O retrato brutal da covid nas prisões

No canal Transe: pesquisadores mostram como a pandemia agravou genocídio nos presídios. Há muitas mortes e infectados — inclusive entre os servidores. Violações se intensificam. Não há transparência nos dados oficiais

Hoje (10/11), às 20h, o canal Transe, parceiro de Outras Palavras, convida Camila Prando, Marília Budó e Marcelo Mayora para debater a situação da Pandemia de covid-19 nas prisões brasileiras. A Camila e a Marília coordenam, junto com outros colegas pesquisadores, o projeto Infovírus, que, desde abril desse ano, tomou para si a atitude e a iniciativa de produzir análises e checagem de fatos e discursos a respeito da situação de saúde pública no sistema prisional brasileiro. O Marcelo coordena o Desgarrado, informativo que em seu número 1 analisou a postura discursiva do Tribunal de Justiça do RS no que concerne à privação de liberdade em meio à Pandemia.

O aumento no número de contaminados e de mortos nos presídios brasileiros, não só dentre os criminalizados, mas também dentre os servidores, a falta de transparência na divulgação dos dados oficiais em diversos Estados do país, bem como as denúncias de torturas e outras violações de direitos básicos têm contribuído para a manutenção da lógica do genocídio e da catástrofe, a reger a administração do aparato repressivo-autoritário Estatal. Procuraremos conversar a respeito das diversas e complexas questões que envolvem essa situação, na próxima terça-feira, dia 11/10, às 20h no nosso canal do Youtube.

Para acompanhar o Projeto Infovírus no Instagram e no twitter, e o site. Leia também o Boletim informativo Desgarrado.

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