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Isenção de imposto de renda é aceno à classe média que dificilmente passará pelo Congresso. Mas não mitiga cortes nos direitos dos mais pobres, como o salário-mínimo, o abono e o BPC. Nem isso aplacou a pressão da Faria Lima e Haddad sinaliza disposição para ceder mais
Lula prometeu o fim do teto de gastos, mas autorizou o arcabouço. Cortes na Saúde e Educação podem fazê-lo pagar um preço político alto. Há uma alternativa clara e eficaz: editar Medida Provisória que elimine a isenção tributária para lucros e dividendos?
Um encontro da Frente pela Vida, em Fortaleza, define: é preciso impedir que o governo Lula assuma a pauta da Faria Lima e ataque os direitos sociais. E, no 35º aniversário do SUS, um seminário nacional debaterá seus avanços, impasses e desafios
Congresso da Abrasco reúne pesquisadores, movimentos sociais e trabalhadores para refletir sobre desigualdades na saúde. Desastres climáticos, ameaças de cortes e crises sociais impõem desafios que exigem novas respostas políticas
Lula será candidato forte à reeleição em 2026. E no Banco Central, seus indicados terão maioria folgada de janeiro de 2025 em diante. Inquieta, a turma da bufunfa, que controla o sistema financeiro e à mídia, mostra que tentará enquadar o presidente
Setores que tutelam Lula 3 desde o início apertaram o cerco. Ataque contra o gasto público é ladainha diária nos jornais – com apoio da Fazenda e Planejamento. Resposta pode estar em movimentos pela Saúde e Educação. Mas é preciso rapidez
Mobilização obteve conquistas importantes para o ensino superior. É vitoriosa. Agora, há condições para suspender a greve, evitar desgastes, acumular forças e buscar alianças com outros setores dispostos a lutar pela reconstrução do país
Durante mais de um ano, governo ignorou as tentativas de diálogo dos professores e técnicos. A causa não foi má vontade — mas o sequestro do Estado e da Educação pelo rentismo em suas distintas modalidades. Lula pode romper este script. Estará disposto?
Num encontro constrangedor, governo fez apenas marketing – e desastrado. Nada ofereceu – nem aos grevistas, nem às universidades. E pareceu ausente da realidade do país, atento apenas aos dogmas do neoliberalismo e da Fazenda
Economista foi contundente na defesa do desenvolvimento com justiça social. Abominava tecnocratas e criticou com veemência ajustes fiscais no governo Lula 1 e gracejos ao mercado: “ninguém come PIB”, dizia. Ministro poderia se espelhar em suas lições…
Exame de uma construção midiática. Na Venezuela, como no genocídio em Gaza ou no Iraque, apaga-se a barbárie, deslocando-se o foco para a “precariedade” da vítima e a “excelência técnica” do agressor. O que sobra é um mundo um pouco mais baixo, violento e cínico
Após o sequestro de Maduro, Trump indica aceitar um governo liderado por Delcy Rodríguez, desde que o controle do petróleo venezuelano seja transferido a empresas dos EUA. A decisão não será fácil. O Estado venezuelano encontra-se por um triz
O sequestro de Maduro reduz, mas não elimina a força do chavismo na Venezuela. Tampouco resolve o declínio hegemônico dos Estados Unidos. E Washington não é capaz de oferecer oportunidades de desenvolvimento que compitam com a alternativa chinesa
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