Ministro israelense admite libertar Barghouti

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Divisão do governo de Telavive confirma: congresso da Al-Fatah pode ter sido passo importante para palestinos

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O ministro israelense da Indústria e Comércio, Benyamin Ben Eliezer (do Partido Trabalhista) defendeu publicamente, ontem, a libertação de Marwan Barghouti, o mais conhecido (e popular) prisioneiro político detido em seu país. A proposta foi feita um dia depois da eleição de Barghouti para a direção da Al-Fatah, o grupo que dirige a Autoridade Nacional Palestina. Eliezer ressaltou que “a paz não se faz com anjos, mas com líderes capazes de tomar decisões difíceis”.

As declarações foram contestadas em seguida por outro ministro israelense: Levor Livnat, do mesmo partido do premiê Benyamin Netaniahou. A divergência em Telavive revela, porém, um raro momento de hesitação, diante de fatos provocados pela resistência palestina. Encerrado na noite de domingo, o congresso da Al-Fatah resultou numa importante renovação no comitê central do movimento. Ela foi vista como fundamental, num momento em que o governo Barack Obama prepara-se para anunciar um plano de paz que poderia enfraquecer a ocupação israelense, ao relativizar décadas de apoio incondicional de Washington a Telavive.

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TEXTO-MEIO

> Nossa nota analítica sobre o congresso da Al Fatah está aqui.

TEXTO-FIM
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Antonio Martins

Antonio Martins é Editor do Outras Palavras