Cem dias sem políticas para mulheres em SP

ASSINATURA DO TERMO DE ADESÃO AO PROGRAMA “MULHER, VIVER SEM VIOLÊNCIA” DATA:26/08/2013 – segunda-feira HORA:	11h00 LOCAL:	Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso Centro Cultural São Paulo – Sala Adoniran Barbosa ROTEIRO 	10h30	?	Chegada dos convidados. 11h00	?	Chegada do Exmo. Sr. FERNANDO HADDAD, Prefeito de São Paulo e Dra. ANA ESTELA HADDAD, recebidos pela Sra. DENISE MOTTA DAU, Secretária Municipal de Políticas Para as Mulheres. 	 	11h00	?	Chegada do Exmo. Sr. GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo. 	 		?	Encaminhamento para a Sala Vip. 	 		?	Composição de palco. Início da cerimônia. 	 		?	Palavras da Sra. DENISE MOTTA DAU, Secretária Municipal de Políticas Para as Mulheres. 	 		?	Palavras da Sra. ELOISA DE SOUZA ARRUDA, Secretária de Estado da Justiça e Defesa da Cidadania. 	 		?	Palavras da Sra. DANIELA SOLLBERGER CEMBRANELLI, Defensora Pública Geral do Estado de São Paulo. 	 		?	Palavras do Sr. MÁRCIO FERNANDO ELIAS ROSA, Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo. 	 		?	Palavras do Exmo. Sr. FERNANDO HADDAD, Prefeito de São Paulo. 	 		?	Palavras do Sr. Desembargador IVAN RICARDO SARTORI, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. 	 		?	Palavras do Sra. ELEONORA MENICUCCI, Ministra-chefe da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. 	 		?	Assinatura dos documentos: “Termo de Adesão do Programa Mulher, Viver Sem Violência” e “Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência Contra a Mulher”. 	 		?	Palavras do Exmo. Sr. GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo.

Em 2013, prefeitura e governo de São Paulo anunciam instalação da Casa da Mulher Brasileira. Até hoje não começou a funcionar

Vai e vem de notícias sobre Casa da Mulher Brasileira, na gestão Dória, sugere falta de preocupação com necessidades de políticas de atendimento que visem equidade de gêneros

Por Rachel Moreno

Estranhamente, em 22/03/2017, publica-se uma foto e matéria, em que se acertam “os detalhes finais” para o funcionamento da Casa da Mulher Brasileira de São Paulo que, segundo a prefeitura, “está na reta final para entrar em funcionamento”, com 90% da obra concluída.

A secretária de Políticas para as Mulheres (SPM/MDH), Fátima Pelaes, teria se reunido com o prefeito de São Paulo, João Dória, para acertar a contratação dos serviços e manutenção para finalizar a obra.

Denise Motta Dau, a Secretária de Políticas para Mulheres da gestão Fernando Haddad, já tinha informado que, a pedido do João Dória, teria assinado em janeiro de 2017, os documentos necessários para que a Prefeitura de S. Paulo recebesse os recursos destinados à Casa da Mulher Brasileira.

A Casa, segundo todas as pessoas que tiveram oportunidade de visitá-la, está pronta e linda. Continuar lendo

TEXTO-FIM

Quem tem almoço grátis em São Paulo

COL; (c) City of London Corporation; Supplied by The Public Catalogue Foundation

COL; (c) City of London Corporation; Supplied by The Public Catalogue Foundation

Ou: algumas verdades sobre concentração de riquezas e injustiça tributária no Brasil, sobre as quais o prefeito Fernando Haddad deveria refletir, antes de dar entrevistas citando Milton Friedman

Por Leonardo Gomes Nogueira | Imagem: Luke ClennelO banquete dos soberanos aliados (1814)

O cada vez mais debochado prefeito Fernando Haddad, ao atacar os manifestantes que pedem a revogação do aumento da tarifa de ônibus, metrô e trem disse (imitando os defensores mais ardorosos desse modelo) que não existe “almoço grátis”. E inovou: ao invés de mandar pra Cuba, mandou pra Disney.

