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Cinema, Contrapartidas, Cultura
Longa de Julia Murat tem lançamento em cinemas de todo o Brasil nesta quinta, 21/9, e há dez convites para quem financia Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández

Em 1980, a artista Marina Abramovic realizou uma performance junto ao seu marido, Ulay, chamada “Rest Energy”. Nela, Marina e Ulay seguravam um arco tensionado somente pelo peso de seus corpos, apontando uma flecha para o coração de Abramovic. Como ela relembra: “Rest Energy foi uma das obras mais difíceis em  toda a minha vida como artista de performance, porque nela eu não estava no comando. Era uma performance sobre confiança completa e total, em que eu poderia de fato morrer”.

É a partir dessa experiência que a cineasta brasileira Julia Murat se inspirou para criar o roteiro e dirigir o filme Pendular. O longa aborda a história de um casal de artistas: ele, escultor; ela, bailarina. Ambos dividem o mesmo galpão como espaço de trabalho, separados apenas por uma linha traçada no chão. A partir desse ponto é explorada a doação afetiva que existe entre casais, os obstáculos, o orgulho e o ego, o território onde vida e trabalho se misturam, o limite da arte e da intimidade, e a busca do equilíbrio.

O filme obteve o prêmio Fipresci no mais recente Festival de Berlim, e entrou na programação do Festival de Brasília, que está acontecendo esta semana. Também, conta com esculturas feitas pelas artistas Elisa Bracher e Marina Kosovski e é um espetáculo de dança, tornando o longa numa experiência artística fascinante e rara no cinema brasileiro.

Vitrine Filmes, parceira de Outras Palavras, presenteia com 5 pares de convites grátis nossos leitores engajados que assinam mensalmente ou anualmente Outros Quinhentos, e assim, sustentam nosso trabalho de jornalismo independente.

Para concorrer aos ingressos, basta preencher ESTE FORMULÁRIO (clique em cima) até as 18h de quarta-feira 20/09.

Veja aqui o trailer.
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Contrapartidas, Cultura, Teatro
Contra o caretismo, a favor da tolerância e da diversidade, peça-rito do Teatro Oficina convida a comer os tabus e a conhecer o bairro do Bixiga. Financiadores de Outras Palavras têm desconto de 60%

Por Simone Paz Hernández

Em semana marcada pelo conservadorismo e proibicionismo, manifestações de resistência e desbunde são um oásis no deserto.

Após museus começarem a adotar a censura, devido ao polêmico caso da exposição de arte queer cancelada pelo Banco Santander a pedido de grupos de direita, como o MBL, torna-se um deleite ainda maior circular por um teatro de arte e irreverência, que se inspira em mestres como Artaud, Eurípides e Oswald de Andrade para criar seus espetáculos.

O Teatro Oficina entra na penúltima semana de apresentações de sua peça Macumba Antropófaga, e oferece ingressos de R$60 por R$25, para todos os que colaboram com o financiamento coletivo desde site, por meio do projeto Outros Quinhentos.

Basta enviar seu nome por meio do formulário ao final deste post, até o meio dia de sábado.

A peça é inspirada no Manifesto Antropofágico de Oswald de Andade, e em estilo de teatro de revista, conta com personagens como Tarsila do Amaral, Pagu e Lina Bo Bardi. Está dividida em três atos e possui direção de Zé Celso.

Sobre o pensamento que perpassa o espetáculo:

RETORNO AO PENSAMENTO SELVAGEM
O coro antropófago vai em direção ao primitivo, num retorno ao pensamento em estado selvagem com percepção da cosmopolítica indígena, que hoje nos revela a urgência em cessar a predação e o trauma social do capitalismo, do patriarcado e do antropoceno que atravessam continentes e séculos carregando a mitologia do Progresso a qualquer custo. Praticamos neste início de século o ódio a tudo o que não sou eu — e a fina faca da intolerância tem de fato cortado cabeças. A encenação do Manifesto pela companhia em 2017 nasce a partir da necessidade da incorporação da Antropofagia como visão de mundo – Weltanschauung – para desvendar e interpretar o tempo presente no Teatro – um ritual de poder humano, que pode, concretamente atuar e superar entraves das crises que procriam dia após dia. Hoje, com o fascismo presente na direita e na esquerda — no desejo de aniquilação das diferenças, é justamente a perspectiva antropófaga que entra em cena como filosofia e ação política, experiência de contracenação, prática de remoção dos antolhos para ver o antagonista com olhos livres. Um banquete antropófago é um rito de adoração da adversidade, a transformação permanente do Tabu em Totem.

