Por mais livros (e ações) de esquerda

Livro “Por um populismo de esquerda” da pós-marxista belga, Chantal Mouffe, recebe sorteio de três exemplares no Outros Quinhentos. A edição é o novo lançamento da Autonomia Literária

Por Simone Paz

Como podemos reagir frente à ascensão do populismo? Para a filósofa política belga Chantal Mouffe, o “momento populista” que estamos testemunhando sinaliza para a crise mais aguda da hegemonia neoliberal. O eixo central do conflito será entre o populismo de direita e de esquerda. Ao estabelecer esta nova fronteira entre “o povo” e “a oligarquia”, a estratégia populista de esquerda pode reunir novamente as múltiplas lutas contra subordinação, opressão e discriminação.

Essa estratégia reconhece que o discurso democrático desempenha um papel crucial no imaginário político de nossas sociedades. E, através da construção de uma vontade coletiva, mobilizando afetos comuns em defesa da igualdade e da justiça social, será possível combater as políticas belicosas e demagógicas promovidas pelo populismo de direita.

Assim nos é apresentado o livro Por um populismo de esquerda, em sua elegante contracapa. Recém lançado no Brasil, o livro é um presente que chega em boa hora, traduzido, editado e publicado pela editora parceira e guerreira, Autonomia Literária.

Para saber mais sobre a obra, leia o primeiro capítulo, publicado no Outras Palavrasacesse aqui.

O livro é vendido por R$45,00 na Rizoma Livros, onde você pode usar o seu cupom de 20%, 40% ou 60% de desconto (por ser apoiador de Outros Quinhentos).

Mas, antes disso, você também pode tentar ganhar um exemplar grátis, por meio do sorteio que realizaremos esta semana. Basta apoiar nosso financiamento coletivo e PREENCHER ESTE FORMULÁRIO até sexta-feira 24/01.

Chantal, a autora, é professora pós-marxista de teoria política no Centro para o Estudo da Democracia da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Estudou em Lovaina, Paris e Essex e já foi professora convidada em Harvard, Cornell, Princeton e no Centre National de la Recherche Scientifique. O prefácio brasileiro do livro ficou por conta de Jean Tible, professor doutor de Ciência Política da USP.

“A Democracia está em crise. Corporações e elites, surdas aos anseios da maioria. Ultradireita surge como opção regressiva aos insatisfeitos. Cabe à esquerda deixar comodismo e velhas fórmulas, recuperar espírito rebelde e dialogar com a revolta” (Antonio Martins)

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