Outra Política & Eleições: Tatiana Roque

Ciência e Cultura sem cortes: a luta para reverter os retrocessos da era Temer. Da teoria revolucionária à militância na Universidade e à política institucional: um perfil singular. A Renda Cidadã e os novos programas para superar o capitalismo. O Brasil após as eleições

(Tatiana Roque é candidata a deputada federal no Rio, pelo PSOL)

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Análise: o que diz o novo Datafolha

Não há um furacão Bolsonaro. Marina está muito debilitada, mas Alckmin não. Ciro e Haddad têm enorme espaço para crescer – desde que evitem, na reta final, a tentação da disputa fratricida. Será possível?

Por Antonio Martins | Vídeo: Gabriela Leite

Vídeo: Na Serra da Capivara, o Brasil pré-histórico ainda resiste

Piauí abriga maior concentração de pinturas rupestres do mundo, preservada pela luta da antropóloga Niède Guidon e outros pesquisadores. Após período de escassez de financiamento, parque foi reaberto ao publico e planeja inauguração de novo museu em 2019

Rosa Trakalo, entrevistada por André Takahashi | Vídeo: Gabriela Leite

Como Temer ameaça a Internet

Rafael Zanatta, um conhecedor profundo da captura e tráfico de dados pessoais na rede, alerta: Planalto age para permitir que corporações e Estado promovam vigilância e manipulação política

Entrevista a Antonio Martins | Vídeo: Gabriela Leite

Pautas Incomuns Congelamento dos gastos sociais pode cair no STF


Também neste programa: Alastra-se a crise de inadimplência. Nova pesquisa revela que sociedade rejeita privatizações. Há espaço para a democracia direta?

Por Antonio Martins | Vídeo: Gabriela Leite

Pautas Incomuns: Política além das eleições

Sequestro de dados. Feminismo & Reinvenção da esquerda. O peso das patentes farmacêuticas. Geringonça Brasileira. Quatro temas debatidos esta semana por Outras Palavras sugerem: diante da crise da representação, surge uma nova política. Que ela tem a ver com a disputa pela Presidência?

Por Antonio Martins | Vídeo: Gabriela Leite

O poder econômico flerta com o fascismo

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes — que já assessorou Augusto Pinochet…

Como uma parcela crescente do mercado financeiro está voltando as costas para Alckmin e bandeando para o candidato que defende a tortura e a ditaduras

Por Antonio Martins | Vídeo: Gabriela Leite

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Acabou a brincadeira: a campanha eleitoral começou para valer. Ontem à noite, o Jornal Nacional divulgou uma nova pesquisa do Ibope, de intenções de voto, mas os mercados financeiros sentiram o golpe hora antes. O dólar subiu mais 1,07% e atingiu R$ 3,96 – o valor mais alto em dois anos. Os investidores reagem aos sinais de que Lula mantém enorme popularidade e de que Geraldo Alckmin estacionou num patamar muito baixo – próximo aos 5%. Temem, em especial, uma outra pesquisa, da Confederação Nacional dos Transportes e do instituto MDA, segundo a qual Fernando Haddad já chega a 15%, quando se aponta aos eleitores que é o candidato de Lula.

Os sinais de que o programa de contrarreformas do golpe, muito favoráveis ao poder econômico, é antipopular e pode ser derrotado estão provocando um forte movimento entre os banqueiros e empresários. É algo que pode alterar profundamente o cenário eleitoral. Uma parte dos mais ricos começou a bandear claramente para o lado do ex-capitão Jair Bolsonaro, e a abandonar seu candidato natural, Geraldo Alckmin, do PSDB. A este movimento corresponde uma mudança de planos do deputado, que se aproxima das elites e adota posições cada vez mais distantes do nacionalismo, que ele fingia expressar.

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