Serviço
Peça Macumba Antropófaga
Sábados e domingos, às 16h | duração de 5 horas | até 24/09
Ingressos: R$60 inteira; R$30 meia; R$25 na lista amiga com Outros Quinhentos
Endereço: Teatro Oficina Uzyna Uzona | Rua Jaceguay, 520 – Bixiga – São Paulo, SP
*A peça possui audiodescrição para cegos
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1514728388571011/

Seja um co-produtor do Teat(r)o Oficina e ajude a manter os trabalhos da companhia: teatroficina.org

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Contrapartidas, Livros
Nesta quinta (14/7) é lançada obra reveladora sobre a atuação desonesta de empresas alemãs no Brasil há décadas. Livro sai grátis para quem financia Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández | Na imagem, o ditador Ernesto Geisel com o presidente alemão Walter Schell, em 1978

Saiu do forno mais um belo trabalho feito entre as editoras parceiras Elefante e Autonomia Literária, com apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e da ONG Medico Internacional: “Empresas Alemãs no Brasil: o 7×1 na economia”, do jornalista e ativista alemão Christian Russau.

O lançamento ocorre amanhã, quinta-feira 14 de setembro, às 19h, na casa que abriga a redação de Outras Palavras: o Ateliê do Bixiga (R. Conselheiro Ramalho, 945 – Bixiga – São Paulo), e conta com organização — além das editoras e fundações já mencionadas acima — do grupo ativista Vigência.

No debate, teremos a presença do autor e de Lúcio Bellentani, ex-dirigente sindical da Volkswagen e ex-preso político; além da mediação de Verena Glass, da Fundação Rosa Luxemburgo.

O livro sai grátis para membros de nosso financiamento coletivo, Outros Quinhentos: basta retirar seu exemplar no evento. Mas, se você não estiver em São Paulo, pode adquirir o mesmo em nossa loja virtual Outros Livros, pagando apenas o custo do frete (peça o seu aqui).

Outros Quinhentos é um mecanismo de doações constantes, um esforço coletivo de nossos leitores, criado por nós para viabilizar o projeto editorial independente de Outras Palavras. Saiba como colaborar aqui:

Já para saber mais sobre o livro, leia matéria de Tadeu Breda, editor da Elefante, publicado em Outras Palavras: http://outraspalavras.net/uncategorized/a-opressao-oculta-das-empresas-alemas/
A seguir, um trecho:
Num primeiro momento, a obra investiga as parcerias amorais entre Brasil e Alemanha, expressas no comércio de armas e no treinamento militar (capítulo 1) e na tecnologia nuclear (capítulo 2), nas quais as violações de direitos humanos têm sido consideradas uma espécie de dano colateral inevitável de importantes negócios.Russau explica, por exemplo, por que uma técnica policial conhecida como “caldeirão de Hamburgo”, proibida pelos tribunais alemães, foi usada pela PM paulista na repressão aos movimentos que protestavam contra a Copa do Mundo, em 2014. E rastreia como, ainda durante o governo Getulio Vargas, ex-cientistas nazistas proveram o país de reatores.


LANÇAMENTO E DEBATE
Empresas alemãs no Brasil: o 7×1 na economia
De Christian Russau, que debaterá com Lúcio Bellentani, ex-metalúrgico da Volks
Quinta, 14 setembro, às 19h
Rua Conselheiro Ramalho, 945, Bixiga, São Paulo
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Contrapartidas, Livros
O livro “Significado do Protesto Negro”, de Florestan Fernandes, ganhou relançamento após 30 anos. Dois exemplares serão sorteados para quem contribui com Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández

Parceiras não só de luta, mas também parte de nossas Parcerias Incomuns, as editoras Expressão Popular e Fundação Perseu Abramo, lançaram este ano um livro crucial, escrito pelo pai da sociologia brasileira, Florestan Fernandes, há trinta anos.

A obra “Significado do Protesto Negro” relembra a importância dos movimentos sociais manterem a pauta da questão racial. Como dizia o próprio Florestan: “A democracia só será uma realidade quando houver, de fato, igualdade racial no Brasil e o negro não sofrer nenhuma espécie de discriminação, de preconceito, de estigmatização e de segregação, seja em termos de classe, seja em termos de raça”.

Os textos relacionam capitalismo e racismo para que se compreenda a desigualdade racial e a condição de pobreza da população negra que os representantes das elites da casa-grande tentam manter, como garantia da manutenção de seus privilégios e postos de mando e opressão.

O livro está à venda em nossa loja Outros Livros (http://www.outraspalavras.net/outroslivros/loja/significado-do-protesto-negro/) e, graças à parceria, tem desconto para membros do financiamento coletivo Outros Quinhentos.

