Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro

Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”

Por Roberto Amado, no DCM

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Com efeito comparável ao da cocaína, droga é receitada a crianças questionadoras e livres. Professora afirma: “podemos abortar projetos de mundo diferentes”

Por Roberto Amado, no DCM

É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.

O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida. A ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.

A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao  Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.

O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice.

E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.

Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.

Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.

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530 comentários para "Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro"

  1. reginaldo disse:

    muito complicaDO ISTO, RITALINA É UM ALCALÓIDE, GERALMENTE OS ALCALÓDES TEM TERMINAÇÕES INA, COMO COCAÍNA, CAFEÍNA, E SÃO CANCERÍGENOS CUMULATIVOS, O ANEL BENZÊNICO PRESENTE NELES NÃO É CONSUMIDO PELO CORPO, DEVIDO SUAS LIGAÇÕES SEREM COMPLEXAS.
    a CRIANÇA QUANDO BRINCA, CRIA VÁRIOS MUNDOS, OQ O SENSO COMUM CHAMA DE VIAJAR, QUANDO A CRIANÇA VAI CRESCENDO, ISTO É TIRADO DELE PELA SOCIEDADE, ENTÃO ELE COMEÇA A FANTASIAS E ESSAS FANTASIAS SÃO A ORIGEM DE NOSSOS PROBLEMAS MENTAIS, APENAS OS POETAS GUARDAM A CRIANÇA DENTRO DE SI

    • adorei seu comentário srsr e foda.. eu me sinto assim… vejo as cisas de um modo diferente srsr nao sei se é esse poeta dentro de mim srsrsr tenho desinteresse em estudo mas gosto de coisas estranhas kkkk tenho ideias a todo momento srsr gostei do que vc disse

      • Marcelo disse:

        Cara tu és um Dexter…rrssss

      • sheila disse:

        Com todo respeito a todos! Mas este medicamento é um dos únicos que auxiliam crianças ou adolescentes que realmente necessitam de uma concentração diferenciada!
        Q bom seria, se pudéssemos viver sonhando, viajando… mas essa não é nossa realidade.
        Busquem pesquisar, o por que as crianças nascem com deficit de atenção;( Me especializei em psicopedagogia e defendi justamente este tema. )
        A maioria dos casos de crianças diagnosticas, com estas síndromes, são crianças das quais os pais consumiram algum tipo de droga antes ou durante a gestação. Exemplo: o uso de bebidas, cigarros, cocaína ou outras. Percebam, que todas as drogas citadas trazem como efeito colateral a sensação de estarmos ” agitados, eufóricos, etc” Logo, a criança apresenta uma agitação incomum causada pela abstinência das substancias que recebeu enquanto era feto. E como sabemos, a maioria das dependências químicas devem ser tratadas com medicação.
        Quem critica medicações de intervenção para pessoas que realmente necessitam, é pq nunca conviveram com alguém com deficit de atenção. E não sabem o quanto é difícil para todos, em especial para a criança que nunca consegui atingir um objetivo de maneira totalmente eficaz .
        Obvio que a medicação não é para todos. Para isso, contamos com a coerência e bom senso de nossos psiquiatras.

        • Gustavo Martins disse:

          Sheira, o quão antes da gestação, você diz? Parei de fumar, justamente pois quero engravidar minha esposa, e pra não fazer mal a ela, e ao rebento, tomei essa decisão. Eu já fui diagnosticado com TDAH, 3 neuros e 2 psiquiatras constataram isso, já tomei Ritalina, e tenho medo de meu filho precisar disso, não gostaria mesmo, mas não negaria a ele.

          • meire angela aparecida souza disse:

            Bom Dia sou mae de um garoto com TDH dou ritalina pra ir pra escola porque ele não consegue aprender a mae que sabe que o filho tem TDH e não o ajuda esta judiando desta criança pois não adianta mesmo sabendo que faz mal o que podemos fazer se acriança naõ consegue aprender aconteçe a evasão escolar onde muitas crianças não querem ir na escola pois ficam pra traz em tudo se a medicina nos da o suporte com a ritalina não negue esse direito ao seu filho mas de a ritalina so pra ir pra escola não de final de semana e direto, pra que ne ? se acriança precisa é pra escola pois tem mae que ta direto ai sim sou contra sou pedagoga especialista em Educação Especial e Inclusiva vai por mim a ritalina ajuda e é sim o meio mais eficaz de se ajudar um TDH

        • Thiago disse:

          Tive déficit de atenção quando criança, e não concordo com o que disse, inclusive seu estudo é muito duvidoso, este remédio “droga” não é o único meio para resolver problemas de atenção nas crianças, não vale a pena o preço a se pagar, estudos estudos comprovam que essas crianças vão ser mais propícias a ter vários problemas no futuro, maior sensibilidade do cérebro para usar drogas, assim como outros problemas.
          O estudo é pragmático, sem levar em consideração a saúde.

        • Alan disse:

          Sheila o problema para o alerta do texto é o uso da ritalina usada indiscriminadamente em qualquer criança de inteligencia mais aguçada que começa a fazer perguntas, e pensar “fora da caixa”… esse texto tem sim que ser lido por todos os pais e educadores de nosso pais!!!

        • Adriana disse:

          Que absurdo ! Como assim crianças agitadas são consequências de pais usuários de drogas ? Conheço um monte de gente com filhos com Tdah e nenhum foi usuário de drogas . E os pais dão essas drogas para que seu filhos se destaquem nas escolas e não os envergonhem , não estão pensando no bem,estar do filho e sim em apresentá-los como troféu .

          • Graciele disse:

            Nunca bebi, nem me droguei, nem ponho meu filho (tem 11anos.)como trofeu.
            Ele sempre apresentou boas notas, muito antes da Ritalina, mas segundo uma psicol., psico pedagoga, ter.ocupacional, fono e psiquiatra, meu filho e’ mto inteligente mas tem deficit de atencao.
            Alem de nao focar na sala, sem o remedio, parece se entediar na sala, conversar mto c os colegas, nao copiar materias do quadro, etc.
            Infelizmte acho Ritalina o mau necessario.

        • Regiane disse:

          Concordo com vc Sheila. Quem escreve esse monte de besteira nunca conviveu com um TDAH. O meu filho é gemelar, prematuro e portador deste distúrbio, mesmo eu nunca tendo fumado, me alcoolizado, ou drogado na vida. É outra criança depois da medicação. Agora ele tem uma vida plena, e feliz, e poderá desenvolver todo o seu potencial.

          • Giselle disse:

            Oi Regiane, estou apavorada em ter que medicar meu filho, você teria um celular ou seu email para conversarmos? Gostaria de conversar com alguém que tem filho com TDAH.

        • Beth Braga disse:

          Perfeito o seu comentário Sheila! Eu fui uma gestante que fez tudo certinho, nenhum contato com drogas, nem analgésico tomava quando a dor era suportável. Porém tive um parto extremamente difícil, não sei se contribuiu mas meu filho tem TDAH. Procurei intervenção desde cedo, terapias tudo que sugere, porém só com a Ritalina ele foi capaz de se concentrar e fazer alguma coisa na escola. Apesar de inteligente ele não focava em nada, ou melhor, só no que era de seu interesse: répteis. Então, desde os três anos de idade fazendo intervenção sem medicação, ao final dos 6 anos começou a usar Ritalina, e aí sim focou e já está se alfabetizando. Olha que sou pedagoga e alfabetizadora também. Para eu chegar a essa conclusão é porque realmente foi preciso. Nossa vida ficou bem mais acessível. o TDAH dele é do tipo hiperativo e impulsivo. Então antes de alguém criticar e generalizar sobre o uso da Ritalina sugiro viver a experiência que eu e muitas outras mães vivem! E quanto aos efeitos adversos , ir fazendo controle e torcer e rezar para que o organismo acostume e não venha a tê-los depois de determinado tempo.

        • fernando disse:

          boa tarde!!
          tem um vigarista que tem site de compra sem receitas ritalinas e outras drogas de uso restrito..
          ele e de RIO GRANDE DO SUL PORTO ALEGRE..
          A conta que ele usa para deposito e nome de DANIELE OLIVEIRA DE AZEVEDO.. site dele e [email protected]

        • Aline disse:

          O autor criticou o uso indiscriminado e não o uso por quem realmente precisa. Certamente há muitas crianças usando sem que seja indispensável.

        • Sheila disse:

          Você realmente entende por isso pode falar, é exatamente isso , sofro do problema e sei que nunca jamais teria saído ds 4 série sem tomar medicação , e mesmo assim tenho minha imaginação muito fantasiada, so sei viver na realidade e n pensar que tudo é o mundo fantasia , as pessoas julgam porq n necessitam do medicamento , meu pai era alcoólatra e fumava muito quando a mãe engravidou então deve ser esse o motivo , n é fácil ver pessoas comparando um medicamento que ajuda as pessoas a conseguirem a concentrar para saber utilizar a mente corretamente , para o certo e errado, e que atitudes toma , com cocaína que todo mundo fala pelo menos que a pessoa fica extremamente viciada e que fica totalmente fora de si, n tem nem comparação, nunca usei drogas , nunca bebi, nunca fumei , e odeio ver uma comparação de uma medicação , que me auxilia a ser uma boa pessoa boa aluna tudo, com uma droga que falam ser a pior de todas e que destroem as pessoas .

        • msvali disse:

          As crianças não nascem com deficit de atenção mas são programadas a ter esse sintoma,é-lhes induzida através de mensagens subliminares!
          Crianças também estão sendo usadas como cobaias (experiências como as que fizeram na II guerra Mundial, como ainda estão fazendo: ALTERANDO VOSSO ADN E ESTUDANDO-OS a partir daí.
          QUEM GANHA? A Indústria farmacêutica, os médicos, o governo e ficando Satanás rindo por último…
          TENTO AVISAR MAS NINGUÉM ME OUVE!!!
          ENTÃO ESTOU CUIDANDO DE MIM COM MUITO CUIDADO E REZANDO MUITO A JESUS PARA VOS SALVAR E ABRIR VOSSOS OLHOS
          TUDO É UMA PARTIDA DO ANTI-CRISTO QUE QUER VENCER JESUS

        • Tarciso disse:

          Falou e disse! Fico chocado com a “burrice” dessas pessoas que criticam a ritalina e acham que ritalina é uma desculpa para Pais sem paciência, mas experimente ser pai de um filho que aos 8 anos de idade só sabe contar até 3, ou que já quebrou 7 ossos do corpo e está sempre machucado devido a deficit de atenção. Desculpem o português, que bando de idiotas medíocres desinformados….

        • Renata de Faria Rocha Furigo disse:

          Depender do bom senso médico já é um risco e tanto na atualidade! Não sou médica, mas tenho uma filha, que tem amiguinhos que passaram por esse diagnóstico. Eram crianças levadas, mas nada fora do comum, pelo menos pra minha visao de mundo. Viraram zumbis…é triste demais! Minha filha é super calminha, por natureza, mas quando passou por uma fase dificil, amigos meus a rotularam rapidamente como TDAH, sem pestanejar. Eu nao tenho duvida que a atualidade esta marcada por essa epidemia, e a cura disso passa por um complexo processo de questionamento do status quo.

      • Juliana disse:

        Sonha que dinheiro da em árvore aí vc vai lá e pega !!!
        Estudar é o básico de tudo !!! Não estuda não para ver onde vai parar !!!

    • Paula disse:

      Nossa Reginaldi, vc parou de viajar? que triste.

    • Raquel disse:

      Tenho 3 filhos e desde o primeiro ano de idade percebo que meu filho mais velho eh diferente das demais criancas. Trabalho com cinema entao “viajar” nao seria um problema para mim. Mas ver meu filho nao compreender coisas basicas do dia dia me incomodava muito. No final das contas ele foi diagnosticado com Asperger ou seja um espectro do autismo. Ele esta tomando a ritalina e para ser sincera nao vejo melhora, nao o vejo mais concentrado e sua fala ainda eh infantilizada. Mas como uma professora disse abaixo as notas dele melhoraram muito depois que ele pegou uma professora com metodos construtivistas. Hoje ele se preocupa em salvar as baleias e faz cartazes o tempo todo. Mas sinto que eh muito mais pelo estimulo da professora do que pelo remedio uma vez que ele toma a apenas 10 dias.
      Desculpem a falta de acentuacao. Computador configurado em ingles.

      • Raquel nao sou conhecedora nem medica nada e palpite eh o q vc mais deve ter escutado, mas vou deixar o meu aqui para vc rsrsr.A Ecoterapia na minha opiniao eh um dos tratamentos mais completo que existe, a crianca eh forcada a desenvolver a coordenacao motora, a percepcao de espaco e tempo, concentracao e principalmente o contato afetivo com o animal.Sei q nao eh uma atividade barataas procure se informar q tenho certeza q vc nao iria se arrepender.Boa sorte!e q os anjos protejam sempre o seu anjinho

      • Olinto disse:

        Olá ! Desculpe perguntar, mas quantos anos tem seu filho ? Meu filho também tem a fala infantilizada e tem 5 anos e fantasia muito. Acho ele muito inteligente porém, falta atenção ao que não lhe não agrada. Enfim, pensei em asperger mas nunca levei em um especialista e também sou contra e esse medicamento.

        • Jorge disse:

          parebéns, seu filho é normal. qual criança nao fantasia com 5 anos?? eu vivia no “mundo da lua” segundo minha mãe. E coisas que não me interessavam? Nao presto atenção até hoje.. rsrs
          Dê amor, carinho, atenção à ele. Entre na fantasia dele, descubra como ele pensa. Essas fases passam. Crianças com imaginação super-fértil, são os líderes do futuro. Não drogue seu filho.
          Hoje sou um adulto bem sucedido, tenho 1 filho lindo que é super imaginativo, isso é sinal de inteligência e saúde.

          • Patrícia disse:

            Adorei seu comentário, oque seria de nós seres humanos sem fantasias… Tenho um filho de 4 anos que tem todas essas características, sonha, viaja… Mas é um garoto muito inteligente, criança precisa de atenção, carinho e compreensão, e tempo, não podemos negar nosso tempo a eles, muitas vzs certas atitudes são apenas uma forma deles chamar a nossa atenção!!

        • Caique disse:

          Pelo amor de Deus. Parem de “adultizar” as crianças. Qual o prema de uma criança com 5 anos de idade ter a voz infantil? Ela ainda é infantil, ela é uma criança. Pais de hoje em dia dão drogas pros filhos terem mais atenção, “viajar” menos e isso é um pecado. Lembrem-se que essa etapa da vida é uma das poucas que podemos ser um super herói e depois de 5 min sermos um astronauta. A criatividade vem desse viagem que todos querer controle. A maioria dos adultos de hj em dia não tem problemas nenhum e não foram tratados com esses medicamentos para serem grandes pessoas hoje em dia. Isso é procurar pelo em ovo.

          • Mariana disse:

            Prezado, desculpe-me mas vc nao tem ideia do que é o TDAH. Informe-se em pesquisas científicas sérias pq o q está escrito nesta matéria é ridículo. TDAH não tem nada de ” viajar” ou de ” fantasia”!!!! É uma patologia real e muito seria. Precisa de tratamento medicamentoso, terapia, aconselhamento e acompanhamento dos familiares e da escola. Esqueça a bobagem q vc leu.

          • Parabéns pelo comentário, realmente as crianças precisam “viajar” em seus mundos, isso faz parte da natureza delas. Deixem elas brincarem e nós pais precisamos “viajar”, fantasiar junto com elas, e isso fará tanto bem para elas quanto para nós, pois são momentos onde podemos nos desprender da nossa dura realidade e isso ficará marcado na memória das crianças, que se tornarão adultos mais equilibrados.

      • fabiana disse:

        Raquel… A Ritalina tem um efeito que dura no máximo 4 horas, não é como as medicações que levam 30 dias para apresentar melhora. Me espanta o médico não ter informado isso a você. Se o seu filho está melhorando, é porque você está unindo a medicação com um acompanhamento apropriado, continue assim, pois só a medicação não faz milagre. Outra coisa, se ele tem fala infantilizada você deve procurar um fonoaudiólogo. Estou falando isso por experiência própria. Boa sorte.

        • Natália Gomes dos Santos disse:

          “Me espanta” que os donos da verdade não saibam que existe a Ritalina LA que dura mais ou menos 8 horas… E ainda o Concerta, que dura 10. E, por último, o Venvanse, que dura 12.

        • msvali disse:

          PAREM DE DROGAR VOSSOS FILHOS!!!!SÓ PORQUE É CONVENIENTE. ELES PRECISAM DE AMOR NÃO DE RITALINA!!!!!!!!!!!!!!! O DEFICIT DE ATENÇÃO É VOSSO NÃO DAS CRIANÇAS VOCÊS É QUE ESTÃO DOENTES…

      • Oi Raquel, Meu filho mais velho passou por toda a peregrinação “neurologista, psiquiatra, psicologo”. Graças a Deus a ritalina fez efeito contrario dele em pouco tempo (deixou-o mais agitado ainda) então paramos logo. Uma psicopedagoga especializada em crianças de dificil aprendizagem (Down, dislexia, hiperatividade, deficits) trabalhou com psicomotricidade e muitas conversas para ele se descobrir e nós pararmos de tentar encaixá-lo nos padroes, pois isso era o que todos (nós e escolas) tentavamos fazer e ele se rebelava. Combinamos que a escola era o mínimo necessário e obrigatorio, e buscamos atividades fisicas que o deixassem feliz. Resolvemos o problema de relacionamento do casal (que tambem o afetava muito) e paramos de dar tanta bronca pelo que ele não pode fazer (ficar quieto, ser organizado, coisas “padrão”) Hoje ele já tem 15, está muito bem na escola (depois de ter passados por várias achamos uma diretora e professores comprometidos), cumpre os acordos de esstudo e descarrega nos games sua imaginação (nossa parte é não restringir se ele está bem na escola) e no Kung fu e meditação está aprendendo a disciplinar e direcionar a energia. Depois de anos dificeis, acho que entendi que ele deve é ser feliz com é e quer e não como todo mundo espera.

        • Cassia Fabiane Alcantara disse:

          oi Tatiane meu filho também, toma ritalina,mas não muda muito o seu comportamento na escola,as professoras sempre questionando sobre sua falta de atenção com as atividades que só começa fazer e não termina.Não sei mais o que fazer porque ele é muito inquieto e não consegue se concentrar,e na minha cidade não tem muito o que fazer para ele gastar suas energias.Sofro muito com isso e ele acaba sofrendo também pois,não conseguem entender o lado dele.

        • welaine alves disse:

          o meu filho tem 6 anos e ele deu reação contraria a ritalina adorei sua resposta pois eu estava precisando de ouvir isso, eu ainda estou desesperada pois só tenho este filho, a escola não quer não vou a festas mais.

        • msvali disse:

          Tatiane nunca mais dê ritalina ao seu filho!Essa droga é chamada de droga da obediência utilizada por sociedades secretas nas crianças para controlar suas mentes e torná-las como marionetas

      • Carolina Bicalho disse:

        Olá Raquel, não sou médica, mas a síndrome que seu filho tem é a mesma que grandes personalidades tem ou tinham como é o caso do jogador Messi e de Albert Einsten. Acredito que ele não deve se adaptar as escolas normais pois enxergam além e são mais inteligentes! Trabalhando o potencial dele pode ser que desenvolva uma grande habilidade! Veja a reportagem abaixo….
        http://www.sidneyrezende.com/noticia/216041+de+einstein+a+messi+sindrome+de+asperger+fabrica+genios

      • Viviane disse:

        Asperger é um espectro altista que não cursa com atraso no desenvolvimento da fala. A ritalina não faz efeito nessas crianças. Melhor procurar um psiquiatra infantil.

      • Luísa disse:

        Oi Raquel , sou neuro psicóloga. Uma abordagem terapêutica que tem ajudado mto as crianças autistas/ Asperger eh o metodo ABA , uma abordagem da psicologia que é usada para a compreensão do comportamento e vem sendo amplamente utilizada no atendimento a pessoas com desenvolvimento atípico, como os transtornos invasivos do desenvolvimento (TIDs). ABA vem do behaviorismo e observa, analisa e explica a associação entre o ambiente, o comportamento humano e a aprendizagem. Procure na sua cidade ! Qto a medição, se vc não está vendo melhora procure outros medicos , peça outras opiniões.

        • Edilene disse:

          Luísa, vc acha que existam outros tipos de deficit de atenção?
          Me desculpa se estou explorando outros aspectos do assunto, aqui direcionado ao tratamento com Ritalina… Pergunto, pois fui diagnosticada com uma doença chamada Narcolepsia. Faço uso se Stavilige, mas não tenho o resultado esperado. Tenho todos os sintomas, inclusive cataplexia quando dou risada ou situações de extremo stresse. O exame de polissonografia mostrou absurdos 258 micro despertares em apenas 5 horas de sono. O remédio é absurdamente caro e nem de longe me trás o resultado esperado. Meu médico concorda com isso, mas diz que não existe nenhuma outra medicação que possa substituí-la. Na verdade, procuro não me expor em situações de riscos, como dirigir, nadar e cozinhar sem supervisão, pois já dormi nadando e me afoguei e quase coloquei fogo na casa, qnd adormeci e panelas estavam no fogão.
          Evito fazer certas coisas, mas confesso que isso atrapalha a minha qualidade de vida. Tenho muita energia e uma imensa vontade de realizar minhas tarefas, mas de repente vem o sono e tenho que deixar tudo…isso qnd percebo o sono…muitas vezes durmo sem notar. Hoje, aos 43 anos sou uma pessoa limitada…não posso fazer as coisas que gosto, não posso ir a todos os lugares que quero….tenho receio de passar constrangimentos e percebo que após 2 anos do diagnóstico…fui ficando mais trancafiada em casa . Mas, discuto um detalhe com meu médico e ele parece não prestar muita atenção….Quando estou realmente focada, realmente concentrada em algo que me chama atenção e gosto de fazer…não durmo. Passo horas sem sentir sono nessas condições, mas basta sair deste foco e em minutos vem um sono avassalador que não tem explicação e não resisto…..durmo.
          Preciso de novidades, de desafios, de aprender coisas novas diariamente, de conversar com pessoas interessantes sobre assuntos que julgo interessantes, de ler sobre assuntos que realmente me interessam…do contrário…durmo!
          Sou capaz de dormir por mais de 18 hs por dia se me encontro numa situação entediante, como feriados prolongados, p.ex.
          Domingo, dormi 19hs ininterruptas….por pura falta do que fazer. Meu marido ficou tão preocupado…que queria me levar para o hospital, mas eu estava apenas com tédio. Acordei apenas para me alimentar e tomar banho. Ainda assim, adormeci enrolada na toalha. Meu marido fica super preocupado e cuida de mim…toda hora fica tentando me acordar, leva comida no quarto pra mim, mas dependendo do dia…não consigo me manter alerta.
          Recentemente, descobri que ouvir as músicas que gosto (com fone de ouvido) me deixa alerta, e assim consegui voltar a dirigir. Fiz vários testes antes de me arriscar sair sozinha e dá certo mesmo.
          Comecei a escrever um livro, e isso me deixa bem interessada, antes de qualquer coisa pq e um desfio. Consigo me manter por horas e horas escrevendo, sem sono algum. Mas, basta faltar inspiração…vem o sono de novo e preciso ir pra cama.
          Por este e vários outros exemplos….chego a conclusão de que existe um correlação direta entre minha atenção e o maldito sono irresistível.
          Faço terapia há anos e apesar do meu psicólogo não dizer diretamente, acho que ele pensa da mesma maneira que eu sobre este meu comportamento e essa relação entre tédio, inspiração, sono e atenção.
          Se puder me dar alguma sugestão…..ficarei imensamente grata. Que tipo de profissional devo procurar….artigos, blogs, qq sugestão será muito bem vinda.
          Obrigada, Luísa!!

          • Luis disse:

            Narcolepsia é uma doença triste. Tb tenho, fui diagnosticado a 6 anos anos e a solução que eu encontrei foi respeitar minha situação. Se eu puder, eu cochilo. Eu consigo viajar sozinho, mesmo de carro dirigindo, mas sempre tomo uma Ritalina para cada 4 horas que não posso dormir. Evito atividades físicas qdo muito cansado, dirigir tb é um problema nesses momentos. Mas tento levar uma vida normal. Se você não está satisfeita com seu médico, procure outro.
            Espero ter ajudado.

          • Neuza Arruda disse:

            Se pudem me passar o email para Luisa agradeço. Sou psicóloga, trabalho com Neurofeedback que tem um efeito excelente tanto para narcolepsia comoTDHA. Porem como o caso dela me chamou muita atenćao quero explicar a ela. Publiquei essa materia ha alguns anos … espero poder encontrá- la. Meu email: [email protected]

      • João Coelho disse:

        Raquel, sugiro que você leia o livro “Barriga de Trigo” do Dr. William Davis. O trigo e muitos outros grãos tem muitos efeitos negativos no cérebro e no corpo em geral. O trigo contém um opioide e é tão viciante quanto a cocaína, heroína, etc.
        Eu recomendo que faça tudo que puder para tirá-lo da Ritalina. ELIMINE TODOS OS REFRIGERANTES e sucos industrializados -compre as frutas e faça os sucos. ELIMINE TUDO que contenha trigo e também evite milho e soja. A título de informação, mais de 80% dos alimentos industrializados contêm pelo menos um desses três grãos. Você vai descobrir isso no livro.
        Também quero mencionar que algo aconteceu com meu filho depois de tomar umas doses de vacinas, e nunca foi o mesmo. Portanto, sugiro investigar as vacinas também.

        • msvali disse:

          NUNCA MAIS VACINE SEU FILHO. VACINAS SÃO UMA CONSPIRAÇÃO PARA REDUZIR A POPULAÇÃO MUNDIAL POR PARTE DOS ILLUMINATI DA NOVA ORDEM MUNDIAL QUE É SATÂNICA. LEIA SOBRE ELES E O QUE ESTÁ ESCRITO NAS PEDRAS GUIAS DA GEÓRGIA

      • Franco disse:

        Asperger, é um autismo leve, o que eu li, é que os que tem, se tornam um pouco introspectivo, porém, muito eficientes. Leonel Messi, foi citado na reportage. Ele tem indicações de ter Asperge.

      • Sílvia Palas disse:

        Sou Terapeuta Ocupacional e Naturopata, fiz recentemente uma certificação num protocolo Nutricional que tem taxas de sucesso enormes nos mais variados problemas nomeadamente em crianças com autismo , hiperatividade défice de Atenção entre outros, visitem http://www.gaps.me/preview/.
        Para qualquer dúvida estou ao dispor. O problema de todas essas crianças tem a ver com a fragilidade do seu sistema digestivo e consequentemente do seu sistema imunitário tornando-as crianças intoxicadas e daí os sintomas físicos e mentais associados. Questões muito profundas que requerem uma reflexão e intervenções sérias. A medicação vem apenas camuflar a situação por um lado e piorar tudo por outro. Abraço forte.

    • Deise disse:

      Não concordo totalmente com o texto. Existem casos e casos. Trabalho com Portadores de Necessidades Especiais, sou Psicopedagoga, atendo muitos pacientes com TDHA e meu filho também é. O diagnóstico foi concluído após várias observações do seu comportamento. Foi convidado a ser retirado por diversas escolas por apresentar-se agitado demais, consequentemente comprometendo a sua concentração e seu baixo rendimento escolar e atrapalhando o andamento das aulas . A família o excluía de todas as atividades sociais e tudo o que de mal acontecia, já o condenavam, sem julgamento. Isso tudo não causava somente uma exclusão social do meu filho, mas te toda a família. Hoje, meu filho tem 24 anos, começou com o uso da Ritalina aos 15 anos de idade e concomitantemente fazia Terapia Cognitiva Comportamental(TCC), como sua duração é oscilante de aproximadamente 3 horas, ele passou para Ritalina LA . Ele nunca fez uso do medicamento nos finais de semana, feriados e férias. O único efeito colateral observado, enquanto faz o uso, é a mudança do seu humor, torna-se mais sério, mais centrado nos estudos,é o tempo dele, em que nós da família e namorada o respeitamos. Hoje, já estamos quase o desmamando, faltando muito tempo, isso será feito gradativamente e bem acompanhado. Está terminando Engenharia Química na UFRJ, passou e já concluiu estágio em uma renomada multinacional e acabou de ser aprovado para mais outro dois concursos. Mas tanto ele, quanto nós pais e inclusive toda a família, adoramos estar com eles nas férias, tempo em que ele se encontra alegre, feliz e que faz todos ao seu entorno exigir a sua presença, por ser muito bem aceito e fazer falta com suas peraltices!! Boa sorte a todos!

      • Alex disse:

        Pelo final do seu comentário já me preocupou suas prioridades. É só nas férias que ele fica alegre e feliz? E no restante do ano ele fica focado em que? Em realizar os sonhos dos pais de forma controlada por remédios? Desculpe, mas foi o que pareceu em seu comentário…

        • Edilton Ricardo disse:

          Deixe de ser idiota.Por uma causa você tem um filho autista, hiperativo ou com asperger? Já estudou as síndromes, já companhou pessoalmente o dia-a-dia de crianças com necessidades especias ou com dificuldade de atenção e concentração, não tem base para fundamentar sua crítica, não fale besteira, é uma mãe, e com certeza já fez e ainda faz o melhor para o seu filho.

      • fernanda disse:

        Deise, tudo que vc escreveu é meu filho escrito, me afastei de algumas pessoas da família porque tudo que acontecia era culpa dele, ele não era santo claro, mas não era tudo culpa dele, ele tem TDAH e toma ritalina, tem 13 anos, e matérias assim me assusta um pouco, mas, quando vi seu comentário fiquei mais aliviada, ele toma só pra ir na escola, e fica normal, não fica nenhum robô,de final de semana não toma nem nas férias, ele tem muitas ideias, cada uma kkk, e a ritalina não mudou essas “ideias” dele não.

      • lucia disse:

        Sabe que no começo da matéria eu me assustei, pois meu filho de 14ano usa ritalina só para quando tem aula ,finais de semana e feriados férias ele não usa ele se concentra sem a ritalina ele não consegue fazer uma prova ou trabalho que seja realmente ele perde a fome ,mas eu fiquei apavorada quando li a matéria mas com o seu comentário fiquei mais calma obrigado

      • Lidiane disse:

        As pessoas julgam sem saber,sem nunca ter convivido com tal situação, nós mas do que ninguém queremos ver o bem dos nossos filhos! Só quem é mãe e pai de uma criança hiperativa e com deficit de atenção sabe o quanto sofremos Por eles e com eles, se são agitadas são taxadas deal educadas q os pais são os culpados,se não tem atenção na escola tmbm são taxados de preguiçosos burros. Só eu e meu esposo sabemos o q nós passamos c nosso filho, as pessoas te excluem, a escola não esta preparada . Meu filho foi diagnosticado com 5 anos de idade e depois de muito relutar para q ele não tomasse medicamento já alfabetizado com muita luta não deu mais para aguentar a pressão da escola pois o mesmo era o ultimo a sair de sala pq não cumpria as tarefas do dia,com 8 anos começou a tomar a Ritalina e sim! Ele melhorou sim! Foi perceptível, todos na escola notaram mudança, ele se tornou mais concentrado e suas notas melhoraram muito e isso não o tornou um ZUMBI como a matéria diz,ele continuou fazendo coisas de criança normal só que ao invés dele ficar o tempo todo elétrico ele aprendeu a ter tempo pra tudo. E o uso não sera pra sempre é só ate ele conseguir se concentrar sozinho. Antes de julgarem e falar besteiras estudem o assunto ou no.minimo viva e conviva com uma pessoa assim ,pq elas sofrem c isso e se não tratados qndo criança adulto sera muito mais difícil!!!

        • magda santos disse:

          Bah assim como você também fiquei apavorada com a matéria ,mas percebi que não estou sozinha ,existem mais pais que tem essa dúvidas a respeito de seus filhos e da ritalina…Meu filho tem deficit de atenção por que nasceu depois do tempo e agora com 8 anos de idade começamos a perceber que ele não era igual a outras crianças ,não conseguia se concentrar na escola ,não aprendia nada e tinha falta de memória ,na escola mesmo fomos chamados por que ele não conseguia fazer o que a professora pedia em aula e em casa era muito retraído e quando pedíamos coisas simples como filho vai no mercado e compra 4 pães (cacetinhos) ele ia até o portão e voltava pra casa para perguntar o que havíamos pedido a ele…Hoje com o tratamento com a ritalina ele está bem mais focado e concentrado em tudo que faz …Não tenho o que reclamar ,muito pelo contrário a medicação auxiliou muito …

      • Beth Braga disse:

        Nossa Deise! Meu filho vai completar sete anos, o histórico do seu filho muito parecido com o que vivencio com meu filho. A diferença é que o meu foi medicado no final dos seis anos. Meu filho tomou Ritalina Comum por 2 meses e agora a Ritalina LA. As pessoas criticam mas é porque não vivenciam tal situação. A alfabetização tem que ser no tempo certo, se passar nunca é a mesma coisa. Meu filho para começar a se alfabetizar precisou da Ritalina. Percebi que se não fosse iniciado agora seria muito mais difícil ou até impossível. E não decidi isso sozinha. Foi com auxílio de neuro, psicólogo, neuro-psicopedagoga e minha que sou mãe e pedagoga. Com a Ritalina comum tinha alguns efeitos colaterais, com a LA só mudança de humor no fim do dia. Nem apetite diminuiu. Meu filho é bem criativo, fantasioso e não perdeu essa característica não, apenas ficou mais focado e diminuiu a agitação motora, que no caso dele era em excesso.Por essa razão sugiro as pessoas se informarem mais a respeito e quem realmente necessita não se privar de tentar experimentar a medicação. Os benefícios podem ser significativos.

        • ADRIANO disse:

          Beth, seu filho tem quantos anos e qual a dose de Ritalina LA que ele usa? Estava usando dois comprimidos juntos de Ritalina 10mg de uma só vez e tinha um ganho considerável de foco, mas minha psiquiatra me receitou Ritalina LA 20mg. Por alguns relatos que li, alguns ficaram muito irritados, enquanto outros disseram que não tinha qualquer efeito.
          Seu filho parece ser TDA do tipo hiperativo, enquanto sou do tipo desatento (tenho 28 anos e comecei tratamento há 6 meses depois de muita procrastinação para finalizar o curso superior), mas a curiosidade ainda persiste. Obrigado.

    • sebastião xandó disse:

      de onde o sr. tirou que ritalINA é alcalóide , gostaria muito de saber, realmente carece mais estudo técnico, ritalina é nome comercial do metilfenidato, um derivado anfetaminico sintético, cafeína tbem não é um alcalóide e sim um pseudo alcalóide, na realidade uma xantina, não tem nada a ver essa coisa de cancerígeno, e com relação ao núcleo benzênico, isso é outra lenda pois o mesmo quando presente apresenta estabilidade de ressonância quando isolado e não quando participe de estrutura molecular mais complexa. O sr. deu uma verdadeira aula de ciências ocultas e letras apagadas.

    • matheus disse:

      eu tomo ritalina e eu me consentro na aula nao tem nem o que dizer desse remedio

    • Juca disse:

      Cresci ouvindo: “o Juca é desatento”, “o Juca não tem foco”, “o Juca é disperso”. Cresci acreditando que eu era assim. Repeti de ano algumas vezes na escola. Consegui me formar num curso superior sem muito esforço, fazendo o mínimo possível. Ia desistir do mestrado porque exigia um grau de leitura e concentração grande (por isso só dava conta de fazer o mínimo). Nunca dei conta de atividades que exigissem muita concentração, porque eu viajava e muito quando precisava me concentrar. Ao mesmo tempo em que eu não conseguia ler, eu era curioso das coisas. Eu voltava no mesmo parágrafo dezenas de vezes, não conseguia avançar. Não fui diagnosticado com Déficit de Atenção, mas com ansiedade e traços de obsessividade. A Ritalina só teve efeito positivo com outro medicamento. Fiquei menos angustiado, melhorou a minha estima, porque depois de 35 anos eu consegui fazer atividades que eu não dava conta de fazer antes. Resumindo, a discussão é complexa, difícil e delicada, principalmente quando se trata de crianças e jovens tomando a medicação. Mas cada caso é um caso. Tenho lido a respeito. Fiz anos de terapia (ainda faço) achando o meu problema era emocional, achando que não tinha capacidade para atividades intelectuais (porque não concentrava), mas somente mecânicas. Qualquer medicamento periódico pode ser problemática. Hoje estou no doutorado. E pra mim é um fato: sem a medicação, eu não daria conta. Não sou especialista, mas me parece bastante delicada essa solução para crianças. Acho que a discussão só é valida se há ponderações. A Ritalina funciona para algumas pessoas e não funciona para outras. Durante três ou quatro meses experimentei alguns medicamentos (com acompanhamento psiquiátrico) até chegar à Ritalina, que só foi benéfica com outo medicamento.
      Um abraço a todos, Juca!

    • Mauricio disse:

      Ritalina é metilfenidato. Não é alcalóide. É uma anfetamina. O nome Ritalina é comercial.

      • Carlo Felipe SArdi disse:

        O brabo é isto, Maurício. A internet, como tudo na vida – mais precisamente a tecnologia – tem sempre dois lados.Um deles é o de dar voz a qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo. Outro lado é o de dar voz a qualquer pessoa, de qualquer parte do mundo, inclusive àquelas que não têm o menor conhecimento do que estão falando, sem mensurar o impacto que possa causar.Cabe a todo usuário pesquisar sobre o assunto. Não tomo nenhum medicamento sem antes ler a bula. Não importa se foi o Papa quem receitou, pois o medicamento estará no meu organismo e não no dele, então, o mínimo que posso fazer é saber o que estou ingerindo, seus efeitos colaterais, etc. Me admiro muito encontrar pessoas neste espaço dizendo que “pensaram em tomar” ou que “estavam tomando, mas depois de ler…”
        Pelo amor de Deus, pessoal!
        Devem ser os mesmos que acreditam que acordarão numa banheira cheia de gelo sem um rim ao apertarem a mão de um estranho…

    • Mario disse:

      Eu tomei ritalina por um ano. Ficava super concentrado e produtivo, muito produtivo mesmo. Mas minhas interações sociais ficavam muito conflituosas no sentido de que eu falava compulsivamente sobre coisas pessoais. Outra coisa é que eu ficava muito mais explosivo e arrumava muito mais confusão. Agora tomo aniracetam. É muito melhor, mais suave, não tem nenhuma anfetamina (a ritalina é anfetamina) e me deixa mais criativo, inteligente e mais feliz e sociável ao mesmo tempo. Chamam de nootropico, o que é tipo uma vitamina mental. Tem um site brasileiro com o nome Aniracetam que explica melhor. Acho que é o único que vende aqui, pelo menos nas minhas pesquisas. Comprei nele e não me arrependo. Tem melhorado inclusive no meu trabalho, me ajudou a passar na entrevista e a levar na boa o início em uma nova empresa.

  2. Ana Eltz disse:

    O poder de falar um monte de bobagens sobre o que não se sabe. Isso é o que esse artigo fez. Parabéns pelo artigo mais sem fundamento e sem pesquisa já escrito.

    • Samuel disse:

      Concordo plenamente com você Ana. Acho que só perde para o gênio ali em cima que, querendo bancar o sabido, cometeu a gafe de dizer de que ritalina é um alcalóide dentre outros absurdos em química e biologia.

    • Ana disse:

      Concordo plenamente com você, comentario mais construtivo desta pagina, uso a ritalina e não tenho nenhum destes problemas apenas a falta de apetite que ocorrem em ALUGUMA pessoas e muito menos tenho dependência deste, este artigo foi extremamente sem fundamento.

      • isidio disse:

        o ana você por um acaso já parou de tomar por uma semena, experimenta, só assim vou ter certeza, porque hoje em dia várias famílias preferem deixar os problemas de casa com os outros, fui criado na rua com crianças impulssivas e me diverti muito com as idéias deles.

        • Andrea disse:

          Minha filha tem TDAH e nos finais de semana e nas férias NÃO toma ritalina. Não gera nenhuma dependência.

          • Filipe disse:

            Olha, não gera porque ela deve ser pequena e ainda não fica de posse do medicamento, pois é muito comum que pacientes comecem a criar resistência e a aumentar a dosagem. Outros utilizam para cumprir prazos, virar noites estudando, já foi usada até mesmo na guerra, para “ligar” os combatentes e deixá-los sem fome. Eu amo minha ritalina, mas é igual cocaína, só que de farmácia: a pessoa não acredita q vai viciar, utiliza muuito tempo sem problemas. Depois quer mais e mais e acaba tendo problemas de dependência. Daí surge o mercado ilegal, que supre baladeiros, estudantes de cursos como o de medicina e direito, caminhoneiros e também os que tem prescrição, mas buscam um estado elevado de concentração!

          • Alexandre Octavio disse:

            Li hoje esse texto, e concordo com você. Retiramos a droga durante as férias, e meu filho de 13 anos pode exercer sua liberdade flutuante sem limites. Pior droga é o excesso de jogos no computador, que o deixa, sem a ritalina, em excesso de concentração…

          • Elvira disse:

            Minha situação é igual sua Andreia meu filho toma no período de aulas e fim semanas e férias não e nunca teve problemas .Problemas tinha quando não estava medicado e não éramos nós pais como diz o artigo q queríamos estar descansados mas sim os professores que não sabiam lidar com ele com toda sua energia e colocava ele de castigo a toda hora quando a pior coisa que se pode fazer a uma criança hiperactiva é fechar lá .
            Não somos nós os pais que não sabemos lidar com eles e os calamos com comprimidos são os outros a sociedade que ve a criança mais irrequieta no restaurante e é malcriada os pais não lhe dao educação os amigos que usam as costas largas que eles tem e fazem as asneiras e deitam a culpa para eles tudo k acontece foi o menino hiperactivo , os professores a maior parte não sabe distinguir um miúdo hiperactivo e mais grave não sabe lidar com ele.
            Eu tenho 2 uma menina de 14 que toma neste momento concerta 37mg e o miúdo 8 ritalina 20mlg por mim não tomavam nada são perfeitos como são e adoro todos os seus barulhos detesto ver los com a medicação mas infelizmente tenho que admitir que para conseguir fazer o ano escolar tem que tomar.
            Elvira Figueiredo

          • Rhanna disse:

            Eu também Andrea,tomo ritalina a 7 anos e nas férias não tomo,não sinto nenhuma falta.Hoje tenho 19 anos.

