Sobre Outras Palavras

Lançado em 2009, o site Outras Palavras tornou-se uma referência importante na galáxia da chamada “comunicação compartilhada” ou da “mídia livre”, abordando uma temática pouco presente neste universo: o exame crítico da globalização, as novas culturas políticas da autonomia e os movimentos de ocupação das redes e das ruas. O reconhecimento veio logo, em 2010 o site e as plataformas de redes sociais criadas em torno dele receberam, do Ministério da Cultura o Prêmio Ponto de Mídias Livres.

A linha editorial do site busca avançar naquilo que gostamos de denominar “pós-capitalismo” por um lado frisando a obsolescência das lógicas associadas ao sistema ainda hoje hegemônico (mercantilização da vida, lucro como valor supremo, concentração de riquezas, redução da natureza a “recurso”) e por outro iluminando propostas e alternativas que vem surgindo em todos os planos da vida social.

Com audiência expressiva, cerca de 10 mil textos lidos por dia, o site Outras Palavras reúne um grupo de 200 colaboradores brasileiros e, entre eles, alguns internacionais.

Semanalmente, o boletim de atualização de Outras Palavras seleciona as principais matérias da semana alcançando cerca 20 mil assinantes [assine aqui].

Empenhado em diversificar os formatos de um novo jornalismo compartilhado e colaborativo, desenvolvemos projetos especiais paralelos às publicações diárias, tais como coberturas colaborativas, webdocumentários, Séries especiais (de Política e Desenvolvimento) e a Escola Livre de Comunicação Compartilhada, que promoveu 40 oficinas de formação em midialivrismo, empoderando com ferramental e tecnologia dezenas de jovens para o exercício do jornalismo colaborativo.

Blog da Redação

Com o objetivo de fomentar a participação dos leitores do Outras Palavras, animamos o Blog da Redação, um espaço colaborativo  a partir da perspectiva de que a aventura de conhecer e narrar o mundo deixou de ser privilégio dos jornalistas. Com textos mais breves e capazes de oferecer informação inédita e análises não-convencionais sobre um conjunto amplo de fatos nacionais e internacionais, o Blog da Redação permite a participação intensa dos leitores.

 

TEXTO-FIM

17 ideias sobre “Sobre Outras Palavras

  1. Tenho que discordar de um pontinho apenas por hora: a imagem que figura no blog é muito boa, justamente por parecer trazer para o primeiro plano um “pontilhado” de uma cena, uma perspectiva aparentemente corriqueira que a gente não vê em muitas imagens de blog que parecem mais icônicas, mas que ficam um pouco baças depois que as olhamos algumas vezes…
    Abraço,

  2. Parabéns diplô!!!
    A cada dia eu gosto mais de vocês. E quando eu penso que já está muito bom
    surgem mais novidades. Só tenho a agradecer pelo interesse e esforço em produzir e compartilhar conhecimento de qualidade.
    Mais uma vez: PARABÉNS![dá vontade de ficar escrevendo parabéns, parabéns, parabéns..rsrs]

  3. Sugiro a quem se interessar por WEBTV contatar com o VJ PIXEL da MEMELAB – http://www.memelab.com.br. Ele trabalha com transmissão de imagem pela tv com base em softwares livres, é um pesquisador e desenvolvedor dessa plataforma tambem. Talvez ele se interessasse em se integrar a esse projeto aqui. Abraços. Roberto

  4. Parabéns e sucesso pela iniciativa ! O Brasil precisa, cada vez mais, de espaços alternativos onde a autonomia e a democracia fluam em paz. Sugiro a manutenção da imagem do blog, pois é realmente emblemática !!

  5. Fico impressionado com tamanha inércia mental e egoismo desses orgulhosos que só veem o próprio nariz. Todos se consideram bons, engajados socialmente; os soldadinhos do atraso e da preguiça. Fazem passeatas para a liberação da maconha e se preocupam com assuntos que não dizem respeito ao nosso país. Por que? Porque é fácil! Não dá trabalho. Se existisse amor, caridade, empenho na melhoria, e sobretudo vontade de trabalhar, se preocupariam, por exemplo, com a população carcerária do Brasil; pessoas à margem da lei que não tem o remédio certo: cadeia decente. Mas isso não é legal, não é moderno, dá trabalho, não é? Querem fazer algo bom, façam o certo! Desejo boa sorte!

