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Os serviços de atendimento são precários e muitas vezes violentos. As queixas não são legitimadas. Frequentemente, resultam em diagnósticos superficiais e prescrição de remédios psiquiátricos. Como responder ao sofrimento dos que sobreviveram à barbárie?
Massacre no Rio busca catapultar projeto político da ultradireita – e movimento sanitário deve se somar à sua denúncia. Para já, é urgente enfrentar o terror do Estado. Mas saída do labirinto fascista passa por políticas públicas e protagonismo comunitário
Sobreviventes e testemunhas relatam: foi uma emboscada. Ao gritos de “vai morrer”, PM encurralou jovens em viela. Agrediu-os com truculência. Impediu socorro de feridos — e obrigou própria população a empilhar os corpos
Investigações apontam execução de desafetos da PM, acobertamento de provas, álibis bizarros. Mas midia reduz cobertura e cresce fantasma da impunidade
Por Luís Adorno e André Caramante, na Ponte
Absolvição sumária de PMs que liquidaram doze pessoas em Salvador confirma: parte do Judiciário está contaminada pela lógica que legitima execuções
Por Mariana Possas, na Ponte
Chacina policial em Belém não expressa suposto “atraso” do Norte. Ela copia política de “extermínio dos bandidos” cultivada há décadas pelas elites paulista e carioca
Por Bruno Paes Manso
Ato em memória dos sete jovens executados recentemente no Campo Limpo reúne 500 moradores. Nenhuma autoridade deu as caras; movimentos […]
Prefeitura quer restringir esporte na Marquise do Parque, emblemático espaço de encontros de SP. Como isso viola o direito à igualdade e ao lazer? Por que a rebeldia de ocupar o espaço público dos skatistas desperta tantas “retaliações” de governos?
Assumir, até 2030, liderança na nova tecnologia. Empregá-la para transformar a economia e as relações sociais. Apostar em códigos abertos, e no comando público. Quebrar monopólios. Exame da estratégia chinesa, a partir de seus documentos
Se a Rússia foi banida de competições internacionais após invadir a Ucrânia, por que os EUA continuam impunes, desde o sequestro de Maduro? E como a FIFA homenageia Trump? Silêncio da entidade, e do Comitê Olímpico Internacional, não é mero lapso
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