          • Lucilene disse:

            Meu filho foi diagnosticado com TDAH começou a tomar RITALINA aos 9 anos de idade, ele era o único da sala que não conseguia ser alfabetizado. A medicação foi muito importante nesse processo de alfabetização, ele sofria muito, por não conseguir acompanhar os amigos. Paramos por conta própria com a medicação aos seus 16 anos, hoje ele tem 18, convivemos ainda com as dificuldades dele ele não ficou dependente e não teve nenhum efeito desagradável até agora com o uso desta medicação.

        • Deia disse:

          É isso mesmo Esidio!!!

        • ale disse:

          Eu já tomei, interrompi e nada aconteceu, sim aconteceu aprendi a conviver com o TDAH.

        • Laura disse:

          Meu filho toma a anos e pode se parar de tomar qdo quizer, nao causa dependencia como fala essa matéria e so faz efeito por 4 hs, apos esse periodo o corpo elimina todas as substancias existentes na medicação, por gentileza quem escreveu essa materia é melhor vc se informar melhor para nao sair falando besteiras numa proxima materia sua.

        • Edilton Ricardo disse:

          tirar algo que faz bem , que aproxima os familiares, que poupa os pais e todos os envolvidos na sua educação, acho que não o canal, essas crianças precisam de algo que lhes ajudem a filtrar as informações entre o que é mais importante ou menos importante, o que precisa ser resolvido logo ou deixado para depois. Pelo que vi há depoimentos de várias pessoas que se sentem bem com o uso, assim como há pessoas que o efeito é inverso, há pessoas que podem e quem não pode, é preciso acertar a dosagem, ou substituir por outro com menos efeito colateral, os importados que são bem mais caro. Sou professor especialista em Educação Especial, e confesso, quando não há medicação os dois lados perdem, todos se estressam, pessoas que não são preparadas rotulam como mau educados, preguiçosos, desinteressados. Uma coisa que é preciso esclarecer é que pessoas com diagnóstico de TDAH (transtorno), a intervenção tem que ser medicamentosa e estimulação, já no caso dos distúrbio (dislexia, disgrafia, dislalia, etc), intervenção pedagógica, fui claro. Já o caso de Asperger é mais complicado, já trabalhei com um aluno e ele tinha este comportamento infantilizado, é uma criança que necessita acompanhamento todo tempo, nas escolas tem um PAE(professor de apoio especializado) um especialista que acompanha em sala de aula e orienta em todo o processo, portanto é importante os pais procurarem um Neuropediatra e um Psicopedagogo para definirem seu diagnóstico. Como professor especializado, o que se percebe é que nem os médico estão preparados para diagnosticar estas crianças que se demonstram impacientes, desinteressadas e baderneiras em sala de aula,e acabam diagnosticando TDAH a todas elas. Uma coisa os pais tem que estar atentos, se seu filho não tem falta de limite, isto é algo que dificilmente os pais gostam de ouvir ou aceitar, é como dizer que seu filho não foi bem educado.

      • sandro disse:

        Leia a matéria antes de comentar (uso não indicado para crianças)

      • Teresa disse:

        Bem, vamos a factos
        As referências estão lá.
        1. Podem encontrar informação à médica pediatra referida no texto em http://www.fcm.unicamp.br/fcm/search-results?as_q=Maria%20Aparecida%20Affonso%20Moys%C3%A9
        2. Raramente em medicamentos os sinais de dependência aparecem nos primeiros dias, pois o mesmos mantêm-se no organismo durante um certo período, mais ou menos longo em função do próprio medicamento.
        3. Ritalina – substância ativa cloridrato de metilfenidato – Fórmula química C14H19NO2 –
        Carbono-14
        Isótopo
        O carbono-14, C¹⁴ ou radiocarbono é um isótopo radioativo natural do elemento carbono, recebendo esta numeração porque apresenta número de massa 14. Este isótopo apresenta dois neutrons a mais no seu núcleo que o isótopo estável carbono-12.
        H Hidrogênio 1.00794 nº de átomos 19 13.7521 %
        NO2 Dióxido de nitrogénio
        Composto químico
        O dióxido de azoto ou dióxido de nitrogénio é um composto químico constituído por dois átomos de oxigénio e um de azoto; a sua fórmula química é NO₂.
        Fórmula: NO2 – (N – Nitrogénio – O2 – oxigénio
        Densidade: 2,62 g/cm³
        Massa molar: 46,0055 g/mol
        4. Alcaloide AO 1990 (de álcali, básico, com o sufixo -oide, “-semelhante a”) é uma substância de caráter básico derivada principalmente de plantas, mas podendo ser também derivadas de fungos, bactérias e até mesmo de animais. Contém, em sua fórmula, basicamente nitrogênio,(N) oxigênio,(O) hidrogénio (H) e carbono. (C).
        A dificuldade em enfrentar os factos é proporcional ao desconhecimento e/ou à necessidade de cada um de evitar confrontar-se com uma realidade que não lhe convém.
        Cumprimentos,

        • viviane disse:

          Tereza sou professora e eu concordo com você, é sim um droga e acalma muito a criança. Mas como Professores temos que ter a noção que Criança que não para em sala não é um problema tão grave assim. Temos que parar com a ideia de criança parada é criança esperta ou bem educada. Criança é criança e tem sim o direito e dever de brincar se expressar! SOU TOTALMENTE CONTRA ESSES MEDICAMENTOS!!! temos que achar uma maneira da aula se tornar mais dinâmica, com brincadeiras, jogos educativos para assim as crianças se expressar e colocar sua criatividade para fora. Desse jeito não estamos formandos cidadães pensantes e sim uns “robôs” prontos a obedecer e aceitar tudo que lhe é imposto.

          • Teresa disse:

            Olá Viviane,
            Compreendo a sua posição, ainda que não concorde totalmente com ela.
            No meu anterior comentário pretendi apenas confirmar os dados da notícia inicial e também informar de que tipo de droga estamos a falar, pois já havia muita desinformação nos vários comentários.
            No entanto,caso esteja interessada em saber a minha opinião acerca do assunto, poderá fazê-lo através de um novo comentário que vou fazer , no corpo principal dos comentários.
            Cumprimentos,

          • o comentário mais sensato q li até agora nessa matéria…
            Parabéns Viviane… penso exatamente como vc….

          • Elisangela disse:

            Nossa.. Cidadães… doeu aqui!

          • Cristiane disse:

            Boa tarde Viviane, também sou professora e tenho dois alunos diagnosticados com TDA/H e nenhum usa qualquer medicamento, no entanto são alunos que infelizmente não rendem pedagogicamente por falta de concentração e por não conseguirem ficar calmos e sentados em seus lugares. Minhas aulas são lúdicas, e todos participam o tempo todo, sou alfabetizadora e uso muitas estórias para alfabetizar. Sou a favor da medicação e discordo quando falam que as crianças ficam iguais a robôs, e no mais sabemos que essa ilusão de criar aulas dinâmicas com jogos, brincadeiras etc é pura teoria de faculdade, pois digo com propriedade que as escolas infelizmente não nos oferece suporte para que isso ocorra.
            .

          • Edilton Ricardo disse:

            Temos ter em mente uma coisa, quando a criança ou adolescente toma esta medicamentação, não é que ela fica mais calma, como se tivesse tomado um calmante, e sim porque a medicação auxilia na concentração ajudando a mesma a se concentrar mais naquilo que esta fazendo. As informações chegam no lobo frontal do cérebro como uma enxurrada, e sendo assim a pessoa te dificuldade em processar, muitas vezes assimilando somente parte de cada informação, e nada na sua totalidade, surgindo muitas dúvidas, não compreendendo, não assimilando, fazendo de certas atividades algo chato, e sendo assim o melhor é procurar algo mais interessante, riscar o caderno, conversar, sair do seu lugar, etc, já vi alunos que mesmo tendo seu próprio material levantavam para pedir emprestado aos colegas. Trabalho em sala de recursos e somente trabalhar o pedagógico, não resolve, sem medicação não tem como, alunos com TDAH se apresentam enérgicos, interrompem a todo momento, provocam outros colegas, mexem nas coisas dos outros, não se concentram em uma atividade seja lúdica ou não, dispersam facilmente, não gostam se seguir ou obedecer regras ou até mesmo serem contrariadas. Portanto para quem não tem filho ou esta envolvido na área da educação é fácil dizer que tem que parar com a medicação. Minha prima tem um filho hiperativo, ela não, dá medicação, nem levou ele para um neurologista, mesmo com muitas pessoas aconselharem, o resultado é que ninguém gosta do menino, quando ele chega meche em tudo, não para um momento, então dificilmente vai à casa de amigos ou parentes, como eu disse anteriormente , os dois lados perde, a criança que fica isolada e mal entendida, e os pais que não conseguem acompanhar o ritmo do filho, não podendo desviar atenção um só momento.

        • Gilberto disse:

          C14 significa que há 14 átomos de carbono na molécula e não que estes sejam isótopos radioativos.

          • Rose disse:

            Yes! Perfect!

          • Edilton Ricardo disse:

            Entendi Gilberto sua preocupação, o fato de se acumular no organismo, é algo a ser repensado pela medicina e pelos especialistas, e produzir um novo medicamento que não prejudique as pessoas nesse sentido. Sei que existe outros medicamento similares com menas reação, mas são caros, pois são importados, o corpo absorve a medida que necessita, não havendo erro na dosagem, agora sua composição eu desconheço. Para que tiver curiosidade um se chama CONCERTA e outro VENVANSE.

        • Daniel disse:

          Ooo moça, n faz isso não. Eu vou me poupar de fazer comentários sobre a eficácia e segurança da substância, mas eu vou te advertir quanto a sua pesquisa de internet pq isso q vc fez eh nocivo e ofensivo. Nós profissionais da saúde estudamos muito pra servir a comunidade e o que a gente fala n é baseado em uma pesquisa rapida de google nao. Vou fazer soh 2 comentários q vao colocar em descrédito o que vc falou.
          “Raramente em medicamentos os sinais de dependência aparecem nos primeiros dias, pois o mesmos mantêm-se no organismo durante um certo período, mais ou menos longo em função do próprio…”
          Que coisa absurda. Não eh assim que funciona e nao funciona igual para todos os medicamentos. A ritalina tem um tempo de meia-vida curtíssimo. Em uma virada de noite os valores séricos são quase indetectaveis. Nao sao todos os medicamentos que causam dependencia e certamente sao pouquissimos os que causam crise de abstinência.
          “Ritalina – substância ativa cloridrato de metilfenidato – Fórmula química C14H19NO2”
          Sua “análise química” foi constrangedora. Vc pegou a fórmula mínima e saiu googlando as partes individualmente. Daí saiu essa lambança. A molecula do metilfenidato nao tem um Carbono 14, ela contém 14 carbonos em sua cadeia. Ela não contem um dioxido de nitrogênio. O nitrogenio forma uma amina com a cadeia carbonica e n tem nada a ver com os oxigênios.
          Eu iria continuar, mas o embaraço só ficaria maior. Então vou deixar como reflexão a frase que voce mesmo escreveu, lembrando que em seu comentário não existem fatos:
          “A dificuldade em enfrentar os factos é proporcional ao desconhecimento e/ou à necessidade de cada um de evitar confrontar-se com uma realidade que não lhe convém.”
          Respeite o nosso diploma, foi difícil conseguir.
          PS: Na dúvida, consulte o seu médico/farmacêutico.

          • Teresa disse:

            Ó (Moço)!!!!!!!! (O senhor tem uma forma deveras coloquial de se dirigir a outra pessoa que não conhece, nunca viu e não faz a mais pálida ideia de que idade tem)
            A fórmula do medicamento é a mesma que se encontra na bula .
            Os profissionais de saúde é uma denominação muito vaga, engloba um conjunto de profissionais com diferentes percursos académicos, competências e valências.
            Mas, uma que deve ser transversal a todos eles é saber ler e conseguir interpretar o que se lê, para não afirmar que outros escreveram coisas que não estavam lá. Nunca afirmei que a Ritalina provoca dependência, nem faço ideia de quanto tempo se mantém no organismo de forma detetável. O que disse foi de uma forma geral.
            Além disso, ser profissional de saúde não é igual a ser Químico ou Bioquímo, assim cada profissional de saúdo tem os conhecimentos de química e faz a utilização dos mesmos em função da sua atividade profissional.
            Não defendo, nem ataco a utilização da Ritalina para determinadas situações. Ataco, sim, o diagnóstico indiscriminado de TDA numa enorme quantidade de crianças e subsequente utilização da Ritalina como forma de tratamento!!???
            Para a boa disposição há quem receite Prozac (fluoxetina)…..!!!!!!!! Se é que me faço entender.
            Cumprimentos,

          • Beth Braga disse:

            Daniel foi muito pertinente esse seu comentário… Infelizmente muitas pessoas ficam no achismo e se levam por informações não verídicas. Assim se privam de muitos benefícios. não sou médica mas também vale salientar que cada organismo reage de formas diferentes a um medicamento. Concordo também que no comentário anterior não existem fatos e sim fatalidade. Com todo respeito.

      • Iara disse:

        Isso mesmo Ana. Também tomo e me sinto muito bem e não tenho nenhum desses sintomas citados na matéria. Minha filha tomou durante 1 ano e também nunca demonstrou nenhum tipo de alteração no comportamento a não ser o que era esperado -prestar atenção durante as aulas e fixar o conteúdo aplicado durante as aulas para então conseguir fazer as provas e as lições de casa sozinha.

      • Tenho gêmeos. Menino e menina, ambos medicados com ritalina, TDAH com comorbidades. MUITO BOM. NÃO SÃO ZUMBIS. Estão dentro do normal, hj com 13 anos. A menina estudiosa, o menino estuda no laço. Ora são malcriados, ora me enchem de pqs. Tenho filho com 30 e 29 anos e não vejo diferença. Aliás, a menina está acima do peso. Acho que o que ocorre com a ritalina é qdo o diagnóstico está errado. Sou TDAH e gostaria de ter sido tratada.

        • Sílvia Palas disse:

          Sou Terapeuta Ocupacional e Naturopata, fiz recentemente uma certificação num protocolo Nutricional que tem taxas de sucesso enormes nos mais variados problemas nomeadamente em crianças com autismo , hiperatividade défice de Atenção entre outros, visitem http://www.gaps.me/preview/.
          Para qualquer dúvida estou ao dispor. O problema de todas essas crianças tem a ver com a fragilidade do seu sistema digestivo e consequentemente do seu sistema imunitário tornando-as crianças intoxicadas e daí os sintomas físicos e mentais associados. Questões muito profundas que requerem uma reflexão e intervenções sérias. A medicação vem apenas camuflar a situação por um lado e piorar tudo por outro. Abraço forte.

          • Beth Braga disse:

            Com todo respeito!Sou mais adepta a terapia ocupacional. Ao meu ver os resultados são concretos. Há casos e Casos. Mas o TDAH, autismo, são transtornos que dependendo do tipo há necessidade de indicação medicamentosa concomitante com as terapias. o caso do meu filho funcionou. Sem a Ritalina os transtornos e resultados seriam bem piores. Vale lembrar que cada organismo tem uma reação a resposta medicamentosa e aos efeitos colaterais.
            Att.

    • Rafael disse:

      É a merda da inclusão digital… qualquer imbecil agora pode escrever a asneira que quiser e ainda dar um “ar” de ciência pro seu blog…

      • Aqui está cheio de militantes da Ritalina. Se o texto falasse das pílulas do frei Galvão, apareceriam as pessoas que foram beneficiadas por elas. A vida é assim.
        A TDAH existe e em algumas pessoas é muito grave. Estas pessoas são beneficiárias do medicamento. O grande problema está na amplitude do diagnóstico que faz com que pessoas que não possuem este problema sejam “tratadas”, ou seja, intoxicadas, com sérios problemas para as seu desenvolvimento mental. Em outros casos a prevalência (“força”) da patologia é baixo e não convém o uso do medicamento, por gerar mais problemas do que soluções.
        Portanto, considero que o problema é mais amplo do que ser contra ou a favor à droga ritalina. Envolve diagnóstico correto, planejamento de tratamento, etc.
        Vou indicar um segundo artigo sobre o tema: Distúrbio de atenção TDAH, porque tem tanto erro no diagnóstico? (a importância do movimento para a saúde psíquica das pessoas)
        http://www.psicologiaracional.com.br/2011/06/disturbio-de-atencao-tdah-porque-tem.html

      • sandro disse:

        A inclusão digital é um problema e sua resposta é o maior exemplo que podemos notar nesse sentido.

    • sandro disse:

      Onde estão os seus fundamentos e suas pesquisas então Ana? Parece-me que criticar por criticar é simples, assim como estou fazendo agora. Critique a ausência de fundamentação e pesquisa da matéria e traga as suas, senão fica o dito pelo não dito.

    • andre disse:

      não é não dona , é o mundo fácil que estamos seguindo pais que nao sabem ou nem querem educar os filhos e acham que o problema é a criança dai levam ao psicólogo que também esta no sistema mais fácil e enfiam drogas nelas é como a capina de um terreno , na lamina de uma enxada são três dias , com um herbicida são quinze minutos !!!!!!!!!!! NAO SE ENQUADRE NESSA TURMA NAO , SENAO VOCE VAI SER OS NOVENTA E CINCO PORCENTO DE MASSA SOBRANTE,,,,,,,,,,,,,,SEJA ESPECIAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      • Milene disse:

        Andre Psicologo nao pode receitar nem um dipirona quem dira uma Droga tao forte como a Ritalina, a unica pessoa que pode receitar e o psiquiatra(medico). Entao pare de nos culpar pois nao estamos ” no sistema mais facil” fazemos um tratamento junto ao psiquiatra e de modo algum podemos interromper uma medicaçao passada por ele.

        • Cristina disse:

          Oi Milene, a única coisa que o psiquiatra faz é receitar remédio, mais nada……O tratamento, seja de qual problema for, tem que vir de outros especialistas. Para o psiquiatra é muito cômodo, ele receita e acabou o problema dele…..e o seu???

    • Ana Eltz,
      também pensei isso. Nas entrelinhas está dito:
      “eu sou uma médica competente, os demais são todos incompetentes por fazerem tal coisa”

    • Jota Sim disse:

      A Ana é daquelas pessoas que nem existem na realidade, criadas para desacreditarem blogues e noticias que nao estao em conformidade com o SISTEMA.
      Atacar, sem dizer algo , sem fundamento, criticar sem dizer pork,….

    • vizinhadealguemsonia disse:

      É tão absurdo que existem países que têm vindo a resolver esse problema faz muito tempo. Leiam mais estudos estrangeiros. Vão encontrar um mundo novo lá fora. Parabéns a quem escreveu e publicou o artigo.

    • com referencias
      http://prezi.com/dcukqastlyme/verdades-e-mitos-sobre-o-metilfenidato-ritalina/
      e se vc não leu ele referencia um estudo da Food and Drug Administration (FDA)

    • Tatiane disse:

      O pior cego é aquele que não quer ver! Que pena que vocês acreditam em tudo que a “pesquisa” realizada pela própria indústria farmacêutica divulga. Ainda assim, quando alguém tenta abrir os olhos de vocês, vocês defendem a indústria das drogas, e criticam àquele que poderia trazer à tona um mundo mais justo a todos. E criticam sem fundamento também, porque falar que o artigo não tem pesquisa, sem pesquisar sobre o que está escrito também é uma bobagem! http://portugalmundial.com/2014/01/pai-do-transtorno-de-deficit-de-atencao-declara-se-mentiroso/
      Esse artigo mostra quem criou o TDAH! Pesquise antes de criticar com bobagens quem tenta alertar o mundo sobre o que anda acontecendo em todos os ramos da ciência por trás das nossas costas!
      Alerta não faz mal a ninguém! Aliás as próprias pesquisas dizem que devemos ficar alertas com todas as patologias!

    • Anna Myant disse:

      concordo plenamente com as suas ideias, não consigo compreender como pessoas com tanta ignorância possam postar textos como esse e torná-lo público uma vez em que percebemos claramente que é falho e sem fundamentos faltando-lhe até argumentos. São essas pessoas assim cheias de amarras e preconceitos que fazem do mundo um lixo, vivem querendo botar a culpa de tudo em alguém. Que o TDAH existe é fato incontestável, e junto com o Transtorno vem o preconceito, que não só assombra esse problema mas também outros dificultando assim ainda mais a vida dos portadores.

    • Yghor disse:

      Isso mesmo. Coisas escritas somente na crendice ideológica dá nisso. Mas esse tipo de artigo me diverte muito. Dou muitas risadas.

    • Juliana disse:

      Realmente esta faltando dizer q as criancas emagrecem param de crescer e desenvolvem problemas de tireoide

    • Lysa Cinthia disse:

      Disse, tudo Ana! Nem preciso dizer mais nada. Faço uso da ritalina e não sou dependente, faço é agradecer a Deus, por um medicamento que me ajuda tanto no meu dia dia.

    • Carlos Limberger disse:

      Ana, obrigado por teres sintetizado o meu pensamento com relação a este artigo alarmista e tendencioso. O autor tem potencial para ser redator daqueles programas “mundo cão” da Record ou da Bandeirantes.

    • Iara disse:

      Concordo plenamente.

    • Concordo plenamente com você, discordo desse artigo publicado, pois fui uma usuária de Ritalina , dos meus 13 anos e meio aos meus 15 anos de idade e hoje tenho 16 anos de idade e esse foi o remédio que mais me ajudou entre todos os termos, não sou viciada e continuo com a minha vida muito bem entre todos os termos. Agora queria fechar o meu comentário falando que o seu comentário foi ótimo, para tentar abrir a cabeça de quem fez o comentário mais ridículo do mundo e abrir a cabeça de quem publicou esse artigo.

    • Luiz Felipe disse:

      Pensei exatamente o mesmo, foi faço tratamento com Ritalina. Meu médico é bastante competente, ritalina na dose certa não é droga. Quem a usa como droga é porque QUER…. Ela não é nada demais se usada moderadamente e na dose correta, eu tomo e não sinto nada demais, isso vai de caso pra caso. Cada paciente é um paciente, a dose reage de maneiras diferentes em cada organismo/pessoa.
      Uso porque preciso, quem quer fazer besteira e se matar… que se mate…. MAS, este artigo é mesmo péssimo, deve ter sido escrito por algum zumbi viciado em ritalina 3x ao dia…..

    • Alberto disse:

      Exatamente o que pensei. Tenho pena dos alunos dela e dos que a seguem. Se realmente a ritalina atrapalha, acho que ela toma até hoje.

    • Laís disse:

      Concordo 100% Ana Eltz ! Tomo a ha 11 anos, ja fiquei sem a medicacao por mais de 2 anos ( claro que por falta de informaçao e porque era “remedio de doido” sendo julgada por amigos) e nunca tive nenhum dos sintomas citados !!!! Para ser sincera ri muito com esse texto . Como gostaria de nao sentir emoçoes viu?! Hahah

  3. Eduardo jenner disse:

    Eu sempre achei que os próprios médicos,psicólogos não sabem nada sobre a Hiperatividade, e se tem cura…os cientistas deveriam estudar, e pesquisar mais sobre esse assunto que a cada dia aumenta o número de pacientes,devido as “Mães” que por algum motivo tomam abortivos que não resolvem,e que as crianças nascem com esse problema…!!!

    • Silvester disse:

      TDAH não tem cura não, filho… tenho esse transtorno desde que me conheço por gente, hoje tenho 29 anos… sou professor e condeno sim o uso indiscriminado dessa droga nas crianças… apesar de também usá-la… o TDAH é um transtorno causado pela falta de Noradrenalina na parte frontal do Cérebro… já fiquei alguns tempos sem tomar esse remédio e sei o estrago que ele faz… se sou dependente, isso pode até ser… mas sei também os benefícios que ela me proporcionou..

  4. Ana Eltz: seu discurso não é uma argumentação, mas um amontoado de adjetivos. Se quiser ser levada a sério, o faça com argumentos – coisa que nunca vi em críticos à luta contra a medicalização.

  5. Fábio disse:

    Bem, o artigo foi escrito baseado em http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro . Uma pesquisadora conceituada de uma grande universidade. O texto acima é totalmente pertinente sobre o assunto. Talvez a falta de informação e interesse em busca-las sejam responsáveis por comentários desnecessários.

    • Juan Carlos Buonarotti disse:

      Não, Fábio, não é por ter sido escrito por uma ‘pesquisadora de conceituada universidade’ que o texto é pertinente. Só quem tem TDAH, e sofre com a mesma na vida adulta é que sabe o valor da ritalina, ajudando a focar nas atividades do dia a dia, evitando a procrastinação crônica.

      • renato disse:

        não estamos falando de adultos, estamos falando de crianças, me diz qual criança vai querer deixar de brincar? e dizer que uma criança tenha tdah… realmente são somente pais que não querem se esforçar.

        • souraq disse:

          Independente d quem falou o que….eu sempre fui hiperativa na infância e tinha déficit de atenção………era super alérgica e vivia tomando antialérgico…..hoje entendo que nada melhor do que o esporte, música e arte para curar….sou estudante de arteterapia e nós arteterapeutas achamos um absurdo dar Ritalina para crianças ou quem quer que seja…o ser humano precisa se expressar para ser saudável e faz parte da vida se desbloquear se questionando e questionado o mundo ao redor…é assim que evoluímos!!!! outra coisa…eu não tomo mais nada da alopatia…só em último caso…só uso homeopatia que me curou em meses da alergia q eu tive a vida inteira……

      • sandro disse:

        Acho q o Sr. não leu a matéria.

      • karina de andrade camargo disse:

        Você tem toda razão só qem tem TDAH desde pequena pode dizer sobre os beneficios de ser diagnosticada e tratada com a ritalina…. Antes existiam frustrações de não conseguir, hj tenho vitórias, pude ler livros, fazer cursos e etc… Me revolta ver pessoas falando e dirptando regras sobre o q nunca sentiram ou experimtram……aff

  6. Marcia disse:

    Concordo com a Ana Eltz…claro q a ritalina só deve ser usada com o acompanhamento de um psiquiatra, mas daí a concordar com esse artigo…tá longe!! Não estão fundamentados em nada sério pra escrever tamanha asneira.

    • sandro disse:

      Se por um lado, os que defendem o uso da ritalina, criticam a ausência de fundamentos na matéria, mesmo com a indicação da pesquisadora Maria Aparecida Affonso Moysés (uma da mais conceituadas do ramo), por outro lado, tbm não apresentam nenhum fundamento para embasar sua opinião, embora exijam a fundamentação da outra corrente. Dito pelo não dito não, ainda fico com a corrente embasada na pesquisa da brilhante Maria Aparecida Affonso Moysés.

  7. Fabio disse:

    …as pessoas hj em dia fazem de seu corpo um laboratório de pesquisas e testes de resistência, tomam energéticos com álcool, anabolizantes, drogas de todos tipos…não me surpreenderia com o fato de médicos indicarem drogas para crianças e os pais apoiarem sem ter o mínimo de info. sobre a substancia que a criança vai ser submetida…minha opinião é que criança não deve de forma nenhuma tomar medicação pra déficit de atenção ou hiperatividade…isso é insano!

  8. Francisco disse:

    Pesquisadora conceituada??? A Prof. MA Moyses nunca publicou um artigo científico sequer sobre TDAH em revista conceituada. Mistura preconceito com pseudociência… Se quiserem uma fonte que presta, leiam os artigos do Prof. Rohde (UFRGS), Prof. Polanczyk (USP), Prof. Paulo Mattos (UFRJ)…

    • sandro disse:

      Os que defendem são fonte que prestam e os que abominam não? Tenha paciência! Seja imparcial.

    • não sou da área médica, portanto não sei dizer quem é e quem não é “conceituado”, teria que pesquisar para saber. E um dos métodos é justamente esse: saber a quantia de livros, artigos e outros itens já publicados e ACEITOS pela comunidade científica. Repetindo: ACEITA pela comunidade científica. O que sei que em outros artigos, chamam ilustres desconhecidos de “mundialmente conhecidos” autores da minha área.

  9. RAFAEL disse:

    “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”
    hahahahahahahahaha isso que vc tomou é LSD minha filha não ritalina!
    Tenho 29 anos e tomo ritalina, regular ou esporadicamente, desde minha infância! dependendo da minha necessidade. Por experiencia própria e conhecimento de causa posso dizer que esse é o artigo mais estupido e tendencioso que eu ja vi! ritalina não causa dependência nem abstinência, muito menos da “barato” isso é ridículo!

    • sandro disse:

      E a gente percebe isso pelo conteúdo da sua resposta. Parabéns.

    • Dá barato sim que eu já tomei em festas e o efeito realmente lembra o da cocaína. Não estou afirmando que a ritalina seja derivada da cocaína mas foi o que senti.

    • Marcio disse:

      Marcio
      Concordo com vc Rafael, tenho um filho de 7 anos que foi diagnosticado defict de atenção através de varios relatorios com diferentes profissionais capacidados.
      O Neuropediatra professor da FAMERP receitou ritalina LA em dose branda 10 mg e é nitido a melhora do garoto…. antes eu não conseguia dialogar com o meu filho, ele era tão distraido q simplesmente não respondia as minha perguntas, estava longe mas longe mesmo….
      Agora percebo que ele tem mais interesse nos assuntos e faz as atividades com empenho e interesse.
      No blog do DR Drauzio Varella diz q o problema da ritalina é o diagnostico errado e o abuso do uso do medicamento,portanto não é a ritalina a culpada mas sim as pessoas q fazem mau uso dela.
      Abraços

    • Rita disse:

      É isso aí Rafael,só quem tem TDAH ou tem um filho com esse déficit sabe o quanto é difícil!!! Muito fácil falar quando não está inserido no contexto direta ou indiretamente ..Agora se tem gente doida usando pra fazer noitada fazer o quê??? Meu filho faz tratamento desde de 6 anos de idade com terapia e medicação.Não sou uma mãe ausente,meu trabalho é flexível e estou o tempo todo com os meus filhos ,participando de tudo.Tenho três filhos e o meu filho do meio tem TDAH ,como é difícil,pois sei o quanto ele sofre . Aí vem alguém dizendo que os pais dopam os filhos para resolver o problema ,pelo amor de Deus!!! Avisa então aos professores,diretores,inspetores escolares ,que eles precisam se especializar para saber lidar com as diferenças.

  10. arley disse:

    Quanta bobagem sem fundamento, que insulto às pessoas que se beneficiam da medicação, não é possível que se permita a publicação de um artigo tão desprovido de aprofundamento e pesquisa.

  11. Mauro disse:

    Se o pessoal aí de cima diz que não está viciado nesta droga, então pq usam? A psiquiatria é a maior piada da medicina. Fato: psiquiatras são os médicos que possuem a maior taxa de suicídio.

    • Marcelo disse:

      E sempre serão, pois cuidam de pessoas com transtornos emocionais…. Queria ver um estudo com números sem atendimento psiquiátrico. Piada? Longe disso, cada um sabe quais os benefícios que atendimento psiquiátrico pode oferecer, existem casos de fácil tratamento, igual ao meu que TIVE depressão e fui tratado com medicamentos por um curto espaço de tempo, mas também existem casos graves de difícil tratamento pois psiquiatria não depende só do médico, todos ao redor do enfermo devem se esforçar na busca de uma vida mais feliz e equilibrada, porém isto é difícil, dada a complexidade da vida moderna, possuímos um modo de viver paradoxal, precisamos de dinheiro e artifícios pista ser felizes, daí a psiquiatria, aqueles que eram eram marginalizados e taxados como vagabundos hoje possuem alguns chance de atingir produtividade e conquistas.
      Psiquiatria só não é ciência para aqueles que não entendem o objetivo da ciência: nos ajudar a viver dia após dia, com mais qualidade e menos frustrações.

  12. Leonardo disse:

    Faço uso do metilfenidato a 5 anos, aos 30 descobri que sou TDAH, hoje aos 35 vivo plenamente, faço projetos para o futuro e os cumpro, voltei a estudar, estou terminando a faculdade, fui promovido… antes dos 30 eu não tinha uma vida, hoje tenho. O metilfenidato não deixa a pessoa “zumbi” muito pelo contrário, nos deixa mais falantes já que diminui bastante a impulsividade e a vontade de falar coisas impertinentes ao momento, só quem se beneficia e começa a viver melhor com a Ritalina é que sabe e sente o que estou dizendo e quanto aos “conceituados pesquisadores” citados eu lhes pergunto: “Conversaram com algum TDAH pra saber o que realmente eram e o que se tornaram depois da Ritalina?” Com certeza não. Texto recheado de inverdades e escrito com um tom alarmante, toda criança viaja mas o TDAH nunca desce do avião.

    • Leonardo, não sei como era tua vida antes desses cinco anos, 5 anos! de remédios. Onde vc acha que isso irá parar??? Não sei o que vc chama de vida, mas o que tenho visto por aí, não é vida; é simplesmente deixar-se levar por uma sociedade doente.
      Como dizia Krshnamurti: não é sinal de saúde ser adaptado a uma sociedade tão doente como essa.

    • sandro disse:

      Leia a matéria amigo. Ele critica o uso do medicamento para crianças e não para adultos que recorreram aos remédios para solução da vida.

      • Ana M disse:

        porque criança pode ter a vida na escola torturada? Eu não faço ideia quantos anos você tem, mas pelo jeito o senhor não lembra que a escola pode causar muito stress, muito mais do que antigamente. Por que o remédio só pode ser uma solução para adultos?

  13. Isso mesmo Mauro… concordo. Se não são viciados, pq – como disse o astuto Rafael – toma desde criança e com 29 anos ainda continua tomando???? Que remédio é esse que não cura, mas torna a pessoa dependente a ponto de ter de tomá-lo por toda a vida. Toda a vida. Toda a vida… isso não é dependência????
    A indústria da droga, vulgo famacêutica, é uma das que mais movimentam dinheiro no mundo… é assim: a sociedade coloca pai e mãe para trabalhar, deixando os filhos em escolinhas (nas quais eles assistem a todos os filmes da disney diversas vezes), sendo alimentados com o que há de mais “fino” da indústria alimentícia.
    Em casa, mais televisão enquanto os pais discutem como pagar as contas e o que mais comprar…
    Aí os filhos começam a agir de forma estranha, não conseguem se concentrar, não mantém a atenção (a mesma que os pais não tem e que tampouco dispensam para os filhos…)…
    Então os filhos crescem desse jeito até que alguém da família sugere: que tal levar ao médico.
    Pronto. A calamidade está pronta: o próximo passo será a droga legal. Afinal, inventaram essa nova composição medicinal, então tinham de inventar uma doença para ela (se não, onde ficariam os lucros???).
    Lembrando que a ritalina funciona como a cocaína: a pessoa vicia, pois seus efeitos mentais criam uma ilusão de bem-estar muito maior do que enfrentar o mundo a sua volta (e quem não quer um mundo perfeito para si?). Tal qual a cocaína.
    Pronto… mais um zumbi saindo do forno.
    Assitam o vídeo do Ted de Sir Ken Robinson – A escola mata a criatividade. A partir do min. 14 – aproximandamente – fica muito interessante.

  14. Rafael Amaral disse:

    Muitos argumentos incongruentes sobre a ritalina, desde quando ser o segundo maior distribuidor mundial de ritalina implica ser um país com prescrição errada. Alegar precursora de câncer é ainda mais aberrante. Antes de continuar, convoco os espertos no assunto a verificar o real benefício do medicamento nas crianças. Inclusive a comparar as crianças sem ritalina e com ritalina, qual delas questiona mais? Qual consegue formular raciocínio lógico para elaborar questionamentos aprofundados?
    “Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona” Infelizmente houve equívoco do autor (Roberto Amado). Torço apenas para o mesmo atender e acompanhar um (somente um) paciente com TDAH ou qualquer patologia capaz de trazê-lo a realidade. Para confirmar o erro, basta digitar “Tratamento TDAH” em sites de busca de artigos como pubmed, bireme, scielo. Se não quer se dar o trabalho de pesquisar, pode simplesmente marcar consulta com uma Neuropediatra e perguntar sobre a experiência da médica.
    Entretanto o único argumento convincente é o uso indiscriminado em pessoas sadias. Vale lembrar os critérios diagnósticos para a doença, o que observo poucos conhecerem. Também merece nota, o uso abusivo em baladas, porém não compete a ninguém ficar discutindo o que cada um utiliza durante a noitada, a menos que a saúde deste implique prejuízo ao estado, o que não é o caso. Aliás, é melhor a pobre ritalina do que outros estimulantes como cocaína, heroína, crack, drogas com potencial para mudar o curso da pessoa, ao ponto de onerar os cofres públicos no tratamento do dependente.
    Ao colega Helio informo que a ritalina trata algumas das doenças ditas incuráveis, porém tratáveis, isso explica o fato do Rafael utilizar a droga há muito tempo e provavelmente utilizará por toda a vida. Sobre a comparação com a cocaína, alguns pontos são verídicos, como a tolerância (ao longo do tempo o medicamento deixa de fazer efeito na mesma dose, tendo que aumentá-la) e a dependência. Ja o vício e o fato de criar uma ilusão não fazem parte dos efeitos do medicamento. As pessoas não criam um mundo melhor, apenas conseguem elaborar caminhos pra resolver os problemas, pois o pensamento fica coerente.
    Embora muitos colegas levaram as críticas pro lado pessoal, espero que os próximos não prossigam, não vale a pena perder tempo com críticas uns aos outros. Porém reitero protestos de melhor análise, pois para se formar uma opinião é preciso avaliar ambos os lados, os do mau uso e os do bom.
    Basta de sensacionalismo!
    Rafael Amaral

    • Mari disse:

      Tdah não tem cura! Isso não é dependência, é necessidade de medicação. É o mesmo que um diabético que usa insulina, vai precisar usar para sempre.

  15. Camila disse:

    Dificilmente um dependente assume sua dependência!

  16. Martha disse:

    Esse é o típico comentário de quem nunca sofreu com o Déficit de Atenção, de quem não tem nem idéia do sofrimento que a doença traz. E Déficit de atenção nada tem a ver com “ser criativo e sonhador”, deficit de atenção é a incapacidade de REALIZAR o sonho.

  17. Adilson Soaes disse:

    Leonardo e Rafael:
    Tenho 63 anos de idade, e há muito tempo uso Ritalina. Concordo plenamente com vocês, pois é muito fácil criticar quando não se necessita do medicamento, ou não tem uma visão científica do mesmo.
    O que considero, sim, importante é a idoneidade e conhecimento técnico dos médicos que receitam psicofármacos para menores. É preciso diferenciar inequivocamente se o(s) caso(s) é (são) de tipo de personalidade ou transtorno psíquico.

  18. Andréa Xavier Souza disse:

    Este artigo, embora não traga referências científicas, é um artigo que traz sim uma reflexão sobre o uso abusivo e sem critérios de medicamentos na atualidade. É fato que mais de 70% de encaminhamento de crianças para clínicas psicológicas e demais serviços de saúde são realizados por queixas como indisciplina, hiperatividade, dificuldade de aprendizagem, déficit de atenção, etc…e na maioria das vezes estes encaminhamento não são coerentes, a criança não tem problema algum, trata-se de uma criança que naturalmente quer espaço para falar e brincar, mas se isso incomoda, logo se “patologiza” o comportamento. Hoje em dia é medicamento pra tudo, para acordar, para dormir, para ficar alegre…enfim…a nossa subjetividade está ficando em segundo plano, nossa capacidade de lidar com as adversidades é enclausurada e contida pelo medicamento que pode até abafar os sintomas, mas não cura. Logicamente que temos que saber relativizar as informações deste artigo, não podemos generalizar, pois indiscutivelmente o medicamento muitas vezes é necessário, porém o uso e a forma como ele é prescrito e ministrado atualmente é que deve ser repensado. Não podemos nos habituar a viver e a “funcionar”, a exercer nossas capacidades cognitivas e emocionais somente a base de medicamento. Conheço casos que quando se faz uma avaliação mais contínua e se considera todo o contexto em que a criança está inserida, observa-se que o “problema” não está necessariamente nela, mas é causado por variáveis externas ambientais e sociais. Logicamente que aquelas pessoas que precisam realmente da medicação, e tal medicação foi prescrita respaldada em criteriosa avaliação das queixas apresentadas é outra história. Outra coisa, devemos ter cuidado ao buscar certas causas para determinados comportamentos e sentimentos em bases puramente genética e biológica, o ser humano é deve ser visto em sua integralidade enquanto ser biopsicossocial.

  19. Bruna disse:

    Vocês de certo tem problema para interpretar texto… O texto diz que deve-se ter um maior controle na indicação deste “medicamento”, já que está sendo receitado de vento em popa! Afinal, trata-se de uma doença, e não da hiperatividade comum de uma criança! Prestem atenção no mundo em que vivem! Esta substância de fato os deixou mais frios mesmo, e com uma vontade enorme de criticarem desta forma um trabalho tão bem-feito, e com ótima intenção. Parabéns ao site e aos criadores desses maravilhosos artigos!

  20. Ivana disse:

    Cada um tem a liberdade de cuidar da própria vida do jeito que achar melhor. Com ritalina , sem ritalina, porque câncer, alzheimer, parkinson e outras todos que viverem por muito tempo estão propensos a ter.
    Algum de vcs já tiveram a oportunidade ou a curiosidade de visitar uma casa de repouso geriátrica?
    Então meus caros, vivam o melhor que puderem!

  21. carina disse:

    Ridiculooooo essas bobagens escritas …..totamente sem noção…..meu filho usa ritalina ha dois anos e nao emagreceu nao perdeu apetite nao tem problemas para dormir. E qdo o medicamento esteve em falta meu filho nao teve crise nenhuma repito NENHUMA DE ABSTINENCIA portanto é ridIculooooo o artigo.

  22. Cinthia disse:

    Quanta asneira..”A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções.” Quem toma ritalina fica focada, melhora o relacionamento social (pq geralmente quem tem TDAH toma atitudes sem pensar), abre mais a mente.. não fica “um robozinho sem emoçoes”..muito pelo contrário, consegue lhe dar bem com as próprias emoções que antes não conseguia.. se isso e as outras besteiras que eu vi acontecem, é pq o diagnóstico provavelmente não foi correto. Aí a culpa é de quem nesse caso?