Mas tem muito almoço grátis por aí. Ainda mais em um país, como o nosso, no qual a carga tributária pesa mais para os pobres e classe média do que para os ricos (há vários estudos, de diferentes instituições, que demonstram isso). Pagando menos impostos, obviamente, fica mais fácil acumular mais recursos e ampliar (ainda mais) a desigualdade vigente.

Vou dar apenas um exemplo esdrúxulo: você paga IPVA no seu carrinho e motinho. Ok. Os ricos não pagam nenhum impostinho do tipo para os seus iates e jatinhos. Isenção total.

O Imposto de Renda (IR) é outra baba para os ricos.

Continuar lendo

O duro caminho para reciclar lixo no Brasil

LIXO SAO PAULO 13.01.2010 JT GERAL Lixo acumulado na calçada da Avenida Pacaembu, na altura do memorial da América Latina. FOTO TIAGO QUEIROZ/AE

Coleta seletiva volta a avançar em S.Paulo, depois de abandonada por quase uma década. Há pouco, maior cidade do país reciclava apenas 1,8% dos resíduos gerados

Por Inês Castilho

O governo Fernando Haddad entregou à cidade de São Paulo, nesta terça-feira (23/9), 11 novos caminhões para coleta seletiva de lixo. Com eles, a prefeitura promete implantar até outubro coleta seletiva em todas as ruas de 17 distritos (que já recolhem recicláveis em algumas ruas) e iniciar coleta parcial em outros dez: Jardim São Luís, Cidade Dutra, Grajaú, Socorro, Campo Limpo, Capão Redondo, Cidade Ademar, Ermelino Matarazzo, Ponte Rasa e Tucuruvi.

Os 17 distritos que já eram atendidos parcialmente e agora terão todas as ruas atendidas com o serviço são: Tucuruvi, Bela Vista, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Santa Cecília, Sé, Jaguara, Jaguaré, Lapa, Perdizes, Vila Leopoldina, Barra Funda, Mandaqui e Santana. Continuar lendo

Cultura: caminhos para resgatar o Belas Artes

belas artes06

Uma das manifestações do Movimento pelo Belas Artes (MBA), realizada em janeiro de 2011.

Defensores do cinema abrem diálogo com prefeitura de São Paulo e já fazem planos para espaço cultural que marcou cidade por décadas

Por Bruna Bernacchio

Uma batalha cultural destacada, mas que parecia até há pouco perdida, está ressurgindo. Em São Paulo, o Cine Belas Artes, que por décadas fez parte da cena artística paulistana, e esteve a ponto de se reduzir a loja de departamentos, pode renascer em forma de centro multicultural. O Movimento pelo Belas Artes (MBA), que lutou durante todo o ano de 2011 pela preservação do cinema, começa a criar um imaginário mais concreto de como poderia ser esse renascimento.

A possibilidade de voltar a sonhar com a ressurreição do Belas Artes surgiu nos primeiros dias do governo Fernando Haddad. Já em 1º de janeiro, quando tomou posso o novo prefeito, o movimento entregou ao novo secretário de Cultura, Juca Ferreira, uma carta reivindicando reativá-lo. Ao contrário de seus antecessores, Juca mostrou-se de imediato disposto ao diálogo e à reabertura das salas. O contato se fortaleceu com o apoio de Nabil Bonduki, vereador recém-eleito (PT), e Eliseu Gabriel (PSB), que naquele dia tornava-se secretário do Trabalho e Empreendedorismo. Presidente da da CPI do Belas Artes, Eliseu entregou na última segunda-feira o relatório final do inquérito, que propõe a declaração da utilidade pública do imóvel, a requalificação urbana da área no entorno, entre outras medidas. Continuar lendo