Buzz: além do debate sobre privacidade

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É possível, sem expor relações pessoais, criar algoritmos que filtrem mensagens tão bem quanto o Google faz com os sites?

As reações ao Google Buzz têm oscilado fortemente, em poucos dias. A surpresa com o lançamento (há uma semana) da nova plataforma de comunicação horizontal, e com sua aparente potência, foi substituída pelo temor (justificado) de ameaças à privacidade dos usuários. Em seguida, as rápidas mudanças feitas no sistema por seus criadores, para atender às críticas, despertaram certa simpatia. E a rapidez com que o Buzz está se espalhando parece notável.

Num artigo para a revista norte-americana PC World, Jared Newman vai além do debate sobre privacidade. Ele mostra que o objetivo do Google não era, é óbvio, despertar a fúria de seus críticos. Num mundo em que as redes sociais multiplicam-se a cada dia, pretendia-se produzir um agregador que reunisse, para cada usuário, algo próximo de seus interesses. Newman acha que a reação de parte do públicos tornará cada vez mais difícil esta tarefa.

O texto original está aqui. Uma tradução rudimentar (feita pelo Google…), aqui.

TEXTO-FIM
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Antonio Martins

Antonio Martins é Editor do Outras Palavras