  23. Thelma Regina Rossa disse:

    Como professora vejo algumas opiniões acima incoerentes como muitas de meus colegas de trabalho e da sociedade em geral acerca do TDHA. Além do desconhecimento do diagnóstico, dos sintomas, e a prescrição a revelia dos médicos, tanto da ritalina, quanto agora da risperidona.De fato, em alguns casos, a interação medicamentosa se faz eficiente, em outros dispensável, tornando-se necessária uma intervenção psicoterapêutica. Dentro dessas mentes agitadas e sonhadoras, como o próprio artigo se refere, vários gênios e artistas da História se destacaram, mas muitas vezes foram alvo de preconceito. Observem o vídeo do Fórum Mundial (http://forumnacionaltdah.com.br/), e vistam a pele de um hiperativo, para depois falar se devem ou não tomar remédio, e outras coisas sem fundamentação teórico-prática.

  24. Grazi Miranda disse:

    Eu já cansei de tanto discutir sobre isso com família, amigos e escola. Quem vive com o TDAH em si ou em um filho como é o meu caso não tem dúvidas de que este texto está totalmente errado, esse foi o pior de todos que já li. Já sofremos preconceito o suficiente, não precisamos de mais este monte de merda.

  25. TOMAS TURBANDO disse:

    VC ESTA DEFECANDO PELA BOCA!! COMO DIRIA NOSSO AMIGO GIL AWAY!!! REMÉDIO NENHUM É COISA BOA! SEMPRE MELHOR TRATAR QUALQUER PROBLEMA DE FORMA NATURAL, POREM EXISTEM NIVEIS DE PROBLEMAS QUE NÃO PODEM SER RESOLVIDOS DE FORMA HOMEOPATICA OU NATURAL E QUEM PODE INDICAR OU CONTRA INDICAR QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES PARA ESSES PROBLEMAS SÃO MÉDICOS E NÃO BLOGUEIROS!!! PELO AMOR DE DEUS VÃO ESCREVER SOBRE COISAS DE SEUS CONHECIMENTOS E NÃO FICAR DANDO OPINIÕES LEVIANAS SOBRE PROBLEMAS QUE VC NUNCA PASSOU!

  26. Luiz Inglês disse:

    Li uma reportagem há um ano atrás, do médico inventor da Ritalina. Ele, em seu leito de morte afirma para sua assistente/biógrafa que foi contratado por um grande laboratório para criar vários laudos falsos sobre os efeitos e resultados da nova droga. Ele confessa que se vendeu e por muitas décadas defendeu o “medicamento”. Obviamente em troca de muito dinheiro. Em seus últimos momentos ele se arrepende (medo do Papai do Céu?) e entrega toda a tramoia…

  27. Kenia disse:

    Desejo a essa pessoa que escreveu este artigo que tenha pelo menos 3 filhos com TDAH!!!

    • Kenia, com certeza ele não os terá. Primeiro pq maldição de gente ruim não pega e depois pq com certeza, já pelo teor do texto publicado pelo Roberto, ele não deve ser uma pessoa que se enquadre na sociedade assim como os pais se enquadram, deixando crianças desde cedo sem cuidados paternos e maternos, entregando-as para escolinhas, entupindo-as com presentes, não exigindo nada delas. Esse é o começo da tdah. Não é outra coisa.

      • ana carolina disse:

        Filho com tdah é maldição? Era só o que me faltava ver nessa vida… quer dizer q o tdah é culpa de uma criação? Isso mostra a sua falta de informação. .. é um problema fisiológico, olha um cérebro de uma pessoa sem e com tdah , ah e também pode ser hereditário. Se informem.

    • Tenho um amigo que diz que os pais criam os filhos para temerem perder o que possuem e não para serem felizes com o que têm. Isso é o começo desta doença.

    • sandro disse:

      Quanta maldade no seu coração Kenia. Desejar mal as pessoas não é o melhor caminho, ainda mais qdo o mal desejado atingirá 3 crianças. Acredito, sinceramente, que a Sra. apenas disse isso da boca pra fora. Deseje que, caso ele esteja errado, que reveja seus conceitos e os altere, buscando desfazer o erro em busca do acerto. Pagar o mal de alguém desejando mal a outrem, na minha opinião, se equipara e, então, o erro dele, está justificado no seu e vice-versa.

  28. Até parece que, quando sai um artigo sobre ritalina, só existem portadores de TDAH comentando. O questionamento foi sobre pessoas que empurram a ritalina em crianças saudáveis e as deixam com dependência química – há estudos comparativos entre os EUA e países na Europa, mostrando o super diagnóstico em crianças.
    http://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/
    http://www.viomundo.com.br/entrevistas/heloisa-villela-normal-na-franca-doente-nos-estados-unidos.html
    Ninguém está negando a necessidade do medicamento para alguém REALMENTE doente – mas para a doença não existe só o tratamento medicamentoso: terapia é essencial para o controle dos sintomas. Já conheci casos de gente absolutamente normal que tomava ritalina para estudar. Gente que dava remédio tarja preta pra criança dormir. Isso chama preguiça.

  29. Gabriel Ramires Peixoto Reis disse:

    Acho que cada caso é um caso. Na minha vida escolar, principalmente na passagem do ensino fundamental para o ensino médio, tive muita dificuldade em realizar atividades que necessitavam de muita concentração. Uso o remédio na minha vida acadêmica, e na falta dele não sinto nem uma abstinência, as vezes até evito de usar! Mais o que no futuro terá que ser melhorado é o esclarecimento aos usuários, uma pessoa que faz uso em festas e sai beijando todo mundo, com certeza não é um efeito do remédio. Mais sim a própria vontade da pessoa!

  30. Mariana disse:

    Droga legal que ameaça o futuro? A única coisa que ameaça o futuro é ver a falta de informação e a falta de compreensão das pessoas. Não importa em que pesquisas ou artigos essa matéria foi baseada, ela é absurda, a começar pelo título. Assustar as pessoas e enchê-las de baboseiras só vai deixar nossa sociedade cada vez mais alienada.
    Primeiramente, se uma parte do problema está no diagnóstico errado então por que vcs não questionam os profissionais que cometeram o erro? Erro médico deve ser inaceitável, não importa o tamanho desse erro.
    Depois, quero que saibam que nenhum psiquiatra obriga a pessoa com tdah a tomar remédio. O remédio é uma das opções de tratamento, mas não é a única. Se vcs não concordam com o remédio pq preferem outros métodos é uma opção de vcs. Porém, vcs nunca saberão a diferença que o remédio faz na vida de uma pessoa com tdah. Se ele não cura, é pq o tdah é uma disfunção do nosso cérebro e não tem como curar isso. Assim como o esquizofrênico, o bipolar e o depressivo tomam remédios e, provavelmente, terão que tomá-los a vida toda, nós também poderemos, se quisermos.
    Não existe dependência, o problema é que a sociedade não nos aceita do jeito que nós somos e só quem tem tdah pode entender o que eu estou falando. A sociedade não aceita os diferentes, ninguém tem paciência e não há espaço para sermos como somos. Se esse remédio foi feito para ajudar quem tem tdah, ao mesmo tempo ele foi feito porque a sociedade não nos aceita. O remédio só traz benefícios e continuamos tomando ele não pq somos viciados, mas pq ele é o único que consegue de fato nos ajudar. Ele que dá o “empurrãozinho” que a gnt precisa.
    Ninguém tem paciência pra ensinar o outro, todos gostam de tirar sarro daqueles que “viajam”, então só continuamos tomando pq ele nos faz sentir bem. Sentir bem pq é com ele que conseguimos ler um texto até o final, é com ele que conseguimos organizar nossos pensamentos, é com ele que conseguimos focar em cada tarefa, é com ele que ficamos tranquilos. Sim, as vezes até eu me incomodo com minha própria agitação. TDAH deve ser entendido e aceitado pela sociedade. Ninguém é obrigado a concordar com remédio, mas ninguém nos obrigou a tomar, é uma escolha de cada um. Quem não tem tdah pode ter sua opinião, mas nunca coloque como certa pq vcs não fazem ideia do que é ser tdah. Por ser um problema visto como “não tão grave” ele foi banalizado e matérias como essa só nos fazem ver que as pessoas ficam cada vez mais desenformadas. A mídia adora colocar a ritalina como vilã, mas sempre cita os diagnósticos errados. Façam uma matéria com pessoas que tiveram o diagnóstico certo, perguntem como a vida delas mudou. Trata-se de crianças? Então perguntem para as crianças com tdah a mudança que o remédio fez na vida delas, pergunte para os parentes dessa criança, para os professores. Não faz sentido falar de diagnósticos errados, isso é óbvio, uma coisa que vc não precisa nunca vai te fazer bem. Mas pra quem precisa, pode ter certeza que o remédio faz diferença pq ele é o que realmente nos ajuda quando nós perdemos a fé em nós mesmos. Vocês que não tem tdah nunca vão entender o que a gente passa, mas peço que parem de dizer coisas ridículas e dificultar ainda mais a nossa inclusão. Por fim posso afirmar que a ritalina não inibe criatividade nem liberdade. Pelo contrário, ela nos ajuda a organizar nosso pensamento, deixando os resultados cada vez melhores.
    Fiquei instigada ao ler o texto, não é a primeira vez que vejo isso. Porém, fico triste e revoltada por ler os comentários das pessoas, pois, no fundo, eu tenho a esperança de que um dia poderemos ser compreendidos, ou pelo menos, ter a liberdade de fazermos o que é melhor para nós sem sermos criticados.
    Se a sociedade não nos aceita é pq existem pessoas como vcs, que querem colocar um remédio como vilão para “esconder” o próprio preconceito. Infelizmente o preconceito não tem cura, nem remédio, mas o tdah tem e não tomamos para nos curar, tomamos para nos ajudar. A ritalina não faz milagre, deve haver muita força de vontade. São pessoas como vcs que inibem os nossos futuros questionadores, não o remédio. A grande ameaça do futuro são pensamentos tão fechados como esses…

  31. veridiana disse:

    Esse artigo foi escrito com base de qual fundamento … nao se tem dados real sobre esse efeito que se descrevem. Meu filho hj com nove anos desde os tres anos de idade e acompanhado por psicologas, neuropediatra onde ao sete anos foi diagnosticado o tdah e toma ritalina onde ele consegui a concentração .. nao existe esse efeito “zumbi” pois a crianca continua pensando e interagindo normalmente com os demais … antes de fazer um artigo desse nivel procure fontes confiaveis e depoimentos de quem realmente faz uso da medicação com acompanhamento medico.

    • sandro disse:

      Aos 40 anos seu filho voltará aqui pra dizer que toma desde 3 anos e vive muito bem, está ótimo, não sente abstinência, q não pensa em deixar de usar e etc. Pergunte a neuropediatra se ela receita para o filho (a) dela. Pergunte a qualquer médico que receita esse medicamento a uma criança, se ele receita para seu filho, sobrinho ou outro ente querido?

      • marcelo disse:

        ô, meu caro Sandro, chega a dar dó do seu comentário. um desrespeito com aqueles pais, como a Veridiana, que buscam ajudar seus filhos que tem disfunções cognitivas reais. se for preciso tomar a medicação a vida toda para ser feliz, paciência, uai! Mas com certeza isso tudo é muito distante da sua realidade. Sorte sua.

        • sandro disse:

          Marcelo, não sei pq vc sente dó do meu comentário, sinta dó da criança que toma o remédio. Tratar crianças com ritalina é opção e não obrigação. Há outras opções de tratamento de um problema cujo laudo é discutível. Para muitos, TDHA é um problema criado para venda de remédios e a criança é vítima desse sistema selvagem que almeja apenas lucro. Se o que eu disse casou espanto ao Sr., veja relatos acima de pessoas que tomam medicamento há mais de 20 anos e não são viciadas, não setem falta, não saem do normal, enfim, mas não conseguem abandonar o remédio. Sou dos anos 70, época em que havia engajamento dos professores, dos pais, enfim, da sociedade como um todo, e nenhum amigo meu (embora alguns pudessem hoje ser “diagnosticados” com TDHA), tomaram remédio para esse tipo problema e todos estão bem encaminhados, felizes e levam vida normal e sem remédio. A questão é: na minha época não havia TDHA ou as pessoas que lidavam com as crianças tratavam o problema de outra forma? Pense nisso! Remediar não é a única solução.

          • marcelo disse:

            Sandro, entendo seu ponto de vista e concordo com ele. Acho que você colocou de uma forma muito clara e equilibrada agora. Então só ficou pra trás um pequeno ponto de discórdia, que é mais ou menos o seguinte: realmente o diagnóstico é discutível e tratar com medicamento é uma opção. Mas em alguns casos, para certas famílias, a opção vai cada vez mais se afunilando e o remédio é a decisão. Acho que essa decisão não é fácil, então não dá pra ficar, pela internet, julgando as escolhas de cada pai e mãe. Achei que sua resposta tinha sido descuidada no sentido de criticar a escolha daquela mãe. Não podemos, aqui de longe, dizer que dar o remédio é mais nocivo do que não dar. Não sabemos, em cada caso, os efeitos negativos de uma disfunção específica. As vezes, como vemos pelos depoimentos aqui, o remédio ajuda as pessoas a viverem melhor. Não por trazerem uma sensação qualquer boa, como a de uma droga como o álcool. Mas sim por lhes permitir se organizar e entrar em contato com o mundo. Poder fazer isso é realmente importante!
            A propósito, no caso de minha filha, uma neuropediatra e uma psiquiatra, ambas de renome, recomendaram medicação. Mas nossa escolha não foi essa: optamos por não medicar e iniciar um tratamento por psicanálise. Está indo muito bem. Fizemos a escolha certa. Mesmo assim acho que existem casos e casos e é difícil (ou errado) julgar.
            obrigado!

    • ana carolina disse:

      Concordo com você , escrevi esse texto sobre essa matéria, se puder dê uma lida 🙂 http://chateauofdreams.blogspot.com.br/2013/12/tdah-esclarecendo-algumas-asneiras-ditas.html?m=1

  32. Patricia Soares disse:

    Contra os fatos não há argumentos. As substâncias estão presentes neste medicamento, isso ninguém discute não é? Se este seria o medicamento indicado para as pessoas (crianças) que REALMENTE tem TDHA eu não sei, alias o diagnóstico é discutível. Também acho que a indústria farmacêutica já mostrou sua cara muitas vezes, e é muita inocência ou alienação ou irresponsabilidade não pensar nisso. Alguém tem dúvidas sobre os alertas do FDA? Acho que não. Vi o texto como uma chamada para reflexão, as pessoas podem concordar ou não, e expor seus argumentos, a mesma altura é claro, mas o que li acima foi respostas histéricas em Caps Lock, ofensas pessoais a pessoa que escreveu o texto, desculpem, mas parece coisa de gente viciada ou irresponsável mesmo.

  33. Reginaldo disse:

    Não entendi esse artigo! ou estou com muito sono, devido a hora, ( 02:00 hrs ) ou estou ficando louco, ou quem escreveu esse “estudo” ta mais doidão que o Maradona!!! na primeira parte da matéria diz que o uso da ritalina faz com que a criança sossegue e provoca efeito Zumbi, ai no final diz que o mesmo medicamento da a sensação de “estou podendo” raciocínio rápido, capacidade de várias atividade aumento de animação, e estimulo sexual…AFINAL sapoha da BARATO ou da BOBEIRA???…coerência nos argumentos de vez em sempre é bom né galera???

  34. Entrevista muito lúcida, de gente que conhece:
    “Cida Moysés – Um levantamento de 2011, publicado pelo equivalente ao Ministério da Saúde nos Estados Unidos, envolve uma pesquisa feita pelo Centro de Medicina baseado em Evidências da Universidade de McMaster, no Canadá, que analisou todas as publicações de 1980 a 2010 sobre o tratamento de TDAH. O primeiro dado interessante foi que, dos dez mil trabalhos que provaram que o metilfenidato funciona, é seguro, apenas 12 foram considerados publicações científicas. Todo o resto foi descartado por não preencher os critérios de cientificidade. Esse é um aspecto muito importante. Dos 12 trabalhos restantes, o que eles encontraram foi que a orientação familiar tem alta evidência de bons resultados, e o medicamento tem baixa evidência. Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la como lidar com essa criança. Além disso, os dados dessa pesquisa sobre rendimento escolar foram inconclusivos, assim como não há nenhum dado que permita dizer que melhora o prognóstico em longo prazo. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada.”
    in: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro

  35. VIEIRA disse:

    não li o ARTIGO, Mas pelos comentários acho que fiz bem nem perdi meu
    tempo.

  36. Existem sérios motivos para preocupações. O artigo levanta alguns temas importantes.
    Este artigo pode contribuir para o debate:
    Déficit de atenção – TDAH – diagnósticos errados, excesso de medicação – futuros comprometidos
    http://www.psicologiaracional.com.br/2011/05/deficit-de-atencao-tdah-diagnosticos.html

  37. Matheus Castro disse:

    Esse artigo vai do nada pra lugar nenhum. Artigo? Artigos são baseados em fundamentos científicos. Isto é apenas palavras aleatórias juntas de alguém que aprendeu o alfabeto.

  38. Marah disse:

    Pensem bem antes de colocar um filho no mundo, pq a industria e cruel, o pais e cruel, a sociedade em si em cruel…todos visam o lucro! E a maioria das familias se formam apenas para cumprir um protocolo imposto pelos outros…aparencia, imagem de solidez emocional, mas que na realidade as criancas, em sua maioria, sao deixadas de lado, ao Deus dara, e os pais resolvendo os seus problemas com elas atraves da junk food, psicologos, medicos, vídeo games, remedios e muita, mas muita televisao com canais inapropriados. Na minha epoca, pais educavam, eram presentes, tinha regra para tudo e se aprontava levava castigo sim! Nao morri, sou honesta, trabalho, nunca me envolvi c/ drogas e tomei muito chazinho do vovo. Amor, presenca e equilibrio e o que falta aos pais e toda a sociedade em relacao ao futuro de nossas criancas. Falei!

  39. Diego disse:

    Nada sai do lugar – por um lado pessoas questionado o teor científico da uma análise psicológica, pelo outro lado pessoas criticando abordagem somática precipitadas. Como Marx comentou : a história nunca se repete, primeiro acontece como tragédia, depois como farsa. Vejo resquícios de maus entendidos criados no século XX com a criação da psicanálise e a abordagem psicossomática. Infelizmente parece que esta faltando conhecimento histórico e filosófico pra galera. Microfísica do poder de Foucault cairia bem.

  40. Marcelo Agra disse:

    Um monte de mentira atrás da outra! O que querem com isso? Por que questionar essa medicação? Qual o interesse daquelas pessoas que divulgam esse monte de bobagem?

  41. Grazy Goulart disse:

    Exageros e exageros… Vamos ser honestos, as pessoas que tem diagnóstico, BEM FEITO E CORRETO de TDAH, não tem esse comportamento né gente, pensamendo livre, idéias diferentes, discordam e blablabla… na verdade eles nem param pra nada.. vamos ser honestos, ou melhor, para para coisas que consideram interessando, e na escola, lugar onde precisam se concentrar, as vezes é necessário, mas como digo sempre, precisa ser assiciada a terapia para que o uso com o tempo se torne dispensável.

  42. Laiane Avila disse:

    Falar sobre aquilo que a pessoa não tem experiência, nem especialização no assunto, isso se chama: Falácia. Tá chovendo falácias aqui. Se a gente não tem pesquisa, provas e argumentos suficientes, não adianta vir aqui construir textos e querer dar lição. O melhor é pesquisar sobre e não querer dar uma de “eu falo, eu mando, eu sei e o resto é o resto” ‘-‘ poxa gente…

  43. vizinhadealguemsonia disse:

    Tanto comentário absurdo.
    1º… o artigo não tem de estar bem fundamentado. Penso que esta página é uma espécie de blog. Tenham paciência. Se querem artigos com fundamento, procurem.
    2º… Em lugar nenhum do artigo é dito que essas doenças não existem. Claro que existem crianças com défice de atenção e hiperatividade, mas não nos nrs absurdos que são diagnosticados nos dias de hoje.
    Na verdade, perdem todos. Perdem as pessoas que não têm o problema e tomam a medicação desnecessariamente, perdem as pessoas que tomam e precisam, mas que deixam de ter credibilidade e perdem os profissionais que receitam.
    E aqui ninguém está chamando os médicos de incompetentes. Os pais quando encaminham os filhos no médico dizem o que querem… se tiverem de dizer que o filho é chato, não pára um segundo, não pára de falar, não tem atenção para nada, etc, etc,, o médico vai acreditar.
    Vocês que falam tanto em credibilidade do artigo e que estão dizendo que ela pensou “sou melhor que os outros médicos” das duas uma: ou não entendem português, ou não lerem até ao final.
    Olha só: “O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam.”
    Tenham um bom dia e leiam mais sobre o assunto.
    De PT

  44. Karina disse:

    Ao ler os comentários e notar, espantosamente, que a MAIORIA defende o uso de Ritalina me deixou um pouco assustada. Mas logo me relembro que a Indústria Farmacêutica e principalmente a política tem interesses em fazer essas crianças pararem de questionar! Principalmente quando falam sobre os benefícios deste remédio. É isso ai gente, parabéns, vocês estão totalmente iludidos. O fato é, a porcentagem de crianças que realmente possuem um problema neurológico é quase minima comparada com a porcentagem que é apresentada hoje em dia! Todos estão tão preocupados com o próprio umbigo que não tem mais tempo para educar as crianças, com ritalina é muito mais fácil, é um comodismo. (Podem ter certeza que nós, que argumentamos contra o uso, obtivemos embasamentos teóricos, estudos, graduação e muita pesquisa relacionada ao assunto. Eu por exemplo sou recém graduada em Psicologia com estágio na área educacional.)

  45. DIREITA JÁ ! disse:

    Antonio Gramsci esta dançando como uma PUT4 no tumulo nesse exato momento e os demais comunistas rindo a toa!

  46. Pronto Karina, vou parar por aqui. Gostei de seu parecer. Sintetizado. Acima tem também opiniões sensatas, já outras tem até com baixarias. Parece ser mais preocupante que médicos, professores, psicólogos e pais se tornem dependentes da droga para exercerem ( ou se omitirem ) seus papéis.

  47. Mauro disse:

    Mariana, sua resposta foi sensacional. Tb acho que o autor exagerou muito!
    Sandro, você está completamente equivocado ao afirmar que os médicos não receitam esse medicamento para seus filhos, sobrinhos etc… Sou TDA, só não sou hiperativo, meu pai é psiquiatra e me receitou a ritalina, tomei durante um ano, e é impressionante como esse medicamento me ajudou em minha organização, nos estudos e na concentração. Passei há dois anos no vestibular pra medicina… e desde então parei com o medicamento, aprendi a me me concentrar mais para estudar, me disciplinei e não tive abstinencia qdo parei. O único efeito colateral que tive foi um pouco de dor de cabeça nas primeiras vezes que tomei.
    Só quem tem TDA ou TDAH sabe o que eh ouvir piadinhas dos outros por causa da sua “desatenção” e ter que aguentar a falta de paciência dos mesmos.

  48. Tomei ritalina por 2 meses, e to passando por uma crise de abstinência que pelo sintomas ta sendo pior que um ( delirium tremens ) tomei pra estudar pra concurso, e não posso negar que ela é totalmente excelente para o estudo, mais é uma droga como qualquer outra e seu uso regaça o organismo, não o uso mais sim a falta que ela faz.

  49. Lene disse:

    Olá… li o artigo e respeito todas as opiniões, na minha simples opinião o ritalina é um mal necessário para pessoas diagnosticadas comprovadamente com TDHA, digo por ser tia de uma criança q esta completando 10 anos e já reprovou 2 vezes e pode ser q este ano reprove novamente, e não é questão de burrice, falta de vontade ou qualquer outra coisa, sempre estive presente e acompanho de perto a dificuldade de aprendizado dele e de concentração, minha irmã lutou muito contra esta ideia e demorou pra aceitar que ele teria q ser medicado todos os dias. Ele passou por muitos neurologistas, muitos exames e todos categoricamente deram este diagnostico TDHA…. Sou super a favor de todos que tem esta doença façam uso do medicamento, percebo em meu sobrinho q ele não é dependente, pois nas férias e final de semana ele não toma e não fica “doidão”, e na escola a pedagoga e a professora já fizeram declarações de que é nítida a diferença de uma criança com TDHA q toma o remédio e a que não toma.
    Ele é uma criança super normal, cheia de idéias, sonhos super e extremamente falante, isto prova q o medicamento não deixa ele um zumbi.

  50. Já passou da hora de Brasileiros se informarem melhor sobre esta e outras drogas. Existe um banco de dados GIGANTE que mostra casos de violência (homicídio, chacina ou suicídio) em que o autor do crime tomava remédios pra cabeça. Procurem “SSRI stories”. E se souber inglês vai achar ainda uma porrada de material sobre isso lá fora.

  51. fabioghru disse:

    Me obrigaram a tomar ritalina na infância, graças eu fui contra todos neguei-me a tomar depois de um determinado período.Enquanto “medicado” me sentia estranho, ansioso e angustiado, não era eu perdera minha personalidade e minha maneira de ser ja sentia tudo isso que esse artigo descreve. Um grande problema esta no próprio diagnóstico precoce: déficit de atenção, depressão, transtorno obsessivo compulsivo e por aí vai. O ser humano é um ser complexo e único. Existem mil maneiras de tratar e entender cada individo ao invés de nivelar por baixo e enfiar medicamento, isso pra é mais uma maneira de massificação. Ainda bem que os estudos e a psicologia moderna tem evoluído alguns conceitos e dogmas antigos e nos mostram os males desse tipo de equivoco e de como é importante e vital o processo de individualização e entendimento de você e do mundo.
    Sem mais…

  52. Luciana Rodrigues disse:

    Eu e minha filha (35 e 11 anos)somos medicadas com ritalina a um ano e meio…Sabemos exatamente os beneficios existentes,afinal depois de concluir o ensino médio com muitas dificuldades nunca consegui estudar,a partir do tratamento,ingressei na universidade…No decorrer desse ano e meio já ficamos por duas vezes sem a Ritalina por um periodo,e sinceramente não tivemos nenhuma crise de abstinencia…E sobre a criança ser menos questionadora, no caso da minha filha não precede a informação..Isa consegue se concentrar mais em suas lições e tem ótimos questionamentos como sempre teve.
    Pra mocinha que sai na noite beijando todos e enlouquecendo geral,faça o favor de assumir suas vontades e seja responsável por seu comportamento,não responsabilize um medicamento tomado na hora e de forma errada, por aquilo que voce faz…
    Depois de décadas de pré conceitos com relação ao meu comportamento (doidinha,atrasada,distraida e muitos outros adjetivos),consegui descobrir que precisava de ajuda extra..Dra. Tatiana Freire Barbosa foi meu anjo,me guiando pelos caminhos que deveria trilhar pra que minha filha não traga a bagagem pesada que precisei carregar até aqui por não conseguir me concentrar em NADA do que fazia…
    Hoje tenho uma vida diferente…Consigo pensar em uma coisa de cada vez e concluir oque começo,simplesmente me sinto normal como há muitos anos gostaria de me sentir….

  53. João disse:

    Este texto é tão contraditório. É o problema das Pertubações que só são evidentes através do comportamento: toda a gente acha que sabe muito sobre elas. O TDAH (em português do brasil) ou ADHD (em inglês) ou PHDA, em português, é uma Pertubação de Hiperactividade e Defice de Atenção. A hiperactividade existe pelo defice de atenção. Ora o metilfenidato é um psicoestimulante (como bem refere o artigo). Ou seja, tem um efeito positivo ao nível das funções executivas, nomeadamente a atenção. Isto permite que a criança esteja mais concentrada. Claro que fica mais calma, mas apenas porque está mais eficiente. E se lhe for pedido que faça alguma actividade motora, de certeza que será muito mais proeficiente (o movimento consciente é isso mesmo, consciente, logo pensado…para haver pensamento tem de haver foco). Isto é tudo menos efeito zombie. Quanto à criatividade, não percebo onde há criatividade numa criança que está sempre a perder o foco de atenção e nem sequer consegue acabar uma tarefa.Mas imaginando que até havia criatividade, seguindo a mesma linha de pensamento, então também se deveria de deixar de dar antipsicóticos aos esquizofrénicos… Claro que a Ritalina não cura nada. Mas é crucial para que se possam implementar outros processos terapêuticos. E, ao contrário do que diz o texto, reduz, ainda que indirectamente, a tendência para situações de risco.

  54. LPDR disse:

    Sou TDAH desde criança, e nunca havia tomado Ritalina. O que este artigo diz é real sim, pelo menos para mim, fui receitado Ritalina depois de adulto, me senti muito bem nos primeiros meses, mas depois que a bad trip chegou o negócio ficou dark, perdi o gosto pela vida, virei automático, era como um zumbi mesmo, e tive uma depressão profunda, muita tristeza, sendo que sempre fui muito feliz e sorridente, já não via mais graça em nada das coisas que gostava… acabei por largar essa droga por conta própria, pois não aguentava mais, se eu continuasse, acho que teria me matado, tudo era escuro, tudo era horrível, hoje estou livre, continuo sendo desorganizado, mas sou muito mais feliz sem a Ritalina.

  55. Chales disse:

    “Alcool, a droga legal que ameaça o futuro”
    “Cigarro, a droga legal que ameaça o futuro”
    “Calmantes, a droga legal que ameça o futuro”
    “anti depressivos, a droga legal que anestesia as pessoas da realidade”
    Devo continuar? qualquer remedio mal receitado é um perigo.

  56. Paula temudo disse:

    Nunca li tamanha imbecilidade. Efeitos de privação? Por favor. Concondo, no entanto na sobreprescrição.

  57. fabioghru disse:

    LPDR existem florais e tratamento por homeopatia que ajudam muito no foco e atenção sem os efeitos colaterais pesados de uma Ritalina. Existem também psicólogos especialistas em déficit de atenção que fazem exercícios específicos para atenção, foco, organização espacial e planejamento. Ajudam a conectar neurotransmissores a criar conexões antes inexistentes no cérebro de um DDA. É sabido hoje que nosso cérebro não para de fazer novas conexões. Acho a junção perfeita homeopatia e esses profissionais.
    Pra mim funcionou muito.

  58. MR disse:

    O artigo trata de um problema real: prescrição indiscriminada para crianças. O problema é que ele se focou em demonizar a droga, não a má prática.
    Como em qualquer condição, é necessário o **correto** diagnóstico, prescrição e dosagem da medicação necessária.
    Quem é TDAH, como eu (tenho 40 anos), sabe a dificuldade que é conviver com os problemas causados pelo transtorno. O caso mais simples e bobo: participar de uma reunião e “se perder” por 30 segundos por causa de um ônibus que você viu pela janela. Nisso você perde o fio da meada e já fica inseguro durante o resto da reunião, temendo fazer algum comentário ou pergunta que já foi feita. Outro é terminar o dia com 15 rascunhos de e-mail que foram começados mas nunca terminados.
    O primeiro “medicamento” é informação. Ler muito material de referência (há bons livros e sites de entidades sérias) e prestar atenção em si mesmo para saber o que é real para você e o que não se aplica.
    Com um pouco de auto-consciência é possível desenvolver truques que neutralizam sem medicação vários dos problemas. Alguns exemplos são conscientemente sentar de costas para a janela no trabalho ou em reuniões, deixar as coisas importantes visíveis ou no caminho (minha carteira fica no chão da sala, perto da porta) ou usar e abusar de tecnologia, como aplicações (celular, computador, etc…) que trazem o que é importante novamente para o foco da atenção.
    Mas dependendo da severidade do transtorno na pessoa, há limites do que é possível apenas com recursos próprios.
    A introdução da Ritalina (na verdade do Concerta, mesmo princípio ativo mas numa cápsula diferente) na minha vida há quase 2 anos atrás foi um processo de um ano, com o médico ajustando a dose e incluindo períodos de “abstinência” para calibrar o que eu precisava. Com isso achamos a dose que é suficiente para me ajudar naquilo que não consigo resolver sozinho sem me deixar um zumbi (achamos a dose certa quando em um dos ajustes eu notei o “zumbismo” e voltamos ao patamar anterior).
    Uma coisa importante é que TDAH não tem cura. É uma condição instrínseca, como uma miopia, um defeito de fabricação. A Ritalina funciona como um óculos para o míope: enquanto está no rosto ele “temporariamente” cura a miopia. no momento que você tira, a pessoa volta a “sofrer” do mal.
    Voltando ao caso das crianças, o problema é que elas não têm a consciência para desenvolver e aplicar os “truques”. Pais com ânsia de soluções rápidas e fáceis vão tender a pedir “um remédio qualquer que sossegue a criança” quando deveriam avaliar como ensinar a criança a conviver com a condição.
    Sou uma pessoa de sorte porque na minha carreira profissional (gestão de crise e ambientes caóticos) vários dos “problemas” do TDAH na verdade funcionaram como diferenciais competitivos porque internamente caos é a minha realidade. O que estava ao meu redor era “fichinha” comparado ao que acontece dentro da minha cabeça, me deixando relaxado para atuar. Há dias que não tomo propositadamente, para poder deixar soltas as coisas positivas do TDAH (criatividade é uma delas).
    Mas sei que nem todo TDAH tem a mesma sorte e respeito muito a dificuldade, e muitas vezes a tragédia, deles.
    PS: Escrevi isso já fora do efeito da medicação. Peço desculpas por alguma frase que tenha ficado desconexa 😉

    • Fernando disse:

      Li a matéria e fiquei simplesmente horrorizado com o impacto negativo que ela pode ter. Claro que essa é um tipo de medicação que não é pra ser usada indiscriminadamente, eu achei a analogia do óculos perfeita, inclusive havia utilizado uma semelhante com alguns amigos quando iniciei meu tratamento. Óculos é pra quem tem problema de visão, não pra sair comprando no camelo da esquina, mas para quem realmente tem o problema pode mudar totalmente a vida.
      Seu comentário me representa totalmente, atualmente eu faço medicina em uma universidade publica e acabei estudando muito sobre, tendo eu o ponto de vista profissional quanto de paciente.
      Eu digo o seguinte, não cheguei a presenciar a zumbificação (pode acontecer mas some ,tudo depende de uma dose bem ajustada), de fato eu fico até mais disposto a fazer as minhas atividades quando estou sobre o efeito do medicamento. Eu possuo diversas dificuldades que me causam grandes problemas tanto acadêmicos quanto pessoais devido ao transtorno, e convivi com eles durante toda a minha infância e adolescência devido à falta de diagnostico.
      Eu não desejo isso a ninguém. Dependendo da gravidade, como meu caso, você se sente incapaz de algumas atividades que para outras pessoas são rotineiras, e por consequência surge um sentimento horrível de inferioridade. Eu passei a maior parte da minha juventude sem saber o que era o transtorno, sem saber que o medicamento existia, mas isso não impediu que eu tivesse as consequências da sua falta.

      • Fernando disse:

        PS:Um acompanhamento psicológico complementar é imprescindível. Inclusive eu aprendi várias técnicas para melhor lidar como com meu problema. A exemplo, hoje já medicado ando com uma agenda onde eu faço minha organização de compromissos, tarefas e afins. Eu já havia tentado ela antes do medicamento, o problema é que eu mesmo com muito esforço nunca demorava mais do que 1 semana sem perder a agenda.

  59. Andrei disse:

    Não concordo.
    Claro que sou contra qualquer banalização de remédios. Não acho que deva-se utilizar Ritalina para estudar ou ir para a balada por pessoas que não tem problema de concentração, mas a questão é a mesma de quem bebe ou usa drogas ilícitas com tal objetivo.
    Porém, tomo Ritalina há mais de dez anos e minha percepção e experiência são bem diferentes do quadro descrito.
    Até descobrir que tinha DDA eu era como um ser errante, perdido em meus devaneios, com muitos questionamentos e revoltas, mas sem nenhuma ação, sem saber como agir.
    Só consegui organizar meus pensamentos e construir algo efetivo, com objetivo, depois que passei a tomar Ritalina. Só assim consegui concluir as minhas especializações. Passei a me sustentar e construí uma família. Isso é ruim? Pode ser ruim para alguém, mas eu não pretendo voltar ao que eu era.
    Não perdi meus questionamentos. Pelo contrário, aprendi a canalizá-los de modo que fizessem diferença em algo efetivo.
    A Ritalina nada mais faz do que obstruir alguns receptores cerebrais para corrigir um desequilíbrio neuroquímico dos DDA, cujo cérebro reabsorve mais dopamina do que deveria. Uma mente com pouca dopamina é uma tortura desumana. Só quem passa por isso sabe. É ela que permite ao cérebro bloquear estímulos externos para que alguém se concentre em algo quando precisa atingir um objetivo. Digo QUALQUER estímulo, como alguém que fala ao telefone, TV ligada no outro cômodo, música na casa do vizinho, carros que passam na rua, cachorros latindo, passarinhos cantando, cheiro de flores, quadro muito colorido e os próprios pensamentos mais variados que se sobrepõem ao objeto da atenção do pobre estudante, que luta tardes e noites contra tais estímulos, sobre a mesma página do livro, tema da prova do dia seguinte.
    Pena eu não ter descoberto a Ritalina quando criança. Talvez tivesse perdido menos tardes de diversão.

  60. fabioghru disse:

    Muito legal todas as experiências descritas. Foi muito rico pra mim ler as as experiências e os vários pontos de vista e os mecanismos de superação de quem tem o “problema” e vivenciou os efeitos da ritalina. A discussão é saudável quando respeitamos as opiniões e experiências de terceiros e tentamos aprender com elas mesmo que seja em silencio. Infelizmente sempre tem os que agridem as opiniões que não concordam ou aqueles que emitem opiniões agressivas sem conhecer o assunto a fundo, mas faz parte. Achei muito legal ler tudo o que esta escrito aqui.
    Sugiro inclusive um grupo de discussões para as pessoas com TDAH, seria muito legal.
    Abraço a todos.
    Ps- Não acho que o TDAH seje um defeito, apenas uma particularidade um tipo de fincionamento diferente tem seus pontos positivos e negativos.

  61. sandromonte disse:

    Para quem quiser dados sobre a banalização do medicamento, segue link com dados técnicos sobre o seu comércio:
    http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2013/12/ritalina-torna-crianca-apatica-e-sem-criatividade-diz-especialista

  62. Valério disse:

    Eu uso Rita, como carinhosamente a chamo,não me faz mal,praticamente só me faz bem,eh soh usar c/ cuidado p/ usar além da dose p/ cada momento q dá tudo certo.
    Aumenta e melhora a qualidade da concentração,atenção e cognição.Além de ter como ‘efeito colateral’ bom,ação anti-depressora e melhoradora do animo.
    Obs; Ñ trabalho p/ Novarts,nem nenhum outro laboratório congenere.
    Faço a “propaganda” com todo prazer pq me fez e me faz muito bem e o q quero p/ mim,desejo q possa fazer muito bem p/ outras pessoas tb.

  63. Sigrid disse:

    Soma… Tenho 21 anos, e fui diagnosticado com TDAH quando mais novo, mas nunca tomei remedios com essa finalidade… Embora eu faça o uso experimental de algumas drogas apenas como um certo estudo dos seus efeitos. Tomei a 3 dias, e realmente é como parar de viajar… Como já fiz o uso de cocaina durante 3 vezes, posso relatar que em nehuma dessas 3, senti uma focalização mental tão forte como a que senti na ritalina, apenas menos agitada na maneira como voce se comporta, pude perceber. Mas a ”viajem” que senti foi de ser uma formiga girando num globo de rocha ao redor do sol durante umas 18hrs… E descrevo como uma experiencia horrivel, e desnecessaria… Receitar isso a crianças só mostra que vivemos numa realidade de tirania farmaceutica, e defender o uso de ritalina é que é ‘viajar numa onda’ de achar que não.

  64. Rafael disse:

    O CIDADAO NEM MEDICO É E SE JULGA CAPAZ SE ESCREVER UM ARTIGO SOBRE MEDICINA. RIDICULO VER AMADORES ESCREVENDO SOBRE ASSUNTOS QUE NAO CONHECEM.

  65. luizas disse:

    PRECISO DE UMA AJUDA. MEU MARIDO TRABALHA COMO MOTORISTA DE ÔNIBUS. MAS ELE PARECE TER NARCOLEPSIA, MUITA SONOLÊNCIA DURANTE O DIA MESMO TENDO DORMIDO BEM A NOITE. E O REMÉDIO”STAVIGILE” É MUITO CARO… MINHA DUVIDA É: SERÁ QUE “RITALINA” AJUDARIA OU DARIA MAIS SONO?? POR FAVOR ME RESPONDAM…

  66. dih disse:

    Prezados,
    deixo aqui meu relato sobre experiência de uso de uma cartela de 20mg cada comp.
    Estava em desespero com a semana de prova da faculdade e com o meu trabalho que havia sido remanejado e a adaptação estava foda pensava e abandonar o emprego, mas com todo estresse e sem ter ninguém pra desabafar sentia que não ia conseguir e não me sobrando dinheiro praticamente ia tudo pra facul…pesquisei sobre a ritalina..procurei por pílula da inteligência, consegui comprar sem receita paguei mais caro, e a primeira sensação que tive foi de está disposto quase virei a noite, no outro dia tomei para ficar atento no serviço, e realmente o foco aumenta..o problema e que vicia e fiquei 2 dias sem tomar meu amigos disseram que estava estranha…Tavares com medo, tinha alguns tremores na pálpebra.. consegui parar mas no começo foi barra, espero não precisar denovo
    Alguém tem alguma dica para ajudar?

  67. MR disse:

    [email protected] dih, minhas dicas são:
    1. Procure um médico
    2. Nunca se auto-medique, ainda mais com medicamentos poderosos como a ritalina; e
    3. Nunca compre em mercado paralelo.

  68. Jaqueline disse:

    Galera, as opiniões são divergentes aqui. Acho que cabe a cada um respeitar a opinião alheia. Se você não toma e condena, então tenha empatia com quem toma. Se imagine prestando atenção em uma aula inteira e depois de 5 minutos do fim da aula não consegue mais lembrar de nada. Isso é frustrante. E a Ritalina veio como um auxiliar. Cabe ao médico saber administrar a dose certa pra cada pessoa.
    Não tomamos porque queremos, mas porque precisamos. Se temos a capacidade de ir além com a nossa mente, não podemos ficar presos por deficiências nossas. Por favor, entenda que eu só quero explicar que a Ritalina não é um monstro.
    Ela não vicia, ela não da barato. Primeiro que ela deve ser usada sob prescrição médica. É um absurdo as pessoas comprarem só pra ficarem mais inteligentes. O nome disso na verdade é burrice. E tem uma grande diferença em querer ficar mais inteligente e tentar ter uma vida sem ser prejudicado pelo TDAH fazendo o tratamento com o remédio.
    Sobre o uso em crianças: mesmo não sendo médica, não acho propício, existem outras formas de ajudar uma criança onde sua hiperatividade á prejudique.
    Afinal, criança geralmente é assim.