Mas também tem sorteio de dois exemplares grátis, concorrendo até as 18h de quinta-feira 14/9, por meio do formulário abaixo. Basta ser nosso colaborador!

Já para comprar montões de livros por até 40% do preço original, se você colabora com Outros Quinhentos, peça seu cupom de desconto escrevendo um e-mail para [email protected]

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Contrapartidas, Cultura, Eventos, Música

Outros Quinhentos oferece ingressos para noites de som brasileiro, de rock e de jazz ao vivo, na Tupi or not Tupi e em mais duas casas, em SP — tem também sessão de cinema em teatro emblemático

Por Simone Paz Hernández | Na imagem, cenografia da peça “O Rei da Vela”, do Teatro Oficina, em 1967

De quarta a sábado, a cidade de São Paulo vai oferecer panoramas culturais incríveis para quem financia o jornalismo independente de Outras Palavras.

Começando pela Tupi or not Tupi, que hoje, quarta-feira tem concerto com um repertório de música estrangeira de tirar o fôlego, com Blubell & Black Tie, que revisita clássicos desde The Who até Edith Piaf. Ao longo da semana, os shows também incluem jazz francês cigano, à la Django Reinhardt, e música popular brasileira, que percorre as canções de Vinícius de Morais, Dorival Caimmy, Baden Powell e Milton Nascimento. (veja a programação completa, aqui)

JazznosFundos, com sua proposta mais dançante e descolada, oferece uma noite antropofágica nas famosas quitemporâneas: dois shows, às 22h, o Projeto Coisa Fina, e à meia-noite, a Skafandros Orkestra.

JazzB, com todo seu estilo moderno e requintado, apresenta, também nesta quinta (7/9), Leandro Cabral Trio: jazz de alto nível com misturas de sons baianos. O trio apresentará o álbum “Alfa”, que recebeu 5 estrelas no site estadunidense All About Jazz e foi selecionado na lista dos “10 Melhores Discos de 2016” pelo crítico musical Carlos Calado.

E a quinta-feira do feriado continua a ferver, porque o Teatro Oficina convoca para outra Noite Antropófaga, com projeção de filme, conversas, comidas e bebidas, no famoso e belo teatro da companhia, no Bixiga. O filme da vez é “O Mestre e o Divino”, de Tiago Campos, que será precedido pelo curta “Nossa Pintura”, de Fábio Nascimento e Thiago Oliveira. Veja o evento, aqui. Colaborador de Outros Quinhentos paga meia!

Todos esses programas deliciosos possuem ingressos grátis em sorteio para quem colabora com Outros Quinhentos.

Basta preencher o formulário correspondente, clicando em cima do nome do local onde quer ir:

Teatro Oficina

JazzB e JazznosFundos

Tupi or not Tupi

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Contrapartidas, Cultura, Gastronomia, Restaurantes
Comida baiana, africana e palestina, além de alimentos agroecológicos, com descontos carinhosos para quem colabora com Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández | Na imagem, prato “Kamba”, do Restaurante Biyou’z

Culinária afetiva e com histórias muitas, é algo que temos a oferecer. Outras Palavras existe graças a uma lógica pós-capitalista de colaboração entre os leitores que doam voluntariamente recursos financeiros — afinal, as matérias em nosso site são todas livres e compartilháveis, sem restrições — e nós, num gesto de agradecimento, oferecemos pequenos “regalitos”, tais como um belo desconto na conta de alguns restaurantes e lojas de alimentos.

Os restaurantes e lojas que toparam ser parte dessa roda, são lugares especiais, com uma visão de mundo solidária, que promovem encontros onde se misturam a poesia, a comida, a família e as diversas culturas.

Assim, o primeiro a entrar foi o Restaurante Soteropolitano, onde a moqueca é melhor do que na própria Bahia. Tem também carne de sol e do sertão, acarajés e outras delícias preparadas pelos próprios donos, Júlio e Deborah, numa charmosa casa na Lapa (São Paulo). Às sextas e sábados, o desconto é de 50% na conta — o desconto não inclui bebidas e é necessário enviar o nome previamente, nesta lista aqui.

O Al Janiah, entrou no começo deste ano, trazendo o encanto da comida palestina, e promovendo noites de música incríveis. O espaço, no Bixiga, tornou-se quase um centro cultural, com debates, lançamentos de livros, performances, além de ser uma referência da resistência palestina, que oferece apoio a refugiados. Toda semana, sorteamos um combo de um lanche + uma cerveja. Concorra até quarta-feira, neste link.

