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Uma leitura atenta da nova Estratégia de Segurança Nacional de Washington mostra ênfase renovada no Hemisfério Ocidental. Mas a agressão contra a Venezuela não é uma guerra apenas contra a Venezuela. É uma guerra contra toda a América Latina
Política externa dos EUA, que agiu para tornar a América Latina o quintal de Washington, não é algo só dos livros de história. Tarifaço de Trump mostra isso. Assim, Brasil adquire “algo de Venezuela”: espantalho ideológico para ataques à soberania nacional com a democracia delivery
Os fatos que demonstram ser insustentável o resultado oficial das eleições. O cenário geopolítico: o que significaria a volta do país à condição de colônia. Uma saída: concertación em que o governo se reconcilie com a esquerda e abra diálogo
Há 10 anos morria o ex-presidente venezuelano. Ao resgatar ideias de Bolívar e renovar o projeto de Pátria Grande, foi essencial na luta pela soberania latino-americana. Também mostrou: não é possível transformar região sem democracia popular
Na virada do ano, o parlamento paralelo da Venezuela destituiu seu “presidente”, mantido pelos EUA com dinheiro sequestrado – e incensado pela mídia ocidental. Mas “governo imaginário” continuará, apesar da autofagia na oposição
Um passeio pela vida e poesia do cantor venezuelano. Entre a raiva e a ternura, ele cantou uma América Latina plural e solidária e buscou, por meio da cultura popular, descolonizar corpos e mentes. Até hoje, sua voz embala insurgências
Por trás das agressões de Trump, que agora cobiça Groenlândia, estão o projeto radical de um mundo unipolar e a importância crescente do Ártico. Mas haverá reações de China, Rússia e talvez da Europa – além de corrida armamentista perigosa. Virão tempos complexos…
Os bilionários tornaram-se cada vez mais fortes, na política e na mídia. Porém, em todo o mundo, vastas maiorias apoiam a redistribuição da riqueza. Como esta vontade é sequestrada? O que ela diz sobre a urgência de novo horizonte político?
Imigração. Vestuário muçulmano. Banheiros unissex. Na estratégia de guerra cultural da ultradireita, agitar fantasmas tornou-se ponto crucial. Por que ele é eficaz, em meio à crise da democracia? Quais os contravenenos?
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