  69. Ana Warzee disse:

    Parabéns pelo artigo. Para mim parece óbvio…
    É dificil quem tem coragem de expor idéias, indo contra ao “Sistema”…

  70. Gilberto disse:

    O debate está muito interessante! Meu filho faz uso da ritalina. Ele tem 6 anos. Bem, se gosto da ritalina? Não! Basta ler os efeitos colaterais desse medicamento. Todavia, meu filho foi avaliado como TDAH e essa hiperatividade torna sua vida cotidiana algo perigoso; pois corre e pula de forma constante e arriscada. Por isso, a ritalina o ajuda a acalmar. Além disso, minha preocupação se concentra também em seu aprendizado. Por isso, a ritalina também o ajuda a se concentrar melhor.
    Desta feita, procuro mais informações sobre o assunto.
    Parabenizo-te pela matéria. Se puder, traga novas informações sobre o assunto.
    Gilberto

    • João Castanheira disse:

      Gilberto, compreendo a sua situação pois vivi-a há 8 anos atrás com o meu filho. Hoje, felizmente ele deixou de tomar, pois ganhou consciência sobre seu problema e aprendeu a controlar-se sem o uso de medicação. No entanto, se não tivesse tomado ritalina, hoje seria um jovem diferente, amargurado, triste, sem auto-estima e marginalizado pelos colegas. Felizmente, foi diagnosticado a tempo e conseguimos mudar o rumo da sua vida. Foi necessário muita paciência, aulas particulares, muito desporto e sobretudo (o mais importante no caso dele) fazer parte de um agrupamento escutista, onde aprendeu muito e desenvolveu competências. O seu maior desenvolvimento se deu nesse período. De resto ele não tomava ritalina quando não tinha escola, ou seja, parava nos fins-de-semana, feriados e férias. Nunca revelou qualquer dependência ou vício, pelo contrário, por vezes era necessário controlar se ele estava a tomar, pois houve um período em que tentou evitar a medicação por saber que na sua turma era a única criança com essa medicação (escondia as cápsulas numa gaveta no seu quarto). Claro, que notei alguns efeitos secundários, como perda de apetite, um ligeiro atraso no crescimento (que depois retomou após a medicação) e enxaquecas fortes com uma regularidade quinzenal, aproximadamente. Mesmo assim, tudo isso foi preferível a assistir aos poucos ao processo de autodestruição que essa criança de 6 anos começava a desenvolver e que com a idade teria tendência para se agravar.
      Muita força para você e congratule-se, pois apesar de difícil, você tomou a melhor decisão para o seu filho. Muitas vezes me deparei com lágrimas nos olhos após lhe administrar a medicação, incerto de estar a fazer o correcto, cheio de dúvidas, sobre o seu bem-estar e vantagens. Mas mantive firme a decisão de continuar a seguir a medicação e hoje, com esse problema um pouco para trás, confirmo que tomei a decisão certa e que o meu filho seria hoje um jovem bem diferente se não tivesse tomado ritalina. É importante, desde logo explicar para a criança qual é o problema e porque precisa de tomar medicação. Explicar que existem outras crianças com problemas idênticos, que não é uma doença séria ou grave e que com a idade ele aprenderá a controlar a sua atenção, mas que até lá é necessário esse apoio que a medicação fornece. Deve explicar que se ele não quiser contar aos coleguinhas, é livre de não o fazer (pois por vezes as crianças acabam por ser maldosas e usar isso contra ele), mas que essa decisão é dele. Outra situação importante é informar todos os professores, educadores, treinadores e outros adultos que diariamente interajam com a criança em termos educativos. Se possível passar-lhes alguma informação credível sobre o assunto (e não artigos sensacionalistas e alarmistas como esse), mesmo que imprima a partir de páginas da internet, com textos credíveis, pois existem alguns muito bons no Brasil. Deve ainda pedir o apoio do Psiquiatra, de forma a ele interagir com a escola, informando e enviando relatórios regulares, os quais são muito importantes para controlar a evolução clínica. Evite, mesmo que a tentação seja grande, que a criança seja tratada de forma diferente dos colegas. Nada de mais tempo para os testes, ou testes mais simples. A única coisa que deve aceitar são as aulas adicionais ou de recuperação para os alunos mais fracos, se for necessário. Isso para além de lhe dar um reforço da matéria escolar, cria-lhe um sentido de responsabilidade por ter de recuperar as notas e mostrar que é capaz de melhorar e quem sabe no ano seguinte não precisar mais desse apoio.
      Muita força!

  71. Roberto Braga disse:

    Medicina devia ser uma matéria obrigatória desde a pré-escola. Só assim estaríamos livres de matérias erradas como essa e também de comentários sem base como os que aqui são lidos.

  72. Vitor disse:

    Já tomei essa porra, você quer fazer uma coisa tipo virar ou olhar pra outro lugar e não consegue, vc perde o controle de si mesmo, e muito ruim.

  73. gil disse:

    Cada organismo reage de um modo diferente. Mas tudo em excesso faz mal. E toda medicação tem sua contra indicação. Melhora num aspecto e começa a afetar negativamente em outro aspecto. Pode afetar algum órgão do corpo humano com uso continuo e demorado.

  74. Juliane Batista disse:

    Porque apenas a Ritalina foi citada? O Concerta (empresa Janssen) possui o mesmo principio ativo. Matéria claramente tendenciosa.

  75. revoltado tdah disse:

    Hoje sou revoltado,meu filho aos 2 anos foi diagnosticado tdah,eu com 46 tenho essa m…, ate para fazer esse texto tenho dificuldade. ainda bem que superei em outras qualidades.levei meu filho a varios exames,varios medicos,a ultima foi uma ph no assunto,acima dela so deus,paguei 600 reais pela consulta agora ele teria o suporte que precisava na sua vida. ela receitou o ritalina o mais fraco,os sitomas apareceram logo perda de peso,sono,ficou nervoso,dores muita dores etc… ficou reprovado na escola.liguei para a doutora pedindo ajudar,me respondeu tem que fazer outra consulta,e isso mesmo pagar mais 600 reais e aumentar essa m….,no passado era ir na boca(ponto de drogas)e pagar uma cocaina dava, estimulo,adrenalina melhorava os sentidos,efeitos de momentos,mas os efeitos colaterais era os mesmo que meu filho tem no presente,agora eu choro porque no futuro estarei mas revoltado,infeliz,desanparado e na esperança de um milagre,triste em saber que meu filho esforçar para mostrar que ele e capaz.

  76. Cecilia disse:

    E eu!!!!! Como fico? Fui diagnosticada por dois neurologistas que preciso da ritalina, tenho 47 anos, várias doenças, inclusive hipertireoidismo, que me impéde de usar éssa medicação. Tenho que conviver com a falta extrema de concentração e uma narcolepsia leve, passo os dias com os olhos fechados e não me lembro de ter conseguido ler um livro sem me destruir a cada três palavras.( e agora!!!!)

  77. Luciana disse:

    Minha filha foi diagnosticada com TDAHI (Transtorno do Déficit de Atenção por Hiperatividade e Impulsividade) aos 7 anos. Optei por não usar a Ritalina, cheguei a discutir com o neurologista por conta disso. Virei sua professora particular por muito tempo, estudei o assunto, descobri que o açucar pode piorar a situação então evitava dar doces para ela em tempo de provas escolares, coloquei-a para praticar esportes, artes, desenho, enfim explorar sua criatividade. Paguei muitas aulas particulares também. Conforme ela foi crescendo, foi se conscientizando das suas dificuldades e ano a ano foi buscando sua independência (nos estudos). Agora ja faz um ano que não a ajudo em “nada” na escola: tarefas, trabalhos, pesquisas, estudos para a prova, etc. Ela faz tudo sozinha. Desde a 5ª série, sempre ficava de recuperação em alguma matéria, mas sempre conseguiu recuperar e nunca reprovou. Este ano ja fez as primeiras provas e não ficou de recuperação também, graças a Deus. Estou feliz porque sinto que fiz a coisa certa e ela me agradeceu por eu ter entregado essa causa nas mãos de Deus e não ter dado o remédio para ela. Tamanha é a minha alegria ao ver que ela está bem na escola, mas repito: ela tem consciência de sua dificuldade e porisso BUSCA sua independência escolar, há nela essa força de vontade. Eu agradeço a Deus pela força que Ele me deu porque confesso que não foi fácil, mas agora vejo a recompensa.

    • Cris disse:

      Luciana meus Parabéns! Essa é a questão,o caminho mais dificil sempre é o mais compensador. Vc é raridade,resolveu se dedicar e empenhar o seu tempo enquanto muitos preferem medicar.

  78. Alexandre disse:

    Artigo irresponsável. A melancia continua valendo pra quem quer aparecer. Imparcial, injusto e sem fundamento. Estudos científicos sérios demonstram isso mais eu, sem comprovar nada, acho aquilo….

  79. Marcos disse:

    Sou farmaceutico! e com base em varios estudos posso dizer que a ritalina e uma droga, 5x mais forte que a cocaina…
    diga nao a ritalina

  80. Jose disse:

    só uma pessoas sem noção mesmo pra dar ritalina pra uma criança. e tem gente que acredita que psiquiatra é médico. Acordem… vejam o documentário “o marketing da loucura” ou ‘the marketing of madness”. A coca também era receitada antigamente por esses “médicos” huahauhuah. Tá cheio de gente tomando remédio pra louco (drogas pesadíssimas) querendo dar lição de moral. Bando de hipócritas drogados mas legalmente.

  81. Jose disse:

    Os viciados em calmantes valium, prozac, rivoltril ficam loucos com matérias assim. Drogados isso é o que vcs são. Tomam drogas pra esquecer dos problemas do momento… e tomam pra sempre porque vicia e se parar de tomar o problema volta porque não tem mais o escape da pílula milagrosa. Psiquiatra tem doença mental pra tudo… disturbio pra quem usa internet tem remedio, pra quem faz compras demais também tem remédio… É muito improvavel vc ir num psiquiatra e sair sem uma receita de algo “bom” pra cabeça. Psiquiatra acha que é médico… são traficantes de drogas legais e geralmente te ligação com o fabricantes de drogas fortes do ramo.

  82. Jose disse:

    a cada nova versão do livrinho de diagnosticos, aparecem mais milhares de transtornos inventados. Os testes desses remédios são falsos e comprados e feitos de maneira totalmente erradas. A nova moda agora é dar drogas pesadíssimas para as crianças… É muito provável que venham a ter problemas de concentração no futuro e vão ficar dependentes pra sempre.

  83. Isabel Leite disse:

    E, agravando ainda mais o problema, muito frequentemente é gente incompetente na matéria que faz o primeiro “diagnóstico”: os professores.

  84. Biancha Angelucci disse:

    O artigo não traz discussão científica? Leiam a página da própria agência FDA, que regula tanto os medicamentos quanto os alimentos nos Estados Unidos. http://www.fda.gov/downloads/Drugs/DrugSafety/ucm089090.pdf

  85. Nilson Augusto disse:

    Compartilho minha experiencia. Tenho 34 anos, sou graduado em enfermagem, faço tratamento com Venvanse “similar a ritalina” ha 5 anos… Foi minha salvação! Sempre fui considerado um zero a esquerda, o burrinho da turma, retardado, desastrado. Cheguei até acreditar nisso. Fiz 14 anos de acompanhamento com psicólogo, terapias alternativas tentei quase todas. Até minha neurologista me diagnosticou TDAH. Fui relutante ao uso da medicação, sempre tive preconceito, muito medo por conhecer a farmacologia. Até que iniciei… resumindo, não tive efeitos colaterais, hoje ando de cabeça erguida, consigo organizar minhas tarefas, tenho condições de assumir compromisso, recentemente, fui aprovado em um concurso publico estadual para enfermeiro em segundo lugar. Não faço apologia ao uso indiscriminado da droga… porem tem seus benefícios.

    • Pedro disse:

      Essa pesquisadora foi minha professora. Critico essa postura totalmente xiita em relação ao transtorno. Ela não acredita que ele existe, quando na verdade existem evidências científicas da sua existência e de que, quando bem indicado, o tratamento traz benefícios a criança. Concordo que há excesso de diagnóstico e tratamento, mas negar sua existência, como essa pesquisadora faz é um absurdo!!!

    • Vanessa disse:

      Fico feliz por você. Consegui dar rumo à minha vida graças ao diagnóstico de TDAH e ao uso de medicação adequada.

      • Vanessa disse:

        Tenho 40 anos, uso medicação a quase dois anos e posso dizer que finalmente comecei ter sucesso em minhas atividades!
        E assim como você, cheguei a acreditar que eu não tinha jeito, que era um fracasso em tudo. uma pessoa burra, incapaz e desinteressada; o que me levou à depressão. Não havia tido nenhum sucesso profissional até então. Perdi muitos anos da minha vida sem conseguir chegar a lugar nenhum, mas hoje…. finalmente posso me orgulhar de mim 🙂

  86. Dinah Magalhães Bogossian disse:

    Meu filho faz uso da Ritalina porém nos fins de semana e durante as férias não usa. Não percebo nenhuma dependência. Ele tem dislexia e TDAH.

  87. cristiano disse:

    eu acho que não é necessário medicar uma criança se surgem tais sintomas, diante disso estão os pais da criança que devem controlar a mesma e fazer com que ela aprenda com o passar do tempo o certo e o errado como sempre ocorreu a muitos e muitos anos!!

  88. Vanessa disse:

    Tenho 40 anos, tenho TDAH muito elevado, desde criança, porém constatado só a poucos anos depois de ter feito todos possíveis e imagináveis exames para detectar alguma outra causa para o problema.. Faço uso da Ritalina e já interrompi o uso por vários meses algumas vezes, não me causa nenhuma dependência, somente volto a ficar muito desatenta. Meu deficit chega ao ponto de esquecer o que estou pensando, e isso não é situação corriqueira, convivo com o déficit 24 horas por dia. Tomo dose mínima de Ritalina uma ou duas vezes por dia, somente nos dias que tenho muitas atividades, se não não tomo.
    Me faz muito bem, e nenhum mal.
    Em relação ao uso por crianças… já não tenho uma opinião formada, mas hoje vejo como minha vida, (principalmente quando era criança) em relação a estudos e posteriormente na maturidade com trabalho, foi afetada pelo TDAH.
    Se o problema fosse descoberto na minha infância, com certeza minha vida teria tomado rumos bem mais prósperos, mas na época nem se conhecia esse transtorno.
    É fato que em poucos casos o TDAH atravessa a infância e adolescência e permanece na maturidade, mas para esses casos (como é o meu) o tratamento com medicação apropriada é bem vinda.
    Meu caso, minha experiência… deixo aqui meu depoimento para quem busca respostas em relação ao tratamento na maturidade.
    Vanessa.

  89. Vanessa disse:

    Uma coisa é certa… só quem passa por esse problema pode saber se vale ou não a pena o tratamento medicamentoso.
    Quem não tem TDAH nunca vai poder saber como é, e nem como a medicação muda a vida de quem tem.

  90. Vanderlei disse:

    NAO PODEMOS ESQUECER QUE CRIANÇAS QUESTIONADORAS E LIVRES NÃO SAO NECESSARIAMENTE CRIANÇAS SEM LIMITES. O QUE VIVENCIAMOS BRASIL AFORA É UM CONJUNTO DE PESSOAS QUE NÃO TEM A MENOR CAPACIDADE DE CONCENTRAÇÃO, SE NÃO PARAM PRA OUVIR NÃO APRENDEM E SE NÃO APRENDE SERÃO QUESTIONADORAS AGORA E ESCRAVOS DOS MAIS RICOS DEPOIS POIS NÃO SABERÃO FAZER NADA!!!!
    o JAPÃO SÓ É O QUE É PORQUE SÃO EXTREMAMENTE DISCIPLINADOS.

  91. ericka disse:

    Esse artigo é muito bom. Sou mãe de duas crianças Com TDAH só quem passa por isso pra saber. Meu filho usa a ritalina eu e minha família já observou o efeito que ela faz sim. Mas se não for com ela os médicos não atende a escola não atende ou seja não somos nois pais que não sabemos lidar com nossas crianças e sim a sociedade que não aceita. Sera que eles precisariam tomar medicação controlada se Sociedade soubesse lidar com essa situação.

  92. Artur Linck disse:

    Cada um toma o que quiser! Mas é muita ingenuidade acreditar somente em uma medicação para “tratar” qualquer tipo de problema que se diz psíquico. Há várias formas de pensar essa questão do TDAH. Alguns profissionais, como psiquiatras e neurologistas, podem ser mais propensos a dizer “tome este remédio e tudo ficará bem”. E não é que não possa ficar, não é essa a questão! Funciona…acalma os sintomas… a pessoa vive melhor talvez. PORÉM há outras correntes de pensamento que não irão concordar com essa medida terapêutica simplista e reducionista. Sim! Simplicista e reducionista! Isso por achar que tudo se resume a sinapses e neurobiologia e que todos as pessoas que sofrem de alguma sintomatologia que se possa classificar como “TDAH” são iguais. Ninguém sofre esses sintomas pelas mesmas causas, não possuem as mesmas histórias de vida e por isso não podem ser tratadas igualmente. Medicação apenas ameniza e amortece sintomas, mas não resolve nada do problema. Tanto é que se paramos de tomar por um longo período de tempo, os sintomas reaparecem.
    E a genética? Não que não existam questões inscritas em nosso DNA e que podem influenciar nossos comportamentos, mas isso não é estático ou lei. Estamos o tempo todo em interação com o meio, nosso cérebro possui uma grande capacidade plástica, ou seja, ele pode modificar ligações neuronais com o tempo. A questão é que não é as medicações que vão modificar isso…
    Se você contenta-se em tomar medicação, acha que está bem assim e de certa forma fecha os olhos para questões importantes da sua vida… OK! Que fique bem assim e ninguém tem nada a ver com isso. Essa é uma decisão de cada um de nós. Mas deve estar bem avisado e ciente das consequências (porque elas podem existir…talvez indiretamente e em outras áreas da sua vida que você nem mesmo desconfia). E além disso lembre-se: Já foram feitas muitas barbaridades em nome da ciência e ainda continuam sendo feitas.
    Agora se você não se sente bem refém de um medicamento e se questiona sobre isso e dos seus sintomas (por que não paro quieto? o que acontece comigo?) então procure um profissional da psicologia e FALE sobre isso. Não existe outro melhor remédio do que falar sobre essas e outras coisas para um profissional competente que vai poder te ajudar. Falando cada vez mais sobre isso podemos tomar um pouco mais as rédeas de nossa vida e talvez nem necessitemos mais de medicação ou até mesmo possamos decidir que nunca iremos parar. Não estou aqui dizendo que um tratamento psicoterápico irá ser milagroso e ser bem sucedido em todas as situações. Talvez não seja, talvez você continue com os sintomas ou diminuam em intensidade mas tenha outra posição subjetiva perante eles (talvez essa seja uma boa solução…)
    O grande problema da medicação ou o ato de toma-la, do meu ponto de vista, é esse fechar de olhos sobre nós mesmos e do que nos faz sofrer, sorrir, irritar…vamos tocando a vida assim mesmo por que não podemos parar e assim qualquer problema que surja já usamos alguma coisa para “acalmar” e tocar do jeito que dá. E isso vale para os pais também…
    Espero ter contribuído de alguma forma. Mas a decisão é de cada um!

  93. pedro disse:

    Meu essa ritalina eh modinha!! pouca gente precisa disso, faz muito mal ficar tomando remedio em excesso e cria dependencia com certeza como qualquer medicamento

  94. carolina disse:

    http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2013/08/05/ritalina-e-os-riscos-de-um-genocidio-do-futuro
    Para vocês que estão falando que o artigo está errado. Uma matéria da UNICAMP para todos!

  95. Cilene disse:

    Viajou quem falou no texto que toma ritalina e sai doidona…só se for na cabeça desta criatura…
    Ritalina é um medicamento usado para meio e fim específico e sim, como qualquer outro medicamento ou tudo na vida, Deve ser usado com cautela, ter acompanhamento médico e fazer testes para saber se realmente seu uso é necessário.
    Tudo pode ser “transformado em droga” desde que indevidamente ingerido por pessoas que não necessitam deste medicamento e provavelmente ingiram com álcool ou sabe-se lá o que mais,…
    Se for por isto dizem que aspirina com coca-cola, é droga, sibutramina com álcool é droga…
    Ninguém parou pra pensar que álcool sozinho é droga…

  96. Teresa disse:

    Volto a comentar este artigo que tanta polémica e desinformação tem gerado.
    No primeiro comentário esclareci a natureza e composição do medicamento, bem como indiquei o link para poderem confirmar a credibilidade da médica referida no artigo.
    Agora, volto a comentar pela importância que este assunto tem para mim, pois este artigo deu origem a muitos e variados comentários, a favor e pró ritalina, muitos deles pouco objetivos.
    1. Existem cada vez mais crianças e jovens com dificuldades de concentração;
    2. Umas vezes essa dificuldade de concentração encontra-se associada a EXCESSO de atividade, outras não, pelo contrário, muitas vezes encontra-se está associada a FALTA de atividade;
    3. Grande parte destas crianças, jovens e adultos são diagnosticados como sofrendo de TDA Transtorno de Deficit de Atenção.
    Quando com e excesso de atividade – TDAH – .Transtorno do deficit de atenção com hiperatividade,
    Quando não tem excesso, muito pelo contrário têm FALTA, – ADHD-I ou ADHD-PI – Transtorno do deficit de atenção sem hiperatividade, ou com hipoatividade.
    4. Em grande parte dos casos, esta dificuldade de concentração encontra-se associada a imaturidade emocional, mais ou menos, notória, e comportamentos ireesponsáveis
    Nalguns casos as relações sociais tornam-se difíceis, pois os comportamento e atitudes destas crianças não se enquadram nos padrões sociais correntes.
    5. Pais, professores, familiares e amigos vêem-se perante um problema complicado, por vários fatores. – desconcentração constante, dificuldade em executar algumas tarefas sem supervisão, insucesso escolar, problemas de comportamento na escola; rejeição por parte dos professores, colegas e a sociedade em geral;
    6. A maioria destas crianças é difícil de aceitar e/ou entender, por que os seus comportamentos e atitudes são muito desconcertantes. Ou seja, tanto são capazes de ser uns péssimos alunos, aparentemente, incapazes de de conseguir fazer alguma coisa de jeito, como, paradoxalmente, são capazes de ter conversas revelando uma capacidade de análise e maturidade emocional que não se enquadra minimamente com os seus outros comportamentos.
    – Resumidamente esta é a realidade destas crianças, jovens e adultos.
    Relativamente à enormíssima quantidade de crianças e jovens diagnosticados com este Transtorno e a serem medicados com Ritalina, quase dá para pensar que afinal isso é que é ser “normal”.
    No entanto, há factos que não devemos esquecer:
    – A vida familiar dos nossos dias alterou-se substancialmente
    – As crianças passam mais tempo nas escolas do que com a família
    – Os valores e comportamentos morais/sociais estão em mudança
    – Muitos pais demitem-se de educar os filhos e proliferam as crianças que gritam, se atiram para o chão e agridem fisicamente os pais e outras pessoas, quando a sua vontade não é feita.
    Não lhe são transmitidos valores, nem limites, como se fossem pequenos reizinhos omnipotentes. Não lhes é ensinado algo tão básico como que liberdade de cada um, termina onde começa a liberdade do outro:
    – Por outro lado, nas escolas o formato de há 50 anos atrás continua a ser o utilizado, em larga na maioria, O qual se encontra absolutamente desactualizado e descontextualizado, não conseguindo, portanto, dar resposta às características das crianças da era da globalização, da internet, do iphone, das conversas virtuais, dos jogos de computador, etc. Para se chegar a estas crianças há que rever todo o sistema de ensino e adequá-lo às circunstâncias atuais.
    Caso tenham interesse em ler mais sobre este assunto, poderão fazê-lo em :
    CRIANÇAS DA NOVA ERA – CRIANÇAS ÍNDIGO? CRIANÇAS CRISTAL? – DIFERENTES – http://projecoesdeumperfilfugidio.blogspot.pt/2014/02/criancas-da-nova-era-criancas-indigo.html

  97. Marcos lima disse:

    O que eu sei é que a indústria farmacêutica está enriquecendo a passos largos, para qualquer dor que você se queixar ao médico ele terá prontamente nas mãos uma amostra grátis de medicamento, o meu cunhado é propagandista de laboratório ele tem carro novo a disposição, celular,combustível , plano de saúde, fora o salário que é muito bom, resumindo hoje pra tudo tem remédio, antigamente com uma boa educação e muito amor se resolvia e graças a Deus minha mãe não precisou me drogar.

  98. Raquel disse:

    Olha, eu tomo Ritalina a desde os meus 15 anos, agora estou com quase 18 anos e discordo com muitas informações relatadas acima.
    Ao contrário do que muitos dizem, o TDAH é sim uma doença, não é absolutamente nada inventado, ela existe sim e digo por experiência própria que seu diagnostico não é abstrato. Eu por exemplo, passei por diversos medicos altamente capacitados dos melhores hospitais de São Paulo, fiz inúmeros exames, de todos os tipos e dezenas de testes neurológicos para ser diagnosticada com TDAH, que inclusive foi comprovado em absolutamente todos os testes e exames feitos. Não houve nenhuma exitação sequer para comprovar a existência da doença.
    Feito todo esse processo de reconhecimento do transtorno neurológico, fui receitada com a Ritalina 30 LA, que é uma dosagem alta.
    Os primeiros meses com o remédio foram diferentes afinal, estava em um processo de adaptação, mas nunca me senti como um “robô” da ciência ou qualquer algo do gênero.
    Minha rotina continuou exatamente igual e o Ritalina apenas me fez ficar mais concentrada em minhas atividades, mas nunca me tirou a capacidade imaginária, por assim dizer.
    Discordo completamente que o Ritalina pode estar gerando uma geração manipulada, no qual pessoas que são apenas corpos sendo controladas por um remédio. O Ritalina não inibe de maneira nenhuma o perfil sonhador ou pensador de seus usuários, ele apenas os mantêm menos avoados.
    Posso garantir que como portadora do TDAH e usuária da medicação, continuo sendo uma sonhadora nata, continuo fazendo milhares de planos abstratos e diversos questionamentos, entretanto adquiri a capacidade de controlar os meus momentos de concentração a maneira que são exigidos.
    Boa noite.

    • Cris disse:

      Com 15 anos vc sabe descrever de forma clara o que sente,com 18 tb,agora uma criança de 7 anos ou 9 anos não tem a mesma percepção que uma adolescente de 15 anos a autonomia que tem sobre si uma adolescente de 15 anos é muito maior do que uma criança de 7 anos ou 9 anos,não é verdade?! Então a comparação é desnecessaria assim como muitos adultos que aqui se colocaram dizendo com 40 anos, 37 anos ou 50 anos querendo comparar a segurança de usar o medicamento a medicar crianças. Se tem outra alternativa que não a medicação,por que medicar crianças desde tão novas,por que não deixar essas escolhas para elas proprias quando chegarem aos 18 anos por exemplo?É como a obesidade,crianças estão ficando obesas com 4 anos e passam a sofrer na escola e tem maiores riscos de serem adultos obesos e desenvolverem inumeras doenças portanto vamos medicar com sibutramina nossos filhos para que sejam crianças mais felizes na escola e não desenvolvam doenças como o diabetes ou o cancêr. Por que o caminho sem medicação requer empenho,tempo,dedicação e amor por parte dos pais de ambas as doenças a obesidade ou o TDAH. Os que realmente precisam DEVEM ser medicados,assim como a obesidade não se combate com fé a TDAH tb não porem pais que querem filhos tranquilos e boletins melhorados sem esforço estão recorrendo a esta muleta,dopando os proprios filhos,essa é a questão.

      • Beth Braga disse:

        Já viu casos de crianças que chegaram na adolescência sem serem alfabetizadas porque tinham TDAH? Passaram seu tempo, e aí não há Ritalina que resolva. Meu filho tem quase 7 anos e usa Ritalina. Na escola não tinham paciência c ele devido a hiperatividade e consequentemente a impulsividade. Mesmo com meu auxílio, em casa que sou pedagoga estava muito difícil alfabetizá-lo. Tudo tira a atenção e vc fica o dia inteiro tentando de tudo mas ele não focava. Com a Ritalina estamos conseguindo.

  99. liamara costa disse:

    Não concordo com a médica a ritalina não transforma às crianças em zumbis. Ela faz com que a criança fique atenta e mais tranquila. Será que este estudo e foi feito com crianças que frequentam uma sala de aula com mais de 30 outras crianças? E a médica sendo a professora? Não digo que o medicamento não faz mal se a dosagem não é ideal então deve— se verificar. Acredito que este assunto deve ser tratado dos dois lados.

  100. Fabio disse:

    Quem escreveu este artigo nunca trabalhou em uma sala de aula. E impossível lecionar para uma criança com hiperatividade. E um medicamento que ajuda na concentração do aluno.

  101. Luis Fernandes disse:

    Essa “BOMBA” deveria ser banida do mercado… onde está a ANVISA que não faz nada !!!! Minha geração jamais tomou essa porcaria e não conheço ninguém que teve problemas por causa disso. Os “doutores” que estão defendendo essa droga nos comentários aqui recebem “caixinha” do laboratório que fabrica essa PORCARIA !!!!

  102. Rodrigo disse:

    Parabéns as várias pessoas, inclusive mães de família, que estão dando esta MERDA a seus filhos. Daqui a uns anos vocês verão os resultados!!

  103. José disse:

    Psicólogos não receitam remédio. Não pode e não faz.

  104. João Rios disse:

    Tenho 47 anos e tomo Ritalina há uns 10 ou 15 anos, desde que fui diagnosticado com DDA (ou TDAH). Existe uma corrente forte contra esta medicação, seja por parte de neurologistas, seja por parte de psiquiatras. São uns infelizes, como também o são todos que pregam contra o uso da Ritalina no tratamento do TDAH. Pode ser que haja casos em que seu uso não deva ser recomendado, mas generalizar é simplesmente burrice ou desinformação. Nunca fui dependente, mas quando fico um tempo sem tomar, a diferença em meu comportamento é alarmante. Sofro demais. Como disse a 3ª psiquiatra que me diagnosticou, sou DDAsíssimo! Procurei esta última especialista porque tomava apenas 1 comprimido de Ritalina/dia e li em uma matéria que muitos portadores conseguiam viver sem a medicação, apenas mudando seu estilo de vida, procurando sempre viver rotinas. Saí de lá não mais tomando 1 comprimido, mas sim 3 por dia. E aí pude realmente perceber a importância desta droga em minha vida. Passei a dormir, a terminar meus pensamentos e projetos, não tive mais depressão e por aí afora. Sem querer me estender, e para deixar claro, de vez em quando paro de tomar por causa de outras medicações que preciso tomar e que não combinam com a Ritalina, como é o caso do Champix. A meu ver, é um verdadeiro crime profissionais se posicionarem contra a Ritalina, só faz isso quem não conhece o sofrimento de um portador de TDHA nem os benefícios que a Ritalina traz. E também sei que muitos usam para estudar ou para outros fins, isso é que está errado. Mas não estou aqui aqui para julgar estes que o fazem, cada um é dono de sua vida e responsável por seus atos. A não ser as crianças, que dependem da intervenção de seus pais. Abraço a todos.

    • Cris disse:

      Vc acredita que depois dessa descrição não é um dependente da medicação e os sintomas que teve por parar com o remédio foram causados pela TDHA?! Depois de tantos anos de uso,vc é um depende,procure um neurologista para comprovar.O posicionamento contrário a ritalina é claro no post é contra o uso em crianças sem a necessidade de uso.

  105. César disse:

    Você pode levar um cavalo ao rio, mas forçá-lo a beber água não.
    Cada um acredita no que lhe convém. Sou Engenheiro, um ser cartesiano e adepto à ciência por definição, mas sei que existem correntes divergentes, não só dentro da ciência, mas em tudo que envolve o ser humano. Se armar para defender o que é seu território é natural do ser humano e isso se estende ao conceito de propriedade (seja ela material, posse de bens, seja ela de uma reputação e um bom conceito, seja ela sobre suas idéias).
    Eu uso minha inteligência para defender meus interesses, para defender aquilo que julgo como certo. É leviano tentar entrar em grandes disputas de juízo sobre a opinião alheia. Quem trabalha para indústria farmacêutica o faz por livre vontade e por alguma retribuição (respeito, dinheiro, etc).
    Ignorar o fato de que 95% dos pesquisadores do assunto estão ligados à indústria que lucra com esse negócio é assinar atestado de burro. É o mesmo caso da pessoa que paga “seguro perda e roubo” de cartão de crédito, pois o ônus de fraude é por essência da administradora. O fato desse exemplo bobo existir mostra que há massas que não buscam aprender o bastante para questionar certo e errado. Um texto bem escrito lhes basta para tomar uma posição ideológica.
    Drogas, armas e petróleo são as 3 maiores fontes de riqueza do mundo. Por esses 3 itens (sejam legais ou ilegais), se mata, faz guerra. Ignorar o poder das “farmas” é como pedir à raposa para cuidar do galinheiro.
    As pesquisas de Câncer nos últimos 80 anos acharam sinais para desvendar a cura real? Ou só fizeram melhorar o desenvolvimento de drogas caríssimas para “mascarar” sua existência e fazer cócegas na letalidade do mal?
    Na minha geração (tenho 37), as crianças brincavam na rua, viam tv, jogavam Atari, iam à escola e ninguém tomava remedinho pra cabeça. Psiquiatra era “médico de maluco”. O ritmo de vida mudou – criança hoje tem que fazer natação, futebol, luta, inglês, espanhol, yoga, escola e ainda ser “digitalmente inclusa”, então usar computador, ter perfil no facebook….. e os pais têm que trabalhar muito, muito, pois a vida está “cara” – mas na minha geração vivia-se com menos, tinha-se menos prosperidade econômica, carros mais velhos, mas mais tempo entre pai e filho. Não tinha esse papo de babá terceirizar educação dentro de casa (e por que não o amor) como tem hoje.
    Um sábio e sério psiquiatra (professor de universidade federal) me falou certa vez que a razão de haver controle com retenção de receita (e dados do médico e paciente) são puramente por motivos econômicos torpes – para o laboratório mapear bem onde e quem receita seus produtos e assim distribuir os pontos do “cartão fidelidade”. Não duvido uma vírgula dessa “teoria da conspiração”. E que médico nunca foi em congresso com passagem e hospedagem “patrocinada” por laboratório? Há algo errado nisso? Não é conflito de interesse?
    Gente, o que move o mundo é o dinheiro… se acabarem as disputas, advogados morrem de fome, se a medicina puder tratar pessoas com bons hábitos (atividade física, alimentação, moderar álcool, não fumar….), quem vai bancar a indústria farmacêutica? Se as pessoas não mais derem bola para andar de carro novo, como ficam as montadoras? Desde que o mundo é mundo capitalista, vamos viver de vender algo (vender, prestar serviço, dar consultoria,…..) então criar uma solução nova a uma necessidade inventada para faturar dinheiro será sempre alvo de gente inteligente.
    Quer produto mais controverso que cigarro? O cliente será morto pelo produto, mas o fabricante se importa?
    Não estou escrevendo de bom moço – tbm sou capitalista e irei lutar por meus interesses, mas não acredito em fada madrinha, droga mágica, farmacêutica boazinha…. E jamais, jamais irei tolerar colaborar com setores da economia que busquem explorar as pessoas. Cada um tem seus princípios…
    Pode ser que eu receba enxurrada de críticas, mas desafio-os a pensar – se eu estiver certo, por que quem ganha rios de dinheiro com isso iria gostar de minha postura???

  106. César disse:

    João Rios,
    Perfeito um ponto que levantastes – “Pode ser que haja casos em que seu uso não deva ser recomendado, mas generalizar é simplesmente burrice ou desinformação.”
    Acredito que o ponto focal da discussão não é puramente a existência da droga, mas a irresponsável atitude de precocemente diagnóstico. Os fatos mostram isso – aumento de uso da droga foi exponencial…
    O fato das pesquisas serem bancadas por quem lucra com sua venda tbm é digno de repúdio, mas esse jogo sujo é parte do mundo capitalista quando falta ética. Mesmo caso de gerente de banco empurrando serviço pra bater meta.
    Me arrisco a refrasear o que vc disse como “Pode ser que haja casos em que seu uso é indicado, mas generalizar é muita irresponsabilidade.”

    • Marcia disse:

      RITALINA, A DROGA LEGAL QUE DEU UM FUTURO PARA MEU FILHO
      César,
      Deus te abençoou com inteligência e saúde plena, mas essa matéria é idiota e estás errado!
      Concordo com teu depoimento sobre o que fazia tua geração e o que está acontecendo com a geração atual, onde os pais por não saberem educar seus filhos estão jogando a responsabilidade em professores mal preparados e sobrecarregados. Aí sim, bem fácil encaminhar a pestinha pra médicos que entopem essas crianças de remédios desnecessários… MAS que “ninguém tomava remedinho pra cabeça” NÃO É VERDADE!
      O problema não é a Ritalina, nem o uso em crianças: o problema é a prescrição indiscriminada e desenfreada pra quem não precisa dela, dos pais que querem fugir das responsabilidades e dos “babacas” que acham que dá “barato”: o caso desses é camisa de força mesmo, pois tem gente que viaja até com aspirina!
      Quem toma Ritalina fica mais calmo,focado, melhora o relacionamento social, não fica “um zumbi sem emoções”; muito pelo contrário, consegue lidar com elas.
      Falo por experiência de mãe que tem um filho DA TUA IDADE com TDAH, que sofreu a dor de assistir ao processo de autodestruição que essa criança passou dos dois aos oito anos. Essa hiperatividade torna a vida cotidiana das mães um inferno sem descanso, e das crianças um perigo, pois correm e pulam de forma constante e arriscada.
      Meu filho foi criado como citaste, mas sofreu muito mais do que lemos nos relatos daqui:foi discriminado, consideradas burro, incapaz de aprender, fui solicitada a retirá-lo da pré-escola, por queixas como hiperatividade, dificuldade de aprendizagem, déficit de atenção, não se manter na sala de aula e ser tão agitado que ficava correndo pelo colégio. Meu filho foi diagnosticado no tempo em que nada se sabia sobre as capacidades dessas crianças(tua infância) e do tratamento correto da DCM(disfunção cerebral mínima), depois DDA(distúrbio do déficit de atenção) e agora TDA e TDAH(transtorno do déficit de atenção com hiperatividade). Ele passou por uma junta médica e foi inclusive encaminhado para escola “especial”, porque na época achavam que essas crianças não conseguiriam aprender muito, na qual ficou só por uns poucos meses e se recusou a continuar, contando que a professora o tratava como retardado e fumava em sala de aula. Eu tinha certeza de que ele era inteligente e sabia que não mentia. Optei pela versão dele. Ao ir retirá-lo da escola, recebi queixas como indisciplina, desrespeito e tive que assinar um termo de responsabilidade por “impedir sua possibilidade de aprendizado”(que aprendizado, se era tratado como incapaz?) Assumi a educação dele em casa, o alfabetizei e ajudei a corrigir a dislalia com exercicios de pronúncia, e quando finalmente consegui a consulta com fonoaudióloga, não precisava mais. Depois de um ano o matriculei na “escolinha” de fundo de quintal de uma professora aposentada que misturava crianças normais com as ditas “especiais”.
      Finalmente encontrei um neurologista que me emprestou um livro que falava da DCM e me ofereceu tentar um novo medicamento: RITALINA: pro qual era necessário pedir autorização ao juizado de menores e eram fornecidas só duas cxs por vez, a cada vez, nova receita azul e nova ida ao juizado pra pedir autorização.
      Não tens ideia do quanto chorei ao ver meu filhinho sentando pela primeira vez pra ler um livro calmamente, sem rasgá-lo todo. O efeito foi imediato desde o primeiro comprimido e meu menino voltou pra escola normal com nove anos, atrasado pra idade, mas pronto pro convívio social; fez as provas do “Parecer 147” se lembro certo, pulou três anos escolares, nunca rodou, fez segundo grau, faculdade, morou e trabalhou em outro país, aprendeu a dominar a ansiedade e agitação, mas até hoje não consegue passar em concurso público, pq quem é TDA sabe: a concentração pra não ter “branco”, depende do real interesse pelo assunto e ele não confia na idoneidade dos concursos públicos.
      Cada caso é um caso, conheço pessoas que tomam até hoje, mas ele tomou só na infância, não teve dependência e tirei pq causou muito emagrecimento pela perda de apetite;
      Pra quem tinha diagnóstico de não poder estudar numa escola regular e ter uma vida normal, meu filhinho hoje é um homem casado e feliz, que tem paciência de ensinar velhinhas a usar um computador.

      • Beth Braga disse:

        Nossa Márcia, chorei com teu relato! Meu filho que tem apenas 6 anos e 11 meses, já passou por muitas provações e eu junto sofrendo, mas não se compara ao que vc passou. Já foi chamado de endemoniado por 2 professoras.. Sem contar na exclusão social e da escola dentre outras q vc citouVários absurdos, de gente ignorante. A primeira impressão que se tem dele é que é muito inteligente. Tem uma verbalização e discurso muito bom. Porém impulsivo demais e dificuldade em focar no que não é de seu interesse. Larguei um dos meus cargos para auxiliá-lo em casa. Com o uso da Ritalina vi as melhoras significativas assim como vc. Pessoas ignorantes fazem esses comentários desprovidos de respeito, embasamento e experiência o que fere a dignidade humana. Não estão livres de um dia passar pelo que passamos. A Ritalina no cérebro sadio é realmente um perigo! Mas para quem precisa é uma solução.