E, finalmente, o fascinante Biyou’z, localizado no centro da metrópole paulistana, que trouxe ousadia e estilo, num cardápio que abrange muitos países africanos. Além do desconto de 25% em todos os pratos, de segunda a sexta, o restaurante promove saraus e outros eventos relacionados à poesia africana. Para obter o desconto, envie aqui seu nome.

Não esquecemos dos alimentos orgânicos e frescos entregues em sua casa, pela Quitandoca, que também oferece descontos nas assinaturas e cafés da manhã de domingo grátis, em sorteio, participando aqui. Ah! E o querido Armazém do Campo, que traz produtos provenientes das famílias produtoras nos assentamentos do MST; para obter desconto de 10% em toda a loja, inscreva-se nesta lista.

Saiba mais sobre outras contrapartidas especiais, aqui, na página de Parcerias Incomuns — financiando a mídia independente, é possível desfrutar de comidas espetaculares!
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Contrapartidas, Cultura, Teatro
Espetáculo “Macumba Antropófaga” oferece ingressos com mais de 50% de desconto para membros do financiamento coletivo de Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández | Foto de Jennifer Glass

Com direção de Zé Celso Martinez, a peça Macumba Antropófaga inspira-se no Manifesto Antropofágico, de Oswald de Andrade e assim vai se desdobrando num ritual cheio de vida. Em formato de teatro musical e de revista, com cantos de Villa-Lobos e dividido em três atos, o espetáculo é uma explosão de cores, ritmos, interação e re-conhecimento do teatro de Lina bo Bardi, do bairro do Bixiga, de seus prédios e moradores.

Com apresentações aos sábados e domingos, sempre às 16h, o Teatro Oficina oferece um descontão para quem financia a mídia independente: em vez de R$60 no ingresso, pague apenas R$25.

Neste domingo 3 de setembro, um acontecimento especial: o cortejo do primeiro ato encontrará os indígenas da aldeia Gwarini Taba Atã, do Território Indígena Tupinambá de Olivença que fica em Ilhéus/BA, celebrando a re-existência das terras sagradas de todos os povos.

Para obter o desconto, basta enviar seu nome no formulário abaixo até a meia-noite de sexta-feira 1/9 — tem que ser um colaborador de Outros Quinhentos também. Confirmaremos por e-mail o envio de seu nome para a lista-amiga da bilheteria.

Serviço
Peça Macumba Antropófaga
Sábados e domingos, às 16h | duração de 5 horas | até 24/09
Ingressos: R$60 inteira; R$30 meia; R$25 na lista amiga com Outros Quinhentos
Endereço: Teatro Oficina Uzyna Uzona | Rua Jaceguay, 520 – Bixiga – São Paulo, SP
*A peça possui audiodescrição para cegos
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1514728388571011/

Seja um co-produtor do Teat(r)o Oficina e ajude a manter os trabalhos da companhia: teatroficina.org

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Contrapartidas, Cultura, Cursos, Dança, Livros
Dança flamenca, pintura e edição de livros — três lugares oferecem aulas em SP, com descontos e gratuidades para quem financia Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández | Imagem do espetáculo Der Fensterputzer, de Pina Bausch

Para expandir o conhecimento, muitas opções: o saber que envolve uma cultura e dança diferente, como o flamenco; ou aquela que pode virar sua nova profissão, a publicação de livros para viver a aventura do mercado editorial; ou a habilidade e a técnica necessárias para libertar o artista plástico presente em você.

Cuadra Flamenca é uma escola de dança e cultura espanhola, localizada em Pinheiros (SP), e que ministra aulas de dança (o famoso flamenco) e de castanholas, como também apresenta mensalmente um emocionante tablado, estáculo de cante e baile, com música ao vivo. Os cursos possuem matrícula grátis e desconto de 30% na matrícula semestral, para membros de Outros Quinhentos, se inscrevendo aqui.

O Ateliê Contraponto oferece aulas de aquarela, pintura a óleo e desenho a carvão, fica numa charmosa vila perto do Metrô Paulista (na Av. Angélica) e sorteia mensalmente duas vagas com bolsa integral para o primeiro mês de aulas. Após o mês grátis, a mensalidade tem um valor de 15% a menos para [email protected] que colaboram com nosso financiamento coletivo. Basta se inscrever aqui.

E, finalmente, a Universidade do Livro (Unil), da Editora Unesp, ensina como editar textos, como montar uma editora independente, como criar publicações de sucesso, como revisar o conteúdo… entre tantos outros detalhes preciosos na hora de preparar um livro. Os cursos são os melhores na área editorial e oferecem uma vaga com 50% de desconto em sorteio para nossos apoiadores.