  6. Apaixonada por diplomacia, frequento o site há mais de um ano. Atualmente trabalho em Educação e um de meus projetos com os alunos do Ensino Médio envolveu vários textos e pontos de vista colhidos na mídia geral e no Outras Palavras, que os alunos não conheciam. Cada vez gosto mais de vocês. Incentivamos o protagonismo e ele somente poderá acontecer através do conhecimento dos fatos do mundo. E esse conhecimento precisa ser crítico e isento de ideologias pré-concebidas. Precisamos muito de Outras Palavras. Parabéns pelo trabalho.

  7. Parabens pelo site e vou procurar postar matérias tipo esta baixo em outras palavras sobre o Eike Batista que a mídia esconde. Att. Everaldo
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    Brasil 247
    O seu jornal digital 24 horas por dia, 7 dias por semana

    Eike, a maldição do diabo loiro!
    EIKE BATISTA, ANHANEIKÊ: TUDO QUE NÃO É SÓLIDO DESMANCHA NO AR!
    07 de Julho de 2012 às 12:57
    Everaldo Gonçalves
    Quem acompanha meus artigos aqui no Brasil 247, O Rei Midas Está Nu! e A Questão do X (leia aqui: http://brasil247.com/pt/247/economia/1571/Eike-o-rei-Midas-est%C3%A1-nu.htm; http://brasil247.com/pt/247/rio247/38788/A-quest%C3%A3o-do-X.htm), abordando criticamente as fragilidades dos projetos do empresário Eike Batista, não estranhou a queda brutal das ações das empresas do megaespeculador. O Grupo EBX, em uma semana, despencou na bolsa 40,5%, o valor de R$ 45,81 bilhões passou a R$ 37, 42 bilhões. O artista sumiu da mídia. Nada a declarar. É questão de tempo, o mercado cria e derruba seus mitos.
    Mineração é atividade séria e de risco
    A indústria de mineração, como a do petróleo, nada mais é que uma economia extrativista, etapa pré-capitalista, o aproveitamento de acumulação primitiva do capital. O lucro pode ser grande devido ao risco ser igual o prejuízo e de sentido contrário ou maior, com as consequências. Gasta para nada! Pior que no jogo, quando conta com a sorte, o sonhador pode ganhar, na mineração há casos de lucros e alguns locais sem nenhuma chance, com perda total, pois jamais poderia achar o que a natureza não guardou. No garimpo empata a conta de lucros e perdas, com um número ínfimo de ganhadores e elevadíssimo custo ambiental. Na indústria mineral organizada, as estatísticas de sucesso são de duas minas para cem indícios de minerais interessantes e há muitos empreendimentos lucrativos. O segmento do petróleo é um negócio complicado demais. O grupo das “Sete Irmãs”, os trustes consagrados por Monteiro Lobato, dominou as reservas mundiais e foi ampliado pelas empresas estatais da Rússia, Venezuela, Bolívia, Argentina e a nossa Petrobras. Um clube fechado em que não cabe o Diabo Loiro para dominar o Diabo Negro.
    Vista de um lado, a mineração é o dinheiro pronto, no caso do metal amarelo, o ouro é o demiurgo, o próprio capital e no caso do petróleo, o óleo é o ouro negro, o deus negro. Vista de outro lado, é o blefe, perda absoluta. As guerras de conquista são sustentadas ou voltadas para esse tipo de capital, onde há muito minério, há conflitos e as jazidas não têm fronteiras geográficas. É aventureiro ou ingênuo o empresário, sem tradição e equipe técnica, que entra no ramo da mineração, quando não conta sequer com as forças de Sansão. Cabeça brilhante, iluminada pelo seu símbolo do sol, mas mascarada pela peruca, atua em qualquer negócio, como se fosse um coringa. Percorre do batom ao X-tudo das refeições, passando pela hotelaria, show business, marinas, barcos, minérios, ferrovias, navios, portos, siderurgia, energia e até o vale-tudo do UFC. Na contra mão do capitalismo quer voltar ao fordismo verticalizando a indústria. Vai tirar petróleo? Antes instala fábrica de navios, plataformas, sondas e portos para escoar a produção e neles exportar minério que “fabricará” Então, aproveita o Porto Açu, para montar siderurgia, que gera escória para fazer uma fábrica de cimento; além disso, com o aço, faz fábrica de carros e de tubos para transportar o petróleo. Parece projeto de inventor do moto-contínuo. Uma equação industrial que não se fecha, com tantos X Da Questão, nem com a geração de energia solar, eólica, térmica a gás e carvão importado.