  107. Lisiane disse:

    César,
    Sou farmacêutica e discordo da colocação do professor psiquiatra, os dados solicitados são para controle sanitário da ANVISA, não são repassados para os laboratórios. A ANVISA utiliza esses dados para informações epidemiológicas. Agora sim, os laboratórios com seus representantes, repassam aos prescritores as informações que convém para a indústria farmacêutica, e isso tenha certeza que eles tem bem mapeado quais são as especialidades, quais médicos possuem receituário amarelo e quais prescrevem mais. é nesses que as visitas são semanais.
    O que me entristece é ver cada diz mais crianças sendo “dopadas” pelos médicos e pelos pais, que parecem querer que se comportem como um mini adulto. E me desculpem os usuários que disseram que não causa dependência, é um medicamento controlado onde se lê na caixa: pode causar dependência física e psíquica, não está escrito a toa.
    Outro uso que acompanho diariamente é pela própria classe médica, uns prescrevem para os outros, prescrevem não, somente dão uma receita na camaradagem para o colega. E ainda o pior, prescrevem para si mesmo! Falta de ética profissional e banalização total do medicamento, que é utilizado para render mais no plantão, passar em provas de residência e assim por diante!
    Sei também que não são só os médicos que fazem uso do “dopping cognitivo”, me assusta essa banalização da Ritalina onde quase todo munda toma ou já tomou, me assusta ver crianças não podendo ser crianças (excesso de atividades e bom desempenho em tudo) e também o uso em adultos para melhorar a performance intelectual.
    Enquanto debatemos o assunto, mais ricos estão os laboratórios…
    Claro que sou a favor do uso para melhorar a qualidade de vida de quem realmente precisa, mas pelo que vejo é a minoria dos casos.

  108. Paulo Grabowski disse:

    Ritalina, medicamento desenvolvido por Leandro Panizon para tratar as hipotensões da esposa( Marguerita- de onde vem o nome do medicamento) para que pudesse jogar Tenis… Isso na década de 40. Só descobrimos que funcionava para hiperatividade quando se percebeu que crianças que a tomavam para prevenção de dor de cabeça após exame( pneumoencefalograma) ficavam mais concentradas. O medicamento mais criticado do mercado, apesar de ser o com melhor NNT ( a cada 2 pacientes que tomam um melhora). Tivemos mais de 70 anos de história de sucesso do medicamento e medicina baseada em evidência. Mas, até hoje ainda temos a medicina baseada em ideologias, aquela que é proposta por profissionais não médicos. Esses geralmente baseiam suas opiniões em “achismos”e preconceito. Um nojo esse texto, por favor comprove suas opiniões através de evidencias.

  109. lara lima disse:

    Gostaria de colocar aqui que não sou mais menina. Tenho quase cinquenta anos e tomo ritalina a vários deles. Inicio e para o droga quando bem entendo. Nunca me senti um robô ou menos intensa ou questionadora por causa da droga. Ao contrário, quanto mais conectada mais questionadora e intensa fico. Não fico sem apetite ou sem sono. Aliás gostaria muito que isto acontecesse comigo. A ritalina é um alívio para quem como eu sofre com o TDAH. Pessoas que falam besteiras sobre ela não são portadoras da doença e não tem noção do quanto a ritalina nos ajuda. Elas não sabem o que é precisar dar retorno de uma demanda e ter que ler um documento trezentas vezes para lembrar o que leu a um minuto atrás, dentre todos os outros transtornos que a doença faz. Transtornos… porque se fosse bom não seria uma doença e não transtornaria a vida de quem a tem.

    • Jaque disse:

      Meu filho de 9 anos toma a ritalina a alguns meses por ter TDAH e fazemos o descanso no período de fins de semana e vai fazer nas férias…
      bem fiquei muito preocupada com tudo o que já li sobre esse medicamento mas confesso que as mudanças são grandes pois meu filho agia muito por impulso a ponto de machucar seriamente os colegas pois nao pensava nas consequencias dos atos e olha que era conversado, conversado c ele mas sem efeito ele era muito impulsivo.
      Nao parava quieto pra nada era questao de chamar a atenção e apos poucos minutos cometer o mesmo erro, seus colegas nao queriam mais aceita-lo de forma alguma nas brincadeiras, nao era convidado pra nenhum aniversario, nenhuma casa de colega… ele era sempre o excluido pois ninguem o suportava… e a nossa tristeza era imensa por ve-lo passar por isso pois no fundo ele é um bom menino mas sua impulsividade era constante e depois de ver o erro cometido ele ficava triste pelo fato, ele tentava melhorar era visivel mas nao conseguia…
      Sem contar que em sala de aula, catequese, aula de musica, missa, restaurante nao parava um minutooo, falava andando, se mexendo, gesticulando, nao conseguia parar para ouvir enfim… só quem tem um filho com esse transtorno sabe a dificuldade tanto pra ele como para os que convivem com ele.
      Mas é um menino inteligente e tira boas notas
      E com a ritalina tudo mudou pra melhor
      Ele nao fica zumbi continua falante porém respeita o momento de falar e de ouvir continua criativo, nao atrapalha mais as aulas brinca super bem com os colegas, dorme normal, nao machucou mais nenhum colega, participativo em tudo porém sabe se colocar em seu lugar… pra mim ele continua o mesmo menino só que agora consegue controlar aquela euforia interior.

  110. Aline Ritalina disse:

    Vão todos tomar Ritalina! Está decretado! Ritalina durante a semana. O fim de semana e férias não, nesses momentos você pode ser quem quiser, inclusive você mesmo. Ou quem sabe usar outras drogas pra variar.

  111. Thiago C disse:

    Sem contar que esse medicamento causa “hipotônia” doa musculos intraoculares, alterando sempre a acuidade em visão de longe e visão de perto da pessoal que toma esse medicamento… resumindo, nenhum óculos vai servir para dar 100% de visão.

  112. Nadia Lilian P Vieira disse:

    Meu filho faz uso a 3 anos e ao finais de semana nas ferias e dia que nao tem aula ele nao usa e nunca me trouxe nenhum problema pelo contrario mudou da agua para o vinho na escola

  113. Léia disse:

    Não concordo com o texto referente ao uso da ritalina. Para começar só é aceito o diagóstico de TDAH depois de muita pesquisa com uma equipe de profissionais da area clinica e pedagógica e afasto todas as outras opçoes para a inquietação da criança, sendo que primeiramente a criança é tratada com tratamentos alternativos e só é receitado o ritalina depois de muita investigação. O uso da ritalina para quem tem diagóstico de TDAH é fundamental e faz toda a diferença na aprendizagem e na interação com as outras crianças. O TDAH é um transtorno e deve ser encarado como uma doença e tem tratamento.

  114. Eu sempre gostei de ser contestador, de ir contra convenções, tradições ultrapassadas. Mas a minha incapacidade de me concentrar em algo que não me interessa me atrapalha bastante. Gostaria de prestar vestibular para uma universidade federal mas por mais que eu tenha ciência da importância que isso teria pro meu futuro eu simplesmente não consigo me concentrar para estudar certas matérias. Nunca usei ritalina, mas gostaria de experimenta-la pelo menos para ver se ela me ajudaria.

  115. carol disse:

    A notícia diz no começo que a criança que usa fica dopada e diz no final que o adolescente que usa fica elétrico????

  116. Silva disse:

    Eu tomo ritalina desde 2011 e desde aí até agora a minha vida mudou completamente, tomo uma cápsula por dia 20 mg,,,para quem diz que não serve para nada enganasse,,,isto é comparável para quem toma um café ou coca-cola de manhã ou até mesmo uma aspirina para quem tem dores de cabeça.

    • Silva disse:

      …..tenho 31 anos e só as pessoas que tomam ritalina é que sabem ver a diferença do dantes e do depois. Temos mais forças para fazer as coisas basicas,,,,assim temos mais energias para serem canalizadas para a mente.

  117. eloisa disse:

    Isso mesmo atividades diferenciadas, com certeza não precisará de medicamento nenhum.

  118. Daiane Alexandre disse:

    Oi, meu filho tem 11 anos e a uns 3 anos a traz a pedagoga da escola, me chamou e encaminhou meu filho para um psicólogo, questionei o motivo pois nunca fui comunicada de nenhuma atividade ou algo que meu filho tenha feito de errado, ai elame disse que ele não parava em sala de aula, fazia suas atividades 1º que todos e fazia as dos colegas, particularmente eu não achei problema nisso, mais ela insistiu em dizer que ele não parava e atrapalhava os colegas, levei ele diretamente em um neurologista, me fez uma série de perguntas, de como ele era em casa, disse que era ansioso, tinha momentos de irritabilidade, saia chutando quebrando as coisas, não ficava muito tempo centado, que começava a ver TV no sofá e daqui a pouco estava de ponta cabeça, daí ele pediu um eletroencefalograma, no exame mostrou atividade fora do normal, ondas T com grades atividades, ele então receitou a Ritalina 10mg, ele toma 2cp 1 pela manhã antes da aula e outro após chegar no almoço, depois disso ele começou a se concentrar mais , inicias e terminar as atividades em casa as quais começava e enseguida passava para outra sem terminar a anterior, parou com os rompantes agressivos, melhorou sua concentração na escola, ai eu penso, quando temos situações extremas que ela realmente ajuda oque devemos pensar, que estou drogando meu filho, que estou o matando aos poucos, realmente não sei???????………..

  119. Thiago Buslik disse:

    Eu já tomei muita Ritalina por causa da minha hiperatividade cerebral e nunca me fez mal, obviamente que fiz tudo com acompanhamento médico na infância. No Brasil adoram proibir tudo p manter as pessoas fazendo tratamentos eternos e pouco eficazes, vejo isso em relação a inibidores de apetite, remédios para dislexia e TDH,tratamentos estéticos e outras áreas. Deveríamos ter as mesmas restrições aplicadas na Europa ou USA, onde proibido é aquilo que realmente faz mal. Não acreditem em tudo que é publicado! Eu sou prova viva e hoje tenho orgulho de ser executivo em uma multinacional, produtor musical, vocalista, ex-modelo e ter uma vida social plenamente saudável. Querem compartilhar algo? compartilhem meu depoimento.
    Thiago Buslik
    facebook: BSLK Buslik

  120. Teresa disse:

    Assustador é, talvez, a palavra que melhor define toda esta controvérsia.
    Porquê? Por que:
    1. Muitas pessoas parecem não ter uma clara noção nem do que é, nem quais os sintomas do TDA (sejam com H, seja com I ou PI. e, infelizmente, muitas delas são as mesmas que a utilizam regularmente.
    Sem ser um documento científico, a informação da wikipédia é um bom começo para conseguir começar a entender o que que é e quais são os sintomas do TDA
    COM HIPERATIVIDADE
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%A7%C3%A3o_com_hiperatividade
    SEM HIPERATIVIDADE http://pt.wikipedia.org/wiki/Dist%C3%BArbio_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%A7%C3%A3o_sem_hiperatividade
    Aliás, nalguns dos comentários daqueles que tomam Ritalina , nota-se uma grande confusão entre o TDA e outras doenças transtornos do foro neurológico psiquiátrico, particularmente a Bipolaridade, da qual, segundo a descrição que fazem de si próprios, parecem sofrer;
    2. Não se darem conta de que é impossível que os diagnósticos estejam todos efetivamente bem feitos é, também, espantoso. Pois, o elevadíssimo número de diagnosticados é, no mínimo, ridículo, mas, bem pior, é altamente preocupante, pois evidência ou grande ignorância por parte dos médicos, ou grandes jogos de interesses;
    3. Ignorar que há um jogo de interesses dos laboratórios, farmacêuticas, etc, por de trás de tudo isto é, no mínimo, ingénuo;
    4. Alarmante é também, a confusão entre:
    – Características naturais das crianças e/ou falta de educação Versus Transtornos
    – Condicionalismos e características das sociedades atuais versus Transtornos problemas neurológicos / psiquiátricos
    – Alterações do paradigma Família, com as consequentes repercussões nas crianças Versus Transtornos.
    Já deixei o link, mas volto a partilhá-lo para quem tiver interesse em mais informação sobre o assunto
    http://projecoesdeumperfilfugidio.blogspot.pt/2014/02/criancas-da-nova-era-criancas-indigo.html

  121. O Sincero disse:

    Fumo maconha há 15 anos e não sou dependente! Até paro de fumar qd vou trabalhar e não tenho nenhum sintoma de abstinência. Com tantos depoimentos apaixonados fiquei afim de pegar uma ritalina dessa pra ver qual é. Alguém aí tem contato?

  122. Jana disse:

    Minha filha tem 7 anos, começou a ter convuncoes c OM um ano e meio, desde ai faz tratamento neurológico, ate o começo deste ano não sabia nem o que era um a e i o u , depois que começou fazer o uso da ritalina ela melhorou bastante já sabe diferenciar as vogais, faz algumas continhas, e todo o ano ela bate o eletroencefalograma que da problema e ela faz uso de ritalina de pacote e risperidona sem essas medicações ela fica bem agitada, e não quero calar a boca dainha filha, pois tenho três filhas e só ela tem este p problema.

  123. Sou mãe de duas crianças e professora de muitas. Tenho 11 salas de aula, de diferentes idades, sou professora de língua inglesa. COnvivo com crianças hiperativas e com déficit de atenção há muitos anos. No passado estas crianças sem diagnósticos eram consideradas burras, incapazes de aprender. Ou porque ficavam aprontando pelo colégio ou porque ficavam sonhando em sala. Algumas eram inclusive indicadas para escolas “especiais”. COm o diagnóstico e a inclusão nas escolas, professores são obrigados a conviver com crianças com todos os tipos de dificuldades. e não não temos super poderes para conseguir ENSINAR uma sala com 30 crianças com diferentes dificuldades, hiperativas, desatentas etc. Nós fazemos o nosso melhor, mas muitas vezes não é o suficiente. Muitos pais não compreendem como seu filho pode “incomodar”tanto. Mas estar com um, dois ou tres filhos em casa, fazendo somente o que eles querem, brincando, lendo, nas rotinas diárias, é bem diferente do que estar em uma sala de aula, com planejamento a seguir, uma burocracia enorme a cumprir que nossa educação exige, conteúdos massantes que a Secretaria da Educação exige e que não são tão interessantes, e crianças hiperativas impossibilitando o professor de falar, pq conversam e correm pela sala, crianças desatentas que te obrigam a voltar a mesma explicação diversas vezes. Em uma sala não é comum ter 1 criança assim não, mas muitas. Infelizmente o número de crianças com TDAH tem crescido muito. Antes de jogarem a culpa nos professores e dizerem que eles querem entupir seus filhos de remédio, se coloquem em seu lugar, ou vá lá na escola, em um projeto e de algumas aulas….. Vcs vão entender que a única coisa que um professor quer é ajudar, é possibilitar a aprendizagem para todos, e infelizmente para isso, algumas crianças precisam sim de acompanhamento psicopedagógico, psiquiátrico, neurológico, fonoaudiológico, ou com Ritalina….. Se seu filho tem TDAH e vc não quer medica-lo, ótimo, mas tenha a consciência de que vc está dificultando não apenas o aprendizado dele mas de toda a sua turma!

    • Cris disse:

      Primeiro vc deveria mudar de profissão pois está saturada de dar aulas a ponto de querer medicar metade da turma. Segundo não sabe o que é a Tdah e acha que toda criança que não se comporta por que não tem educação deve ser medicada,precisariamos de dois remédios urgentes um pra vergonha na cara e outro pra deixar todo mundo rico. Terceiro se não consegue desenvolver aulas dinâmicas e atrativas para os alunos procure primeiro a culpa em vc ou mesmo no sistema publico que hj não ajuda o professor em nada. Já os pais não educam em nada achando que a escola é responsável pela educação quando é apenas do ensino. É por atitudes como a sua que pais estão sendo orientados por esses PSEUDOS intitulados pedadogos a medicar as crianças que eles não querem mais lidar em sala de aula,por que é muito mais fácil do que educar e ensinar. Eu como esposa de professor e irmã de duas professoras te digo que a tua opnião não é maioria. Se vc não desenvolver a aula nunca ira atrair uma criança,então não culpe seus alunos.

      • Cristina disse:

        Oi Cris, adorei o seu comentário. Eu também tenho uma filha com o “pseudo diagnóstico”, digamos assim, de TDAH. Quando a levei no neuropsicólogo, que, aliás achei ele excelente, ele não prescreveu nenhuma medicação. Ele me pediu para ler dois livros, igualmente excelentes: “Mentes inquietas” e “No Mundo da Lua”, que falam exatamente sobre o assunto, e o mais interessante de tudo é que me vi nesses livros. Fiz alguns exames e sigo um tratamento com a fonoaudióloga. Esse ano mudei ela de escola e coloquei na Waldorf, porque na escola que ela estava, eu percebi que estava sendo massacrante e para uma criança de 5 anos, achei que não tinha nada a ver. Aliás, como disse aos professores e direção: Eu quero que minha filha seja feliz e não que ela ande em fila ou se encaixe em um quadradinho…..como muitos de nós fazemos até hoje. O engraçado é que, quantos de nós não tivemos e temos essa deficiência até hoje e aprendemos a lidar com ela sem medicamento algum. Eu acredito que os professores de hoje em dia não estão preparados para lidar com essas crianças tão diferentes, tão espontâneas, alegres e divertidas. Eu adoro, a minha está ótima, feliz na nova escola e o que é melhor, sem ninguém para podá-la.

  124. Renato Silva disse:

    Matéria mal escrita, sensacionalista. E quem é contra o uso da Ritalina parece um radical do atual partido da situação. Vamos lá. Minha filha tem DDA (Déficit de Atenção) e déficit do processamento auditivo diagnosticado com uma bem conceituada neuro-psicóloga em minha cidade. E foi bem caro e demorado o processo de diagnose. Feito isso, foram dois anos com um neuro-pediatra, uma fonoaudióloga, uma psicopedagoga e uma bem sucedida parceria com a escola. Sem medicação. Somente após esse período, que o neuro-pediatra introduziu o uso da Ritalina. Minha filha não foi “domada” ou “surtou”, nem virou zumbi (quanta imaginação hein?!?!). Após seis meses de tratamento com a medicação, e com a ajuda da fono, descobrimos que ela também possui dislexia, juntamente com o médico e uma clínica especializada. O QI dela é normal. Continuamos a usar a medicação de acordo com a recomendação médica. Hoje, após três anos e meio de tratamento, ela é muito mais auto-confiante na escola e muito mais questionadora do que antes. Suas notas melhoraram muito e ela sempre foi uma aluna de comportamento exemplar de acordo com os depoimentos que temos das professoras. Foi um grande investimento financeiro, mas com um grande retorno. Se existem pais usando o medicamento de forma errada, eles colherão seus frutos (negativos) no futuro. Mas tenho absoluta certeza que fizemos o melhor e hoje ela é muito mais feliz.

  125. Gudson disse:

    Com todo respeito, achei a reportagem irresponsável. O TDAH é real e a medicação se faz necessária para melhorar a concentração e capacidade de raciocínio não apenas de crianças mas de todo portador desta desordem. Nenhuma criança vira “zumbi”, os editores deveriam se basear na ciência, em evidências plausíveis, e não criar reportagens tolas. Faço uso da ritalina por mais de 2 anos devido a narcolepsia e defendo o uso da medicação em circunstâncias médicas específicas. Não tem nada a ver com cocaína, isso se chama medicina.

  126. Fabio Miguel disse:

    Vergonha dessa matéria. Tenho TDAH ainda hoje como um adulto e durante minha infância e adolescência sofri MUITO por causa desse transtorno. Não tive acesso a tratamento, e hoje gostaria muito de ter tido. Minha vida é uma bagunça justamente por causa da minha dificuldade de aprendizado, e se eu tivesse tido acesso ao tratamento, talvez hoje eu fosse uma pessoa normal. Tirar o direito ao tratamento daqueles que realmente precisam pra mim é um crime. Falem sobre como tornar o diagnóstico mais preciso, não sobre como tirar o direito de uma vida normal de pessoas que são segregadas e isoladas, sofrem bullying e muitas vezes cometem suicídio (como eu já tentei 2 vezes) por se acharem uma aberração. Autor, se você é médico, seu registro deveria ser caçado.

  127. Jocasta disse:

    Eu quando tinha 20 anos fui fazer matemática de volta, depois comecei a esquecer de professora me disse ir neurologista dai começou pelo SUS, Marcelo baroni receita ritalina pegava de graça dai comecei a tomar sentir dores de cabeça,comecei emagrecer, tomei 1 ano remédio máS não resolveu nada, então parei de tomar comecei engordar um pouco, único problema que tenho dislexia não conseguia emprego, então paguei pelo neurologista 200 reias graças a ele consegui emprego receito e cilatropran eu não esqueço nada………. adulto também tem dislexia troce remédio .

  128. Eu tomei e me ajudou muito, não sou dependente e muito menos parei de “viajar”… Pra quem não é TDAH, é fácil criticar o remédio… Acho muito egoismo dessas pessoas!! Eu tenho que agradecer a meus pais e minha psiquiatra que esses sim sempre me ajudaram, e não cairam nessa armadilha e pressão dessas pessoas que são contra a Ritalina… Graças ao medicamento eu sou uma pessoa bem sucedida, e aprendi a conviver com o TDAH…. Hoje não tomo mais medicamento e muito sou feliz!!!

  129. MARI disse:

    Tenho uma filha de 14 anos que aos 8 era uma preocupação grande. Por mais que tentássemos “educá-la”, sempre interrompia conversas, atrapalhava eventos e não sossegava nunca. Sempre recebia bilhetinhos das professoras que diziam ser ela extremamente inteligente, mas às vezes, atrapalhava a aula, não prestava atenção, não ficava quieta em sua carteira. Sem saber o que fazer comecei a pesquisar sobre os sintomas e entendi que se tratava de uma criança hiperativa. Procurei então sobre tratamentos. Quando cheguei ao assunto Ritalina e seus efeitos colaterais, fiquei muito assustada. Procurei então informações sobre outros tratamentos que não fosse usada a Ritalina. Como moro em uma cidade do interior bem pequena e quase sem recursos na medicina, optei pela tratamento onde se cortava o açúcar branco, o chocolate, todos os corantes e conservantes alimentícios. Em 15 dias ela era outra pessoa. Mais feliz, porque a inquietude a deixava muito estressada, já conseguia ficar focada em uma leitura, conseguia terminar o que começava, seu sono ficou mais tranquilo também. Segui com essa alimentação até ela entrar na puberdade, como era aconselhado nos artigos que li na época. Hoje ela é uma pessoa centrada, com uma facilidade enorme para desenvolver várias atividades, como desenho, toca músicas no violão só ouvindo, sem aulas, canta, é excelente aluna, lê de 80 a 100 páginas de seus livros quase todos os dias e é feliz.

  130. clarisse disse:

    Desinformação inútil.. Pessoas com tdah e que não são medicadas tem mais chance de envolvimento com drogas e maior chance de se quer terminar o ensino médio, ocupando piores cargos e assim, não desempenhando com totalidade seu potencial.

  131. Renata disse:

    Nao concordo….muito radical, cada caso é um caso. A ritalina funciona sim , em casos específicos. Concordo que há indicações equivocadas, mas não podemos generalizar nunca.

  132. ELIANE T. BARBOSA disse:

    O problema é que a criança com TDA não consegue se concentrar em uma só tarefa, e vai interrompendo e mudando de afazeres, não conseguindo concluir muitas a maior parte das tarefas de sua vida. Ela mesma nem percebe o que está aontecendo mas, acaba tendo sua vida prejudicada em todos os setores, o que vai influir em toda a sua vida adulta. A única medicação para tratar TDA, é a Ritalina, que sendo usada com base em um diagnóstico confiável, trará muitos benefícios para o desenvolvimento social, afetivo e intelectual da criança.

  133. Renato Silva disse:

    Muito legal… Só porque fiz uma menção indireta a um certo partido, excluíram meu post… Isso é que é democracia!!!

  134. Marcelo disse:

    Nunca li tanta bobagem junta.
    Sim, a ritalina aumenta a concentração e consequentemente o interesse pelo assunto estudado e por fim os questionamentos acerca do assunto.
    Me revolta tanto esses comentários inoportunos quanto o uso recreativo da droga.

  135. Liliane disse:

    Nunca lí tanta bobagem num artigo só!!! O cara não se deu nem aotrabalho de pesquisar a sua matéria! Completamente mentirosa!

  136. Marcelo Andrade Reviriego da Cruz disse:

    Nova geração de crianças: bebês índigos. Procurem se informarem sobre este assunto. Vai ajudar muito

  137. Daniel disse:

    Texto pobre, sem nenhuma consistência científica, um verdadeiro desserviço aos portadores dessa patologia. Tem-se que buscar diagnósticos corretos, e sim tratá-los. Um TDAH não tratado é o criminoso do futuro, o drogadicto de amanhã, pois a frustração de se ter a capacidade de crescer intelectualmente mas ser impedido por uma doença leva a pessoa a buscar outras vias de satisfação. E o termo “zombie like” nunca foi usado pela medicina, só pelos picaretas que advogam contra o TDAH.

  138. Anabela Gomes disse:

    A coisa mais impressionante neste artigo é o facto de as crianças serem medicadas por serem quetionadoras, pois, mas esqueçem-se de dizer que a grande maioria é medicada, para as aulas, em tempo de escola. À noite, aos fins de semana e nas férias não estão medicadas e os pais lidam com elas assim. De onde posso tirar a conclusão de que afinal quem não suporta os questionamentos das crianças são os professores.
    E em geral os pais só procuram a ajuda de um profissional, quando já não sabem o que fazer com as queixas constantes que os professores apresentam dos seus filhos, em desespero, por vezes, lá vão eles aos pedopsiquiatras.
    A PHDA é um assunto sério, de que todos tem uma opnião, em geral não informada e ou mal formada.
    Está mais que provado e comprovado por exames e estudos que o nosso cerébro – sim, eu sou PHDA – é diferente na sua morfologia e no seu funcionamento. Não vou estar aqui a definir a PHDA, pois quem quiser se informar bem, pode consultar os site da DAH! – http://www.dah-a.com
    Venho sim, defender todos os portadores. Somos nós que sofremos na pele por seremos diferentes, somos nós que somos apontados, descriminados e rotulados. Nossos rotulos são óptimos e variados: Distrído, mal educados, bicho carpinteiro, irriquieto, sem pontualidade, esqueçido …. Por isso, antes de mandarem para público opniões que nos afectam e que rotulam tb os pais, visto que ou são preguiçosos, pois não querem ter trabalho a educar uma criança, se a medicam ou irresponsáveis se não a medicam, pois não sabem educar uma criança.
    Um dos nossos maiores problemas é a falta de aceitação por parte de uma sociedade que vê a uniformização como regra. Nós somos outbox e isso incomoda imenso. Em desepero e numa tentativa de uniformização recorremos a terapias e à medicação.
    Em relação à medicação ela funciona para nós como a insulina para um diabético ou uma cadeira de rodas para um paraplégico, é a nossa ferramenta para vivermos e convivermos em sociedade. Ela tem efeitos colaterais? claro, assim como um paracetamol ou iboprofeno, ou mesmo a insulina. Mas os ganhos que temos na nossa qualidade de vida e nas relações pessoais e profissionais é compensador e superam largamente todos os efeitos secundários.
    Se é mau ser PHDA? Sim e não. Como em tudo na vida temos pontos negativos, mas tb temos pontos positivos, principalmente na criatividade.

  139. meu filho tem TDAH toma ritalina a 4 meses !! não virou zumbi e muito menos deixou de viajar nas suas lindas e maravilhosas ideias….A Ritalina no nosso caso ajudou e muito a recuperar a auto estima dele e o aprendizado…. a maior diferença observada foi de 80% de aproveitamento na escola em relação as notas dos bimestres anteriores e a ressocialização perante a professora e coleguinhas da classe foi 100% !!! Uma pergunta pra essa medica: ela ja tentou se colocar na pele de quem tem efetivamente o transtorno???
    ***Ele está sendo acompanha por um dos mais renomados médico neurologista/pediatra do Brasil.

  140. renata disse:

    Meu filho toma ritalina LA desde os 7 anos….foi diagnosticado com dislexia eTDAH em comorbidade por uma equipe multidisciplinar. Hoje, ele tem 10anos e graças a Deus….A RITALINA ajudou e muito ele foi alfabetizado e consegue compreender as atividades da escola que antes, não conseguia.Há crianças que REALMENTE precisam….meu filho é uma dessas crianças. Não o vejo mais sofrendo….chorando………apático…..Eu o vejo hoje uma criança muito feliz!!!

  141. Pedro Cristo disse:

    Gostaria de contribuir com esse artigo, que foi usado, inclusive, como referência de um seminário em sala.
    http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252014000100019&script=sci_arttext

  142. Bruna disse:

    Olha… Sei que medicamentos funcionam diferente, mas sim, ritalina causa dependência sim, mas depende da dose que você toma e o tempo também.. Tomo vários medicamentos que atuam no sistema nervoso central, para problemas que não vem ao caso, em dosagem alta e passo MUITO mal se fico sem toma-los.
    Tem uma moda atualmente de receitar ritalina pra qualquer disturbio, até mesmo depressão ou ansiedade, a mesma coisa acontece com o rivotril, que receitam pra qualquer coisa, muitas vezes sem nem sugerir ou tentar algum outro tratamento antes.
    Remédios tarja preta devem ser usado como última opção, a propria tarja preta ja fala isso, uma vez que podem causar dependência em pessoas mais suscetivas, como crianças.
    Desde criança tinha problemas pra falar e escrever, gaguejo as vezes, troco letras, tenho alguns problemas pra ler, pois as vezes não consigo entender o que está escrito. Sempre tive problemas pra parar quieta, e tenho até hoje. Me distraio facilmente, principalmente se eu ficar sentada e parada por mais de meia hora, algo que me irrita muito. Meus pais “negociavam” comigo sempre que eu começava a me agitar e desconcentrar quando era criança e tinha que estudar e deu certo. A dislexia incomoda as vezes, mas não muito. Já a hiperatividade costuma incomodar muito, até porque outros problemas ajudaram a agravar minha irritabilidade e falta de atenção. Por uma opção do meu médico e minha, já que tomo medicações demais e odeio, não quis tomar ritalina. Existem maneiras alternativas de controlar isso e ele prefere usa-las. Eu também.
    No instituto que estudo na usp, existe um tráfico interno de ritalina pra ficar ligadão e conseguir estudar e fazer provas. É um uso indiscriminado, sem controle algum, sem acompanhamento médico. Algo que é muito perigoso.
    Concordo com o uso de medicações fortes quando outras opções ja foram descartadas. Muitas vezes existem soluções que não envolvem medicação, pode ser dificil encontra-las e pode levar tempo. É preciso dedicação para cada caso.

  143. Isabela disse:

    Boa noite, é uma pena pessoas tão hipocritas de pensarem que o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) é uma mentira, ou que médicos só diagnosticam por qualquer coisa e qualquer motivo.
    Eu sou diagnosticada com Deficit de Atenção e Hiperatividade com 6 anos de idade, e hoje com 18 anos ainda tomo.. Aos 10 anos parei de tomar Ritalina por preconceito de pessoas falando que sou doida e que é remédio tarja preta ou coisa do tipo, e por isso parei de tomar por 5 anos o rémedio, e a desatenção, inquietude e impulsividade foi piorando cada vez mais durante esses anos, professores me chamavam sempre a atenção. Nunca consegui ler um livro inteiro, e por mais que tomo a Ritalina ainda fico desatenta. Nunca fui uma pessoa que fazia gracinha ou bagunça para chamar a atenção, mas tinha uma dificuldade em me relacionar com crianças, agindo por impulsividade e sim esquecendo de tudo!!! E hoje em dia continuo a mesma, esquecendo de tudo, inquieta, impulsiva, não conseguindo me organizar direito e fazendo as coisas sem parar pra pensar e com tudo sendo uma pessoa muito anciosa…
    Mas quero muito que saibam hoje eu continuo tomando a Ritalina e quero que vocês saibam que ela MELHORA SIM!!! Nao me melhora 100%, e eu nao viro uma pessoa ligada, nem nada desse tipo, mas melhora meu rendimento ao ponto de uma pessoa sem deficit de atenção e hiperatividade.
    Para pessoas que tem DEFICIT DE ATENÇÃO OU HIPERATIVIDADE a Ritalina funciona sim! Agora se você não tem e esta tomando, as coisas já ficam mais dificeis de não fazerem efeito contrário né?
    Pois vamos supor se um remédio é receitado para algum tipo de doença e você o toma sem tê-la ele com certeza vai mecher com o organismo!!!!
    Então eu volto a falar tomo Ritalina sim! E por um motivo REAL, pois ela é SOMENTE prescrita para pessoas que tenham TDAH. Ela NÃO me causa dependencia física, pois já parei de tomar, e as vezes ESQUEÇO de tomar, e não sinto nada.. E olha que juntando o tempo todo que tomo dão 9 anos.
    Então tentem se informar mais e parem de Hipocrisia.
    E se jovens ou o que for tomam rémedio errado por que querem o problema é deles!!!!
    E você pai ou mãe que deram rémedio ao seus filhos e não funcionou, vá a outros médico e os consulte, pois se ele tiver TDAH a Ritalina com certeza vai funcionar com eles.
    E PRA REFORÇAR EU NÃO SOU UM ZUMBI, NEM VIVO COMO, SOU UMA PESSOA NORMAL, TENHO MINHA VIDA SOCIAL NORMAL, E CONSIGO SIM ATINGIR TODOS MEUS OBJETIVOS E SIM, COM A AJUDA DA RITALINA!!!!!!!

  144. claudia disse:

    eu li acima um comentario em q dizia q com a vida turbulenta em q vivemos nao estamos tendo tempo p os filhos …etc. acho q com a responsabilidade de pais q somos devemos procurar um proficional no assunto, levar nossos filhos se acharmos necessario e se indicado iniciar o tratamento com Ritalina. no meu caso estou consiente das acoes e reacoes do medicamento; uma vez q minha filha faz uso a mais ou menos 12 anos. falta acredito eu aos pais a ajuda e asistencia de Bons proficionais(medicos especializados no assunto e tambem proficionais na educaçao).acredito q nao deve ser a toa q uma pessoa passa anos e anos seestudando e se proficionalizando em uma sala de aulaspara sair dando falsos diagnosticos…e claro q estou m referindo a PROFICINAIS. resumindo a meu ver e pela minha esperiencia; a Ritalina e sim de muita ajuda, principalmente quando e usada com responsabilidade.para quem nao sabe ate mesmo um simples xarope usado de forma incoreta passa ser uma droga com potencial absurdo!!!!

  145. Aline Soreto disse:

    Quem escreveu essa matéria certamente não teve que conviver com os sofrimentos diários a que uma criança hiperativa sofre….a compulsão, a agressividade extrema a ponto de se isolar socialmente e não conseguir se relacionar com outras crianças e muito menos se divertir com isso…idéias. ..fantasias? ?? Ta de brincadeira? ?? A criança portadora desse deficit não tem fantasias ela tem alienação. …ela não tem criatividade ela tem impulso e muitos desses impulsos se tornam tão prejudiciais pra ela mesma que ela percebe o quanto é incompetente em elaborar qualquer coisa…planos…e ações. ..eu não sou especialista. ..eu não sou médica. ..eu não fuz faculdade nem curso nenhum pra ter essa opinião. ..eu sou uma mãe que sofre junto com seu filho a anos…ke foi submetido a vários tipos de tratamentos…que antes de chegar a essa medicação não foi só negligenciado só pelos professores ke não tem capacidade de lidar com os problemas que um aluno com problemas causa. …foi negligenciado pela própria família. …pessoas ke deviam me ajudar a acolhê lo…e só julgaram e pioraram sua aceitação. …sou a mãe de uma adolescente agora ke só conseguiu evoluir em tudo após o uso dessa medicação. ..kem escreveu isso pode ter estudado muito mas não viveu na pele oke eu e meu amado filho vivemos juntos!!!!

  146. RENATA disse:

    POIS MEU FILHO SOFREU, TODO TIPO DE DISCRIMINAÇÃO E ESTUDANDO NO SESI DESDE O PRIMEIRO ANO , A PROFESSORA CHEGOU A DIZER QUE MEU FILHO ERA APATICO, PRA MIM ELA É TOTALMENTE SEM NOÇÃO, POIS PROCUREI VARIOS MEDICOS , PEDIATRA , PSIQUIATRA E PSICOLOGA , E ME ENCONTREI E CONSEGUI AJUADAR MEU FILHO, POIS ELE TOMA RITALINA A 2 ANOS E A MELHORA FOI RAPIDA , TOMOU 2 ANOS DE RITALINA 10 MG,E DEU CERTO , HJ ELE ESTA TOMANDO RITALINA LA DE 20 MG E O RESULTADO PASSOU DE 80 % NA MELHORA , TIROU NOTA 10 EM MATEMATICA COISA Q Ñ TIRAVA MAIS Q 4, SOU CONTRA ESSA PESQUISA , O REMEDIO DA RESULTADO SIM , JUNTAMENTE COM TERAPIA COM PSICOLOGA ,E PRATICA DE ESPORTES TB , A MELHORA VEM COM TEMPO Ñ É DA NOITE PRO DIA, MAS Q DA RESULTADO DÁ E AFIRMO E COMPROVO .

    • Isabel Leite disse:

      Bom, se no centro das preocupações está preferencialmente (apenas?) o rendimento da criança, e não o ser que a criança é, pais professores podem-se regozijar.
      Que triste!!!

      • Cris disse:

        Verdade! É ruim não ir bem nas aulas?! Concerteza! Porem os esforçados passaram a frente mesmo do que tomam ritalina! É um doping intelectual. Meu marido tinha dificuldade no aprendizado era uma criança DIFICIL DE CONVERSAR e hiperativa em certos momentos,reprovou no ensino fundamental e com dedicação dos pais sem medicação hj é formado pela USP E LECIONA EM ESCOLAS E CURSINHOS DE SP. Pra mim é uma medicação sossega leão. Tenho 3 filhos em idade escolar cada um com sua dificuldade e particularidade. Minhas filhas são agitadas e arteiras já meu filho é tranquilo e timido,se for levar ele como base tenho que medicar as duas meninas pois não são tranquilas e nem gostam de escola como o menino. É absurdo pensar assim,mas muitos pais estão fazendo isso.

  147. Luiza Morata disse:

    Tenha filhos com TDAH e aí voce poderá fazer um post sobre o assunto.

  148. Meu filho tomou ritalina por 1 ano. Aos poucos, desde o início surgiram pequenos efeitos colaterais como dores de cabeça, tonturas, dores abdominais, falta de ar… Era triste ver meu filho sob efeito da medicação… Sempre que eu ía buscá-lo na escola ele vinha correndo, alegre… Depois, com a ritalina,ele parecia mesmo um zombie. Até que um dia deu uma crise muito forte. Dores de cabeça, acompanhadas de dores abdominais e sufocamento. Levei ao hospital e a médica disse que estava dando ameaça de EDEMA DE GLOTE. E que, se continuasse a dar ritalina e tornasse a dar essa reação, ele não chegaria vivo ao hospital. Parei de dar e simplesmente fui conversar na escola explicando a situação e pedindo mais atenção para meu filho e para colocá-lo sentado na primeira classe perto do quadro negro. PAIS E MÃES… SÃO APENAS FASES QUE PASSAM… Um bom acompanhamento em primeiro lugar dos pais e de um(a) psicólogo(a) são indispensáveis. Ajuda muito…

  149. Juliano disse:

    Tenho 35 anos, sempre fui um péssimo aluno que não conseguia parar quieto e muito menos prestar atenção nas aulas. Sofri por muitos anos de bullyng, apanhava praticamente todos os dias na escola justamente por incomodar meus colegas. Com 16 anos busquei artes marciais como forma de auto-confiança, mas nem isso me ajudou o suficiente. Essa hiperatividade e falta de concentração me acompanhou até minha fase adulta. Aproximadamente 1 ano atrás conheci a, até então desconhecida pra mim, Ritalina. Posso dizer que minha vida mudou. Mas pra melhor. Hoje consigo trabalhar tranquilamente, operar máquinas sem me desfocar para não me acidentar e ainda por cima voltei a estudar me tornando um dos melhores alunos em sala. Estudo farmácia. Por favor gente, não julguem os medicamentos, eles estão aí para ajudar quem precisa proporcionando uma melhor qualidade de vida e bem estar. Se eu tiver que tomar pelo resto da minha vida e continuar sendo uma pessoa melhor, não há problema nenhum nisso. Gostaria de ter conhecido esse medicamento ainda quando criança. Grande abraço a todos. Grato pela atenção.

  150. Wania disse:

    Eu tomo ritalina. Não sei nem o que é dependência. Tomo há quase 3 anos. Começo quando preciso de concentração máxima em atividades e não terei muito tempo e paro quando quero. Esse ano estava desde fevereiro sem tomar. Comecei a tomar agora e não tem essa de dependência pra mim não…

    • Cris disse:

      E qual a diferença entre vc e um atleta que toma bomba quando está chegando uma competição? Nenhuma! O esforço não é seu,vc se drogou pra conseguir fazer uma coisa que conseguiria fazer com dedicação,mas que demoraria muito mais com dedicação do que com medicação. Essa é a questão,medicar crianças é tirar delas o esforço,a perseverança e deixar os pais livres para se preocuparem com as fotos no instagram e com quanto dinheiro tem no fim do mês. Se um adulto toma ritalina,rivotril …usa crack,cocaina ou maconha nenhum problema. Criança pela lei é considerado até 12 anos.

  151. Lo disse:

    Não li todos os comentários. Mas concordo com a menina que disse que esse artigo não tem fundamento nenhum! As pessoas estão muito acostumadas a falar mal de remédios “pra cabeça”, como dizem por aí… Uma pessoa que não é bem diagnosticada na infância se tornam adultos improdutivos, depressivos, ansiosos e etc. Se o seu filho fosse diagnosticado com pressão alta ou problemas na tireoide, qual de vocês iria deixar de dar o remédio receitado pelo médico. Preconceito, radicalismo e total descaso comas doenças mentais!!! Isso é lamentável… E segue-se por aí adultos deprimidos , ansiosos, viciados em Rivotril, cocaína e outras drogas, pois quando eram crianças suas mães e médicos disseram: “É coisa de criança! Meu filho não tem problemas…”

  152. Lo disse:

    Desculpem os erros de digitação e português… Correria…

  153. Ana Milian disse:

    Nunca li tanta besteira. Pelo amor de Deus, eu tomo ritalina, causa um pouco de dependência e sim, tem muita gente que não precisa tomando, mas sem ritalina estudar é a pior coisa do mundo, ler uma coisa chata é praticamente impossível, quem escreveu isso não tem TDAH, não sabe o que é ler uma página e não ter REALMENTE lido nem uma palavra se quer. Ou muito menos ler uma frase e não fazer ideia de qual era poucos segundos depois. Crianças questionadoras nada. Pelo amor de Deus, tem sim algumas, mas a ritalina me faz querer ir atrás das coisas, me pilha me motiva e não me põe para baixo. Muda meu humor? Muda, mas remédio de depressão também. Tem efeitos colaterais? Para mim foi emagrecer (o que eu precisava por sinal, agora sou mais feliz com o meu corpo). Ritalina tem outras consequências e se não tomar com cuidado até remédio para dor de cabeça tem.
    No caso, o maravilhoso autor desse texto só tratou de crianças com TDAH e não de crianças com TDA, ou seja, as quietinha como eu que a única diferença daqueles que não foram diagnisticados ou que foram diagnosticados erroniamente é que temos mais dificuldade para nos concentrar. Antes de usar eu muitas vezes não ouvia ao meu redor, vivia no meu mundo, quase que completamente isolada do mundo a fora, a Ritalina me ajudou mais do que qualquer professor particular ou namorado esforçado.
    E, pelo amor de Deus, de onde você tirou que tem adolescente se drogando com ritalina??

