Este é o tema de um famoso conto do escritor mineiro. Nele, a cachaça e a música nos conduzem através de uma etnografia da celebração no interior do país, que faz soar uma sinfonia de estórias, entre os dramas da consciência do herói e antigos arquétipos revividos
No neoliberalismo, a função da análise retorna como ferramenta de desempenhos sociais. O regresso ao trabalho alienado. A amar, segundo a gramática cristã ou de “promessas de uso”. O que foi feito da crítica implacável do que somos – e do que queremos ser?