    Chegou o momento de mostrar produção. É muita ousadia um neófito querer dominar o mercado sujo de óleo e de sangue, baseado apenas nas informações oriundas da Petrobras. Eike Batista contratou um punhado de técnicos, a soldo de ouro, que detinham informações estratégicas da empresa, que saíram sem respeitar a quarentena levando na memória os mapas, perfis geológicos e de sísmica. O desrespeito por geólogos é tal, uma vez que não faz pesquisa mineral, que Eike Batista afirmou na Revista Exame: “os geólogos são sonhadores, o único que pensa com visão econômica é o Paulo Mendonça”. O mesmo geólogo que demitiu da presidência da OGX, na tentativa de estancar a sangria das suas ações. Trocou o indez, o indutor da galinha de ovos de ouro, o seu Mister Oil, pelo presidente da empresa de navios. Faz sentido se o barco está afundando!
    A Questão do X
    Eike Batista, no seu best-seller O X Da Questão (Editora Sextante: 2011), escrito pelo Jornalista Roberto D´Avila (livro que eu já critiquei), conta que abandonou os estudos e assumiu a venda de enciclopédia e seguro de vida “de porta em porta” em Aachen, a cidadezinha de Carlos Magno, na Alemanha. Em seguida, começou a intermediar contrabando de diamantes de garimpeiros de Diamantina – MG para logo depois tomar um empréstimo de 500 mil dólares, não contabilizados, capital que o principiou no contrabando de ouro na região do Tapajós no Pará. Ganhou dinheiro, mas levou um cano e fez novo empréstimo de igual forma e valor. Diz no livro que ganhou 6 milhões de dólares no “comércio” de ouro. Tentou organizar o garimpo, viu que era melhor requerer pesquisas e vender as áreas. Rei do diamante, do ouro, do ferro e agora do ouro negro. Esquece-se da praga de índio e do Manifesto que diz: tudo que é sólido desmancha no ar! Imagine o que não é sólido! Faltou-lhe quem lesse na cabeceira ao menos O Poço do Visconde de Lobato e mais tarde O Capital de Marx. Dinheiro não cai do céu. O trabalho é que faz o capital, que gera mais capital, sem pagar a mais-valia ao trabalhador.
    Mas, o folclore de empreendedor bem sucedido, bom pagador e empresário de palavra é balela. Há um rastro de praga em sua trilha coberta de nuvem negra que faz subitamente o negócio gorar.
    A lenda do Diabo Loiro.
    A sorte de Eike é a sua sina advinda da maldição de índio, que provoca a autofagia do capital, visto que falta a pedra Muiraquitã ao novo Macunaíma.
    Uma cortina de fumaça. Praga de Xamã na lenda do Eldorado sobre o comprador de ouro, que corre “de boca em boca” nos garimpos abandonados, nas minas goradas e na Amazônia contaminada pelo mercúrio, nas barrancas do Rio Tapajós, em Itaituba, no Pará. O Mito teria o corpo fechado. Inclusive já levou um tiro pelas costas, por causa de um acerto de contas, e saiu ileso.
    Em pleno garimpo, o comprador de ouro, prevenia a maleita mascando dente de alho e engolindo uma talagada de cachaça. Com isso, sua figura exalava um “bafo de onça” mais forte que o enxofre de satanás e era envolvida por uma aura de fumaça branca. Este revolucionário método de erradicação da malária baseado no uso tópico de álcool e alho está descrito no manual de autoajuda O X Da Questão, página 79, e quiçá possa render ao autor da brochura o Prêmio Nobel da Medicina. No garimpo, com a chegada de Eike Batista, caso não tenha sido eliminado o impaludismo, houve incremento do consumo de bebida e avanço da prostituição, com a elevação da moral e da recuperação do ouro fino. O milagre foi líquido e volátil. Na bateia ou “na cobra fumando” – um concentrador rudimentar de ouro, com um caixote seguido de uma calha riflada forrada com um pano grosso felpudo – era adicionado o “miraculoso” mercúrio metálico.