    • Tiago disse:

      Ana concordo com você!

    • Teresa Varela disse:

      Ana,
      Gostaria de poder trocar impressões consigo acerca deste assunto. Tenho um familiar próximo que, presumo, sofre de TDA, ainda que nunca nenhum psicólogo lhe tenha feito esse diagnóstico, talvez porque na altura a TDA não estivesse tanto na “moda” e também porque esta não manifesta hiperatividade, mas antes hipoatividade.
      Caso tenha interesse nesta “conversa”, informe-me por esta via qual seria a melhor forma de estabelecermos contacto (facebook, email, skype, ou outro)
      Obrigada,
      Teresa

  154. terezinha disse:

    Passei por várias instituições de ensino publicas e privadas e o que mais via era PAI QUERENDO EMPURRAR SUAS RESPONSABILIDADES PROS OUTROS: avós, babás, professoras qualquer pessoa menos ele…..
    EDUCAR DÁ TRABALHO, FILHO DÁ TRABALHO, DIZER *NÃO* DÁ TRABALHO. E ng quer ter este trabalho, realmente a criança virou um “problema” , e critico todas as classes sociais. ESTAMOS CRIANDO UM EXERCITO DE CRIANÇAS ÓRFÃS DE PAIS VIVOS!!!!!! Se são pais novos a desculpa é falta de experiencia, se pobres é a pobreza, se ricos o trabalho e falta de tempo, se solteira a ausência do pai e por aí vai…..CRIANÇA REQUER CARINHO E DEDICAÇÃO TODOS OS DIAS!!!!!!!! CRIANÇA Só QUER ATENÇÃO. Nao sou médica ,mas creio q 1 % necessite de medicação, o resto É CARINHO E DEDICAÇÃO.

    • Ana Milian disse:

      pelo amor de deus, até concordo que algumas não precisem do remédio, mas 1%? Você sabe tanto de ritalina quanto a pessoa que escreveu esse texto. Isso é nada. Não estou ofendendo a sua pessoa somente a sua falta de conhecimento sobre esse assunto.

  155. terezinha disse:

    ah, gostei do texto e dos comentários.

  156. Roseliane disse:

    Fico espantada com a facilidade com que estas mães enfiam goela abaixo dos pobres filhos, seja lá em nome de quê, medicamentos controlados e todos são rotulados com síndrome disto e daquilo; se sonha é assim, se é agitado é assado.
    Eu, se fosse criança hoje seria TDA, pois ainda sou sonhadora (mas realizo montes de coisas), sempre voejei por aí,minha imaginação é fértil demais, sou curiosa, inquieta, sempre tive dificuldade de concentração (e me treino muito por isto), porque me desligo muito fácil. Minha mãe sempre dizia que com filho se fala até que o cabelo da língua cresça e arrate no chão. E eu me lembro de aos 8 anos ainda ficar olhando para ver se havia cabelo na língua dela….hoje seria considerada dis….alguma coisa, porque não entendia linguagem figurada.
    Por que não dão tempo para estas pessoas encontrarem seu lugar no mundo? Por que têm que encaixá-los nos padrões que julgam correto? Não percebem que estão desgraçando o próprio futuro? Os doentes são vocês que não têm critério, não sabem nada da vida, gado de rebanho. Por que tiveram filhos se não entendem nada de pessoas? Pais ansiosos de crianças infelizes, será que não percebem que cada pessoa é única e não tem que se encaixar em porcaria de padrão nenhum? Nasceu humano? ótimo! Vamos só ensiná-los a serem felizes, isto envolve boa alimentação,mãe presente, carinho, conforto de um colo, de um peito para mamar, roupa limpa, depois, lá pelos 4 anos, escola, viagens acampamentos, joelhos ralados, supercílios abertos, sorvete no inverno e no verão (tosse se cura assim), banho de cachoeira pé no chão..subir em árvores, fazer comidinha, comer saudável (nada de comida lixo_ esqueçam macdonalds e os miojos que nojo ah, e os salgadinhos também). façam brigadeiro,manjar, doce de leite, doce de abobora,pão em casa…é disto que seus filhos precisam. Cresçam e sejam mães de verdade e não rebotalhos.

    • Ana M disse:

      calma, deixa eu ver se eu entendi o que a senhora está querendo me dizer? Os pais de crianças agora querem que o filho tenha TDA ou TDAH para ele se encaixar na sociedade? Não se sentir um estranho por não tomar remédio tarja preta. Pelo amor de Deus, pensa no que você ta falando (com todo respeito). Você está falando daqueles que são diagnosticados errados. Como encontrar seu espaço no mundo se toda a pressão da escola, do trabalho, em casa, devido a doença ma diagnosticada pode trazer problemas para a sua autoestima. Pode te fazer sentir um idiota. Eu não sei quem é pior, o autor ou quem concorda. Muito bem, continua tendo preconceito contra aqueles que realmente tem a doença e os pais que não culpam somente o filho, mas procuram ver se ele não tem realmente alguma coisa. Realmente, ótima escolha, ótimo jeito de mostrar pro seu filho “o lugar no mundo dele”.

  157. Tiago disse:

    A Ritalina salvou minha vida!
    Se minha familia tivesse diagnosticado desde criança eu não teria sofrido, na escola, na faculdade, na vida pessoal e profissional.
    No minimo o dono deste texto nunca deve ter sofrido de TDAH porque só quem sabe o que é!

    • lele disse:

      to de acordo com vc, triste de mim se não fosse o remédio pra TDAH. Eu perdi a minha vida toda por conta do transtorno, pois fui diagnosticada muito tarde com 47 anos. A pessoa que escreveu deveria estudar mais sobre TDAH para não colocar uma matéria absurda dessas! Só quem tem TDAH entende o que é isso!!

  158. Alessandra Santos disse:

    O problema é esse: pais ausentes que medicam seus filhos amparados por profissionais desqualificados. Aí vemos depoimentos de jovens que usam a medicação para a balada… Que mundo é esse? E quem realmente precisa do medicamento – diagnóstico feito por mais de um profissional- fica prejudicado…

  159. Nelson disse:

    Hola!. Voy a escribir en espanol por que en portugués tendria mucho errores, espero que se me comprenda, necesitaba responder a este articulo tan eqiovocado.
    Tengo 27 anos y me estan diagnosticando un TDAH… Nunca he tomado metalfenidato ni ningun tipo de medicamento para el TDAH y aun asi siento que he logrado bastante en la vida, tengo muy altos estudios superiores, soy poliglota y he vivido en varios paises. Todo por mi mismo esfuerzo.
    Sin embargo, siento que tuve que pagar un precio muy alto: Toda mi vida ha estado marcada por el sufrimiento del TDAH. Fracaso tras fracaso academico y social, sin importar cuanto intentaba me han convertido en una persona sin ningun tipo de autoestima. Desde los 13 anos soy depresivo cronico (he vivido mas de la mitad de mi vida con depresion!) por no poder funcionar como los demas, y por no entender cual era mi problema cada vez que intentaba ser productivo y hacer las cosas bien, por no poder dormir debido a la hiperactividad, o por no poder percibir el tiempo como los otros, olvidar cosas basicas del dia a dia todo el tiempo, no poder escuchar ni una palabra en las reuniones.
    Para la gente es muy facil decir “solo tienes que consentrarte, solo tienes que hacer las cosas con tiempo, solo tienes que dormir, solo tienes que sentirte bien, solo tienes que ser mas disciplinado”; pero NO ES FACIL, se nota que gente como la que ha escrito este articulo no tienen ni idea de lo que es tener un cerebro diferente que controla todo tu ser de manera diferente a veces
    Lo peor de todo es que la gente cree que eres un peresozo mientras que en realidad tuviste que esforzarte 100 veces mas que esas personas para poder salir adelante.
    Este anio he estado al borde de volver a destruir toda mi vida con poco rendimiento en el trabajo, inactividad y por actuaciones impulsivas, violentas y estupidas que me han llevado a recaer en la depresion. Me doy cuenta que no podré soportar otra recaida en el fondo de la depresion asi que por fin estoy tomando medidas y voy a atacar el problema desde su origen, he decidido tomar metalfenidato pero vivo en Francia donde es altisimamante controlado y tengo que hacerme muchisimas pruebas antes de podermelo prescribir. Pero al menos por fin estoy viendo la luz al final del tunel…
    Quiero que sepan que, si alguna vez tengo hijos, y tienen TDAH, no dudaria en buscar ayuda medica SERIA, REAL Y RESPONSABLE. No para que sea un “zombie” tonto, sino para poder darle la oportunidad de tener una infancia feliz y un desarrollo correcto que yo no pude tener.

  160. LL disse:

    Impressionada com a quantidade de gente “feliz” por estar perfeitamente enquadrada a uma sociedade doente – graças à ritalina! Gente tão visivelmente satisfeita com seu estado de calma e adequação que sente uma necessidade incontrolável de defender sua droga de farmácia e de atacar quem discorda de um fato: dos diagnósticos equivocados, do uso indiscriminado da medicação – que só favorecem de fato à indústria farmacêutica, às drogarias que vendem, a certos psiquiatras e funcionários que recebem suas comissões. Parabéns, vocês estão mesmo muito bem integrados a uma sociedade em que dominam a desigualdade social, a intolerância, o consumismo zumbi e valores como “trabalhar em uma multinacional de renome”, enquanto os efeitos do pensamento e das práticas desenvolvimentistas e do capitalismo desenfreado ameaçam destruir a possibilidade da vida humana na Terra – possivelmente no tempo de vida de vocês e de seus filhos, com ou sem ritalina. O texto coloca que seria melhor permitir o surgimento de pessoas que consigam pensar “fora da caixa”, ao invés de martelar adaptação química forçada a um mundo que já é uma triste distopia: mas que pode piorar, e muito, nos próximos anos. Dada a dificuldade de compreensão textual fartamente exibida nos comentários, parece que a ritalina ajuda a pessoa a se adaptar (a que mesmo, à sociedade de consumo e “produtividade” sem sentido?), a demonstrar uma performance eficiente (em que meios, com que finalidades e segundo quais padrões? o das multinacionais de renome? ah…) e ler um texto até o fim – mas não necessariamente ajuda a entender o sentido do texto. Talvez tenha mesmo o efeito contrário, ou simplesmente não faça efeito algum nesse ponto.

  161. Livia disse:

    Olá! Gostaria de deixar minha opinião a respeito do medicamento. Vejo tantas notícias contra o uso da ritalina. Será que os autores já sentiram uma falta de concentração constante? Sabem o que é estudar estudar estudar e não ver resultados, por falta de concentração? Já usei ritalina e os resultados foram ótimos. Houve melhora no meu rendimento acadêmico, houve melhora na qualidade de vida. Troquei um cansaço extremo de estudar e não ver resultados por satisfação em ver meus estudos renderem muito mais. Hoje não uso mais, mas reconheço a importancia que ela teve em uma fase estratégica do tratamento.

    • LL disse:

      Livia, talvez algumas pessoas, como você, possam se beneficiar do uso. Talvez existissem outras formas de você conseguir se concentrar: meditação, alguma atividade artística ou esportiva que te desse prazer e gastasse energia, terapia, uma combinação disso tudo. A sociedade contemporânea baseada no consumo incessante de bens e informações é um estímulo constante à dispersão – é quase impossível não dispersar. Ao vir aqui te responder estou me dispersando do que tenho que fazer e sim, é difícil não dispersar. Mas é preciso remédio pra isso? Talvez para alguns, sim. O que a matéria trata é como estão generalizando, errando no diagnóstico – de uma doença que muitas vezes pode ser mais coletiva e social do que “química” – e dizendo que qualquer criança agitada e insatisfeita precisa ser medicada. não precisa, não deve, é um erro.
      Da inquietação nasce a inovação. Ser apenas adequado não muda, não inova, não transforma.

  162. bruno disse:

    Fui educador infantil por alguns anos, o que vi nas escolas foram crianças tomando ritalina sem discriminação, e desculpe a sinceridade mas 95% dos alunos medicados eram crianças que não tinham atenção suficiente dos pais, ou seja, país sem estrutura emocional na maioria, ou preocupados somente com seu trabalho, isso evidentemente em uma escola de elite, na periferia a realidade é outra, já que o déficit de atenção compete com o déficit nutricional, enfim penso que ritalina, salve algumas exceções é como o iPad que os pais presenteiam seus filhos, a maneira mais fácil de não ter que se preocupar com seu filho a todo momento. Pra mim é uma constatação da sociedade atual, pessoas egoístas que só pensam em consumo e resolvem seus problemas ou gastando ou se drogando sem nenhum propósito

  163. Vejo muita resposta de outro mundo… sinceramente!!! Hoje em dia, a maior parte das pessoas querem ter filhos mas não os querem aturar/criar/educar.
    Isso mesmo, umas pastilhas pela guela a baixo para não terem que stressar…
    Humanidade no seu melhor!!!

  164. Carolina disse:

    Achei o texto incrivelmente tendencioso. A ritalina não é usada em todos os diagnósticos de TDAH, muitos deles são minimizados apenas com psicoterapia. Já outros realmente precisam da ajuda PONTUAL do remédio por conta de deficiências químicas da criança, e esse tipo de texto aumenta o preconceito a respeito de um remédio que ajuda em inúmeros casos.

  165. Tarcísio disse:

    Gostaria de deixar meu depoimento sobre os casos de TDAH na infância e sobre o texto que acabei de ler. Tenho 21 anos hoje, nunca fui uma criança normal, sempre frustrado por não conseguir administrar o meu fluxo de pensamentos, sofri a minha infância inteira, minha adolescência foi simplesmente uma tortura, tentei suicídio duas vezes e isso tudo por um simples motivo, ter sido criado por pessoas que não acreditavam na existência do tão famigerado TDAH. É real sim, é um problema que não vai se curar com jogos de dominó nem xadrez e graças a textos como esses outras milhares de centenas de crianças deixam de receber um tratamento adequado por conta dessa DESINFORMAÇÃO generalizada por volta dos remédios de tratamento do TDAH.

  166. Calvin disse:

    Quanta ignorância por parte de algumas pessoas.
    Eu sou usuário de ritalina, na verdade, Venvanse, que é uma especia de ritalina com longa duraçao. Tenho já 18 anos. Quero deixar claro que a minha vida melhorou muito depois da Ritalina, eu converso mais, sou mais feliz e tiro notas melhores. A minha vida sem a medicação era desinteressante, não conversava muito, não tinha animo para estudar, sempre começava um esporte e parava.. Hoje em dia, é como se fosse eu melhorado. É difícil de explicar, mas eu nunca me senti tão feliz, conversando, debatendo, questionando aos professores (antes era quase impossível a mim dirigir uma pergunta aos professores), algo que depois de um tempo vc ja nem lembra que um dia vc foi aquela pessoa desinteressada, sem amigos. Hoje em dia meu convivio socia melhorou 1000%. Não recomendo aos pais o uso de ritalina tão novo, pois quado eu era pequeno comecei a tomar e não era o mesmo, eu era muito atenado e derepente fiquei calmo. No TDAH é comum na infancia ser muito atentado e hiperativo e, na adolescência vc se tornar retraido, quieto. Procurem um neoro psiquiatra para seus filhos, eles te explicaram. Eu acho que vcs devem dar quando ele estiver em uma idade razoável, no começo da adolescência talvez. Mas nao deixem passar muito, porque pode acontecer de ele perder um ano ou passar de ano sem entender algo. O que aconteceu comigo, começei a tomar meio tarde (16) e percebi que tinha muita matéria para trás. Mas mesmo assim foi a melhor coisa que me veio, minha vida melhorou muito!

  167. claudio murador disse:

    Tenho 65 anos. Sou de outra geração de crianças. A disputa entre os colegas,era ver quem arrumava emprego primeiro. Comecei a trabalhar na roça com 9 anos., e depois arrumei o primeiro emprego na cidade com 12 anos.Com treze anos estudava à noite. No final de semana, era jogar bola osabado e domingo inteiro, e comer arroz com feijão, batatinha com ovo, e
    raras vezes carne.refrigerantes nem pensar.A dinâmica da molecada era outra. Caçar de estilingue, nadar, jogar bola, brincar de corrida, de salva,
    muitas brigas, jogar bolinha de vidro. etc
    Não existia psicólogo, fisioterapeuta, neurologista, psiquiatra,super-mercado ,computador, internet,etc, e muito menos essa intensidade de doenças que criaram . O que falta na criançada é atividade, falta construir campinhos de futebol , e por a criançada para jogar bola, chegar em casa cansado, jantar e cama.
    Hoje se construiu a Industria das doenças mentais. É imperativismo, deficit de atenção, insônia, TOC, depressão, e uma cacetada de outras que criaram.
    Os problemas sempre existiram, agora qualquer reaçãozinha da criança, corre a mãe no médico. As mães parecem que gostam de consultórios médico e super-mercado.
    Não existe outra conversa se não é sobre médicos. Falar de doenças virou moda.
    Outra coisa, observem que 90% das crianças estão gordas,mas estão viciadas em lanches, pastéis, massas, sorvetes, chocolates, e quando vão no supermercado ai que a coisa entorta.
    Pais e mães: atividades nas crianças, esporte, natação, futebol, corridas,
    educação alimentar, corte no computador,e internet, com certeza vai ajudar bastante.
    DESCULPE-ME, TAMBEM SOU PAI.

  168. Gicele disse:

    Sou professora e o que vejo ao longo dos meus 15 anos de profissão, é que hoje boa parte dos pais delega suas obrigações de educar os filhos à escola e caso não fique satisfeito procura o médico para dar um jeito. Criar filhos é dedicar tempo,é mostrar-lhes o que o mundo têm a oferecer de bom e de ruim, é dar limites, é ensinar-lhes a enfrentar as dificuldades e vencê-las. Delegar a responsabilidade de ser pai ou mãe à escola ou aos médicos,fica mais fácil para no caso do fracasso ter alguém para jogar a culpa!!

  169. Bruno disse:

    Cuidado ao recriminar a Ritalina!
    Cheguei aos 29 anos destroçado por uma sequência infindável de fracassos em termos profissionais e pessoais devido ao TDAH.
    No meu caso, por causa de um elevado QI, a hiperatividade e o déficit de atenção não foram tão prejudiciais às minhas notas na escola, mas sempre fui fortemente repreendido pelo comportamento. E justamente por não haver problemas com notas, passei a vida sendo taxado de mal educado, sem noção, emocionalmente instável etc.
    Durante os anos, minha carreira afundou repetidas vezes, pois sempre era contratado, sempre era um dos mais produtivos e, ainda sim, acabava demitido por não conseguir manter um “comportamento adequado” ao mundo corporativo.
    Fui, por muitas vezes, execrado publicamente nessas empresas que passei.
    Os anos seguiam e eu era incapaz de perceber o que me acontecia. Até meu casamento afundou…
    Pensava em coisas como: para que eu sirvo???; não sou capaz de viver em sociedade!!!; sou incapaz de viver sem me destruir com atitudes impensadas!!!
    Passei por vários psiquiatras e psicólogos, até que, aos 30 anos, uma psicóloga levantou a suspeita do TDAH e me encaminhou para uma psiquiatra.
    Foi quando comecei a usar a Ritalina. Sou profundamente grato pela existência desse medicamento e pelo diagnóstico que tive.
    Hoje, consigo pensar antes de falar ou agir. Consigo sentar-me em uma reunião e nela ficar até o fim. Começo e termino coisas!!!!
    Agora meus sonhos profissionais se realizam, sou capaz de ter um relacionamento saudável!
    E sim, me trato com uma psicóloga há anos, por isso posso dizer, o TDAH é físico, é biológico! Tentei ficar sem os medicamentos e, por mais que eu tivesse consciência da minha condição e tentasse controlá-la (seja por meio de exercícios, psicoterapia, medicina alternativa, yoga e meditação), não era possível fazê-lo sem o medicamento!
    Aos que leram este texto, saibam que há muitos outros como eu que dependem da Ritalina para ter um mínimo de qualidade de vida!!!

    • Roger disse:

      Faço de suas palavras as minha Bruno. Geralmente o portador de TDAH tem um potencial acima da média para as coisas que gosta e aprende tudo muito rápido. Tenho o TDAH sou autodidata em mecânica de automóveis, eletrônica e informatica. Nunca precisei de nenhuma aula sobre essas coisas para aprender e mexer com isso (por hobby) melhor que muita gente formada nessas áreas. Atualmente estou formando em licenciatura em Biologia (A qual sou nota máxima em matérias ligadas ao bacharelado e médio em matérias da licenciatura, a qual sinto que não tenho vocação apesar de desempenhar com desenvoltura a oratória). A ritalina me proporciona mais serenidade em lidar com as pessoas, mesmo com aquelas mais ríspidas. Antes da ritalina, qualquer questionamento de pessoas arrogantes tinham uma resposta a altura de imediato (isso ocorre porque temos um pensamento muito rápido), hoje já analiso a situação e tento contornar sem que isso tome maiores proporções ou se transforme em rivalidade.
      Sem dúvidas a ritalina nos proporciona maior serenidade tanto nos relacionamentos interpessoais quanto nas tarefas chatas a qual sem ela não conseguiríamos realizar sem criar uma empatia profunda!

  170. Roger disse:

    Matéria mais sensacionalista! Tenho o TDAH, fui diagnosticado já entrando na universidade. Tomei a ritalina 10mg e a ritalina LA por mais de 2 anos, por causa de professores céticos e psicólogos meia boca que diziam que era possível ter uma vida acadêmica normal sem uso da ritalina passei mais de 3 anos sem usar o remédio e consequentemente tendo um rendimento despencado e algumas reprovações. Voltei a utilizar a ritalina como antes, não todos os dias, mas em dias que sinto mais necessidade, não física nem psíquica, sim para estudar para provar e realizar trabalhos da faculdade, e meu rendimento voltou ao máximo, sempre com boas médias! Dizer que o medicamento causa dependência é uma irresponsabilidade absurda, pois no meu caso e do meu irmão (que também é TDAH) tomamos somente quando há necessidade (geralmente em fim de semestre da faculdade), nas férias não faço uso do medicamento e não sinto falta. O portador de TDAH tem um funcionamento cerebral diferente das pessoas “normais”, o medicamento não causa a esses indivíduos nenhum problema, pelo contrário, somente trazem benefício, e ao contrário do que a matéria diz, não somos “robozinhos sem emoções”. As pessoas deveriam estudar um pouco sobre o que realmente é o TDAH, sobre como funciona o cérebro dessas pessoas para tirar suas próprias conclusões. A falta de informação (ou somente mal caratismo mesmo) não ajuda em nada, apenas prejudica as pessoas que deveriam fazer o uso do medicamento para terem uma vida mais produtiva.

  171. LL disse:

    Para Bruno, Roger e outros que estão se sentindo atacados por usarem ritalina: a matéria não condena totalmente o uso do medicamento, condena o USO INDISCRIMINADO para tratar qualquer CRIANÇA mais agitada, como se a agitação não pudesse ser uma caracterísca boa e criativa nas crianças. A matéria condena a preguiça e o desejo de enquadramento de muitos pais, psiquiatras e professores que simplesmente não querem lidar com os desafios de uma boa educação em um mundo complexo. Sugiro que releiam com a concentração e a calma que vocês dizem que a ritalina dá a vocês, usando-a ou não.

  172. Priscila disse:

    Não sei mais nem o que pensar, sobre esta medicação, pois fui no neurologista e ele me indicou a Ritalina, por eu ter Deficit de Atenção, por me preocupar em não conseguir ler um livro, posso ate começar a ler, mas não vou entender e muito menos lembrar do que li, na escola sempre me esforcei para aprender, prestava atenção muitas vezes nas explicações dos professores, mas era como se estivessem falando com as paredes nada entrava na minha cabeça, ate hoje isso me acontece, estou tomando Ritalina a 3 semanas e não vi resultado ainda. Tenho 20 anos e fui procurar um medico só agora, sou uma pessoa super comunicativa, mas em relação de aprendizado não desenvolvo nada.

  173. LL disse:

    Sugiro também a leitura da entrevista com o psiquiatra americano Allen Francis, um dos mais renomados do mundo, que fala do ponto absurdo a que chegamos na excessiva medicalização. Copio aqui um trecho específico:
    P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
    R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.
    Outro trecho, sobre o que poderia ser feito e um dos “efeitos colaterais sociais” do que está acontecendo:
    R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.
    A entrevista aponta também que, quando um pai ou paciente chega no consultório já pedindo um remédio, isso aumenta em VINTE VEZES a chance de que seja prescrito, mesmo que não fosse necessário. O psiquiatra lembra o óbvio: o vínculo que essa situação toda tem com o lobby da indústria farmacêutica. Chega a comparar com a indústria do cigarro e as campanhas de propaganda e desinformação que eram feitas até os anos 80. Este ponto foi ingenuamente (ou maliciosamente) ignorado em todas as defesas aqui, inclusive por alguns que perderam a linha e a educação e chegaram a chamar o autor do artigo de idiota – desprezar o lobby da indústria farmacêutica seria o que mesmo? Ou você trabalha na indústria farmacêutica e por isso a está defendendo (maliciosamente) ou está sendo ingênuo, para dizer o mínimo. Tem gente demais sendo medicada porque isso gera lucros absurdos para determinados empresários. Simples, evidente, claro.
    Segue o link: http://psibr.com.br/noticias/ex-coordenador-do-dsm-sobre-a-biblia-da-psiquiatria-transformamos-problemas-cotidianos-em-transtornos-mentais

  174. Katia argento disse:

    Texto leviano e sem fundamento. Um perigo esse tipo de publicação. Eu como joranalista lamento profundamente.

  175. Wilson disse:

    Meu filho tem 6 anos e o primeiro diagnostico dele foi sindrome de asperger depois de exames detalhados descobriu-se que era TDAH e vou te dizer que SOMENTE com o uso da ritalina para concentração e risperidon para sua agitação, foi possivel que meu filho tivesse e tenha uma infancia “normal” Sim normal com aspas pois ele precisa dessass drogas, ele tem 6 anos como disse e não faz coisas que uma criança de 6 anos deveria fazer, esta muito atrasado na escola e por conta de sua hiperatividade ate agredido na escola publica ele foi por uma professora e se tratando de ensino publico NÃO, NUNCA nem JAMAIS terão preparo para tratar com crianças com essa caracteristica. Sou a favor da ritalina e achei a materia tendenciosa pois não é so o fato dessas crianças pensarem fora da caixa como foi dito, livres pensadoras, não, não é somente isso, não foi dito o outro lado da moeda, como não socializam com outras crianças pois seu comportamento incomoda seus amiguinhos, eles não se intreressam por escola e diante disso não se alfabetizam, eles não conseguem entender o mundo pois o cerebro deles pensa numa velocidade astronomica e os que estão à sua volta não conseguem acomponhar e isso os frustam, não teem noção do perigo e podem achar que se pularem de uma sacada nada vai lhes acontecer, Exemplo meu, que teve o filho perdido no supermercado pos 5 vezes ate que decidimos fazer compras sem a presença dele, o simples ato de comer fora numa pizzaria ou lanchonete era dificil para nós pois ele saia andando pelo restaurante não deixando nem que nós e nem os outros frequentadores do local tivessem sossego, sim, os outros veem essas crianças como mal educadas, sem limites e os culpados somos nós os Pais.
    Isso é um GRANDE prejuizo para criança que deixa de desfrutar da presença dos pais em atividade de lazer e nós pais sofremos com o descaso que fazem com nossos filhos
    Porem como disse o que eu vivo e sinto na pele é minha expeiencia empirica mas sugiro que leia tbm outros artigos dos prejuizos que o tdha causam em crianças. Como disse a materia me pareceu tendenciosa mas a ritalina como toda droga que deveria ser usada somente em casos especificos como tdah se tornou uma droga da moda, para concurseiros e me parece que querem um pretexto para proibi-la.

  176. Clara disse:

    e dizem que a maconha que mata e que é porta de entrada para outras drogas hahahha ISSO É BRASIL!

  177. Mari Bahiense disse:

    Leia todo texto, por favor!
    “O nosso cérebro é fantástico, ele se educa depois de criar um hábito”
    Que isso ! Não é nada disso minha gente !!! Estão querendo passar uma imagem super negativa do remédio !
    “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’.” O quê ????
    Gente ! A ritalina é nada mais (e nada menos!) que um remédio que fecha o que chamamos de “conportas”. Esse remédio apenas faz com que a pessoa (criança, adolescente, adulto, enfim!) que tem dificuldades para prestar atenção em algo, que com este remédio isso se FACILITE!
    Mas prestem atenção: Não quer dizer que tomando isso a pessoa vai mudar, vai “deixar de ter criatividades” e etc. NÃO !!!
    Pelo contrário, nada muda se a pessoa não quiser mudar!, é verdade que ele ajuda a pessoa ter mais concentração e a não se dispersar facilmente, mas parte da pessoa querer estudar, querer entender, querer … enfim, o que esta pretendendo fazer (e que antes era feito com mais dificuldade!!)
    Mas isso não o/a fará ser um fanático por estudos, ou um Albert Einstein ou o que tentaram passar e convencer no texto: de que a criança poderia se tornar uma “vaquinha de presépio” (“robozinho sem emoções”) por parar de ser questionadora !
    Pelo contrário !!! ele/a continuará a ser questionador (ou se não mais! por… POR EXMPLO, estar mais atento/a ao assunto, etc).
    E por último! Repito, esse remédio veio para AJUDAR, E PARA QUEM TOMA SABE QUE COM O TEMPO O CÉREBRO PASSA A SE EDUCAR E ASSIM, A PESSOA ACABA ATÉ NÃO PRECISANDO MAIS TOMAR! E é a mais pura verdade! O nosso cérebro é fantástico, ele se educa depois de criar um hábito!
    E obs: a quantidade a ser tomada é sempre a MÍNIMA POSSÍVEL, pra mais um motivo mostrar que isso não é razão de um “ABORTO de mundos diferentes”.
    Isso é nada mais do que uma nova falácia para tentar te convencer e tornar você naquilo que o PRÓPRIO texto questiona: um “robozinho sem ações”.
    Um recadinho pra você leitor: Tomo Ritalina e nem por isso eu deixei de questionar (para dizer a verdade, depois que passei a tomar, passei a questionar mais por estar com a cabeça mais em ativa e não ‘avoada’)
    🙂

  178. Concordo que a ritalina está sendo diagnosticada indiscriminadamente em alguns casos. Mas por outro lado virou moda falar mal da ritalina, que existe desde os anos 50 e não há evidências científicas desses efeitos colaterais apocalípticos que pregam. Aliás, quero dizer q não sou médico. Sou um pai bastante presente e afetuoso de uma menina com TDAH. Só Deus sabe o quanto pesquisei e estudei por conta própria o efeito não só da ritalina, mas de fármacos similares, tais como concert e o famoso venvanse. Todos eles funcionam, e muito. É VISÍVEL o bem q faz à criança. Ela se torna mais calma e atenta, desenvolve com isso uma boa capacidade de aprendizado. E a socialização melhora demais. Acreditem, eu pesquisei e pesquiso muito. Minha filha é meu maior tesouro. Não a deixaria tomar algo do qual eu suspeitasse nocividades tais como alarmadas na matéria. Não há estudos científicos sérios comprovando tais malefícios. A Dra Maria Aparecida, citada na reportagem, defende essa ideia. Ela é conhecida no meio psiquiátrico por sua posição, mas NUNCA apresentou um estudo metodologicamente científico para embasar sua teoria. São apenas suposições sem lastro de provas, com todo respeito a sua “autoridade” no assunto. Resumindo, quem realmente tem um filho TDAH sabe q essas medições são importante pra eles.

  179. É necessário que nós educadores,pais e demais ,reflitamos sobre o comportamento de nossos filhos,alunos …Excelente informação.

  180. Gustavo disse:

    Nossa, que absurdo, quanta bobagem sem fundamento, o que li foi uma reportagem totalmente atônica, seguindo apenas uma opinião, cada caso é um caso, tem sim o uso indiscriminado e erroneo mas também há o uso correto e necessário.

  181. Grasiela disse:

    TDAH não existe? Dr Maria Aparecida?

    • Grasiela disse:

      Provavelmente essa médica não tem filhos, ou escolhia as crianças que ia atender! Não consigo acreditar que uma pediatra nunca atendeu uma criança com TDAH!!!! Minha filha é TDAH lebei a 3 médicos pra confirmar o diagnóstico e não simplesmente empurrar ritalina goela abaixo! !! Mas como o próprio médico dela me disse o remédio não deve ser a única coisa pra ela usar!! Tem que fazer terapia ir na psicóloga! Ritalina é pra concentração não faz milagre depois de algumas horas acaba efeito! Terapia vai ajudar ela a aprender lifar com o TDAH dela!
      As pessoas que não conhecem realmente o que é isso só sabem julgar os pais, mas não sabem o quanto é difícil de conviver e de simplesmente não conseguir ir a um restaurante fszer um almoço em família, de ir a uma missa porque a criança não para um segundo de se mexer…a ponte de ter que sair do local sem saber como agir. ..

  182. Adriana disse:

    Cada vez me preocupo mais com isso!! Hoje há uma tendência em robotizar as crianças, se não for igual ao padrão, tem problemas!! Quando crianças brigávamos, batíamos e apanhávamos, brincávamos, muitas vezes sem tanta supervisão como hoje, nem por isso nos tornamos delinquentes, sociopatas. Agora tudo é TDAH, Hiperatividade, Problemas psicológicos…será? Não seriam simplesmente crianças sendo crianças? Sou a favor de limites, educação e respeito, é claro, mas sem esse exagero cobrado por tantos. Talvez se as famílias tivessem mais momentos de lazer e menos TV, mais conversa e menos vídeo game, mais presença e menos bens materiais, tudo seria bem mais fácil!!! Mas é só a minha opinião, é claro…

  183. ANA PAULA disse:

    Oi aconteceu com meu filho. Ele estava tomando Concerta 18 mg, o mais fraquinho, mas mesmo assim ele ficava com uma cara de triste e desanimado, mas se perguntasse, ele não sabia o que estava sentindo, dizia que não sentia nada. Então, eu parei de dar mesmo sem perguntar ao médico, porque eu prefiro ele bagunçeiro e falante do que com cara de depressão. Ele tomou o remédio pouco tempo, nem um ano, espero que não deixe efeitos colaterais. E, ademais, a psicopedagoga disse que ele já está bem mais comportado por causa da idade ( 13 anos ), talvez ele nem dê mais trabalho na escola. Já faz uns quatro meses que ele não toma o remédio, está normal. Ah, outra coisa que é bom saber, os médicos dizem que o Concerta só faz efeito no dia, é de efeito prolongado, maior que a ritalina normal, mas que no dia que não toma, não faz efeito. Só que eu reparei que no meu filho isso não foi verdade, porque mesmo após 20 dias sem tomar o remédio, ele ainda estava estranho. Eu reparei porque nas férias eu parava totalmente, e ele demorava a voltar à alegria dele habitual.

  184. Letícia disse:

    Eu tenho certeza de que quem faz esse tipo de texto nunca usou Ritalina, é muita viagem!

  185. Bruno disse:

    Sobre essa menina que beija bastante depois de tomar ritalina antes das baladas. Indico a ela um medico para diagnosticar excesso de safadeza e se ela não respeita nem ela mesma que tem tdah entuba para si própria comentários idiotas. Quando vc tiver um filho com tdah vai deixar de confundir ritalina com o que vc possa está usando cocaina .

  186. Miguel Pereira disse:

    Nestes comentários têm um monte de pais irresponsáveis, medicam os filhos para eles não criarem problemas para os outros, falácia, não querem dar carinho e atenção, não querem ter o trabalho de educar e responsabilizam professores, professores que não sabem lidar, isso também é falso na verdade não querem porque a salas são lotadas não tem como dedicar tempo para os alunos individualmente. Todo remédio que controla comportamento deve fazer mal.

    • camila disse:

      Meu filho faz terapia 3 x por semana, kung fu 2 x, fora as horas de estudo. Tenho um bebê e trabalho – sou professora. Acho bom você se informar melhor sobre este assunto. O fato é que ninguém está preparado para isso. A formação acadêmica no Brasil precisa de urgente investimento. Olha que fiz graduação e pós na unicamp. Só pra vc saber, venho de escola estadual e meu pai era pedreiro.

    • Lucilene disse:

      Melhor pensar bem antes de chamar os pais de irresponsáveis, pois vivi para meu filho, levei-o a inúmeros e melhores neuropediatras da minha cidade. Foi diagnosticado pela ABD, teve acompanhamento por psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos durante 7 anos, relutei para iniciar a medicação pois achava invasivo ao organismo tomar um remédio de “tarja preta”. Mas a medicação só trouxe benefícios a ele, inclusive para sua socialização. enfim passou a ser uma criança mais feliz por suas conquistas, ele tem 18 anos hoje está terminando o 2º grau. Creio que não conhece a sensação de uma mãe que sendo professora que se achava incapaz de ajudar a alfabetizar o filho, que achava que nunca iria aprender ler e escrever. Ele começou a compreender o processo de alfabetização depois da medicação aos 9 anos de idade.

  187. Fernanda disse:

    Mais um texto divulgado absurdos, sem fundamento científico e sem pesquisas sérias, isso é irresponsável e um desserviço a sociedade!
    Só serve para criar mais discórdia e atrapalhar a educação e saude das crianças que já constantemente sofrem preconceito da sociedade, e nós, os pais, mais calvário ainda!

  188. Susana disse:

    Meu enteado toma ritalina e cinceramente , olho pra ele e sinto pena de ver um rosto quase sem expressão , e por muitas vezes tive a nítida sensação de que ele parecia deprimido …..sei lá…… Cabeça baixa olhos Tristes ombros caídos. Quando ele ta sem remédio é completamente diferentagora é cheio de vida , postura ereta olhos vivos e fala pelos cutuvelos .falei p meu marido colocar ele em varias atividades pra ele se cansar, mais por incrível que pareça os pais em geral estão preocupados com o agora , e é mais fácil e rápido empurrar Ritalina.

  189. Vivi disse:

    Fico me perguntando porque determinadas pessoas tem filhos. Se não vai ter tempo pra se dedicar, colocar no mundo pra que? Sério.

  190. Gabrielle disse:

    Bom, é engraçado que a maioria das pessoas que comentam e escrevem artigos esquecem de se informar melhor, de questionar aqueles que sofre de TDAH, ou seja, as crianças, adolescente e adultos, é adulto! O transtorno de déficit de atenção é pro resto da vida e é genético. Se quer entender, fazer um artigo ou dar sua opinião deve conhecer de todos os pontos de vista, deve pesquisar, mostrando o benéficio e o malefício. É certo de que a ritalina está sendo medicada sem um maior estudo do caso médico, pra medicar deveria ter uma certeza, deveria ser a última alternativa de melhora. Como podem falar que as crianças que tomam ritalina viram robôs? Eu tenho Déficit de atenção, e sofri muito na minha infância por falta de diagnóstico e do remédio. As recordações que tenho da minha escola não sou boas pela falta de tratamento. Fui taxada como uma criança que era preguiçosa e por isso não me dava bem nas notas, as pessoas me substimavam, diziam que eu não era inteligente, até um ponto que cheguei a pensar a mesma coisa, me sentia incapaz de tudo, uma criança que achava que não conseguia. “Eu não consigo” essa era frase que mais usava. Desde criança fui acompanhada pela psicóloga da escola, que pensava da mesma forma, meu problema era falta de estudo e a preguiça. Aos 15 anos, uma pessoa veio falar aos pais do TDAH, eu me qualificava em todos os sintomas, procuramos especialista e finalmente descobri oq tinha, senti muito alívio, pois eu sentia que podia melhorar, os outros não podiam me subestimar mais! O remédio me deu uma nova vida, uma chance de crescer na vida, ser uma boa proficional, além de ter me devolvido minha confiança, hoje posso dizer que superei o remédio, pois com ele ou sem ele eu posso. A ritalina não trás malefícios, existem pesquisas que mostram que o índice de morte por acidente de pessoa com TDAH é maior, tem maior incidência em depressão, chegando ao suicídio, maior índice também na instabilidade no trabalho, dessa forma, podemos verificar que a taxa de substância que auxilia na concentração de uma pessoa com TDAH é menor do uma pessoa “normal”. Hoje, estou me formando e devo isso ao tratamento.

  191. Leonardo disse:

    Nossa nada a ver, ritalina serve também para “anular” o efeito de outros remédios, não só pra crianças com déficit, eu tomei remédios para evitar a epilepsia, como torval, depakene… esses remédios me deixavam com sono e indisposto, a ritalina me ajudou bastante, nada a ver esse textinho aí contra a ritalina, a ritalina é um estimulante quase, eu me sentia ativo e feliz já que libera dopamina, a cocaína não deixa a pessoa feliz, somente frenética, um absurdo comparar a ritalina com drogas ilícitas. AH VAI À MERDA QUEM ESCREVEU ESSA PUBLICAÇÃO.

  192. camila disse:

    Meu filho descobriu o mundo após a ritalina, e ao contrário desse chamado comportamento zoombie like, está atento e participativo. Acho que o problema são as más indicações.

