Por que ler O tempo das coisas

Zé Celso apresenta Maria Bitarello e suas crônicas — publicadas originalmente em “Outras Palavras”: “é uma Linguarúda Crônicista Trans: não no sentido de gênero sexual, mas no de Nietzsche; de ultrapassar limites, definições literárias ou não”

Por José Celso Martinez Corrêa


MAIS
+ Lançamento de O Tempo das Coisas, de Maria Bitarello

> Quarta, 13/6, às 18h30, em São Paulo
Livraria da Vila — Rua Fradique Coutinho, 915 – Pinheiros (mapa) – Metrô Fradique Coutinho
> Sábado, 9/6, às 18, em Juiz de Fora-MG
Cervejaria S.Bartolomeu — Rua S.Mateus, 41 (mapa)

+ Crônicas de Maria Bitarello em Outras Palavras
Leia aqui alguns dos textos que deram origem ao livro

Eu Sou a Orelha deste Livro – me Ouve:

acabo de fazer Leitura Ouvinte, pra minha pessoa virar Orelha do Livro “O tempo das coisas”, da Artista + q Múltipla: Maria  Bitarello.

TEXTO-MEIO

Com as Coisas Escritas q lí y q ouví, me surpreendí, fiquei bocó, de queixo caído!

Tenho levado um susto atrás do outro com o Talento desta Mulher. Quando fez o papel de Intérprete da Entidade  Inglesa: Theresa  May no Brasíl, inCarnou uma Personagem Impossível: o Corpo Vivíssimo d’uma Tradutora do Google em ação Teatral trans-humana na peça:  “Macumba Antropófaga”, encenada pelo Elenco do Teatro Oficina Uzyna Uzona  Parque do Bixiga recentemente. Um Fenômeno de Teatro!

Ouví Crônicas Irradiadoras dos seus Tempos Poéticos Filosóficos Vitais, vindas d uma María Palhaça Sagrada, Yogue Mineira, atenta à Vida Etherna da Morte y da Vida como amantes inseparáveis, em todos seus detalhes. Desde um dedinho do pé quebradinho até sua Sagração da Boêmía Noturna de Mênade adoradora do Vinho d Dionísios; leiam com atenção esta palavra: Uma ALCOTRA. Adoradora do Cópo!

Butecândo de Butéco in Butéco, escrevendo o  flanar Sagrando, recusado em tempos moralistas: a divina, gostósa, misteriosa, diabólica, sacana Santa Vida Noturna da Cidade. Bêbada Visionária Dionizíaca.

Leitor desta Orelha, entra já, dentro do Corpo do Livro y leia a língua viva em 2018 q não se encavéra nas ditas classificações literárias. María é uma Linguarúda Crônicista Trans: não no sentido de gênero sexual, mas no de Nietzsche; de ultrapassar limites, definições literárias ou não. Sua escrita quando você olhar cada página vai ver a forma da massa escrita como uma página convencional, até com cara de: “coisa muito séria”. Mas a aparência contida, q parece de longe uma pista asfaltada pelo Dória, mal começa o caminhar dos olhos na leitura, o leitor começa a levar tombos  pela ousadía em q o instinto desta antropófaga, humor amor, vai virando de ponta cabeça tudo. Como se não fosse nada…uma brincadeira. Comendo com gôsto a Arte de Viver a Vida, pelo avêsso – fruta q Ela destrincha pra chupar.

Nos tempos conservadores de hoje é uma voz palavra q vai desenlatando latas de conserva militarizadas in série y fazendo brotar ólhos d’água q começam a virar gotas de vinho, pequenas coisas hoje quase imperceptíveis, mas viradas Tabus, até chegar aos Grandes Oceanos das Epopeias dos Grandes Bêbados Bebedores da Vida em Grandes Góles, Mas sempre na menor y grandiosa dimensão, soando até agora, Música na Orelha minha: Zé Celso.

Verão Virando Outono, Inverno, buscando a Primavéra das Artes no Brasíl com o muito q existe de VIDAS VÍVAS – entre Tanque$, Torre$, Justiça$ não Justa$, Desigualdade$ Abismai$, Corte$, Miséria$ y Terrore$ Sangrando no 3º Reich Brasileiro.

 

TEXTO-FIM

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José Celso Martinez Corrêa

Um dos nomes mais importantes ligados da história do teatro brasileiro. Um dos principais diretores, atores, dramaturgos e encenadores do Brasil. Seu trabalho iniciou-se no fim da década de 1950, e se definiu na década de 1960 quando liderou a criação do Teatro Oficina

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