O próximo curso é “Da panela ao papel: a edição de livros de culinária em 10 passos”, e tem início no dia 12 de setembro. Para concorrer ao cupom de desconto, preencha o formulário neste link. Mesmo não ganhando, [email protected] os colaboradores têm direito a um desconto de 20%. O valor integral do curso é de R$524,00 — ficando por R$419,00 para membros de Outros Quinhentos, e por R$262 para o ganhador do cupom em sorteio.

Nossas parcerias são possíveis graças a uma troca solidária que envolve, de nossa parte, a divulgação destes importantes estabelecimentos amigos, e assim, eles concedem gratuidades e descontos a nossos leitores-financiadores, que tornam Outras Palavras possível. Conheça todas nossas Parcerias Incomuns, aqui.
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Contrapartidas, Eventos, Música
Em São Paulo, JazzB, JazznosFundos e Tupi or not Tupi oferecem música ao vivo de quarta a domingo, com sorteio de convites para quem sustenta Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández | Na imagem, Vinícius de Moraes e Dorival Caymmi, em 1965

Música brasileira e jazz, são os estilos que predominam nas noites paulistanas do JazzB, do JazznosFundos e da Tupi or not Tupi. Às vezes, mais dançante, às vezes mais intimista, o ambiente muda dependendo da casa e do show, mas tem para todos os gostos.

Esta semana, a Tupi, na Vila Madalena recebe o trio Caixa Cubo, que realizará uma releitura das músicas do compositor Garoto (Aníbal Augusto Sardinha); a Gig Nova Estadão, que reúne os melhores instrumentistas do Brasil numa noite vibrante; Fábio Peron e Thiago Espírito Santo num tributo a Dorival Caymmi; e o som experimental de Miolo Mole e o forró do Forró Picadinho para agitar o fim de semana. A casa Tupi or not Tupi exalta o melhor do Brasil, no som, no estilo e na comida, e oferece ingressos grátis para nossos colaboradores em todos os shows, basta concorrer preenchendo o formulário ao final deste post.

O JazzB e JazznosFundos, as casas com o melhor jazz da cidade, também abraçam influências do mundo e de muitas culturas. Shows de jazz psicodélico, cigano, afrocubano, de big bands e muito mais, conquistam o público — mais romântico do JazzB, mais dançante do JazznosFundos — de terça a sábado.

Nesta quinta, casa casa recebe concertos diferentes. O JazzB, no centro, tem show de Dani e Debora Gurgel Quarteto feat. Conrado Goys; e o JazznosFundos, localizado em Pinheiros, recebe dois concertos: às 21h30, Paula Mirhan e Demetrius Lulo; e às 23h, Diego Moraes (conheça ambos, aqui).

Também tem pares de convites para JazzB e JazznosFundos. Concorra abaixo, por meio dos formulários, até o meio dia de quinta-feira 31/08.

[Atenção! Existem dois formulários, um para a Tupi or not Tupi; outro, logo abaixo do primeiro, para as casas de Jazz]


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Contrapartidas, Livros
Branco Vivo” mistura crônica de Antonio Lino e fotografias de Araquém Alcântara, numa ode à humanidade. Há 5 exemplares em sorteio para quem financia Outras Palavras

Por Simone Paz Hernández | Fotografia de Araquém Alcântara

Se a Editora Elefante já vinha deixando todos encantados com seus textos e projetos gŕaficos, prepare-se, porque o novo lançamento conseguiu superar em capricho todos os anteriores.

Branco Vivo cativa pelo tema, pela delicadeza da abordagem, ao mostrar “os brasis, as brasilidades e os brasileiros encontrados pelos doutores do Programa Mais Médicos em nove localidades do país — de comunidades indígenas a periferias de grandes cidades” num relato de enorme beleza do repórter Antonio Lino, contando com a poesia das fotografias em preto e branco de Araquém Alcântara.

O texto chama a atenção por mostrar com enorme humanidade as pessoas e os lugares onde o programa “Mais Médicos” chegou, fugindo da discussão exclusivamente política sobre o programa, para poder enxergar histórias, pessoas e sentimentos.

O livro ganhou uma matéria no Outras Palavras (leia aqui) e um sorteio para membros de Outros Quinhentos. São 5 exemplares grátis, basta ser um colaborador e concorrer por meio do formulário abaixo até segunda-feira 4 de setembro.

Caso você não queira esperar, nem depender da sorte, o livro está também à venda com frete grátis na página da Editora Elefante (veja aqui).

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