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Washington visa implodir a economia russa e rachar elites próximas a Putin. Mas a aposta é de alto risco. Moscou pode iniciar processo de desdolarização e imprimir os rublos para pagar salários e desenvolver suas indústrias
Não é apenas o discurso grosseiro de Trump na ONU. Uma vasta teia de fabricantes de armamentos, militares e think-tanks de direita alimenta provocações constantes contra Pequim. Há interesse de guerra. Veja como a China responde
Ele está sendo punido não por ter roubado o fogo dos deuses – mas por ter exposto o poder à luz da verdade. Assim provocou a ira sem limite do Império – que só consegue consumar seus crime se ninguém os vê, se os oculta sob os véus do sigilo
Rússia e China preparam-se para enfrentar, juntas, as ameaças de Washington. Mas obsessão hegemônica dos EUA pode ferir a Europa e empurrar a Alemanha para os braços de Moscou e Pequim. Como esta reviravolta seria possível?
Exame nacional de cursos de medicina • Falta d’água e dengue em SP • Psicodélicos no NHS • E MAIS: brasileiro na OMS; calendário SUS; canabidiol irregular; drogas e saúde pública •
Três cidades escolhidas para estratégia piloto iniciaram a imunização neste domingo, com o horizonte da vacinação de trabalhadores da atenção básica como próximo passo
No mundo, 230 milhões perguntam sobre saúde à plataforma da Open AI. Uma minoria entende como funciona. Seu novo produto promete analisar dados médicos dos usuários. Como a IA impacta a cultura, os meios de comunicação e as políticas públicas de saúde?
• Radis expõe os abusos dos manicômios judiciários • Vacinação infantil segue abaixo do ideal • Plano Municipal de Saúde rejeitado em SP e Campo Grande • E MAIS: ultraprocessados; dengue em SP; câncer em jovens; saúde nos EUA •
Ferramentas de controle da propaganda de remédios estão obsoletas. Surgiram na era da TV e do rádio – e não estão prontas para conter as engenhosas “publis” das redes sociais, muitas vezes veladas. Sem atualizar regulação, aprofunda-se a medicalização da vida
Para fortalecer o SUS, não basta melhorar a técnica ou a gestão. É preciso reaprender a fazer política – analisar conflitos, atores, poder e projetos de sociedade – usando as ferramentas teóricas que a própria Saúde Coletiva brasileira criou, mas que foram esquecidas ou diluídas
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