  193. Mariana disse:

    Prezada dr. Maria Aparecida Affonso Moisés e jornalista,
    Sou psicóloga e vice presidente de uma Associação de Pacientes (Federação Brasileira de Hemofilia).
    Trabalho com médicos quase diariamente e tb com a Indústria Farmacêutica, que patrocina inúmeros programas e projetos de educação para pacientes, sob nossa coordenação.
    Conheço os trabalhos científicos de minha área publicados pela indústria e os publicados pelo controle social. Conheço bem os interesses da Indústria e a maneira de trabalhar com está de modo saudável.
    Considero uma enorme irresponsabilidade este tipo de matéria de imprensa, que coloca TODAS as crianças – as diagnosticadas adequadamente e as diagnosticada erroneamente – na mesma condição.
    Existem SIM, MUITAS pessoas diagnosticadas CORRETAMENTE com TDAH e cujo medicamento ( metifenidato ou lisdexanfetamina) é absolutamente necessário para sua ADAPTAÇÃO SOCIAL , APRENDIZADO e QUALIDADE DE VIDA!
    Tenho um filho de 12 anos com TDAH, que teve INÚMEROS problemas sociais e de aprendizagem, já passou por 3 diferentes escolas e cujo diagnóstico de TDAH e tratamento medicamentoso (feito há apenas 6 meses) foi a ÚNICA alternativa para lhe dar condições de estudar e se adaptar socialmente. Ele já era tratado há quase 6 anos quando FINALMENTE recebi o diagnóstico e tratamento adequados.
    Aliás, por causa do NÃO tratamento do TDAH ele teve e tem, além de perdas sociais e familiares, sequelas graves da sua Hemofilia porque sua agitação descontrolada o fazia de se machucar em demasia, causando degeneração articular irreversível.
    Portanto, considero este tipo de reportagem um DESERVIÇO à sociedade, pois é tendenciosa, parcial e criadora de um Pré-conceito muito difícil de ser tratado, sendo que os prejudicados são sempre as pessoas que PRECISAM de informação CORRETA e de aceitação.
    Ter um filho com TDAH é muito difícil! Ser uma pessoa com TDAH deve ser ainda mais!!!! Tudo o que essas pessoas precisam é de desmistificação da patologia e TRATAMENTO. E Não de Pré-conceito!!!
    Creio que O GRANDE equívoco seja a má formação e má- capacitação dos profissionais de saúde, que não sabem diagnosticar a patologia corretamente e precisam MUITO de BOA especialização e informação com estudos enbasados em pesquisas científicas de credibilidade. Meu filho é um exemplo desta má qualidade pois passou por 3 psiquiatras e um neurologista, todos de SP e, inclusive, renomados, mas seu diagnóstico demorou 6 anos!!!!! E isso é inadmissível!
    Infelizmente, vejo que a INFORMAÇÃO é FUNDAMENTAL.
    Mas muitos médicos e jornalistas só se importam em defender suas idéias, independentemente da qualidade de vida dos pacientes!!!!! Porque este tipo de reportagem traz ” repercussão social”.
    Enfim, espero que os leitores sejam minimamente interessados em se informar com pesquisas científicas antes de multiplicar informações parciais, infundadas e preconceituosas.
    Mariana.

  194. Cibele disse:

    Meu filho faz uso da Ritalina há 3 anos. Só toma para ir à escola. Não faz uso nos fins de semana e férias. Na escola, existe o antes e o depois. Ele faz acompanhamento médico rigoroso. Não perdeu em nenhum momento o jeito de criança e muito menos virou um zumbi. Vivemos num mundo democrático, onde todos tem o direito de manisfestar suas críticas e opinões. Cada um enxerga de uma forma. Mas para o meu filho, que além de ter o TDAH, apresenta crises epléticas, ela é um bálsamo que ajuda no seu desenvolvimento social, cultural e educativo.

  195. Não faz diferença o meu nome disse:

    Que bosta de texto, fraquíssimo e sem dados, apenas o achismo e opiniões leigas, poderia começar a citar nomes de conhecidos aqui para comprovar a ignorância e incompetência do que a escrito aqui, mas como seria anti ético, uma vez que os mesmos não concordariam, deixo aqui apenas meu lamento pelos que lêem e acreditam nessa baboseira, meus parabéns!!
    Experimenta tentar estudar tendo TDAH, depois me conta se conseguiu prestar atenção por mais que 3 minutos.
    Tenho amigos que tomam e que deveriam ter tomado, adivinha quais foram para o caminho errado e quais estão fazendo por onde??
    A ritalina não inibe a criança de filosofar, sonhar e ser criativa.

  196. Daniel disse:

    Irresponsável. Fantasiosa. Forçada. Tendenciosa. Enfim, tudo errado. O medicamento organiza idéias e pensamentos. Não os suprime. Tornando assim a criatividade construtiva e o entendimento organizado

  197. Andressa Braun disse:

    Ótima questão abordada acima, mas cada caso é um caso o medicamento de nome ritalina com toda certeza deve ter um controle especial como já exige. Mas não podemos esquecer de que em muitos casos tivemos curas e melhoras significantes em paciente diagnosticados com problemas ou doenças em que somente este medicamento resolveu o doença. Então devemos ter um cuidado sim, mas nunca esquecendo que vidas dependem deste.Quanto a dependência com certeza, diminuindo gradativo mente seu uso não haverá problema.

  198. Bárbara disse:

    Reportagem ridícula, sem embasamento ou embasada no depoimento de pessoas que tem outros problemas (pq uma pessoa que toma remédio sem necessidade para sair beijando a noite tem algum problema) que não tem nenhuma ligação com o objetivo do remédio, com o diagnóstico de um neurologista especialista no problema ou com cases reais.

  199. nathalia disse:

    Acho fácil criticar o uso da ritalina e falar do TDAH quando não se tem. Criticam tanto o uso do medicamento, mas ninguém aqui deve saber como é não conseguir se concentrar em algo ou não conseguir completar um raciocínio. Eu fui diagnosticada com 8 anos e isso foi ignorado pelos meus país, com 16 eu comecei o tratamento e aposto que ninguém aqui sabe o que é estar sempre abaixo por não conseguir prestar atenção, ter a memória confusa, não ter noção de tempo e espaço, Pq eu tenho é e sei como é. Não To dizendo que a ritalina é mágica ou a melhor coisa que tem, mas entre continuar assim e ficar como “zumbi like” e pelo menos ter um rendimento melhor, eu fico com a ritalina.
    Fiz 17 anos e depois de 1 anos de tratamento ainda tenho muitas dificuldades, não só com o TDAH, Como também em casa, o que prejudica, mas não tenho dúvida da melhora do meu rendimento com o tratamento. Tomo o remédio em dias de aula, os dias que esqueço realmente fico mais “alegre”, em compensação, para mim é um dia perdido na escola, já que me perco completamente e isso me prejudica. Então antes de criticarem completamente a ritalina, vejam também as pessoas que o tratamento ajuda.

  200. rach disse:

    Eu tenho 28 anos e tenho TDAH. Nunca tomei ritalina. Tenho dificuldade de concentração e de terminar projetos, mas a prática de exercícios, o apoio incondicional do meu marido e a vontade de ser uma boa mãe pra minha filha me ajudaram muito. Tenho uma série de dificuldades no trabalho, mas vou enfrentando, coloco metas a curtíssimo prazo e vou tentando atingi-las. Tenho uma vida muito feliz. Minha vida mudou da água para o vinho quando comecei a ser amada e compreendida. Não vou usar ritalina nunca.

  201. ADRIANA RAMOS FREIRE PRESA disse:

    Meu filho foi diagnosticado com TDAH com 2 anos de idade, aos 6 anos iniciou o tratamento com a Ritalina. Fez uso durante 7 anos ou seja até os 13 anos, hoje ele está com 19 anos cursando a faculdade de Física da PUC/RS é um aluno PROUNI. A pergunta que fica… Se ele não tivesse feito o tratamento, tratamento este que sempre foi acompanhado por terapeutas, neuropediatra, ele estaria na faculdade?! Acredito sim que tem muita criança sem limites que é rotulada de hiperativo, não era o caso do meu filho. Fez uso da Ritalina por indicação médica e eu resisti muito em deixar que ele tomasse, mas acabei sedendo em função da própria escola, e hoje acredito que acertei. O tratamento foi interrompido quando o neurologista pediu que ele fosse submetido a novos exames e pediu um laudo aprofundado com um especialista onde foi diagnosticado que ele não mais necessitava da medicação. E foi assim. Acredito que todas as drogas também tem o seu lado negativo, mas temos que colocar na balança o risco/benefício. No nosso caso acho que acertamos.

    • sebastião xandó disse:

      Acredite , Física é um curso arregaçante eheheh e ele tá e belezzz fez o melhor que podia por ele e hoje colhe as flores de seu plantio,

  202. lucia disse:

    Eu até me assustei ,lendo,porque meu filho de 14ano,toma duas ritalina antes da aula e sem a medicação ele não tem atenção foi diagnosticado hiperatividade e defet de atenção a neuro disse que ele só tem 16Segundos de atenção sem a medicação e ele me disse que não sente fome e notei que ta mais magro mas não sei o que fazer,quando falta medicação ele fica muito agitado

    • sebastião xandó disse:

      Use seu bom senso de mãe, agora 16s de atenção, é lenda, essa coisa não é mensurável desta forma; enriqueça mais a comida dele para que o diminuido que ingira seja mais calórico, a quantidade não é o principal e sim o valor energético, abraços,

    • Danielle disse:

      Meu filho de 6 anos começou a tomar remédio para deficit d atenção, porém ele não sofre d hiperatividade. A primeira coisa q a pediatra me indicou foi: de um café da manhã bem reforçado para ele, pois um dos efeitos colaterais do remédio é perca de apetite e falta de sono. Ele estuda das 9 as 3:30. O remédio fica no organismo por aproximadamente 8 horas. Conclusão, as 8 faço ele comer bem em casa, as 10:30 sei q ele tem um lanche na escola, e q 1 tem o almoço. Ele não se alimenta direito na escola, pois o remédio tira a fome, procuro então dar uma café da tarde por volta das 4 e uma boa janta por volta das 8. Faça ele comer antes d tomar o remédio, se não ele pode começar a reclamar d dor d cabeça, dor no estômago durante o dia.

  203. Irene AP ribeiro disse:

    Estive com um garoto filho do meu namorado na epoca com 11. Anos na época e por tofos estes motivos acima e ele fazia uso da ritalina desde os 2 anos de idade abandonado pela mae sendo criado pelo pai e os avos patenos tinha comportamento q eta impossivel de lidar com ele sem esta medicaçai era uma forma de acalma-lo, mas sabíamos que não era a solução , então por volta dos 15 anos ele não queria mais toma-la e ai fomos buscar a medicina alternativa, por um certo tempo foi bom ,mas depois ele TB não quiz mais se tratar.
    Infelismente ,sofreu muito com isso, tivemos consequência serias q ate hoje ele ainda sofre,mas não estamos mais juntos e não o vejo ah uns 3 anos,a relação com ele agora já um homem de seus 22 anos não temos mais o que fazer.Realmente foi uma droga na vida dele e não a concelho a nenhum pai ou mae deixarem seus filhos serem mortos por está droga.
    Deve ter um jeito de melhorar sem estragar com td.
    Um abraço fraterno e solidario aos país dr filhos assim.

  204. Rafaela disse:

    Não concordo plenamente com o texto. Eu tenho o tal TDAH, faço o tratamento e uso a droga. Mas, por outro lado, orientada pelo meu médico, se não preciso da pílula, ou seja, se não vou estudar ou fazer algo que requer minha atenção, ai sim tomo a ritalina, caso contrário, não a tomo. Não tenho crise e durmo bem. Acho que o texto deve ser voltado à aquelas pessoas que tomam por tomar. Eu, se não tomar a droga, não fico 15 minutos concentrada. Me levanto e arrumo outra coisa pra fazer. Com ela, já consigo estender esse horário a 4 horas com a comum, se for a outra posso chegar até 8 horas de estudo no dia. Sem perder o humor e aquela criatividade exagerada. A diferença que vejo é na capacidade de me concentrar melhor no que estou fazendo.

    • Rafaela disse:

      escrevi trocado… o certo é.. Não concordo plenamente com o texto. Eu tenho o tal TDAH, faço o tratamento e uso a droga. Mas, por outro lado, orientada pelo meu médico, se não preciso da pílula, ou seja, se não vou estudar ou fazer algo que requer minha atenção, NÃO tomo a ritalina, caso contrário, aí sim a tomo. Não tenho crise e durmo bem. Acho que o texto deve ser voltado à aquelas pessoas que tomam por tomar. Eu, se não tomar a droga, não fico 15 minutos concentrada. Me levanto e arrumo outra coisa pra fazer. Com ela, já consigo estender esse horário a 4 horas com a comum, se for a outra posso chegar até 8 horas de estudo no dia. Sem perder o humor e aquela criatividade exagerada. A diferença que vejo é na capacidade de me concentrar melhor no que estou fazendo.

  205. Júlia disse:

    Existem reportagens tendenciosas com as quais devemos ter muito critério. Existem casos de exagero no uso da Ritalina, como de vários outros medicamentos. Porém o seu uso em portadores de tdah realmente diagnosticados é imprescindível para que o indivíduo consiga ter uma vida normal. Devemos ter cuidado com reportagens na mídia de pessoas que falam de assuntos sem aprofundar as verdades que o envolve.

  206. Roberto disse:

    hahahahahaha Nunca li tanta besteira na vida!

  207. Lúcia Emília Ferreira disse:

    Meu filho tem 18 anos e usa 1 comprimido de Ritalina 1 vez ao dia, desde os 15 anos qdo foi diagnosticado Narcolepsia que é um distúrbio neurologico em que a pessoa tem sono e dorme a qqer momento, sem controle. Sei que a medicação não é o melhor, mas tem sido a maneira que temos de mante_lo acordado nas horas que precisa e fazer com que durma nos horários certos para no outro dia estar bem para as atividades normais. Gostaria muito fe encontrar em mei menos agressivo de ajudar o meu filho e peço ajuda e orientação de quem puder ajudar. Obrigada. Lúcia Emília.

  208. Tenho 32 anos, sou engenheiro formado em faculdade estatal desde os 27 e fui diagnosticado com TDAH aos 30. O diagnóstico foi complexo e julgo alta a confiabilidade do mesmo. Logo, sendo um REAL portador do transtorno posso dizer: Podemos viver sim com o TDAH. A ritalina ajuda e muito! Mas acho exagerado as colocações do texto. Mas o mais importante: É preciso educar nossas crianças dentro e principalmente fora da escola (o que muitos pais não querem). Nunca tive atenção, mas graças a educação de meus pais, fui disciplinado, responsável e garantia sempre o cumprimento dos meus deveres. A ritalina só ajuda nas minhas “viagens” mentais, pq elas não se foram, mas consegui ordená-las e coloca-las em prática. Agora, o que não pode é realmente o diagnóstico desenfreado do remédio, o qual não imaginamos os efeitos colaterais a longo prazo. Tudo isso em resumo mostra o descaso de profissionais e dos pais dessa nova geração. Lamentável.

    • q disse:

      Pois é, eu fui diagnosticada aos 18 anos, e ao longo da minha infância criei vários traumas decorrente do TDA, eu sempre fui a menina 9,9 que e nunca chegava ao 10 e passei a minha vida a questionar porque que eu não era igual as outras crianças, me senti inferior as pessoas e carreguei essa inferioridades como uma cicatriz pro resto da vida. Tenho 19 anos e a 3 anos tento medicina, a 3 meses entrei em depressão, o que abaixou ainda mais a minha dopamina esse ano, o que me levou a uma neurologista que após uma longa conversa onde lhe expliquei tudo isso, fui diagnosticada. Ganhei um material, sobre TDA, e vi minha infância ali, pude, enfim, encontrar explicação para tudo o que senti a vida inteira. Comecei o tratamento com RITALINA e sinceramente, não me identifico com nada nesse texto. Meu comportamento sexual não se alterou, não me sinto como se estivesse sobre efeito de alcool. A ritalina, me ajuda principalmente na concentração e consigo me organizar melhor, mas não interfere no meu comportamento.

  209. Marlene disse:

    Toda vez que o corpo recebe uma droga ele não sabe o que fazer com ela, pois num corpo saudável e bem nutrido a doença não aparece. Os pais sem muitas vezes saber alimentam seus filhos com produtos 100% industrializados desde o leite, pão, salsichas, refrigerantes, açúcares e esquecem das proteínas de boa qualidades como ovo, carne, e água alcalina e magnetizada. A criança come errada a infância inteira fica hiperativa e com défict de aprendizagem e dai surge o milagre a droga ritalina . Meus amigos já diz remédio só remedia não cura que seu alimento seja seu remédio e que seu remédio seja seu alimento

  210. Joao disse:

    Meu Deus do céu! Vocês estão loucos? Que textinho típico de jornalista podre! Usar em balada? Se é usado, são poucas pessoas, isto está longe de ser problema…Receitado para crianças? Meu Deeeussss Vou parar de escrever e ler porque esta página é muuuuito fraca, cruz credo!!

  211. Ellen T.Ramos disse:

    Meu Deus….Meu filho hoje com 6 anos toma ritalina des dos 4 anos,diagnostico de tdh cid 99,e anciedade,diagnosticado pelo neurologista pediatrico,ele toma um comprimido as 7 da manhã antes de ir a aula,dai ee almoça la mesmo e uma hora da tarde ele toma mais uma pois de segunda a quinta ele fica o dia todo na escola pois participa do projeto que tem no colegio mais educação,de manhã aula normal e atarde o projeto,e ele adora,na sexta toma só de manhã e nos fins de semana eu não o medico,e agora nas ferias o neurologista falou que só em casos extremos para medica-lo,do contrario tentar não medicar ele nas ferias no qndo retornar as aula…..mas depois do que acabei de ler fiquei apavorada,pois achava estar fazendo o melhor pro meu filho…e agora não sei o que fazer????um help por favor………………………………………….

  212. Tamara disse:

    Me dá nojo essas mães de hoje em dia.
    Sou mãe de uma menina de 9 anos, até agora foi aluna nota 10 na escola, porém este ano ela não foi tão bem e na verdade eu não estou nem preocupada.
    Tem dedicado mais tempo em brincar e brincar e brincar. Minha postura quanto à isso: ” ok, se está brincando está feliz, vivendo, fantasiando vai ter tempo para estudar!”
    Criança com fala infantilizada, me digam: ” até os adultos quando querem impressionar mudam seus comportamentos!”
    Minha filha quando fica sem me ver fica com fala infantilizada,sim! É assim que eu sei que ela se sente carente, que ela quer atenção.
    Acordem prestem atenção nas suas crianças e parem de buscar o que substitua aquilo que vocês deveriam fazer.
    É obrigação de uma mãe entender seu filho e desenvolve-lo, não para ser um profissional de sucesso, mas para ser feliz!

    • Kika Malk disse:

      Tamara, desculpe mas tenho um filho com TDAH e jamais houve falta de amor e atenção, tampouco querer substituir tudo isso por uma medicação.
      Meu filho é extremamente carinhoso e amável e jamais falou de forma infantilizada nem quando tinha seus três anos, logo entendo que essa carência que sua filha passa ele jamais passou, já que foi assim colocado por você. Então é incoerente falar em tal substituição. Se não sabe essa medicação faz com os neurônios consigam fazer suas devidas conexões, uma vez que o problema está nessa falta desta. A medicação é ótima e os faz se sentirem melhor e normais.

  213. Alexandre disse:

    Que matéria ridicula, ela toma duas e sai beijando todo mundo? Ela tomou outra coisa e tá confundindo….

  214. Kika Malk disse:

    Meu filho de 14 anos faz uso de Concerta, uma droga mais nova, mas com os mesmos poderes da Ritalina. Ele foi diagnosticado com TDAH há 4 anos e posso garantir que não há vício e acredito que aquele que diz que não consegue fazer nada alegando o uso do remédio é do tipo de pessoa que não pode ler bula, pois sente tudo o que está escrito nela. Meu filho passou a se alimentar melhor, não teve alteração em seu padrão comportamental e tem tido seu crescimento controlado e totalmente normal.
    O que se deve fazer é procurar um bom neurologista e executar uma avaliação neuropsicológica séria e profunda para que não haja diagnósticos antecipados e incertos.
    Procurei os dois melhores aqui do Rio de Janeiro e o resultado foi o mesmo. Estou tranquila em poder ajudar meu filho em seu desenvolvimento e sei que somente a maturidade e seu crescimento farão com que seu futuro lhe permitam condições de normalidade e até mesmo deixar de fazer uso de tais medicações algum dia.
    É lógico que o TDAH existe e sempre existiu, porém antigamente não havia medicações como essas, fazendo com que esses portadores dificilmente progredissem em suas vidas, com raras exceções.
    Tenho 2 filhos sem TDAH e outro com TDAH e sei perfeitamente que esses portadores necessitam de um cuidado especial. Esse cuidado pode se restringir ao uso da medicação, uma vez que devem ser considerados normais fazendo o uso da mesma.Tenho certeza que ficar de braços cruzados sem fazer uso da medicação não estará ajudando em nada.
    Drogas existem e são necessárias. São elas usadas em uma diversidade de situações.

  215. Nídia disse:

    Preocupe-se se seu filho não “viajar”

  216. Natália disse:

    Acho que quem escreveu essa matéria deveria se informar melhor sobre a Ritalina.
    Com certeza não tem ninguém em casa que realmente precise.
    Ao contrário do escrito do texto, não reduz o apetite (tanto que não emagreci depois que comecei a usá-la), não causa dependência (muitas vezes me esqueço de tomar) e o seu efeito é de apenas 4 horas, além de muitas outras bobagens escritas.
    Digo bobagens pois já estudo sobre o assunto há quase 10 anos e já conversei muito com o meu neurologista sobre.
    Eu só descobri que tinha DDA (déficit de atenção) no 3• ano de faculdade e se não fosse a Ritalina, provavelmente não conseguiria me formar.
    As pessoas não têm noção do que passa alguém com os distúrbios que somente a Ritalina pode aliviar. Alivia, pois não tem cura e é muito difícil conseguir uma receita para comprar.

  217. OS PAIS QUEREM DROGAR AS CRIANÇAS PRA ELES NAO DAREM MUITO TRABALHO ASSIM ELE PODEM TER MAIS SOSSEGO . ESAA É A REALIDADE

  218. Patrícia disse:

    A materia poe tudo em um mesmo balaio. Nao é por aí! Ouça sem pre-conceito as mães que resistiram, buscaram outras formas, mas deram ritalina aos seu filho. Quem disse que a ritalina é pra domar criança e que o objetivo dos pais é esse, não sabe o que está falando! Ridículo!!!
    O que deve fazer um pai que vê seu filho a margem de tudo por não conseguir absorver e reter informaçoes básicas que são necessárias para um diálogo? O que fazer o pai que depois de usar professor particular, psicopedagogo, psicólogo e ainda assim receber um boletim com notas sempre abaixo da média, apesar de saber que seu filho tem conteúdo pra ter notas máximas?
    O que fazer um pai que vê seu filho perder os jogos estudantis da escola por não se lembrar nem da inscrição, mesmo amando esporte?
    O que fazer o pai que vê seu filho sendo chingado de burro por seus colegas e professores por sempre estar a margem do assunto discutido e por sempre tirar notas baixas?
    É simples julgar sem viver o problema! Vai esfudar mais sobre o assunto sem pre-conceito e arruma uma solução para o problema que é muito sério!
    Engana quem pensa que só existe pais querendo se livar de filhos mal educados, questionadores, hiperativos e sem limite.
    Há pais preocupados com o futuro de seus filhos e crianças sofrendo muito !!
    Arrumem um estudo que dê solução! Vcs vão ganhar mais dinheio e ainda ajudar muito essas crianças que estão praticamente sozinhas lutando com seus pais contra algo difícil de compreeander.

    • Mariana disse:

      Concordo PLENAMENTE com vc, Patricia! Os médicos deveriam ter mais respeito aos pais e pacientes e menos preconceito! Há pais e pais!!! E a classe médica deveria estudar e fazer seu papel conforme seu juramento e não julgar as pessoas e transmitir impressões e informações errôneas para a sociedade.

  219. Antonio disse:

    Durante minha adolescência sempre fui taxado de preguiçoso, nunca consegui terminar um curso de línguas, estudava o necessário para passar de ano e etc.
    Já na fase adulta eu sempre começava um projeto e nunca terminava, ia me arrastando para o trabalho e lá chegando era um sofrimento até o final do dia, não tinha prazer em fazer qualquer atividade intelectual.
    Com 31 anos descobri que a minha “preguiça” na verdade era a TDAH e comecei a tomar ritalina.
    Após o início do tratamento minha vida mudou totalmente, parece quue foi ativada alguma parte do meu cérebro que antes estava em “standby” e assim comecei a fazer o que as pessoas “normais” faziam todos os dias e com o maior prazer, a partir daí conseguia terminar tudo o que iniciava e passei a trabalhar normalmente sem hesitar.
    Hoje diminui o tratamento e tem alguns dias que me ataca o desânimo, mas nada que me atrapalhe.
    Diante disso digo que a TDAH não é ” frescura “mas sim uma doença que merece atenção tratamento.
    Então, peço RESPEITO aos que pregam que a ritalina é a “droga zumbi” de crianças, peço que se informem e pesquisem muito mais, porque, essa doença silenciosa é muito prejudicial e quando essas crianças se tornarem adultos, poderão perder muitas oportunidades de trabalho, sociais, psicológicas e afetivas em razão dos efeitos da TDAH.
    Falo isso porque foi o que aconteceu na minha vida.
    Dr. Antonio
    Advogado.

  220. Carlo Sardi disse:

    Fui diagnosticado com TDAH aos 39 anos. Só posso dizer maravilhas sobre a Ritalina. Minha vida pode ser definida em A/R e D/R, rsrsrs! Tomo há quase 10 anos e nunca, nunca tive problema algum. Viciar? Balela! Tolerância? Não existe! Já tomei, em uma das vezes em que faltara a comum no mercado, a versão L. A. (De liberação gradual), mas prefiro a comum, justamente porque posso utilizar conforme a necessidade. Sou servidor público federal e resolvi cursar Psicologia, então, em épocas de provas, aumento a dose; há finais de semana em que nem lembro de tomar. No início do curso, em que fazia todas as cadeiras e trabalhava 9, por vezes 10h, cheguei a tomar 5 por dia (50mg). Hoje tomo 3, em média. NÃO HÁ TOLERÂNCIA do organismo, pois se houvesse eu deveria estar tomando umas 40 por dia! Você toma e cerca de 4h depois os efeitos caem. Não há abstinência alguma. Se não estou sendo exigido, simplesmente não tomo por não sentir necessidade. Simples assim. A Ritalina literalmente mudou minha vida. Só quem realmente tem TDAH sabe do que estou falando. Se não fosse pelo metilfenidato, é quase certo que eu já teria largado o curso de Psico (como a maioria das coisas que comecei na vida). Estou no 8º semestre, depois de ter largado 3 outros cursos pela metade.
    Sou um defensor ardoroso do metilfenidato ao mesmo tempo que, como estudante de psicologia, conheço as fases do desenvolvimento infantil e suas nuances. É óbvio que há um boom no consumo, diagnósticos imprecisos e errados (por incrível que pareça, não é nada fácil diagnosticar-se. O HCPA – Hospital de Clínicas de Porto Alegre/RS – um dos centros de referência sobre o assunto no país – há pouco desenvolveu um longo questionário no intuito de padronizar e facilitar o diagnóstico), mas isso de forma alguma invalida os benefícios que o medicamento traz. Sem falar que é barato e acessível. Está no mercado há décadas (embora seu uso no Brasil seja recente).
    Tirando isso – diagnósticos incorretos e uso por adolescentes em busca de um barato (o que não é exclusividade da Ritalina), sou da opinião de que a Ritalina deveria ser vendida no balcão das farmácias, ao lado das Aspirinas.

  221. Cássia disse:

    É uma pena que médicos prescrevam para pacientes que não necessitem, mas pra quem tem real necessidade ela ajuda muito!!! Eu posso dizer pois é meu caso.

  222. Dani disse:

    Meu Deus, quanto blá, blá blá!!! Tudo hj virou doença, tristeza, preguiça, virou DEPRESSÃO, criança ativa agora tem q tomar remédio pois é HIPERATIVA, ahhh façam me o favor, a culpa disso é dos Pais que não sabem educar seus filhos e ficam cobrindo com “doenças“, falo por experiência própria, se depender de psicólogos, terapeutas, criamos um bando de RETARDADOS, viciados em drogas altísimas e sempre justificando seus erros na “DOENÇA“

    • Carlo Sardi disse:

      Imagine, Dani! Antigamente não havia depressão! Era só tristeza,ou a chamada “melancolia”. Para curar, o pessoal pegava na enxada. Não tinham tempo para essas frescuras. Aí vieram com essa tal de depressão. Tsc, tsc, tsc…
      Tudo era mais simples, não é? A maioria das pessoas morria de “congestã”. Derrame? Não existia! O problema era que a pessoa saia no frio e pegava um “vento encanado” que paralisava metade da face (ou corpo). Era tudo tão mais simples e a medicina veio complicar, não é mesmo?
      Criança hiperativa naquele tempo se curava com laço, castigo. Realmente, Dani, os pais de hoje não sabem como se educa os filhos.
      Nao sei se tu tens filhos, mas se tiveres, apenas torço para que nenhum deles tenha TDAH.

  223. Ana disse:

    Droga? Ameaça? Ritalina um uma benção pra diversas pessoas que sofrem de TDAH assim como eu!! Só quem passa as dificuldades de concentração, memorização e atenção em aula sabe como faz diferença e como esse remédio simples pode mudar as coisas!
    Eu lembro até hoje, estudava Japonês e me sentia completamente incapaz por que não conseguia fazer sequer um ditado completo em quanto todos da minha sala se saiam perfeitamente bem!
    Até que fui diagnosticada com TDAH, e passei a tomar os remédios corretos, dentre eles Ritalina. A minha alegria quando fechei facilmente um ditado completo graças ao tratamento e ao medicamento correto!
    Ritalina assim como qualquer remédio só passa a ser uma ameaça ou um risco se usada de forma incorreta e se as indicações médicas, isso é com qualquer remédio!.

  224. Denise disse:

    Agressiva, imiscuída, taquilálica, agitada, indiscreta, falante, hiperacústica, desfocada, desconcentrada, perde tudo, bagunceira, sabe tudo…são alguns dos meus qualificadores. Tenho 56 anos. Sofri todo tipo de consequência, boa e ruim, por ser assim. Consegui trabalhar a vida inteira, dei aulas memoráveis, consegui juntar dinheiro pelo menos pra comprar imóvel e carro, criei dois filhos, terminei um doutorado, planejei, executei e coordenei programas e projetos, assessorei gestores. Mas, por outro lado, briguei muiiito com pessoas queridas, afastei gente amiga e amores reais, perdi oportunidades de me fazer conhecer e respeitar, em artigos e livros, paguei muitos juros, tive muitos objetos roubados e perdidos dentro e fora de casa, porque sou distraída, não me organizo, sou dispersiva … Às vezes, me pergunto, se ao ser diagnosticada com disritmia cerebral (sim, deram este diagnóstico sobre mim a minha mãe, quando eu tinha uns 9, 10anos!)eu tivesse sido medicada, controlada, tomado Ritalina, ou algo similar, desde criança, como teria sido? Não sei. Teria sido melhor ou pior? Hoje, sei que sofri muito e que, talvez, se fosse mais “normal”, teria me enquadrado mais? !! Não tinha consciência de que algo poderia ser diferente. Eu era assim e tinha (e ainda tenho) de lidar com isso. Hoje, moro sozinha e não sei se daria conta de outro arranjo vivencial. Por outro lado, eu me sinto feliz, realizei muita coisa, fiz algo pra a humanidade, cuidei e cuido da minha vida. Agora, com certeza, estou mais equilibrada. Até porque desenvolvi um hipotireoidismo que me engordou, desacelerou meu ritmo e metabolismo e me fez tomar mais consciência dos meus excessos…porém, fui e ainda sou onicófaga, roo as unhas até acabar, e permaneço fumante! Entretanto, consigo recorrer à fé em Deus e a algum ansiolítico, também. Preciso dar conta de mim mesma… De qualquer modo, pretendo fumar maconha assim que me aposentar. Espero que seja feita a devida descriminalização a tempo! Quero descansar dessa maratona cerebral e emocional em que vivo, mas quero poder fazer isso em total liberdade! !

  225. Maria da Conceição Dias disse:

    Gente que coisa mais absurda é esta? Quanta irresponsabilidade. O Metilfenidato ou Ritalina não é nada disto. Pesquisem e aprendam antes de falarem tanta asneira. Porque depois nenhum de vocês vai arcar com as consequências que virão. Este medicamento é super tranquilo e controlado. Os comprimidos são contados. O Ministério da Saúde e a OMS sabe exatamente quantos comprimidos foram vendidos, pra quem, por quanto tempo. Se existem jovens usando isto de forma inadequada, isto é responsabilidade deles e das famílias. Porque a medicação é para o tratamento de desatenção e hiperatividade. E não para ser associado a outras drogas lícitas como o álcool. Se as pessoas soubessem como as crianças, adolescentes e adultos com o transtorno poderiam ser beneficiados com o tratamento adequado, não estaríamos vendo tanta evasão escolar, tantos analfabetos funcionais, tantas pessoas trocando de empregos e parceiros propagando vírus letais com da aids, sífilis, entre outros devido a falta de tratamento.
    Foi retirado delas o direito ao tratamento, a ter uma qualidade de vida melhor, de serem profissionais.
    Quem, está criticando tanto, deveria ir à cracolândia e avaliar cada uma daquelas crianças. Constatariam que uma grande parte delas, era e é portadora de tdah, foram rejeitadas pelas escolas, porque não existem políticas públicas adequadas para lidar com os problemas de aprendizagem e se tornaram marginais no verdadeiro sentido da palavra. À margem da sociedade, abandonados, criminalizados, abusados.
    Para falar com propriedade sobre algum assunto é preciso conhecer, colocar a mão na massa. E tenho certeza absoluta que quem escreveu esta matéria não sabe nada sobre TDAH, nunca lidou com uma pessoa com este transtorno e nem se quer se deu ao trabalho de pesquisar de forma responsável antes de escrever tudo isto.
    Penso que esta matéria não passa de oportunismo,
    Pensem muito bem ao fazerem este tipo de divulgação. Porque as consequências virão e depois não adianta reclamar.
    Dra. Maria da Conceição Dias
    Psicóloga Clínica, Psicopedagoga, Neuropsicóloga
    Especialista em Psicologia Clínica

  226. Um completo absurdo essa matéria, eu sou Asperger, tenho TDAH, e tomo Ritalina LA 20 mg, tenho 35 anos e um QI de 180 para raciocínio lógico, matemático, espacial.
    Aposto que os “doutores” que pesquisam isso, não tem TDAH e fazem os seus “testes” sem base real de estudo.
    Que tal pegar um medico com TDAH que é beneficiado pela Ritalina e perguntar a ele como a Ritalina prejudica a habilidade medica dele?
    A Ritalina me deixa focado e concentrado.
    Sou adulto e tenho experiência de vivencia com o uso não muito frequente da Ritalina em meu próprio organismo e nos seus efeitos.
    Pelas alegações do artigo, eu poderia acusar o pesquisador de ser tendencioso, e demonstrar desconhecimento do uso pratico do medicamento.

  227. Bem, meu ponto de vista em relação aos comentários de vários que li, e também minha opinião sobre a vida num todo.
    Cada caso é um caso, cada um com sua cruz, acredito que colhemos o que plantamos, tenho um casal de filhos e um cachorro, e o que faço é dar atenção, amor e carinho a cada um no tempo e quantidade que necessitam, minha vida é corrida e sempre faltam horas durante um dia, mas existem coisas boas inimagináveis e incontáveis, amor profundo, puro, inocente, um afeto incomparável quando damos carinho á uma criança ou á um animal e somos retribuído por isso, não há horas, dias, meses ou anos de trabalho que pague por isso, um carinho, um olhar de um ser sem maldade, inocente e apenas com uma imaginação fértil, criativa, sem medo, sem cobrança por horários ou atingimento de metas, que simplesmente retribui carinho por que recebe carinho, sonha, viaja, se transforma em astronauta ou pesquisador. E é aí que temos que viajar com eles, entrarmos no mundo deles e enxergarmos as coisas como eles enxergam, na altura deles e, dão valores a coisas simples que descobrem a cada dia, que as vezes não damos conta por que são despercebidas pelo nosso cotidiano, mas que para eles são fundamentais. Precisamos prestarmos e darmos atenção, amor, carinho a nossos filhos, ás pessoas e ao mundo que nos rodeia, cada um de forma especial, e, com certeza seremos retribuídos, colheremos o que plantamos, por isso e através do mundo imaginário de uma criança ou através do amor ao próximo, através daquele segundo que tiramos para repormos nossas energias, idéias e sonharmos com o futuro através do planejamento, nos transformamos, voltamos a ser crianças a reaprendemos a darmos valor a simplicidade que precisamos para viver e ser feliz.
    Aos que usam e aos que recomendam Ritalina ou outros medicamentos “drogas” para controlar isso ou aquilo, repensem, analisem e revejam seus princípios, na maioria dos casos é só falta de atenção, carinho e amor.

  228. paulo disse:

    Sou tdah e estou evitando uso da rita por n motivos proprios mas ja usei para curtir uma balada e muito bom mas hj tenho medo dela.

  229. anonimo disse:

    eu acho muito complicado essa coisa. tem q saber como dosar o medicamento corretamente e fazer um tratamento, não dá pra simplesmente tacar o remédio e achar q a criança tá melhorando. sem a ajuda de médicos nem especialistas eu tenho quase certeza q tenho TDAH. tenho 21 anos e por conta disso eu já tive vontade de cometer suicídio. eu percebo q enjoo muito fácil das coisas. e isso já aconteceu até com namoradas. como eu conseguiria viver sabendo q não vou conseguir passar mais de 6 meses com alguém q eu amo? meus pais não faziam ideia q meu comportamento hiperativo quando criança podia me afetar assim, e não me trataram. por conta disso eu já quase me suicidei algumas vezes. eu acho q esse medicamento não pode ser abandonado. não é pq a criança brinca e explora o mundo q ela é hiperativa, e não é q esse remédio vai tirar a fantasia dela.

    • Carlo Felipe SArdi disse:

      Já fora feitas pesquisas e, eu mesmo, por experiência própria corroboro que o tratamento ideal para TDAH é farmacológico (com Metilfenidato) e psicológico (com terapia). Um sem o outro dificilmente funcionará.

  230. anderson pereira disse:

    “sonhar não custa nada…”
    Nossas crianças de hoje estão sendo privadas de brincadeiras que antes faziam minha alegria…”pique-bandeira”, policia-ladrão, furingo no meio da rua…hoje você não vê mais isso…
    quando criança sonhava em ser policial… hoje sou policial da Polícia Militar do Espírito Santo…
    na verdade os pais estão temerosos pela grande violência que vivemos no dia a dia e preferem que seus filhos fiquem confinados em casa pensando assim que não correm riscos, mas o risco maior é o psicológico que transforma sonhos em medos…

  231. Moacir Pinheiro de Souza disse:

    Reconheço e é até admissível, convivermos com as diferenças, porém ; É inaceitável obrigar-nos à sermos participativos em determinadas questões. Exemplos ? Sim ! Todas as Drogas sempre foram Legais “FARMACOLOGICAMENTE” e não para “USO PESSOAL”. Em minha concepção “NENHUMA DROGA É LEGAL”. Se o próprio “P R O E R D” esclarece que :”TUDO QUE NÃO É ALIMENTO É DROGA”, porque eu tenho que aceitar “LEGALIZAÇÃO DE DROGAS ?”.Passei 50 anos desgraçados na minha vida, simplesmente porque o TABAGISMO é LEGAL , e então ?. Se não fosse LEGAL com certeza eu não usaria com receio em passar decepções ou mesmo ser preso ; “E SERIA MENOS UM VICIADO”.

  232. Fernanda disse:

    Essa reportagem é um verdadeiro absurdo… Com baixo grau de conhecimento e apegada a opiniões e relatos extremistas!

  233. Eduarda disse:

    Fernanda, concordo com vc!! Essa reportagem é um absurdo e de uma irresponsabilidade imensa!! Colocam indiscriminadamente como se a ritalina causasse dependencia apenas por utiliza-la, pois a historia não é bem essa, a ritalina PODE causar dependencia se for utilizada incorretamente, em casos de abuso da medicação, a ritalina tem um tempo de atuação no organismo de 4 a 8 horas dependendo qual ritalina vc está usando, e o principla se seu filho virou um zumbi fale com o médico dele pois este não é o efeito desejado, pelo contrario, a ideia é termos crianças que alegres, que fantasiem sim, mas que consigam começar e terminar uma brincadeira, que consigam parar para prestar atenção ao que amiguinho diz, e isso o ajudará e muito em suas relações. Bem este é só um desabafo diante de um texto tão irresponsável, aconselho a buscarem informações em pesquisas cientificas. Ritalina não faz milagres, mas tb não é o monstro que pintam!!

  234. Andrey disse:

    Um absurdo esse post eu toma a medicação a 2 anos e nesses 2 anos conquistei muita coisa e me conheci realmente quem sou e do que só capaz. As de começa o tratamento vcs não tem noção de como é, sua cabeça vive no limite, qualquer coisa é motivo de explosão, não conseguia fazer termina uma atividade quanto profissional quanto pessoal… Me isolava para não machuca os outros eu era agressivo arruma mil brigas por nada… Hoje graça a minha psicóloga Eo os remédios não preciso me afastar das pessoas mas e sim me aproximar delas…. Fácil fala o efeito negativo de pessoas que usam por usa, porque uma se vc usa de maneira correta e com uma boa orientação vc muda sua vida … Eu só agradeço por Hj ou me conhece e consegui gosta de mim msm coisa que não conseguia. Ah uma observação estava tomando 5 comprimidos por dia hoje eu tomo 1,5 então acho que oque falta e as pessoas se informa mais e espero que logo não preciso de mais nem 0,5…

  235. Priscila disse:

    Tenho 21 anos e só agora descobri que tenho esse transtorno de atenção. Minha vida começou a virar uma bagunça, tudo que queria na vida era poder prestar atenção em uma aula e não conseguia, me sentia inquieta, ia umas 15 vezes ao banheiro porque não aguentava prestar atenção no professor, no cinema atrapalhava a todos com a minha agonia, ficava balançando a perna porque não aguentava prestar atenção no filme…Vivi assim por anos, até que chegou um dia que minha vida começou a virar um fracasso, minhas notas cairam, o tempo que passava na faculdade não valia nada, pois não adquiria nenhum conhecimento vindo do professor, as listas de exercicios não conseguia concluir por falta de atencão…nas provas errava coisas inacreditaveis por falta de atenção…Eu queria tanto, tanto ser normal, queria tanto prestar atenção…mas eu não conseguia, via as pessoas prestando atenção normalment e eu nao conseguia… tentava de diversas formas me concentrar , ficava muito triste a cada dia que tentava e não conseguia…cheguei a chorar muito porque tudo que queria era estudar…Procurei um profissional e ele me diagnosticou e me disse q eu tinha deficit de atenção, me receitou ritalina. E agora o que posso dizer depois desse remedio…Posso dizer que ele foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida, posso dizer que não virei nenhum robo, que agora posso fazer escolhas, que posso mexer minha perna só quando eu quero e não quando meu corpo manda, posso estudar, posso escutar alguem, posso prestar atenção, posso correr, mas nao por agonia e sim porque agora eu escolho. Mudou minha vida e posso dizer que eu não virei robo, eu virei uma pessoa como as outras: com escolhas. Antes eu nao tinha escolhas, nao conseguia mandar sequer no meu corpo… Hoje, sem duvidas, sou uma nova pessoa, hoje vejo que sou uma pessoa pronta para o sucesso..hoje consigo ficar na aula sem desculpas para sair…Acho que a dependencia que ele causa nem se compara com o prejuizo de não conseguir viver, e nao apenas viver, ter qualidade de vida… Ter deficit é como se toda hora alguem te desse agulhadas sem parar a ponto de vc não conseguir desenvolver nenhuma tarefa a nao ser a de ficar desfocado e se mexendo…totalment agoniado. Esse rémedio muda a vida de quem realmente precisa. Palavras de uma pessoa que teve o problema e conta, e até mesmo por minhas palavras é possivel verificar que ele nao tirou nenhuma das minhas emoções.

