Em era de IA, crise ambiental e precarização absoluta, o espaço físico e existencial urbano se redesenha. O que está sempre em jogo é o exercício da cidadania. Hoje, o ativismo torna-se central – expresso na luta por cidades éticas em Gênova, e o movimento Vida Justa em Lisboa
Dia D, novo filme de Spielberg, é mais um filme de espionagem do que de extraterrestres. No centro, estão a guerra por informações que podem mudar a História e a defesa da empatia, beirando a pregação humanista, mas que tem momentos inspiradores