sobre cooperação; psicodélicos de bilhões •
Suspender as patentes da Big Pharma norte-americana seria uma resposta decisiva às ameaças de Trump – e também medida estratégica para fortalecer o SUS e a saúde dos brasileiros. Carta aberta pede que o presidente adote medida
Cientistas ousaram produzir medicamento em colaboração global, com o processo e as descobertas compartilhadas publicamente. Mas havia o risco de a indústria se apropriar dos resultados. Então, eles registraram o fármaco – mas proibiram sua exclusividade
Crise criada pela Big Pharma envolve relações delicadas entre EUA, México e China, agravada por um possível “trumpismo ácido”. Mas, diante da falência da guerra às drogas, há caminhos para superar a catástrofe das vidas destruídas pelo abuso de substâncias?
Trump busca baratear preço dos medicamentos, por meio de incentivos para fábricas voltarem aos EUA. Em seguida, farmacêuticas com base na Europa impõem exigências perigosas para não abandonar continente. Por que essa disputa afetará o mundo inteiro?
Presidente dos EUA promete taxar indústria internacional e sacudir mercado que movimenta US$1,7 tri, fortemente concentrado em seu país. Para evitar que países do Sul Global tenham ainda menos acesso a remédios, OMS precisa se posicionar com clareza
Todo o desenho da grande indústria de medicamentos foi construído nos EUA. Mas suas empresas firmaram, nos últimos anos, fortes parcerias com a China. Presidente quer romper tais vínculos, em estratégia que atinge interesse de corporações poderosíssimas
Nos EUA, 20% do PIB já se originam de doença ou vício: em opioides, tabaco, bets, ultraprocessados e dispositivos digitais. Mobilizar nas pessoas aquilo que elas não controlam é agora indispensável ao sistema. Há um pretexto: liberdade de escolha
Resgate histórico: por que Einstein, Hannah Arendt e Freud defenderam a proteção para seu povo, mas não um Estado religioso. Como propuseram a paz com os árabes e denunciaram, por terrorismo, o fundador do partido de Netanyahu
A verdade jurídica requer prudência e vagar. O mundo hiperconectado é descompassado – e refém de algoritmos. Que riscos corre uma sociedade que julga em segundos e esquece em minutos? Três estratégias podem evitar crises de legitimidade das instituições
Quando a mente é convidada a agir de forma compulsiva e ensimesmada, a sanidade não pode ser compreendida como uma meta de sucesso individual, ou mero consumo de bem-estar. Seu equilíbrio depende da noção de vida coletiva. E precisa de incentivo para a reflexão
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