Ministério da Saúde parece flertar com projeto que desconsidera conquistas políticas e teóricas da Reforma Sanitária. Um artigo expõe suas origens e problemas, e questiona: por que ele começa a ser construído sem debate com o CNS e em parceria com entidades que se opõem ao SUS?
Relatório internacional sustenta: não bastam novos fármacos. Para enfrentar novas ameaças, é preciso superar lógica de patentes, construir conhecimento no Sul Global e abandonar políticas de austeridade. No SUS, há um embrião de resposta, defende ex-ministra e coautora do documento