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Trabalhar cedo, no Brasil, é uma necessidade para muitos, não uma escolha. Trabalho ocupa o espaço do estudo e do lazer, e leva à exaustão e ao abandono escolar. Reduzir a jornada é enfrentar o modelo que transforma o futuro do país em uma força de trabalho barata e quase invisível
• Os benefícios em reduzir escala de trabalho a 4×3 • Jarbas Barbosa, da Opas, fala sobre saúde global • E MAIS: investimentos na indústria; PAC para UBSs; Luciana Santos; saúde e morte nos EUA •
Agora, o capital não se limita a informalizar. Mesmo as ocupações “com carteira” são precárias: prontidão sem fim, tarefas em casa, trabalho não pago, insegurança constante. Para um contra-ataque, é preciso recalibrar conceitos – e lutas!
Campanha contra jornada 6×1 reintroduz no Brasil, enfim, a luta pelo tempo livre de trabalho. Como Marx e Adorno apontaram, pauta expõe voracidade do capital, politiza relação vista como inalterável e abre caminho para enfrentar a alienação
Surgiu, enfim, nova bandeira capaz de reencantar o mundo do trabalho. Mobiliza o desejo de uma vida menos bruta. Desafia a pequenez do capital. Para ser vitoriosa, precisa se espraiar. O movimento sindical poderá assimilá-la – e se renovar?
Exame do vendaval provocado por uma pauta inesperada, mas muito sensível e popular. Pressionada, a direita divide-se. Surge uma brecha, em cenário desfavorável. Mas os sindicatos e a esquerda hesitam. Como avançar?
Capital paraibana se consolida como um dos destinos de verão preferidos dos brasileiros. Mas o marketing esconde outra cidade: esgoto precário, transporte caríssimo e especulação imobiliária selvagem. Movimentos se articulam contra o descaso. Série de textos analisa estes dilemas
Desigualdade abissal exposta em Davos serve-se também de um abismo técnico. Sociedades e Estados decidem em ritmo analógico, mas riqueza social é capturada em velocidade quântica. Luta por soberania tem dimensão político-digital decisiva
Território autônomo, com governo libertário, é emparedado pelo exército sírio, forças turcas e milícias. Centros de ensino, também sob ataque militar, denunciam o genocídio em curso. “Defenderemos nosso povo e a possibilidade da vida pela qual lutamos para construir”
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