  236. leonardo disse:

    O Texto é ruim, superficial, tendencioso e apelativo, mostra muito mais a opinião do autor, péssimo.

    • Clarisse Magalhães disse:

      Excelente comentário Leonardo. É preciso pesquisar em fontes científicas seguras antes de sair divulgando barbaridades. Infelizmente esse é um tipo de mídia de alcance, mas que só faz estrago. Lamentável.

  237. Ricardo Reche disse:

    meu filho toma ritalina a mais de dois anos… tinha muitos problemas de atenção e comportamento.. brigava com colegas na escola.. se escondia embaixo da mesa para não fazer as atividades da escola….. as notas não eram boas… estava sempre agitando… era agressivo…. depois que começou a tomar a ritalina mudou tudo…. não brigou mais na escola.. dificilmente tira uma nota abaixo de oito… é sempre o primeiro a terminar as atividades na sala de aula…. não é mais agressivo… além disso…. não tem problema de insonia… aliás dorme até demais se deixar…. se alimenta bem…. o médico até diminuiu a dosagem do remédio pela evolução que ele tem mostrado.

  238. Filipe Magalhães disse:

    Gente. Vocês estão confundindo uma criança com um comportamento grave, desajustado e com um alto risco de desfechos negativos na idade adulta com uma criança que “viaja”. O diagnóstico não é simples e a assistência à criança é multimodal. A medicação é utilizada há muitos anos em todo o mundo e quem melhorou sempre agradece.

  239. O paciente diagnosticado corretamente com tdha sofre exclusão na vida social e escolar não precisa dizer mais nada… Como não tratar. Cada ser humano tem suas características não se perde. Quem é imperativo e não para quieto precisa sim da medicação e quem é parado demais TB. Deus deu sabedoria ao homem e o abençoou para adquirir conhecimentos p/ajudar a humanidade a se equilibrar.

  240. lucas disse:

    Serio isso é a pior merda q uma médica já falou,tenho tdah e uso ritalina nunca parei de sonhar com o futuro por causa de seu efeito sem ela não consigo me concentrar e fico insuportável de se ficar perto não nego q ela tem efeitos negativos,porém são mais efeitos positivos do q negativos

  241. Aline disse:

    Sou psicóloga, psicopedagoga e tenho um filho portador de TDAH e faz de medicamento a mais de um ano, junto com psicoterapia! O texto não apresenta resultados reais! Além dele ter melhorado a atenção e concentração melhorou notas e comportamento agressivo! Continua viajando nos pensamentos porque o medicamento não o impede disso! Continua um garoto lindo e querido! Existe sim uma forma indiscriminada de medicar Pq existe dois tipos de TDAH um por disfunção Neuropsicologica e outro por disfunção na dinâmica familiar!!! Fica o Alerta!!!

  242. Mara disse:

    Ué, mas não entendi. As crianças tomam e viram zumbis…e os adolescentes tomam e ficam ligadões ?
    Tá estranho isso !
    E comparar ritalina com cocaína também tá puxado hein.

  243. Sylvio disse:

    Sinto muito, mas não tem nada a ver este texto. Primeiro que Ritalina não funciona em crianças sem Tdah. Segundo, esta doutora Moyses é uma desqualificada pela comunidade médica. Só que é tdah como eu e meu filho é que sabemos como é dificil a concentração, relacionamentos e baixa auto-estima. A Ritalina ajuda e muito

  244. simone disse:

    Pois é! Concordo com todo comentário. Minha dificuldade se depara a orientação com relação ao q fazer ou como lidar. Sou mae solteira e me sinto na responsabilidade dobrada do erro a decisão tomada. Minha filha é questionadora, ousada, enfim foge aos padrões normais. Foi diagnosticado dislexia e hiperatividade. Não aceito Ritalina como tratamento, mas sou cobrada socialmente.

  245. Marcia Neves disse:

    Acho que essa reportagem eh de uma pessoa, que nunca conviveu com uma criança com deficit de atençao!!Que fala sem nenhum conhecimento…so falou besteira!!Vai pesquisar melhor, falar com os pais dessas crianças antes de sair falando o que nao sabe!!

  246. maundrell disse:

    Olá pessoal, gostaria de dizer que tive TDAH por toda minha vida e posso dizer que a experiência mais traumatizante foi ter de passar toda minha infância indo para psicólogos pois uns achavam e outros não, passei por psiquiatras também, onde por negligência passaram remédios sem relação alguma e meu quadro piorou na época, mas logo parei de tomar. Meus eletros sempre deram normal, tirando a época da medicação errada, digo a você que não foi fácil, troquei muito de colégio, muitas vezes eu queria ficar, mas minha mãe desesperada igual a muitas mães nos comentários, ela acabava achando melhor isso, mas não era. Vivi como novato muitas vezes e até eu quando criança entendia que nos próximos anos no mesmo colégio seria bem mais calmo, não da minha parte e sim dos outros alunos, eram sempre piores, mais brigões, bagunceiros, as vezes eu não entendia por que eu que era considerado problemático. O que mais me corta o coração tanto na época, quanto agora era a aflição que ela tinha por me criar, mas sempre foi muito amorosa, mesmo com tantas brigas, devo muita coisa por ela. Não se descontrolem, seus filhos serão grandes gênios. Voltando a falar sobre mim, na minha adolescência passei a faltar muito pois não conseguia mais socializar direito, passei por uma espécie de mutismo seletivo e tinha poucos amigos, praticamente nenhum na escola, a maioria era do meu bairro. Muitos não gostavam de mim por eu ser bastante brincalhão, então passei a faltar muito as aulas e passar mais tempo na internet, tinha vergonha de dizer que estava faltando por conta disso e eu era mal interpretado por familiares, acho que também cheguei a ter depressão e perdi alguns anos de colégio com isso. Larguei os estudos, mas depois decidi fazer um supletivo e hoje estou na faculdade, sou exatamente o contrário do que eu era antes, dizem que o TDAH vai sumindo aos poucos, a não ser que seja muito traumático, mas talvez até assim dê uma aliviada considerável. Agora sou bastante estudioso e me destaco bastante em sala de aula, onde recebo elogios e incentivo de professores a ingressar no mercado de trabalho, estudo publicidade e penso em me especializar em marketing, sou bastante antenado a assuntos políticos, economia, tecnologia, atualidades e assuntos dentro da minha área. Vejo que os algozes da minha vida hoje estão tendo uma vida difícil, se casaram e tiveram filhos cedo, a mercê de um trabalho com salário baixo, outros estão num caminho bem mais desviado, muita gente pensava que eu não tinha futuro, até hoje me preocupo um pouco, afinal a organização desse país deixa a desejar em todos os sentidos e até a honestidade chega a ser questionada se é uma virtude ou não, da minha parte é, mas a estrada se torna muito mais difícil quando não são, enfim, é engraçado como antes eu odiava estudar e hoje quero, mas no momento não tenho condições financeiras para vários cursos, intercâmbio, comprar muitos livros, etc, mas me viro como eu posso. O conselho que eu dou é, ame sempre seus filhos, sempre tenha esperança neles e lembre-se que sempre haverá casos piores. É complicado dar um conselho para vocês, hoje eu teria muitos conselhos para dar a mim mesmo no passado, mas eu acho que eu não entenderia, o tempo me ensinou, a maturidade natural mesmo aliada as experiências, mas é sempre bom ter cuidado com a ânsia pela popularidade, por achar que está tendo amizades legais e divertidas, porém descartáveis, isso pode ser bastante frustrante e vejo que eu tinha amigos e não percebia, por não serem tão descolados, porém sinceros e respeitadores. Lembrei de algo, tentem ser compreensivos, evitem brigas, por mais que pareça que tudo está conspirando pra isso, seu filho, independente de TDAH ou não, muitas vezes ver como uma afronta, tente entender, faça perguntas, converse bastante, seja amigo do seu filho. Ser autoritário demais pode fazer com que ele pense que sua própria família está contra você e sinceramente acho que estamos vivendo tempos difíceis, essa geração de hoje nem se compara com a minha. Aconselho também procurarem terapia, de verdade, eu via muitas vezes minha mãe mais abalada do que eu, por conta dos problemas pessoais dela e por conta do nosso convívio, criar nunca é fácil.

  247. Maria Isabel Aráujo disse:

    O imediatismo não é solução!
    Sabendo que não podemos escapar da necessidade de medicar. Acreditando que a medicina evoluio para aumentar a qualidade de vida de todos.
    Mas, não podemos ser ingênuos, nem todos que estão sendo medicados necessitam.
    O trabalho educacional, terapêutico deve ser priorizado!

  248. Marcio Estanqueiro disse:

    Quem é que escreveu toda essa bobagem??? Eu tomo ritalina há 1 ano, tenho TDAH, e não sinto nenhum sintoma descrito no post. Ao contrário, descobri essa doença quando não era tão jovem, e hoje me sinto muito melhor. Continuo tendo minhas viagens, ou seja me desligo quando quero, pois isso ninguém pode tirar de você, esse negócio de fazer você um robot, é pura mentira, e quanto a questionar eu não conheço outra pessoa mais polêmica e questionadora do que eu. Vocês escreveram um diagnóstico todo errado. Vocês são médicos ou comunistas?

  249. Cidinha disse:

    Que longa discussão, prós, contra, usa, não usa, precisa, não precisa. Eu estou perdida. Meu filho é uma criança linda e inteligente, mas não assimila regras e tem muita dificuldade de convívio social…Esportes, ele não consegue participar por causa do convívio social e regras, mas mesmo assim, insistimos…e paciência.

  250. Carolina disse:

    Olha, com todo respeito mas sou uma dessas criança que um dia precisou de tomar Ritalina, e digo que NÃO VIREI UM ROBOZINHO COMO DIZEM!! Sem continuei normal, alegre, brincalhona na escola como sempre fui!! A Ritalina apenas me ajudava a concentrar mais e a prestar atenção na aula, pois eu não conseguia, tudo me distraia, até mesmo um mosquito! Eu vi claramente a melhora na minha vida!! E digo mais não me tornei uma DEPENDENTE dela, a Ritalina me ajudou a aprender a lidar com meu TDAH!! Hoje graças a esse medicamento eu estou onde estou! Pois eu ia mal nas aulas, eu tinha facilidade de aprender mais tinha dificuldade de parar e de me concentrar para estudar!! Hoje não utilizo mais esse medicamento por aprender a lidar com meu TDAH, mas é muito dificil, pra uma criança principalmente, e a Ritalina foi muito importante na minha vida! Hoje tem sim alguns casos equivocados de alguns profissionais que falam que a criança tem TDAH e muita vezes não tem, as vezes a criança só está passando por problemas pessoais e que acabam influenciando na escola!! é uma erro diagnosticar uma criança antes dos 7 anos!!
    UMA COISA DIGO A VOCÊS A RITALINA SÓ AJUDOU NA MINHA VIDA!! Minhas notas nas aulas melhoraram muito!! Eu errava coisas em prova que eu sabia por não conseguir me concentrar para ler direito a questão!
    Hoje estou na Faculdade, aprendi a lidar com meu TDAH e sou uma futura Fisioterapeuta!

  251. Carolina disse:

    Olha, com todo respeito mas sou uma dessas criança que um dia precisou de tomar Ritalina, e digo que NÃO VIREI UM ROBOZINHO OU ZUMBIZINHO COMO DIZEM!! Sempre continuei normal, alegre, brincalhona na escola como sempre fui!! A Ritalina apenas me ajudava a concentrar mais e a prestar atenção na aula, pois eu não conseguia, tudo me distraia, até mesmo um mosquito! Eu vi claramente a melhora na minha vida!! E digo mais não me tornei uma DEPENDENTE dela, a Ritalina me ajudou a aprender a lidar com meu TDAH!! Hoje graças a esse medicamento eu estou onde estou! Pois eu ia mal nas aulas, eu tinha facilidade de aprender mais tinha dificuldade de parar e de me concentrar para estudar!! Hoje não utilizo mais esse medicamento por aprender a lidar com meu TDAH, mas é muito dificil, pra uma criança principalmente, e a Ritalina foi muito importante na minha vida! Hoje tem sim alguns casos equivocados de alguns profissionais que falam que a criança tem TDAH e muita vezes não tem, as vezes a criança só está passando por problemas pessoais e que acabam influenciando na escola!! é uma erro diagnosticar uma criança antes dos 7 anos!!
    UMA COISA DIGO A VOCÊS A RITALINA SÓ AJUDOU NA MINHA VIDA!! Minhas notas nas aulas melhoraram muito!! Eu errava coisas em prova que eu sabia por não conseguir me concentrar para ler direito a questão!
    Hoje estou na Faculdade, aprendi a lidar com meu TDAH e sou uma futura Fisioterapeuta!

  252. Viviani disse:

    Acho mt complicado generalizar. Claro q temos casos extremos enquete a medicação não deveria ser utilizada. Mas caso ela não devesse ser medicada, quem deveria sair do mercado é o médico que indicou.

  253. Ana Pop disse:

    Eu nunca vi tanta besteira junta, num texto ridiculamente tendencioso, querendo provocar polêmica sobre uma medicação. Primeiramente, estimulantes do SNC provocam dependência quando utilizados de forma abusiva. Nenhum remédio psiquiátrico pode ser interrompido de uma hora prá outra, nem mesmo os que não provocam dependência. É necessário fazer o que se chama “desmame”. O problema é quando se resolve usar as anfetaminas de forma recreativa, misturando-as principalmente com álcool, o que prá mim é um absurdo, pq são duas substâncias com efeito contrário. A pessoa não sabe nem se está a fim de chapar ou ficar ligadona. De qqr maneira, quem sofre de TDAH tem um deficit de funcionamento no ajuste fino do córtex cerebral, de forma que tomadas de decisão e prioridades são estabelecidas de forma completamente confusas, criando uma série de problemas na vida de um adulto. E nunca vi relato de que o uso de anfetaminas leva a perda de personalidade contestadora e criatividade. Amigo, estude mais e baseie suas conclusões em fatos científicos, por favor.

  254. Sem dúvida o arquivo causou polêmica.
    Não li todos os comentários mas acho que …
    Efeitos devem ser definidos por especialistas como psiquiatras.
    Paradigma sobre drogras é comum.
    Veja o café ainda cria polêmicas
    Seu filho toma coca cola? Podemos dizer então que está se drogando.
    Psiquiatra, diagnóstico é bom senso.
    Existem mais drogas que estimulam o cérebro e pesquisa que apontam estas tendências na evolução do ser humano.
    Ou será que ainda você é daqueles que toma mel com limão para resfriado?
    Nos velhos tempos, nem remédio para dor de cabeça existia…
    Para fechar gostaria de saber o que causa o câncer ? Ai acabamos de descobrir a cura…..
    Abram suas mentes ar italiana é só um começo….

  255. Fernando disse:

    E no caso do meu filho, quem tem déficit de atenção mas não é hiperativo, ele poderá piorar?

  256. Juliana disse:

    Isso é um absurdo não dei ritalina ao meu filho por ele ser criativo e questionador. Na verdade toma ritalina a uns 6 meses e nunca deixou de ser assim. O que melhorou gói seu desempenho escolar e a agressividade diminuiu. O déficit de atenção é um problema real e ele é muito inteligente. A auto estima do meu filho de 8 anos eestava arrasada e ele não conseguia passar meia hora na escola. Cobravam dele algo que ele não podia dar. Chamavam de preguiçoso, éo arrasavam em cada pequeno dever . Ninguém entedia ele tinha problemas neurológicos em fazer conexões na parte frontal do cérebro. Cheguei se tirar meu filho da escola. Ele chorava e dizia que nunca mais iria sair de casa. Foi um vai e vem em médicos e um monte de exames. Hoje com a terapia ocuoacinal e o metilofenidado meu garoto vai a escola e já tirou este ano uma das melhores notas da turma. Seu comportamento melhorou porque sua confiança foi estabelecida agora ele ver resultado em seus esforsos e se sente um aluno normal. Ele é ótimo só oresivava de um empurrão.

  257. Claudeíde Oliveira disse:

    O grande problema é a total falta de conhecimento do tema e ficam esses “especialistas” desrespeitando pais e filhos que não encontraram outras saídas e sentem a necessidade – ou melhor obrigação – de fazer uso controlado da medicação. Ainda bem que existem médicos sensatos que a prescrevem e não se deixam intimidar por obscurantistas e mídia desinformada.

  258. Sílvia Palas disse:

    Sou Terapeuta Ocupacional e Naturopata, fiz recentemente uma certificação num protocolo Nutricional que tem taxas de sucesso enormes nos mais variados problemas nomeadamente em crianças com autismo , hiperatividade défice de Atenção entre outros, visitem http://www.gaps.me/preview/.
    Para qualquer dúvida estou ao dispor. O problema de todas essas crianças tem a ver com a fragilidade do seu sistema digestivo e consequentemente do seu sistema imunitário tornando-as crianças intoxicadas e daí os sintomas físicos e mentais associados. Questões muito profundas que requerem uma reflexão e intervenções sérias. A medicação vem apenas camuflar a situação por um lado e piorar tudo por outro. Abraço forte.

  259. Ellis Chaves disse:

    Pra quem busca mais informações esse blog é muito esclarecedor.
    http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/

  260. AM disse:

    Esse texto estar no “melhores mídias alternativas” é uma palhaçada. Pelo amor de Deus, esse bloguezinho já perdeu toda minha credibilidade com esse texto. E eu não consigo considerar esse autor nem um escritor/ jornalista, mas sim um desocupado. Vai estudar pra escrever por favor. Você só está aumentando o preconceito e as limitações de uma coisa que traz benefícios para muitas pessoas.

  261. Bruna disse:

    Meu filho tem 6 anos e foi dignosticado com TDHA e transtorno de oposição e desafio. Isso foi no ano passado. Ele tinha o comportamento agitado e agressivo. Era difícil lidar com a agitação dele mas a agressividade se tornou impossível. Ao ponto de ele agredir e ofender os amigos e professores. Eu assisti um video onde um menino de 7 anos quebra tudo numa secretaria escolar, enquanto adultos o ameaçam de chamar os bombeiros e o tratam como se ele fosse um animal descontrolado. Pois bem: meu filho era exatamente assim. Então a escola encaminhou para um neurologista sob a ameaça de acionar o conselho tutelar. Eu relutei mas levei ao neuro que obviamente receitou remédios. O primeiro foi a risperidona que é para esquizofrenia. No primeiro mes de uso meu filho apresentou uma mudança incrível. E não pensem que foi fácil dar a ele um remédio assim. Eu estava em frangalhos. Mas naquele ponto o meu filho tinha 90% de rejeição pelos coleguinhas e isso me doía demais. Eu era chamada as pressas na escola e quando chegava la ouvia que meu filho teve de ser contido a força as vezes por três pessoas. Ele mobilizava toda a escola. Depois da risperidona, o médico mandou usar a ritalina 10, em dois meses meu filho se recuperou nos estudos. Detalhe é que ele nunca copiou do quadro e nunca fazia as atividades das apostilas. Ele não assistia as aulas e geralmente era retirado da sala. Ele também sofreu pois ele dizia que não queria aquilo. Então eu posso hoje, ao ver o meu filho executar todas as atividades propostas, fazer novos amigos, ser tratado como igual pelos coleguinhas, que valeu sim. Valeu muito a pena e eu faria novamente. Eu não me importo (claro que fico super cansada) Que ele pule como uma bola de ping pong e fale 500 palavras a cada 1 segundo mas ver ele agir com agressividade e bater nas pessoas, quebrar as coisas, ficar deprimido, com a auto estima la no chão ….isso foi o pior. Eu decidi por conta própria retirar os medicamentos pois o neuro quer aumentar a dosagem da ritalina e eu não quero entupir meu filho com isso. Eu sinto esperança pois vejo que hoje ele consegue respirar e avaliar as situações, ele consegue pensar as reações e não bate nas pessoas. Ele é um artista, não se tornou um zumbi, tem mil idéias e fala bastante. Eu tenho investido em diciplina e rotina, alimentação, carinho e atenção para substituir o remédio. É difícil mas eu chego lá.

  262. SILVIA Mendes correa disse:

    Quando vc tiver um filho que chega em casa perguntando por que não cou segue fazer uma prova nem prestar atenção na aula, com sua estima abaixo do volume morto, vai entender como a ritalina é um medicamento que ajuda. Aliás, não vicia! Ele ficou as férias inteiras sem tomar e não teve nenhuma crise de abstinência. Menos preconceito com os portadores de TDAH, por favor! Vamos buscar informação!

  263. Joselia Grudtner disse:

    Com certeza quem fez esse artigo não twm filhos com tdah, não conhece a realidade de escolas com professores sem qualificação para lidar com essas crianças.. Tão pouco os governantes fazem alguma coisa para reverter essa situação….. Tenho 3 filhos com TDAH e o meu único apoio é a ajuda de uma psiquiatra e posso afirmar, meus filhos não são ZUMBIS.

  264. Eliane disse:

    É comprovado que a ritalina não fica no organismo ela tem efeito de duração curto, e comprovado também que aos realmente que a usam por transtorno não faz o efeito igual da cocaína, vicia. E sim auxilia. O tegretol também é “parente” da maconha e não vejo manifestações contra. O ideal é se informarem antes de propagar “informações “. Nenhuma criança é diagnostica porque não senta, nao fica quieta, ou só por isso. Ela passa por uma série de testes, exames comportamentais e até ” físicos ” então não batam nessa tecla.

  265. Isabel disse:

    Pessoas saudáveis usando psicoestimulantes e anfetaminas como aditivos cognitivos podem sentir melhoras de curto prazo, justamente pelo efeito psicoestimulante. Porém, em pouco tempo vão sentir efeitos colaterais – um grande cansaço para qualquer atividade mental se ficarem sem a droga, a sensação que o “pensamento tem cola”.
    Já basta adolescentes precisarem de Viagra. Agora temos o risco de uma nova geração que vai precisar de aditivos para conseguir pensar. Vejam estes artigos:
    http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/tdah/abuso-ritalina.html
    http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/tratamento/medicacao-tdah-efeitos-colaterais.html

  266. josue disse:

    Desde cirança convivo com TDAH e toda minha infancia foi destruida por esse transtorno. Andava “viajando” com ideias completamente fora da realidade e, na escola , a pesar de estar sempre focado no quadro, no que o professor (a) falava, dificilmente conseguia entender os assuntos.
    Queria sempre brincar de futebol. Era o que mais me interessava, mas mesmo assim andava entregando a bola para o adversario por desatencao, a pesar de ter um pouco de habilidade.
    Descrevo Deficit de Atenção como se voce estivesse andando e outra pessoa lhe puxando com uma corda elastica, te dando um certo limite, em qualquer direção que voce va.
    Sim, minha infancia foi legal, embora sofri muito com as reclamaçoes das pessoas a minha volta por eu estar desatento, “viajando. Mas, eu nao “viajava” porque queria, eu simplesmente nao conseguia sair daquele estado. Aquilo era uma desgraça na minha vida. Eu queria ter responsabilidade, conseguir concluir minhas tarefas escolares,porem essa vontade era interditada por um desvio. Se eu estivesse fazendo uma coisa, queria fazer outra ao mesmo tempo e assim tudo ficava pela metade.
    Hoje, aos 26 anos de idade tenho melhorado, mas tenho como esperança a Ritalina prescrita pelo ultimo neuro que passei, para sanar de vez esse problema serissimo, ainda desconhecido pela maioria.
    Meus pais como trabalhadores da roça nunca tiveram conhecimento do TDAH. Infelizmente não pude contar com ajuda deles quanto a isso.
    A mensagem que quero deixar aos pais é que se foi descoberto no seu filho esse transtorno, vá em busca do tratamento, independente da Ritalina ou qualquer outro meio que fale mal. Seus filhos serão eternamente gratos pois poucas coisas nessa vida são tao perturbadoras quanto TDAH.

  267. André disse:

    Será que ninguém percebeu que há uma contradição no que o texto quer passar? Se eu, que tenho TDA, percebi, não é possível que isso tenha passado desapercebido. No início do texto, o autor afirma que as pessoas que tomam o medicamento se tornam “zumbis”, que ficam limitadas em seus pensamentos e questionamentos. Já no final, ele utiliza o argumento de que a droga dá a sensação de “estou podendo”, “a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso.”
    Sem contar que o último parágrafo foi elaborado com a nítida intenção de despertar o interesse dos jovens. Muito mal intencionado este senhor.

  268. Vinícius disse:

    Tem q tirar a guarda desses pais FDP. Tem filhos e não querem gastar tempo com eles. Covardes!!!!! Essa ambição por dinheiro, sucesso. Tomara q nunca alcancem. Pow… praticamente abandonar um filho. Não tem vergonha na cara. Essas merdas se submetem ao mundo hj nessa ambição q tem q ter e pronto. Eu q sempre disconfio de muitas coisas as vzs sou chamado de atrasado e louco.

  269. marcella disse:

    Texto completamente tendencioso. O autor se mostra muito mais preocupado em causar terror no leitor do que defender, de forma objetiva, o tema da postagem.
    Em nenhum momento se mostra preocupado em dar embasamento cientifico aquilo que escreve.
    É complicado, hoje em dia, as pessoas tem o poder de escrever o que bem entende sem ter o mínimo de compromisso com a verdade.. e acaba disseminando preconceitos contra um medicamento que pode ajudar muitas pessoas com esse problema serio e real que é o TDAH.
    Sou portadora de TDAH, fiz uso por muitos anos da medicação, faço faculdade de medicina há mais de 4 anos e ja fiz varios estudos sobre a doença e esses medicamentos. Me sinto segura pra falar sobre esse tema que, além de ter o distúrbio, já estudei muito sobre ele.
    TDAH é uma doença como qualquer outra e merece tal importância. Esse transtorno afeta a vida do indivíduo em diversos aspectos, a vida academia é só um deles. Tem pessoas que necessitam de medicação, tem outras que apenas mudanças comportamentais resolvem.
    A ritalina é um medicamento que age aumentando substâncias no cérebro que um indivíduo com TDAH possui abaixo do normal, deixando-a na faixa da normalidade para que a pessoa consiga ter uma atenção necessária para desenvolver funções executivas básicas. Posso dizer que continuo sendo a mesma pessoa criativa que sempre fui, não tenho dependência sobre o medicamento e passo meses sem tomar, quando não há necessidade.
    Antes de tomar ritalina, era uma criança que ia extremamente mal na escola e tinha desprazer em estudar pois nunca me saia bem nas notas. Depois que fui orientada a procurar ajuda, aos 13 anos, e comecei a medicação, meu desempenho escolar melhorou do dia pra noite. E, se antes era uma pessoa com dificuldade em estudar e terminar minhas coisas, hoje estou terminando uma faculdade de medicina, que poucos imaginavam que conseguiria.
    Devo muito isso tudo ao medicamento, que me ajudou a utilizar a capacidade que eu sempre tive, só que tinha dificuldade em acessa-la.
    Por isso, antes de escrever um texto desse, tente ouvir pessoas que realmente tem o problema, que usam a tal da ritalina pra estudar e não pra ir na balada. Só assim vc saberá se a droga funciona.
    Nenhum remédio usado para fins diferentes daqueles que ele foi indicado, terá histórias boas.
    Não vamos alimentar esse preconceito por um medicamento que pode transformar vidas. Muitas mães com filhoa que realmente tem o problema, deixam de procurar ou dar medicação para seus filhos devido a esses preconceitos plantados na mídia.

  270. Guilherme disse:

    Eu tomei, depois de adulto
    Sempre fui viajão, e continuo sendo
    A ritalina me transformou em um ser focado, e obediente
    Meu espirito imaginativo e questionar foi anulado, então, resolvi abandonar o tarja preta, prefiro me virar com uma agenda e uns copos de café ao longo do dia
    Tomei por 3 meses, jamais permitiria que filhonmeu usasse

  271. Sou educadora e acredito no melhor dos dois mundos,o uso da medicação supra citada pode até se fazer necessário em alguns casos,porém,dizer que é muito difícil conviver com a disposição e energia que as crianças com TDAH têm,e que a medicação é um elucidante.Convenhamos;para mim nada mais é que uma fuga à responsabilidade e a total falta de paciência que muitos,não todos claro,mas a grande maioria de pais têm ao se tratar dos filhos com este diagnóstico.
    Por outro lado,dizer que crianças com déficit,nascem oriundas da dependência química de seus pais,ai já é exagero e falta de conhecimento da causa.
    Existe todo um preparo e estudo que os profissionais da educação e saúde fazem para receber estes pequenos,não se trata de obrigação e sim de opção e amor ao próximo,existe sim uma forma de cuidar e tratar esse transtorno,e a maior delas é o amor e o carinho,muitos irão dizer que isso somente não basta,logicamente não,mas de acordo com os relatos acima,muitos acreditam que o transtorno é um impeditivo da pessoa ser feliz e vulgarmente falando,ser “normal”.
    Se educadores e médicos aprendem a lidar e conviver com quem tem esse diagnóstico,porque a família quer manter essa pessoa sedada e afastada do mundo?
    Bem..cada um sabe da sua responsabilidade e dificuldade,isso é só o meu ponto de vista!

  272. Jorge Naoamado disse:

    Simplesmente ridículo esse texto tendenciosamente nojento.
    Não me entenda mal… Sou contra a administração da droga da obediência…
    Inclusive, sou a favor do uso de dimetiltriptamina e psilocibina no tratamento de distúrbios mentais…
    Porém fazer um textinho tosco desse para chamar atenção… vsf

  273. Sheila disse:

    Discordo plenamente , eu tomo ritalina sim, é n tenho nenhuma característica descrita de como a pessoa fica ao tomar , eu antes n conseguia me concentra, nem me relacionar com ngm, era eufórica, é sozinha, n gostava de conversa, nem falar oq pensava, tinha medo de me espor, tomando ritalina , consigo ter amigos , ótimos relacionamento, consigo espírito meus pensamentos e falar todas minhas ideias , a única coisa que muda é que sim fico mais focada , e consigo fazer as coisas com calma, e corretas. E tirando que o remédio n vicia , pois consigo ficar sem quando quero , tanto é que passo as férias todas sem tomar praticamente , ele não é um vício , é uma ajuda para combater o Delft de atenção , seje portador do problema é utilize o medicamento para dps comparar, tanto é que um colega meu tinha o mesmo problema que eu , tomou medicamento por um tempo e hoje n precisa mais.

  274. Caio Torquato disse:

    Primeiramente não existe medicamento ou substância que mude a personalidade da pessoa , o jeito de pensar, de ser , os gostos e opções
    Segundo lugar : Ninguém sabe mais doque o paciente ( aquele que já usou o medicamente ) Nem menos o médico ( por mais conhecimento que tenha ele não sabe como é o efeito , nem como é o disturbio , porque ele não tem )
    Muitos menos os pais com o grande amor que sentem pelos filhos querendo protege-los e dar tudo do melhor.
    Pessoas com TDAH , déficit de atenção e outros nomes . Não possuem a Dopamina produzida no cérebro , ou pouca quantidade . è como se fosse uma espécie de Diabetes . Portanto , o metilfenidate age como um estimulante cerebral . Usado para ”dar a recompensa” ao cérebro , os resultados ? o paciente fica mais ”satisfeito ” com as atividades que faz , começa a prestar atenção no livro que lê , na video aula que assiste. Não perde o foco quando está conversando com uma pessoa.
    Usei o Concerta (metilfenidato , o mesmo da ritalina ) com 9 anos de idade
    – Comecei a ser aprovado na escola
    – Parei de ser aquela criança Mais que Hiperativa
    É claro que no começo , todos que conhecem a pessoa estranham.
    Bom com uns 14 anos de idade comecei a ”amadurecer ” comecei a questionar tudo que estava a minha volta . E claro , briguei com meus pais e parei com o tratamento do remédio.
    Agora com 19 anos eu vejo que possuo os problemas relacionados ao Déficit de Atenção
    Fui no médico e fizemos os exames . Fui na Farmácia e tive o prazer de gastar 399,00 reais no medicamento . Pois é um tratamento , e quem precisa sabe como é !
    Portanto não venha Julgar oque você não conhece!!.
    Se você acha que a pessoa só vai bem nas provas porque toma algum tipo de medicamente vai lá e toma ! , depois vem aqui e fala oque acontece!!
    E não tem essa de que Por ser uma anfetamina é comparado com cocaína. não existe comparação mais burra .
    Quer dizer então que porque bebemos vinho ( que contém alcool ) você vai beber alcool zulu ?

  275. Albervanio disse:

    Não entendo a criança vira um zumbi_robozinho sem emoção e na moça dá balada ela tem efeito contrário pois dança, vive, beija me expliquem isso por favor?

  276. Carlos disse:

    Por favor senhores, a Ritalina é excelente para quem possui deficit de atenção. Não mata ninguém, mas só ajuda. Porque tanto alarde?

  277. Fernando Mouronho disse:

    Fiquei arrepiado só de ler isto. Já outrora tinha desconfiado que num futuro pudesse ter repercussões graves. Não sou técnico de saúde, mas quando é administrado um químico para alterar comportamentos, alguma coisa se passa no sistema emocional, que poderá ter consequências imprevisíveis. Há que fazer alguma coisa. Bem haja alguém que teve a coragem de expor esta polémica.

  278. Alex Simão disse:

    Nossa que coisa mais inocente, mascarada de idealista a droga existe pra quem precisa sempre haverá quem usa bem e usa mal

  279. Lóren Bessa disse:

    É necessário enxergar a dualidade que esse remédio nos traz, é como se fosse uma linha tênue; e logo, associar juntamente ao nosso sistema capitalista, o lucro acima de tudo, o individualismo exacerbado, o “ter” estando acima do “ser”, afinal, tem muita gente ganhando por trás disso… Me fez refletir até onde vai a capacidade humana de agredir a si mesmo e ao outro, pela simples busca da satisfação pessoal

  280. fabricio martins disse:

    Caro Senhor (o do post) Sabe-tudo irresponsável. Mal informar é pior que não informar. Graças a comentários deste tipo muita gente que poderia ter sua vida modificada para muito melhor, acaba ficando com medo não procura ajuda. Porque um e outro sabe-tudo como você fica falando de maneira irresponsável o que vem na cabeça. Sabemos que existem maus médicos como em qualquer área existem fanfarrões como você. o Remédio droga ou droga remédio. todos sabemos que qualquer medicamento é droga. Vira veneno para quem não precisa, se usar em dose errada e se usar sem orientação médica. Mais que isso, um real portador de tdah levará isso para a idade adulta. Daí complica. Fracasso que poderia ter sido evitado. Um vida que poderia ter sido feliz, ou no mínimo melhor aproveitada. Tenha responsabilidade. Sensacionalismo infantil.

  281. Leandro disse:

    Mentira isso que deixa sem emoções , muito pelo contrário …
    Eu fico com vontade de dançar….
    Coloco Chico Buarque, João Gilberto, Caetano Veloso e fico cantando por horas, totalmente satisfeito, dançando .
    E quando é para fazer alguma coisa que exige concentração o remédio ajuda demais, quando se trata de fazer uma tarefa que exige um bom desempenho , você consegue se concentrar com uma facilidade enorme e passa a ter muito mais ideias .
    Tem um preconceito muito grande e totalmente desproporcional aos benefícios do medicamento .
    A CIÊNCIA ESTÁ AÍ PARA AJUDAR !

  282. Anny Brito disse:

    Boa noite. Tenho 28 anos e tive o diagnóstico de TDAH recentemente em um Avaliação longa e nada barata por um Neuro psicóloga. Faço uso da ritalina a 6 meses e posso dizer q mudou consideravelmente meu convívio social e a visão q as pessoas tinham a Meu respeito. Não me considero dependente e tão pouco uma “morta viva” pelo contrário consigo ter um pouco mais de serenidade. Em meu emprego e trabalho muito melhor. Com mais tranquilidade e concentração. Consigo resolver um conflito com muito mais maturidade q antes. Então não acho q o problema é a ritalina e sim o profissional q faz sua dedução sem fazer um e adequado para isso. Exame este q durou no meu caso 27h de entrevista. E outro coisa tive um pouco mais de dificuldade em minha aprendizagem outras pessoa tive sim. Mas isso não me impediu de seguir minha vida sem ela. Só q as vezes é necessário abrir a cabeça e procurar um profissional competente p te avaliar e verificar se realmente é o seu caso.

  283. Toda a medicação tem um objetivo, algumas são muito fortes que os efeitos podem ser imediatos. Se desde 1950 a Ritalina vem sido utilizada, algum bem pode estar fazendo e para alguns os efeitos podem não cumprir o objetivo. Tudo deve ser avaliado, o efeitos que surgem com o tempo sejam positivos ou não.Deve-se conversar com os medicos se o desejo é de retirar ou diminuir a dose. O paciente tem este direito. Não coloquemos os problemas da medicação a todos, contudo o paciente ou parentes sabem da reação desta no organismo. Na minha opinião os tarjas vermelhos são mais indicados, contudo para o TDAH ainda no Brasil não existe. Nos USA existe um Tarja Vermelho para TDAH sem muitos efeitos danosos é o Strattera, bem caro mas seria uma opção. Na linha de frente usa-se Ritalina e o Strattera é 2 opção. Cada caso é um e o paciente que sente-se confortável ou não deve ser avaliado, mas nunca interromper abruptamente o médico quem fará o Desmame.

  284. Renata de Faria Rocha Furigo disse:

    Tenho vontade de chorar quando vejo uma criança domada pela ritalina.

  285. Gabriel disse:

    Nem vem, um texto demonizando a ritalina muito exageradamente. É verdade que muita gente está sendo diagnósticada com tdah, e alguns não tem a doença, mas dizer que as crianças ficam alienadas e perdem a imaginação e coisas do tipo é uma mentira.
    As crianças têm níveis naturais de hiperatividade, e alguns são muito mais incontroláveis que o resto, e não é culpa deles, não se sabe o pq mas eles não conseguem realmente controlar os impulsos, e isso causa muito problema na escola por exemplo, mas dizer que a criança que toma ritalina n vai mais fazer coisas normais e vai virar um robô é pura ignorância.
    Eu fui diagnósticado com Defict de atenção,
    Sem hiperatividade, ja faz muito tempo, e posso afirmar com toda certeza que nada disso ocorre. Ao contrário do que a tal adolescente disse ali, a ritalina me ajuda a controlar os impulsos, e não ficar doido e fora de mim, fazendo o que vier na mente. Sem contar que dois comprimidos não deixam ninguém loucaço, e em alguém que não fez a mudança gradual de dosagem os efeitos não vão ter graça, vão ser tontura, dor de cabeça, sono e coração muito acelerado, oq vai cansar.
    Com a ritalina eu posso organizar meus pensamentos bem melhor, guardar informações com mais facilidade que antes, e consigo concluir uma tarefa sem muita dificuldade, oq não ocorria antes do tratamento.
    Sim, é um estimulante, e me faz pensar mais rápido mesmo, faço conexões melhores e assim me saio melhor que antes em diversos pontos do dia.
    Esse texto foi muito mal informado e ignorante, os médicos citados falam do uso em crianças sem a doença, e outro ponto importante que não faz sentido é dizer que o medicamento acaba com a criancice, o que não acaba, apenas coloca no nível normal esperado.

  286. lmv disse:

    Conheci um adolescente que tinha déficit de atenção e usou Ritalina, depois ele começou a usar drogas, e até hoje é problemático, tenho certeza que essa medicação abriu a porta para isso.

  287. Eliana disse:

    Desculpem-me, não li os comentários anteriores, mas como já tomo há muito tempo e tenho algumas caixas, se alguém se interessar pode me chamar no WhatsApp 19 99222 3209
    Grata

  288. para quem precisa é interessante , mas para outras pessoas e porta para as drogas

  289. para quem precisa é interessante , mas para outras pessoas e porta para as drogas..

  290. bem interessante esse artigo

  291. Sérgio muniz disse:

    Nossa!…nada a ver o q essa sheila disse!….meu filho tem TDAH e nem eu nem minha esposa somos ou fomos assim

  292. Tatiana Freire Barbosa disse:

    INFELIZMENTE EXISTE ESSE TIPO DE DESINFORMAÇÃO COMO NESSE SITE! LAMENTÁVEL! A PESSOA QUE ESCREVE QUE O MEDICAMENTO É SEMELHANTE A COCAÍNA, PREJUDICA MILHARES DE CRIANÇAS QUE SE NÃO FOREM TRATADAS, USARÃO DROGA NO FUTURO, E O MEDICAMENTO DIMINUI MUITO A CHANCE DO USO DE DROGA. ESSE SITE DEVERIA SER RETIRADO DA INTERNET. PARA SER ELABORADO UM MEDICAMENTO, CIENTISTAS, QUÍMICOS, ETC, TRABALHAM MUITO! E DO NADA APARECE GENTE IGNORANTE PRA FALAR O CONTRÁRIO! ACHAM QUE POR LEREM MEIA DUZIA DE DE PÁGINAS DE ALGUM LUGAR, SABEM MAIS QUE O MUNDO TODO! LAMENTÁVEL!

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