    O líquido prateado, “em um passe de mágica” ou por “feitiçaria”, agrega o ouro em forma de liga, com facilidade na recuperação e faz a purificação celestial. Uma vez concentrado pela “queima ao ar livre”, volta o ouro metálico no pião da bateia (um crime ambiental, pois a queima – destilação – deve ser feita em retortas). Sublimação! Ato que aos humanos é considerado como inatingível, como sair do corpo sólido e transmutar no espírito invisível em estado de Jinas na quarta dimensão.
    Todo Xamã, qual alquimista, almeja a transmutação. Impossível imaginar o sucesso do jovem loiro de olhos azuis entre os nativos. Porém, o cacique dos garimpos comprou uma briga com os curandeiros, pais-de-santo e os pajés. Em plena selva, nas áreas devastadas, a corrida do ouro foi tal que havia uma nuvem de fumaça branca provocada pela queima do azougue.
    A fama correu entre as tribos desmoralizando os feiticeiros, com a fumaça sem explicação, por isso os pajés reunidos “rogaram a praga de índio”. Tiro e queda, na lenda da maldição e no pacto com o diabo. É uma estória que tem semelhança com a fábula do Anhanguera, o Diabo Velho, o Bartolomeu Bueno da Silva. Este Bandeirante, para pegar o ouro dos índios, ateou fogo na cachaça colocada na sua cuia, e com isso ameaçou botar fogo nas águas dos rios. Falta conferir o ouro que nossos índios não conheciam e o parentesco deste Silva, paulista de Santana de Parnaíba – SP, com o mineiro de Valadares, cujo pai é Eliezer Batista da Silva, da cidade de Nova Era – MG, para aumentar a coincidência da feitiçaria. O X do sucesso está na etimologia do Silva. Então, para piorar a desgraça, a proteção familiar estava na raiz do nome Silva, que o progenitor já havia renegado e retirado do nome comercial, tout court, Eliezer Batista. Envergonhado com sobrenome tão popular, não o colocou no filho, Eike Fuhrken Batista, que nasceu para brilhar, pois consta no prefácio do livro (p.10): “estava escrito havia 40.000 anos que Eike seria um entrepreneur puro-sangue”. O resultado não foi bom para o Silva, sem o Silva. O oráculo não sabe como ajustar o horóscopo, a numerologia 63 e na onomástica o X da questão, que é o Silva, pois vem do latim silva, selva e vai dar no nosso silvícola do reino do Curupira e do Xamã.
    O rei do garimpo era um jovem de cabelo loiro. A cabeleira deu o apelido que virou a lenda do Diabo Loiro, Anhaneikê, (incorporou o diabo, do tupi-guarani: eikê, embarcou, entrou ou incorporou; e, anhan, diabo, capeta, belzebu). O cheiro forte que o Diabo Loiro exalava ajudou a construir a lenda do “homem de ouro” que tomava cachaça com alho, para espantar o mosquito vetor da febre terçã, trocada pela febre do ouro.
    Anhaneikê queria todo o ouro da região, a qualquer custo. Por isso seus garimpeiros abusavam do azougue. Ora, aos olhos de um leigo, era impossível perceber uma qualidade física de passar do estado sólido para o gasoso, com odor de acetileno, álcool ordinário, fumaça e uma perfeita feitiçaria. Virou lenda do homem que transforma o ouro em pasta e faz voltar com a fumaça. O metal líquido prateado se junta ao ouro amarelo sólido e forma uma massa semissólida esbranquiçada.
    Na cuia de aço – bateia – o amalgama queimado ao ar livre tem como sobra o ouro esponjoso, subindo a fumaça branca para o céu. Nada mais que o mercúrio sublimado, que volta ao solo e vai sendo atacado por ácidos e causa o mal de minamata.
    Vai explicar isto ao nativo. É coisa do diabo!
    Praga de índio
