Para tramar um feminismo descolonizado e não-burguês

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Ciclo de encontros com a boliviana Julieta Paredes debate a hipótese de um Feminismo Comunitário, capaz de superar o individualismo e de compreender que o patriarcado oprime também os homens e a natureza

Por Serpente Coletiva

Fortalecer a atuação de mulheres e seus espaços de resistência ao neoliberalismo e ao patriarcado, a partir das contribuições do Feminismo Comunitário é o objetivo do Ciclo de encontros Feminismo Comunitário: propostas desde o Sul, que acontece de 27 a 30/09, em São Paulo.

O evento promove uma série de atividades abertas e gratuitas com Julieta Paredes, feminista boliviana, uma das criadoras do Feminismo Comunitário de Abya Yala (nome originário da América). Nos encontros, serão discutidos temas como descolonização e desaburguesamento do feminismo; força revolucionária das mulheres latino-americanas quando decretam que são metade dos povos, das comunidades, dos movimentos; saberes ancestrais dos povos originários, como o próprio conceito de comunitário; propostas decoloniais de atuação política; entre outros. E uma festa celebra a alegria das conversas, trocas, reflexões e aprendizados para a construção de outros mundos possíveis. Continuar lendo

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