Assim funcionam os paraísos fiscais

Consórcio Internacional de Jornalistas torna públicos milhares de documentos sobre mais de 200 mil contas secretas. Veja como os “centros offshore” são eficazes para sonegar impostos, esconder fortunas e proteger criminosos

Um vídeo do Inesc

O Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês) liberou na semana dados inéditos dos chamados Panama Papers, jogando mais luz sobre os esquemas que grandes corporações e milionários usam para sonegar impostos e esconder o dinheiro em paraísos fiscais. Em meio a críticas (inclusive de Slavoj Ziziek), segundo as quais havia feito vazado seletivamente, há algumas semanas, as informações que obteve, o ICIJ tornou público, em seu site um banco de dados com documentos sobre mais de 200 mil contas ‘offshore’.

Quanto mais dinheiro é sonegado e enviado para contas escondidas em paraísos fiscais, mais sobra para o cidadão comum, que paga seus impostos a duras penas, e para quem depende de serviços públicos e políticas públicas de promoção de direitos.

E como esse pessoal consegue esconder tanto dinheiro em tantas contas falcatruas nesses paraísos fiscais? O Inesc e organizações parceiras produziram um vídeo curto que explica isso. Assista acima.

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3 ideias sobre “Assim funcionam os paraísos fiscais

  1. Corretíssima a sentença da impossibilidade de se enganar a todos por todo o tempo. Lentamente, a verdade aparece. Desta cultura bárbara advirá a ruína dos próprios bárbaros porque a riqueza por eles escondida produzirá grande miserabilidade entre os enganados com futebola, religião e Olimpíada. O governador de São Paulo sentenciou que o dia em que o povo souber o que se passa debaixo dos panos a guilhotina será ressussitada.

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