    O Pajé, com medo de perder o lugar para o jovem feiticeiro, “Diabo Loiro”, fez o jogo do fogo contra fogo. No Garimpo Rosa de Maio e no do Abacaxi, no Pará, qual o Curupira, saiu corrido, dando no pé, virado ao contrário, deixando a planta da “mineração” abandonada no mato. As pessoas supersticiosas juram de pés juntos que toda dinheirama perdida é a praga de índio, pior do que a jogada por padre ou rapariga.
    O Rei Midas, para piorar a situação, consta que, certa vez, colocou na cabeça o cocar de índio, pois “dá azar” a quem não é coroado por natureza. Caso folclórico na boca pequena, que espalha por ai: “Eike Batista recebeu praga de índio, por isso, os portos com nome indígena micam”. Faz sentido: em Santa Catarina, Biguaçu, pássaro grande; em São Paulo, Peruíbe, rio de tubarão; e, no Rio de Janeiro, o porto Açu, grande igual aos problemas. Já no pré-sal, batizou o campo petrolífero de Waimea, ondas gigantes, mas não adiantou mais mudar o nome para Tubarão Azul, pois não acaba com a praga. Em terra, no Maranhão, o gás que vendeu como “meia Bolívia”, não deu para o cheiro. O céu não está azul e o tubarão pode virar um lambari, pois nada serviu meditar em Machu Picchu, uma vez que o espírito inca não pode desfazer a praga de seus irmãos. Foi em vão adotar a logomarca do sol inca, pois o feitiço dura enquanto houver mercúrio poluindo o Tapajós. Vale tanto na terra como no mar e no ar a ira de Plutão, Netuno e Éolo, com a interferência do Mercúrio.
    A previsão de Eike Batista produzir muito petróleo em alto mar no Campo de Waimea, 60 mil barris/dia, levou a OGX da holding EBX a comprar um navio plataforma, com 270 metros de comprimento e capacidade de estocar 900.000 barris de óleo, por 650 milhões de dólares. A embarcação ficou tempo exposta no cais do Rio de Janeiro, cheia de faixas prenunciando o novo X-eike do petróleo. Maravilha! Mal passou no teste de segurança do trabalho! Porém, com a produção diária que foi anunciada, com estardalhaço até nos segundos, o poço OGX-26HP: em 31 de janeiro de 2012, às 18 h 39 m e 50 s, começou tirando 20 mil barris/barris, com estimava de 40 a 50 mil no segundo semestre de 2012, mas logo caiu para 5 mil barris ou 795 toneladas/ dia. Não é pouco, mas nesse ritmo não paga as despesas e vai ter de esperar 200 dias para encher os porões do navio, com 63 pessoas a bordo. É um legitimo caso de mandar o acionista ficar a ver navio. Será econômico isso? Não é, para piorar, a ganância igual ao caso do vazamento da Chevron? Devido ao aumento de pressão imposta, fez surgir rachaduras no fundo do mar. Vai dar bode. É a lei fundamental do capitalismo: o lucro ou risco do prejuízo cabe aos acionistas particulares. Não, não e não, há muito dinheiro público e de fundos de pensão em jogo. É preciso urgente explicação das Empresas X, Bancos, Bovespa, autoridades oficiais e recolher o livro O X da Questão que ensina a Visão de 360°.
    Para os céticos, como eu, não é por causa da “praga de índio” que o porto dá errado, o ouro não aparece, o ferro rico não existe, o gás fabuloso não surge e o petróleo abundante não sai. É tudo falta de estudo geológico. Contudo, não custa esperar, quem sabe, salvo minha alma na defesa dos geólogos e do espírito do capitalismo, com o Eike Batista, cacique das lavras, portos e conexos lavando a alma dele com pré-sal grosso, para tirar a urucubaca.
    *jornalista e geólogo

  8. Muito criativo e transformador! Quero acompanhar esta rede e até colaborar. Finalmente uma rede brasileira que tem tudo para dar muito certo e incentivar as novas consciências neste mundo sem fim que é a internet!

  9. Eike prova que Sucesso antes de trabalho sf3 exitse nos dicione1rios Parabe9ns e sucesso sempre, e neste ano de 2012 tambe9m irei para o meu segundo milhe3o , pois o primeiro nao consegui mesmo abrae7os a todos

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