Maria Amélia Almeida Teles

Maria Amélia de Almeida Teles, ou Amelinha, como é conhecida, integrou o jornal Brasil Mulher e a luta por creches no início da segunda onda do feminismo brasileiro. É diretora da União de Mulheres de São Paulo e coordenadora do Projeto Promotoras Legais Populares. Foi militante durante a ditadura militar e presa com o marido, a irmã grávida e os filhos pequenos pela Operação Bandeirantes em São Paulo. Foi uma das fundadoras da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e integrou a Comissão Estadual da Verdade de SP. Em 2005, a família Teles moveu uma ação declaratória contra Carlos Alberto Brilhante Ustra, que em 2008 foi o primeiro agente da ditadura a ser declarado torturador.

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